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André Sá amassa fenômeno italiano no heads-up, crava o GGMasters e leva forra de seis dígitos; Luís Rocha fica em terceiro
Os dois brasileiros que brilharam no torneio são do 4bet Poker Team
O brilho brasileiro nos principais torneios da semana do GGPoker já virou rotina. Neste domingo, o GGMasters High Rollers, com buy-in de US$ 1.050, teve dobradinha do país no pódio. Quem fez a festa completa foi o profissional André Sá. O mineiro terminou como campeão e ainda viu o companheiro de time Luís Rocha ficar com a medalha de bronze.
Os dois brasileiros enfrentaram um field de 1.018 entradas. A super cravada de André, usando a conta “Wilsonmesmo” rendeu uma forra insana de US$ 166.848, a maior de sua carreira no online. A terceira colocação de Luís Rocha rendeu um prêmio enorme também de US$ 87.868. O interessante é que ambos jogam para o 4bet Poker Team.
Os dois entraram bem em fichas na mesa final, que diga-se de passagem foi das mais complicadas. Nomes como o uruguaio Joaquín Melogno, o alemão Oliver Weis e o americano Alex Foxen ficaram pelo caminho antes da formação do 3-handed. Quando sobraram os dois brasileiros e o jovem italiano Enrico Camosci “GTOExploiter”, o jogo ficou tenso.
O 3-handed durou cerca de 1 hora e 30 minutos e teve mudanças constantes nos stacks dos jogadores. Depois de um tempo, Camosci abriu vantagem na liderança e viu André Sá eliminar Luís Rocha com uma bad beat dolorida de contra . O mineiro completou um flush no river para derrubar o compatriota.
O heads-up começou com ligeira vantagem para Enrico, mas a verdade é que o italiano não viu a cor da bola. Num ritmo insano, André ganhou a maioria dos potes e já tomou a liderança. O craque não deixou o adversário respirar e a vantagem foi ficando cada vez maior. Quando o italiano já estava bem short, o mineiro concretizou o título em all in pré-flop de QQ contra 44. Sá já trincou no flop e o italiano ainda trincou no river para perder “com sorte”. Ele ficou com US$ 121.081.

Luís Rocha ficou em terceiro após bad beat
WSOP
WSOP: Rei da WSOP Circuit, Maurice Hawkins bate na trave do primeiro bracelete com vice-campeonato no Evento #28
Americano soma 25 anéis de circuito mundial, mas não conta com bracelete
O nome de Maurice Hawkins costuma aparecer no Mundo Poker por dois motivos: ou o americano adicionou mais um título no seu recorde de anéis da WSOPC, ou uma nova polêmica envolvendo seu nome surge em algum lugar. Dessa vez, a trave num bracelete é a razão.
Apesar de 25 títulos na WSOP Circuit, Hawkins não conta com um bracelete em sua lista de feitos. E no Evento #28, o US$ 600 Mixed NLH/PLO, ele esteve presente em uma mesa final cheia de jogadores de alta qualidade. O ótimo desempenho parou no último obstáculo: Hawkins foi o vice-campeão e levou US$ 135.864.
LEIA MAIS: WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left
O US$ 600 NLH/PLO ficou conhecido por uma mesa final de altíssimo nível, principalmente levando em consideração o buy-in da disputa. Daniel Negreanu, Alex Foxen e Josh Reichard também estiveram na batalha pelo bracelete. O título, no entanto, ficou com Brent Gregory, que embolsou US$ 204.140.
Hawkins soma quase US$ 8 milhões em premiação no Hendon Mob, mas naturalmente, o prestígio que o bracelete da WSOP leva é mais importante do que o resultado final do torneio. O polêmico jogador está em um bom ano, somando múltiplos títulos do circuito mundial.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Estrelas estão na reta do US$ 50k High Roller; Santhosh Suvarna é o chip leader com 12 left
Campeão vai levar US$ 1,92 milhão pra conta
Enquanto a WSOP vai avançando na sua terceira semana, os torneios começam a mostrar cada vez mais variedade, incluindo um High Roller com buy-in de US$ 50 mil, o maior da série até o momento. O torneio está em sua reta final e, na definição nesta terça-feira, Santhosh Suvarna vai largar na frente.
O indiano, que é figurinha carimbada nos circuitos High Roller ao redor do mundo e tem múltiplos braceletes de WSOP na conta, lidera com 7.700.000 fichas. Ele tem boa vantagem em relação ao sul-coreano Chang Lee, com 5.900.000. Outro craque dos High Rollers, Brandon Wilson, fecha o top 3 com 5.200.000.
LEIA MAIS: WSOP: Allen Kessler bate na trave do primeiro bracelete e cai no 3-handed do US$ 10k Stud
O US$ 50.000 High Roller da WSOP corresponde ao Evento #29 da série e contou com 167 entradas, com 12 jogadores ainda vivos. Chris Brewer, Jans Arends, Pieter Aerts, Sergio Aido e Ben Heath, todos nomes famosos do cenário de buy-ins mais altos, continuam na briga. Nenhum brasileiro se registrou no US$ 50k High Roller.
A definição do torneio mais caro da grade até o momento vai rolar às 16h do horário de Brasília, com blinds em 100.000 / 150.000 e big blind ante. Os 12 vivos já garantiram US$ 105.000, enquanto o campeão vai embolsar a bagatela de US$ 1.922.870.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
Após dia 6 no Main Event em 2025, Alen Fillipi perde “melhor” WSOP por motivo inusitado; entenda
Alagoano perdeu o passaporte logo antes da viagem
Alen Fillipi teve um desempenho espetacular na WSOP em 2025, e mesmo sendo eliminado no Dia 6 do Main Event em uma bad beat gigante contra Murilo Milhomem, foi um dos melhores representantes do país no principal torneio de poker do ano. Em 2026, no entanto, Alen não poderá repetir o feito.
Isso porque o alagoano, por algum tempo, não poderá viajar para os Estados Unidos ou qualquer outro país. Alen compartilhou em seu Instagram que recentemente perdeu seu passaporte e, como resultado, não terá tempo hábil para ir até os Estados Unidos.
LEIA MAIS: WSOP: Allen Kessler bate na trave do primeiro bracelete e cai no 3-handed do US$ 10k Stud
Além da WSOP, os Estados Unidos estão neste momento realizando outro evento bastante importante. A Copa do Mundo se inicia nesta quinta-feira, e os jogadores que viajaram até o país teriam a oportunidade de participar também de um dos maiores eventos esportivos que existem. Para Alen, a chance vai ficar só no desejo.
A história foi compartilhada pelo próprio alagoano no Instagram. “No melhor ano para se ir à WSOP [e] assistir o jogo da Copa do Mundo, eu perco meu passaporte e GG Vegas. Que tristeza! Mas levo como um livramento. Só assim pra ficar de boa da entrada novamente, e ano que vem estarei lá se Deus quiser”, escreveu.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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