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Com prêmio gigantesco em jogo, Brasil coloca sete jogadores no Dia 2 do Super MILLIONS; Pedro Garagnani lidera pelotão

Time verde e amarelo conta com nomes de peso para a sequência do torneio

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Pedro Garagnani

O GGPoker começou uma nova e importante série em sua plataforma e o início foi bastante animador para os jogadores brasileiros. Na WSOP Winter Circuit, o Brasil colocou sete jogadores no Dia 2 de um dos torneios mais valiosos da grade, o Super MILLION$ de US$ 10.300, com o craque Pedro Garagnani sendo quem puxa a fila.

Contando como o Evento #02 da série, o torneio contou com um total de 600 entradas, o que fez o garantido de US$ 5 milhões ser 20% maior. No final dos classificatórios, apenas 70 entre os 600 jogadores conseguiram se manter vivos para o Dia 2, com uma legião de craques compondo o field.

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Pelo lado canarinho, Pedro Garagnani foi quem ficou na frente entre os sete. O craque do 9Tales ficou com a quarta colocação no chip count geral e vai recomeçar o torneio com 1.993.288 fichas, equivalentes a 99.7 blinds. Depois dele vem seu companheiro Pablo Brito, em 13º, com 1.280.120 fichas. O top 3 é completado por Diogo Cardoso, dono de um stack de 849.019.

O time brasileiro é completado por outros craques. Pedro Madeira (799.845), Rodrigo Selouan (538.829), Bruno Volkmann (375.418) e Yuri Martins (243.250) fecham a lista verde e amarela. A liderança geral está nas mãos do finlandês Samuel Vousden, o “€urop€an” do online, que acumulou 3.451.888 fichas.

Todos os 70 jogadores já estão ITM no torneio. Até o momento, eles já têm garantido o prêmio de US$ 23.883. No entanto, a briga deve ser ferrenha, já que o prêmio para o campeão é gigante. Quem vencer o torneio levará a bagatela de US$ 985.441 para a conta. O torneio recomeça às 15h de hoje, sendo jogado até a formação da mesa final.

Confira o episódio #18 do MundoTV Cast:

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Geral

Clube de Doug Polk, Lodge recebe veredito favorável e acusações são rejeitadas; reabertura será em breve

Clube vai receber de volta mais de US$ 1 milhão que foi apreendido

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Doug Polk
Doug Polk

A atual situação do The Lodge Card Club ganhou ares muito mais positivos durante a semana. As acusações de lavagem de dinheiro, jogos ilegais e crime organizado foram rejeitadas. Dessa forma, não houve indiciamento e o Lodge está perto de voltar a operar.

As acusações que surgiram em março fecharam um dos principais clubes de poker no Texas. Polk, a face mais conhecida dentre os donos, sempre afirmou inocência e dizia que o negócio operava de forma legal. Com o veredito atual, o Lodge receberá de volta todas suas posses, incluindo o dinheiro dos jogadores que ali jogavam.

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A decisão da terça-feira aconteceu com um grupo de jurados julgando que a promotoria não provou a existência de crime na atuação do Lodge, o que não permite a abertura de inquérito. De acordo com Polk, o objetivo agora é a reabertura da casa entre duas e três semanas.

Vale lembrar que, com situação incerta, o Lodge demitiu todos seus empregados, e agora terá de passar por um novo processo para contratação de toda a sua equipe de volta. Polk celebrou a decisão em um post no Twitter:

“Justiça prevaleceu. O dano aos nossos membros e ao staff foi tremendo, e é hora de reconstruir. Vamos ter um novo evento de abertura em breve.”

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Geral

Ex-astro da NFL, Richard Seymour disputa mesa final do WPT Seminole Championship; campeão vai levar US$ 656 mil

Seymour, tricampeão do Super Bowl, também vai somar mais de US$ 1 milhão em prêmios

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Richard Seymour

A caminhada de Richard Seymour no mundo do poker está ganhando cada vez mais contornos. O ex-astro da NFL, presente no Hall da Fama do esporte e com múltiplos títulos durante sua carreira com o New England Patriots, recentemente venceu seu primeiro anel do circuito mundial. Agora, ele vai buscar um passo a mais.

Seymour é um dos seis jogadores ainda vivos na mesa final do WPT Seminole Hard Rock Poker Championship, um dos principais torneios da WPT ao longo do ano e que será decidido nesta quarta-feira. O astro do futebol americano aparece com o menor stack entre os jogadores ainda vivos, porém ainda de forma confortável para brigar pelo título no torneio de US$ 3.500 de buy-in.

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Seymour está cada vez mais envolvido no poker. É sabido que, com o resultado final da sua caminhada no WPT Seminole Hard Rock Poker Championship, ele vai cruzar a marca de US$ 1 milhão em ganhos no Hendon Mob. O dinheiro, claro, é uma questão secundária: durante sua carreira, ele somou mais de US$ 90 milhões em salários.

Entre os nomes conhecidos na mesa final, também está o de Frank Funaro, campeão de bracelete da WSOP e que já levou premiações milionárias dentro do circuito WPT. O campeão do torneio vai ficar com US$ 656.200, que também inclui a entrada para o WPT World Championship de dezembro. Todos os jogadores ainda vivos já garantiram pelo menos US$ 138.000.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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ONLINE

Patrick Ulysséa canta jogo, tem carta salvadora no river e aplica bad beat em vilão no ACR Poker

Mão mudou muito conforme as cartas foram batendo no board

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Patrick Ulysséa
Patrick Ulysséa

Dizem por aí que é necessário jogar ao universo para que as coisas aconteçam na vida. Aparentemente no poker também funciona, para o bem ou para o mal. O player brasileiro Patrick Ulysséa viveu esses dois momentos em uma única mão, saindo vencedor e derrubando o adversário com uma bad beat no river.

A mão em questão aconteceu no US$ 55 VSpecial, torneio da grade do ACR Poker. As blinds estavam em 60.000/120.000. Posicionado no cutoff, o “Nelepo10” saiu com e abriu a mão, com a certeza de que se houvesse uma 3-bet, shovaria suas 30 blinds restantes.

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A mesa rodou em fold até chegar no jogador do big blind, que tinha apenas 8 blinds e anunciou o all-in. Ulysséa pagou e no showdown, se viu atrás do vilão, que apresentou . O flop, porém, deixou um pouco a situação favorável ao brasuca.

Nas três primeiras cartas do board, sendo , Patrick acertou o K, porém abriu uma possibilidade de sequência ao adversário. Então, o streamer falou: “não quero dois pares.” Mas o baralho ouviu errado e o turn trouxe justamente o , completando o jogo do vilão.

“Revoltado” com a audácia do baralho, Patrick Ulysséa então o desafiou: “me dá o full house agora então”, jogando para cima. E funcionou. O deu a vitória ao grinder, que eliminou o rival do torneio e saiu comemorando na live. Tem que saber pedir!

Assista o vídeo da mão:


Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer, a “Renegada”: 

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