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André Shyton explica raciocínio por trás de polêmico fold com full house na reta final do Sunday Million

O jogador do Samba Team mostrou clareza para avaliar a jogada

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André Shyton (Crédito: Reprodução Instagram)

André Shyton, o “dedeflorida1” do PokerStars, viveu o grande momento da carreira nesta semana ao alcançar a mesa final do Sunday Million, o torneio mais tradicional do site da espada vermelha. Atravessar o gigantesco field de mais de 11.000 entradas do torneio foi uma verdadeira batalha e ele passou por spots complicadíssimos.

Depois da transmissão do PokerStars na Twitch com cartas reveladas, uma mão em especial chamou enorme atenção do público. André protagonizou um fold pra lá de difícil com full house com no board . Do jeito que a mão foi jogada, André foi de check-raise turn e value bet river, mas viu o rival “makemevision” por ele na porta depois do bet river.

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A decisão até pode parecer fácil por conta da força da mão, mas André optou pelo fold e acabou sendo blefado pelo adversário, que teve mérito e capacidade de transformar em blefe. O jogador do Samba Poker Team explicou todo o raciocínio por trás da jogada para o Mundo Poker no quadro “Que jogo é esse?”.

Confira a mão:

Confira o que André explicou:

“Pré-flop é uma defesa bem padrão. Flop ele abre de check behind. Turn eu tenho uma decisão entre jogar de bet ou check raise, e decido ir pra check raise, porque acho bem provável que nessa situação, com ICM da semi FT envolvido, ele tenha check com várias damas no flop, damas essas que eu não bloqueio com a minha mão”.

“Ele paga e river vem um ás de copas, completando um possível flush. nessa situação, acho que eu ainda tenho um value bet, posso extrair de mãos como AK com K de copas, AT com T de copas, se bobear até KK com K de copas. quando ele vai all in, eu fico numa situação complicada, porque ele não vai all in por valor com nenhuma mão que eu ganho. As únicas mãos que ele vai all in por valor são AA, QQ, QJ e KT de copas, que é royal flush. Logo, eu só posso pagar se acreditar que ele tem bluffs”.

“Acho que as únicas mãos que ele poderia blefar nessa situação é KQ com copas e QT com copas, porque são mãos que bloqueiam meus QJ, que seria a única mão que eu teria peito pra pagar o shove, e ainda bloqueia flushs. Eu pesquisei o makemevision no SharkScope, vi que ele é bem vencedor, mas não sabia se ele teria a capacidade de transformar essas mãos em blefe, fora que não é bem possível que ele tenha todos os full houses melhores que o meu, e ainda tenha royal flush. Por esses motivos, acho que bet/fold no river é a melhor opção”.

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Caio Brick acerta full house, mas é derrotado e showdown o deixa totalmente incrédulo; confira

Sua reação no final, resumiu muito bem o desfecho da mão.

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Caio Brick

Algumas mãos no pôquer são inesquecíveis, para o bem ou para o mal. Quando é registrado, então, fica para a história. Jogando em um torneio do PartyPoker, Caio Brick acertou um full house e tudo levava a crer que havia ganhado as fichas, porém o showdown mostrou o contrário e sua reação foi de plena incredulidade.

A situação em questão aconteceu no The Super US$ 5.50 do PartyPoker. Na reta final do torneio, restando 17 jogadores, e com seis jogadores na mesa, Caio Brick estava posicionado no Midlle Position e limpou em sua ação, já que estava com . Outros três players entraram no jogo, um deles já em all in, e o flop foi bem favorável ao brasileiro.

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As três primeiras cartas do board foram , dando a Brick dois pares. Com 16.8 blinds restantes, Caio fez uma size de dois blinds, que foi pago pelos dois jogadores restantes. Se o jogo já era bom no flop, o turn melhorou ainda mais e bateu o , completando o full house.

Caio saiu betando novamente e fez o jogo para 4.5 blinds. O jogador do botão pagou e o small blind largou suas cartas. A última carta foi um . Restando com 10.3 blinds e com o pote em 18.6, Brick jogou tudo no pano, com a certeza de estar ganhando. Porém, o showdown trouxe o que ele não esperou.

O vilão apresentou e venceu a mão com o um straight flush improvável. A reação de Caio foi a única possível. Completamente incrédulo, ele apenas soltou um “Que?”, que resumiu todo o desfecho da mão.

Confira a mão: 


Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Raphael Novaes fatura título do US$ 109 Super Tuesday e lidera boletim no PokerStars

Jogadores brasileiros tiveram destaque na plataforma.

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Raphael Novaes

Em menor número no grind e nas premiações, o grind de terça-feira do PokerStars ainda anotou alguns resultados aos jogadores brasileiros que foram aos panos da plataforma. Raphael Novaes conquistou o título do US$ 109 Super Tuesday e liderou a lista verde e amarela do dia.

Foram 306 inscritos no US$ 109 Super Tuesday, em sete horas de ações nas mesas do torneio. Comandando a conta “Don Raffaell”, o grinder verde e amarelo Raphael Novaes não tomou conhecimento dos rivais e bateu o field, terminando no lugar mais alto do pódio e embolsando a quantia de US$ 5.783.

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Outro destaque do dia foi anotado no US$ 22 Mini Super Tuesday, que contou com 1.358 registros, em pouco mais de oito horas de duração. O jogador não identificado que pilota o nick “Felpssssss”, deixou para trás os adversários e ficou com o título, faturando o valor de US$ 4.218. Em segundo lugar, “tomate.btu” ganhou US$ 3.006.

Finalizando o boletim do PokerStars, Ricardo Yai, o “yuzoyai”, atuou no US$ 27 Daily Eliminator, junto a outros 1.043 jogadores, em nove horas de jogo. O regular nacional foi mais um a ficar com o topo do torneio e adicionou US$ 3.598 ao seu bankroll.

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Lex Veldhuis larga QQ na mesa final após all in triplo e vê mão terminar de forma cruel fora do pote na GGPoker; confira

A jogada aconteceu no Monday Monster US$ 1.050

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Desde que deixou o PokerStars, Lex Veldhuis encontrou na GGPoker sua principal plataforma para disputar torneios online e voltou a fazer suas famosas lives, que por muitos anos foram um grande sucesso. E, claro, mãos interessantes envolvendo o holandês acontecem quase sempre.

Nesta segunda-feira, por exemplo, Lex foldou um par de damas e, certamente, se arrependeu depois do desenrolar da jogada. Tudo aconteceu no US$ 1.050 Monster da GG World Festival. Já na mesa final do torneio, com blinds em 50.000 / 100.000, ele abriu mini-raise do início da mesa.

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O jogador Roman Lesko anunciou all in de 10,2 big blinds. O equatoriano “QuepAso!”, com 9,1 blinds no cutoff, também shovou. A ação chegou até o big blind, que joga sob o nick “JohanC-14” e resolveu isolar, colocando 23,8 big blinds em all in.

Lex então pensou e decidiu largar o , vendo o showdown entre de Roman Lesko, de “QuepAso!” e de “JohanC-14”. O holandês seria amplo favorito, já que bloquearia outs importantes e os adversários ainda dividiriam algumas cartas entre si, restando apenas um ás no baralho.

O board veio , fazendo com que “JohanC-14” eliminasse dois jogadores de uma vez com ás alto e kicker rei. O salto de premiação foi de US$ 10 mil para US$ 18 mil e, caso Lex tivesse entrado na mão, assumiria a liderança do torneio. O holandês acabou terminando na 6ª colocação, levando US$ 23 mil.

Confira abaixo:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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