KSOP
Marcos Santista é campeão do Mega KO do KSOP GGPoker Iguazú e fecha etapa incrível com dois títulos
Destaque da etapa, o regular fez muita festa com a vitória
Sete dias de KSOP GGPoker Iguazú e um dos jogadores que viajou até Puerto Iguazú e vai voltar muito feliz para casa é o regular Marcos Santista. Ele encerrou a etapa com chave de ouro nesta terça-feira (09) ao cravar o Mega KO, com buy-in de R$ 2.500, e fechar a etapa com chave de ouro com dois títulos.
Por bater o field de 52 entradas, Marcos ficou com um belo prêmio de R$ 23.000 incluindo os bounties. “Satisfeito demais. Fazer uma viagem dessa, poder trazer a patroa para passear e ainda conseguir, no meio de monte de fera, dois títulos, quatro mesas finais, cinco ou seis ITMs… não tem como não estar feliz. Simples assim”, comentou.
Marcos enfrentou uma mesa final com nomes como Thiago Torati, Alê Couto, Thaline Teixeira e Markitos Grassi. “Eu tentei não enfrentar os líderes, tentei ir para os bounties mais curtos. Me segurei, mas o jogo fluiu tranquilo, me ajudou. Consegui uma runnada boa com um flipzinho bom. Tudo funcionou bem”, analisou o campeão.
Santista venceu o Turbo 500 dois dias atrás. Ele veio para a etapa de Iguazú como uma forma de recompensa por ter conquistado o título de campeão do ranking do Catarinense. “O título do catarinense deu as cinco próximas etapas. Fortaleza estamos lá, Rio também, agora é continuar indo para cima dos títulos maiores que eu ainda não tenho os troféus do Main Event e do High Roller, mas os menores estão vindo”, finalizou.
No fim das contas no Mega KO, Santista enfrentou Hanna Trad. Depois do flop KQ6, eles se envolveram em all in e call. O AK de Marcos segurou contra o K5 do adversário para muita celebração no salão do City Center Iguazú.

Confira a premiação dos finalistas:
1º – Marcos “Santista” – R$ 23.000
2º – Hanna Trad – R$ 12.800
3º – Marcos Grassi – R$ 17.900
4º – Luis Fuentes – R$ 10.000
5º – Thaline Teixeira – R$ 5.800
6º – Alexandre Couto – R$ 6.000
7º – Thiago Torati – R$ 7.400
8º – Cristian Quiñones – R$ 3.900

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KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem
O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking
A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.
Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.
“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.
O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.
O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000
2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500
3º – José Humberto Souza – R$ 19.400
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KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Diego Justo consegue grande virada no HU contra “crumbs” e é campeão do HR Championship
O argentino embolsou R$ 270 mil
O High Roller Championship foi uma das atrações do KSOP GGPoker Iguazú nesta terça-feira (9) e coroou um jogador argentino como campeão. Diego Justo, da cidade de Almirante Brown, próximo a Buenos Aires, foi o grande vencedor do torneio.
Enfrentando um qualificado field com alguns dos principais jogadores da etapa, Diego Justo comemorou a conquista após superar 77 adversários e garantir uma premiação de R$ 270.000. Logo após a vitória, o campeão falou:
“Eu gosto muito daqui, é tudo muito lindo, obviamente, ainda é na Argentina, com uma série maravilhosa do KSOP, que gosto muito. Vim jogar há três dias e me encontrei avançando no High Roller, porque me encanta disputar esse torneio. Joguei as últimas edições, cheguei à mesa final, mas não consegui ser campeão. E hoje foi uma alegria enorme, enorme, porque todos eram jogadores de primeiro nível. Estou muito feliz, tive paciência e o resultado aconteceu. Estava em desvantagem de 4:1 no heads-up, mas consegui dar a volta por cima”, declarou o campeão.

A mesa final do torneio contou com jogadores experientes além de Diego Justo. Luciano Cabral, Paulo Henrique Monteiro, Eder Ferronato, Mateus Zanin, Mariano Jimenez, Felipe Valentim, Ramon Pessoa e Carlos Serrano, o “crumbs”, abrilhantaram a conquista do argentino.
O heads-up contra Carlos Serrano foi bastante complicado, já que o colombiano iniciou o duelo com uma vantagem de 4 para 1 em fichas. No entanto, Diego Justo conseguiu a virada gradualmente, vencendo mão após mão e aproveitando os momentos decisivos para não dar chances ao adversário. Na mão final, o AJ do argentino superou o A4 de “crumbs”, sem grandes sustos.
LEIA MAIS: Colombiano aposta sem ver o flop e quebra AA de Thaline Teixeira no Mega KO do KSOP GGPoker Iguazú
Diego comentou sobre o confronto: “sim, jogar com ele é um prazer. Já jogo bastante no Uruguai contra ele. É um jogador de primeiro nível. Estou muito feliz por poder derrotá-lo. Mas, na verdade, sinto orgulho de mim mesmo. Não sei… Eu não sou profissional, trabalho em uma empresa, tenho outras responsabilidades e uma família. Procuro jogar quando posso e estudo bastante poker para que os jogadores de primeiro nível não me atropelam.”
Por fim, Diego agradeceu aos amigos e embaixadores do KSOP e deixou em aberto a possibilidade de disputar etapas no Brasil: “um abraço para Christian Sare e Richard Dubini, que me ajudam nos estudos. É complicado viajar por conta do meu trabalho; normalmente só consigo me ausentar por três ou quatro dias, e ir ao Brasil acaba sendo mais difícil. Amo o poker brasileiro, que é muito agressivo. Vou ver se consigo viajar um pouco mais para disputar etapas do KSOP”, finalizou.
Confira a premiação:
1º – Diego Justo (Argentina) – R$ 270.000
2º – Carlos Serrano (Colômbia) – R$ 182.000
3º – Ramon Pessoa (Brasil) – R$ 133.880
4º – Felipe Valentim (Brasil) – R$ 103.500
5º – Mariano Jimenez (Argentina) – R$ 80.000
6º – Mateus Zanin (Brasil) – R$ 63.000
7º – Eder Ferronato (Brasil) – R$ 50.000
8º – Paulo Henrique Monteiro (Brasil) – R$ 40.000
9º – Luciano Cabral (Argentina) – R$ 32.500

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
Colombiano aposta sem ver o flop e quebra AA de Thaline Teixeira no Mega KO do KSOP GGPoker Iguazú
Até o namorado da eliminada fez parte da estranha parada no último dia do festival
O último dia do KSOP GGPoker Iguazú começou agitado com a mesa final do Main Event e a reta final do High Roller Championship, mas a resenha está rolando solta mesmo é no Mega KO com buy-in de R$ 2.500. Em uma mesa repleta de nomes conhecidos, uma parada cheia de nuances aconteceu e terminou com AA quebrado.
A história foi nos blinds 1.000 / 2.000. Thaline Teixeira, no UTG+1, deu raise para 5.000 fichas justo na rodada em que o bicampeão brasileiro Daniel Noronha, o namorado dela, estava no big blind. Antes disso, Miri Balen, no meio da mesa, deu call. Assim também fez o colombiano Luis Fuentes no small blind. Noronha defendeu o blind.
Antes mesmo do dealer mostrar as três cartas do flop, Fuentes, que seria o primeiro a agir, já saiu apostando 2.000 fichas – um big blind – alterando o andamento natural da mão. O flop veio . Noronha pagou o bet, mas Thaline não deixou a ousadia do colombiano passar impune com um raise para 15.000 fichas.
Atravessada no conflito, Miri Balen deu call. Fuentes, no entanto, disparou um reraise para 47.000 fichas. Noronha deu instafold e Thaline embarcou com todas as fichas – ela tinha 38.000 no total – e a última decisão foi de Balen. Ela pensou por algum tempo, mas acabou conseguindo encontrar o fold. A jogadora disse ter foldado top pair.
No showdown, Thaline estava no topo do range com , mas precisava segurar contra o perigoso flush draw do colombiano de . Não deu nem para rezar. O turn já apareceu e deixou a jogadora drawing dead. O river ainda completou uma desnecessária sequência para Thaline quando não adiantava mais nada.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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