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Após prêmio histórico, Bruno Porto revela momentos de tensão na FT do SM e sensação sobre big hit para a MundoTV: “surreal”

Jogador revelou tudo sobre a mesa final

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Bruno Porto

A terça-feira foi histórica para o poker brasileiro com os diversos resultados gigantescos alcançados. Foram cinco prêmios se seis dígitos, fora muitos outros também altíssimos que não bateram essa marca. Um dos principais responsáveis na contribuição desse feito foi Bruno Porto, vice-campeão do Sunday Million do SCOOP.

O jogador conseguiu seu big hit da carreira, com um deal feito no heads-up da competição. O acordo rendeu para Bruno Porto um incrível prêmio de US$ 248.245. Mesmo com a euforia de conseguir tamanha façanha, o profissional fez questão de participar ao vivo da transmissão da MundoTV, que acompanhou toda a mesa final jogada por ele, e definiu em uma única expressão o que sentia naquele momento: “cara, é algo surreal”.

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Também por á, o craque falou sobre as decisões durante a FT e certa tensão em alguns momentos: “pra mim, o começo foi bem tenso, porque o Will estava short e foi dobrando, todo mundo dobrando, tive que ficar quase uma hora sem jogar. Foi um pouco complicado. Depois que as coisas andaram, já no 3-handed, começou uma discussão por deal, mas um não queria, o outro dobrou em cima de mim, foi meio complicado também”, lembrou.

Bruno Porto conseguiu superar com maestria todos os momentos difíceis. Mas um, que em um spot normal, ele teve uma ajuda grande da torcida e do baralho. Com 88, ele quase teve o torneio finalizado quando trombou com o AA do vilão, mas o board ajudou e deu a vitória ao brasileiro. Ele também falou sobre essa mão: “eu me senti um pouco mão quando ele me puniu só com 3x, porque ele pressionaria shovando. Mas com minha mão e meu stack não tinha como fazer outra jogada”, explica.

A vitória foi fundamental para seguir no torneio e alcançar o heads-up, hora que o acordo foi firmado. O profissional falou sobre a decisão: “na hora ali, com stacks empatados, não tem como não aceitar o deal. Nem eu, nem ele. Foi bom ter chegado igual em fichas por isso. Depois, foi muito legal. No começo tentei um blefe que me fez perder fichas, mas segui. No final aquele TT tinha que ter segurado. Mas faz parte”.

O jogador contou, ainda na transmissão, sobre o momento que passava: “2019 eu tive um ano muito bom, mas 2020 acabou sendo bem ruim, uma downswing bem grande. Mas agora foi sensacional, eu tava esperando, tava batendo bastante na trave esse ano, tendo resultados bons, mas é sensacional ter um big hit desses. É o que qualquer jogador profissional de poker espera”.


Por fim, ele também aproveitou para agradecer todos que o apoiaram, tanto durante a transmissão com a torcida, como na carreira: “eu queria agradecer todo mundo que torceu por mim, é sensacional. Eu já tava agradecendo só de ter essa oportunidade e foi muito legal, muito legal mesmo. Agradecer também o pessoal do time, investido, a galera que tá comigo, minha família. Obrigado mesmo”, finaliza.

Com os bolsos cheios, os próximos passos ainda vão ser analisados mais cuidadosamente. Apaixonado pelo poker live, Bruno espera que possa voltar em breve a jogar. Outra coisa aguardada por ele é o fim da pandemia, porque aí as comerações pelo feito histórico vão rolar por muito tempo.

Confira o momento onde ele fala da emoção pela vitória:

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Confira o MundoTV Cast #003 com Vini Marques:

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Gabriel Schroeder e Patrick Ulysséa são eliminados na mesa final do Evento #8 da WSOP Circuit Online

A dupla somou belos prêmios, mas o primeiro anel na série não veio

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Não foi dessa vez que o primeiro anel do Brasil nesta edição da WSOP Circuit Online do Natural8 aconteceu. No Evento #8, com buy-in de US$ 800, dois jogadores brasileiros bem conhecidos do público, ambos do 4bet Team, marcaram presença na mesa final, mas não teve jeito. Apesar do título não ter vindo, eles levaram belíssimo prêmios.

A terça-feira de Gabriel Schroeder e Patrick Ulysséa merece ser comemorada por conta de brilhantes desempenhos. O primeiro terminou com um honroso quinto lugar e embolsou a bagatela de US$ 51.667, enquanto o famoso streamer parou um pouco antes no sexto lugar e adicionou US$ 38.745 para o bankroll.

A dupla enfrentou o field grande de 1.545 entradas do torneio batizado como Deepstack No Limit Hold’em Championship. A reta final ainda contou com outros craques do país envolvidos e por pouco não teve Eder Campana “Blue Moon” (10º – US$ 11.877), Lucio Lima “WizardOfAz” (13º – US$ 8.760) e Tauan Naves (16º – US$ 7.523) na mesa final.

LEIA MAIS: KK quebrado: a bad beat gigante que tirou Douglas Lopes na semi FT de evento valendo anel da WSOPC

O cenário principal da decisão tinha Gabriel com stack mais confortável e Patrick, o Nelepo10, mais curto. A situação se manteve assim até a queda do jogador paulista. O streamer lutou bastante short stack, mas depois de defender um big blind com 78 e acertar par e broca no flop 76T, se envolveu em all in contra o 99 do “ProbierEs” e não encontrou solução no turn 3 e river 4.

Na queda de Patrick, o torneio ficou bem equilibrado entre Gabriel e três jogadores com um outro short. Os deuses do baralho capricharam para quem precisava dobrar. Muitas situações aconteceram com sobrevivência de quem estava curto e o catarinense deve ter lamentado várias vezes com os pay jumps que não vieram.

Acabou que o quinto lugar sobre para o brasileiro. Com seis blinds, ele foi all in do botão com 44 e levou call do big blind “CheckYoMama” com 88. O board 6T5Q7 tratou de encerrar a trajetória de Schroeder.

Como sempre, a MundoTV trouxe a emoção da mão final:

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Confira o episódio do Depois do River #003:

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Thiago Crema coloca o Brasil na mesa final do The Venom PKO e vai disputar premiação absurda nesta quarta

O jogador do 4bet Poker Team tem o quarto maior stack da decisão

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Não é brincadeira: o The Venom do Americas Cardroom e o Brasil tem uma ligação especial. O torneio que já resultou em três brasileiros milionários e distribuiu outros grandes prêmios para jogadores daqui vai contar mais uma vez com um nome dos mais fortes na mesa final. Quem escreve a nova história agora é Thiago Crema.

O paranaense que é sócio do 4bet Team brilhou no Dia 3 do torneio para assegurar um lugar entre os oito jogadores que vão disputar o título. Pilotando sua conta “eeeoooshhh” no Americas Cardrom, Crema chegou na mesa final com um belo stack de 118.232.080 fichas, o equivalente ao quarto maior da FT e 39 big blinds.

O chip leader do torneio é o jogador “TIKITAKA11” com 174.474.944 fichas. Durante o Dia 3, quatro jogadores do país ficaram pelo caminho no torneio: Davi Cola “dontbelieveme” (24º – US$ 22.237), Gabriel Tavares “kingqueensuited” (33º – US$ 23.083), Jeff Dosso “ArlindoOrlando” (39º – US$ 13.898) e Eder Campana “campana17” (42º – US$ 15.382).

LEIA MAIS: The Venom: Thiago Crema se envolve em all in triplo maluco, passa sufoco no turn contra mão igual, mas segue no jogo

Crema garantiu por enquanto US$ 8.359 em bounties (o segundo menor valor entre os finalistas) e mais US$ 59.070 da premiação regular. Com muito dinheiro em jogo na cabeça dos adversários, o profissional ainda vai em busca da forra gloriosa de US$ 501.916 que está no topo tanto para o campeão como para o vice.

A grande decisão do The Venom PKO será disputada nesta quarta-feira às 18 horas. O torneio recomeça com os blinds em 1.500.000 / 3.000.000. Nós temos um encontro marcado na MundoTV para acompanhar e torcer por Thiago Crema nesse evento especial.

Confira o chip count dos finalistas:

“TIKITAKA11” (México) – 174.474.944
Matt Davis “The_Founder” (EUA) – 148.617.257
“BuddhasAces” (EUA) – 132.719.664
Thiago Crema “eeeoooshhh” (Brasil) – 118.232.080
“jeromewinnd” (EUA) – 108.755.311
“Rydo” (EUA) – 78.889.004
“Nippler3” (Austria) – 67.772.472
“WildCard23” (EUA) – 28.945.812

Confira a premiação regular:

1º e 2º – US$ 501.915

3º – US$ 317.188

4º – US$ 225.540

5º – US$ 157.520

6º – US$ 123.510

7º – US$ 87.710

8º – US$ 59.070

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Confira o episódio do Depois do River #003:

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Vitor Dzivielevski explica misclick em torneio de US$ 1.050 que valeu forra no Natural8: “foi muito bizarro”

O profissional paranaense ainda transmitiu as emoções em seu canal da Twitch

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Quem nunca foi registrar em um torneio e acabou dando o buy-in em outro sem querer? Vira e mexe essa situação acontece e às vezes algumas histórias sensacionais a partir desse erro são conhecidas pelo público. No último domingo, foi a vez de Vitor Dzivielevski construir uma dessas que terminou com final feliz.

Na tarefa de efetuar os buy-ins do sempre trabalhoso grind de domingo, Vitor só percebeu um tempo depois que estava jogando um torneio de US$ 1.050 da WSOPC do Natural8. “Eu também não sei (risos), não faço ideia como foi. Eu nem vi a hora que eu registrei, foi muito bizarro. Eu acho que tinha um torneio de US$ 105, o Bounty Hunter, tava em baixo ou em cima, mas eu não lembro de ter clicado no torneio. Essa é a parte que eu acho mais bizarra”, conta o craque.

Pior que o valor do buy-in está bem acima do limite que o paranaense vem jogando no online. “Eu tenho dado alguns tiros no máximo no US$ 365 do GG. Esse US$ 1K tava perdido ali, não era pra estar ali, era para o filtro ter tirado. Eu acho que rolou por causa da WSOP, talvez eu daria um tiro, por isso acho que estavam ali”.

LEIA MAIS: Relembre o call de Johnny Chan no heads-up da WSOP 1989 que surpreendeu Phil Hellmuth e até repórter

Era pra acontecer. Vitor encarou o field de 163 entradas e terminou como vice-campeão com um belo prêmio de US$ 21.949. “Logo na primeira mão eu dobrei. Recebi um AJ com uns 12 blinds que eu tinha e dobrei. Era um torneio bounty e caro, cada bounty ali era alguns buy-ins dos torneios que eu joguei. Foi sensacional, um presente de Deus”, comemora o profissional.

Vitor ainda começou a transmitir as emoções ao vivo na Twitch a partir do ITM. “Eu sou meio novo na Twitch, comecei agora no SCOOP. É um negócio que eu tava demorando muito tempo para começar, todos os times agora tem Twitch, podia ser uma boa oportunidade pra jogar nos meus dois times, o Aldeia Poker Team e o VHD poker”, disse.

“A Twitch tira um pouco da tua tensão, mas como eu tava com poucas mesas, foi de boa. É legal até um certo ponto, já vi o Daniel (Almeida) falar sobre isso, você fica meio obrigado a jogar “mais correto”, sabe? Você deixa de fazer algumas cagadas. Eu tento não me privar de fazer tudo o que eu gosto de fazer, de criatividade, que eu acho muito importante no poker, mas é legal”, resume o forrado por acaso.

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