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Brasileiro “CaioCapT” garante mesa final no Evento #148 do Summer Series; confira

O campeão foi argentino “Maty25”

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Os brasileiros deram um show no Summer Series do PokerStars neste domingo (21). No Evento #148: US$ 55 NLHE [6-Max, Progressive KO], “CaioCapT” garantiu lugar na mesa final ao terminar na 4ª colocação entre os 7.530 concorrentes.

Pela performance, o player faturou o prêmio de US$ 9.689‬ sendo o único representante da bandeira verde e amarela entre os finalistas. Quem soltou o grito de campeão foi o argentino “Maty25” ganhando  US$ 43.518.

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Em seguida, com a medalha de prata, aparece o alemaão “bolkov76” puxando US$ 25.483‬. Completando o pódio, no 3º lugar, ficou o ucraniano “MountainRo$e” recebendo US$ 17.873‬.

Já na 5ª e 6ª colocações, aparecem “Massey_Crush” e “steam2340” ganhando US$ 8.467‬ e US$ 5.773‬ respectivamente. O evento com garantido de US$ 225.000 arrecadou o prizepool de US$ 376.500.

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Dono de gráfico consistente, João Magalhães conta visões sobre o poker, carreira e melhorias na Exploit: “impulso incrível”

O português se tornou instrutor do time e dividiu boas ideias com o Mundo Poker

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A Exploit Team tem uma equipe bem grande com mais de 100 jogadores. Entre alguns destaques do time está o jogador João Magalhães. Em apenas um ano, ele subiu do ABI na casa dos US$ 10 para atualmente jogar um buy-in médio de US$ 100 a US$ 150. O grinder se transformou em um dos principais nomes da equipe. O gráfico dele, impecável, indica isso sem maiores contestações.

O “gajo de ouro” da Exploit tem, no SharkScope, um gráfico que se aproxima dos US$ 140.000 de lucros com uma escadinha sempre para cima. João contou para o Mundo Poker que a entrada no time aconteceu pelo intermédio de um amigo. “Já jogava poker há alguns anos e foi um impulso incrível na minha carreira. Estou super grato por ter tudo o que tem vindo a acontecer desde então”, diz o profissional.

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Inteligente e bastante esclarecido com o que deseja para a carreira, Magalhães disse que não tem como objetivo o high stakes, mas que a jornada pode chegar lá. “Tenho o sonho de continuar a progredir como jogador e coach, se isso implicar a contínua subida de stakes e esse for o próximo passo lógico a dar, então sim, os high stakes estão no horizonte”, diz o português.

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Numa entrevista muito interessante para o Mundo Poker, ele contou sobre os diferencias da Exploit também. “: A Exploit como equipe, para além do staking, proporciona a oportunidade de jovens jogadores trabalharem de perto com jogadores mais experientes, fornece aulas individuais e de grupo para diferentes níveis técnicos e ferramentas de trabalho de topo como o PIO Solver, ICMizer, vídeos, etc”, foram alguns pontos citados.

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O gráfico de João filtrando todos os sites que atua

Agora, confira a entrevista completa com João Magalhães:

MP: Como foi a sua entrada na Exploit e em que momento da sua carreira aconteceu?

JM: Entrei na Exploit por convite de um dos Head Coachs, o João Matos. Tínhamos um amigo em comum que permitiu o contato, Bruno Ferreira, e depois de uma análise inicial ao meu jogo foi feita a proposta para entrar na Team Exploit. Na altura jogava majoritariamente microstakes (US$ 5 – US$ 20), estava saindo de um período mau pessoal e profissional e tinha decidido começar a fazer Streams para me ajudar e motivar durante o grind e essa exposição ajudou a criar algumas oportunidades e deu-se a entrada na Exploit. Já jogava poker há alguns anos e foi um impulso incrível na minha carreira. Estou super grato por ter tudo o que tem vindo a acontecer desde então.

MP: Onde que percebe que foram suas maiores mudanças nesse período depois que entrou na equipe?

JM: As minhas maiores mudanças surgiram a nível de mindset (com o trabalho que eu tenho feito com a Ana Borgas, Mind Coach da Exploit) e na minha capacidade de trabalho. Por um lado, me torneio um jogador mais resiliente nas mesas, mais capaz de decidir bem em momentos de maior pressão, comecei a temer menos esses momentos e as decisões difíceis e a apreciar o quanto essas situações me podem ajudar a evoluir como jogador.

Por outro lado, percebi a quantidade de conceitos e estratégias que desconhecia e com a ajuda de todos os coaches e do meu grupo de estudo foi por mãos ao trabalho e a evolução no meu jogo começou a sentir-se. Agora é continuar a aprender. Também me tornei coach da equipe. Sempre gosto muito de ensinar e ser uma boa influência na carreira de outros jogadores e agora tenho essa oportunidade.

MP: Qual ABI você joga e os planos que tem para o futuro? Sonha em chegar no high stakes?

JM: O meu ABI no momento varia entre os US$ 100 e os US$ 1500 (jogo torneios entre US$ 50 e US$ 250). Não tenho o sonho de chegar ao high stakes, mas tenho o sonho de continuar a progredir como jogador e coach, se isso implicar a contínua subida de stakes e esse for o próximo passo lógico a dar, então sim, os High Stakes estão no horizonte.

Mas acima de tudo pretendo continuar motivado para o grind durante os próximos anos, continuar o trabalho com os meus alunos e ajudar a Exploit a crescer como equipe e a estabelecer-se como uma referência no mundo do poker.

MP: Qual foi o seu maior hit do online e o que pensa sobre essa busca incessante pelo big hit?

JM: O meu maior hit foram US$ 18K num torneio de US$ 100. Na verdade, não procuro muito o big hit. O meu grind diário e o meu calendário de torneios é baseado em fields curtos com objetivo de controlar a variância e me permitir fazer muitas deep runs e FTs. Os big hits são, na minha forma de ver, um extra, um bônus que surge como consequência do trabalho e volume que coloco nas mesas e fora delas, mas não são a minha motivação para o grind. Lógico que domingo é domingo!

MP: O que enxerga como principais diferenciais da Exploit?

JM: A Exploit como equipe, para além do staking, proporciona a oportunidade de jovens jogadores trabalharem de perto com jogadores mais experientes, fornece aulas individuais e de grupo para diferentes níveis técnicos e ferramentas de trabalho de topo como o PIO Solver, ICMizer, vídeos, etc. Temos um Mind Coach (a Ana Borgas) e um Personal Trainer (Renato Ramos) que fazem um trabalho incrível no sentido de promover bons hábitos de saúde mental e física. Tudo isso associado a um ambiente de equipe onde são formados grupo de estudo e onde são feitas boas amizades. Como qualquer equipe jovem, a Exploit ainda tem as suas “dores de crescimento” e muito por onde a evoluir e donos / Head Coaches têm sido flexíveis e estão interessados em ouvir o feedback dos jogadores para que a melhoria seja contínua e por isso quero continuar a fazer parte da equipe e a progredir com todos os meus colegas.

Confira um vídeo sobre a Exploit:

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Geral

Com pequena confusão, Phil Galfond perde Dia 4 do desafio contra Brandon Adams, mas segue com vantagem

Agora o duelo entre os dois será jogado virtualmente

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A última sessão ao vivo disputada do Galfond Challenge entre Phil Galfond e Brandon Adams teve uma pequena confusão, mas tudo acabou em paz. No final das contas, a vitória no dia foi do desafiante, mas quem segue na liderança com vantagem é o até então imbatível Phil Galfond. A diferença agora é de US$ 16.500.

Galfond tinha uma vantagem de US$ 50.100 antes do Dia 4 de sessão, mas Adams conduziu uma vitória de US$ 33.600. Como de costume, eles entraram com US$ 20.000 de frente cada um e jogaram o Pot-Limit Omaha nos blinds US$ 100 / US$ 200. Ainda no início, faltavam pouco mais de 15 horas de jogo para a conclusão do duelo, quando veio o entrevero entre os dois.

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Adams se incomodou com a demora de Galfond na utilização do relógio, dizendo que ele estava usando o tempo todo que era permitido para tomar suas ações. A discussão foi “civilizada”, segundo Phil, e os dois resolveram chamar o intermédio dos juízes Isaac Haxton e Max Silver para decidir o rumo do duelo. Os dois jogadores estavam entediados com o “jogo sem fim”.

“Brandon e eu não estávamos curtindo o desafio sem fim de poker, então nós entramos em um acordo”. Haxton e Silver decidiram que dois jogariam mais 338 mãos para encerrar o Dia 4. Restando 236 mãos, Adams tinha diminuído a vantagem para a casa do US$ 16.500 e resolveu desistir, encerrando essa parte do duelo.

Agora, os dois jogadores vão partir para os feltros virtuais nos próximos dias. A partir desta sexta-feira, eles começam a jogar até 10.000 mãos online até sair o grande vencedor do duelo.

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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WSOP

Em mesa final com três campeões da série, Mitchell Halverson conquista o Evento #30 da WSOP Online e leva seu primeiro bracelete

O jogador conseguiu um grande prêmio

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Mitchell Halverson

A WSOP Online para os jogadores americanos vai chegando ao fim. Com 33 torneios programados, a série será finalizada no domingo (01), onde acontecerá o inicio da série global no Natural8.

Na noite dessa quinta-feira (29), o 30º bracelete conheceu o seu dono. No Evento #30 $600 6-Max Championship, que teve 783 entradas e gerou um prize pool de US$ 422.820, teve uma mesa final repleta de vencedores de braceletes.

Mas quem levou a melhor e garantiu o primeiro bracelete da carreira foi o jogador Mitchell Halverson, o “franzia”, que não se intimidou contra os jogadores mais experientes e sagrou-se campeão da disputa.

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Na mesa final, ele enfrentou os seguintes nomes. James Gilbert, vencedor de um bracelete, o indiano Nipun Java, que detém dois títulos e Anthony Spinella, que levou um bracelete online em 2016.

No heads-up do torneio, os stacks estavam bastante equilibrados até que Mitchell, derrotou o jogador Joshua Faris “Kenjiboi7”, após seus dois pares levarem a melhor sobre o top pair do adversário e decretar o fim da disputa.

Além do bracelete conquistado, Mitchell Halverson levou um belo prêmio de US$ 84.057. O vice-campeão Faris teve que se contentar com a premiação de US$ 51.965 e poderá concorrer um bracelete nos três torneios finais que ocorrem nos próximos dias.

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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