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Marco Aurélio “Salsicha” vence o Mini High Roller após reta final intensa no KSOP GGPoker Rio e dedica vitória ao pai

Ele levou R$ 100.000 pela cravada

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Marco Aurelio

Com a proposta de uma nova grade recheada de torneios mais caros, o KSOP GGPoker Rio de Janeiro chegou com tudo e, nesta quinta-feira, no segundo dia de competições na capital carioca, foi a vez do Mini High Roller brilhar. Após mais de 14 horas de jogo, o título ficou com o regular Marco Aurélio, o “Salsicha”.

Natural de São Paulo, Marco Aurélio encarou uma verdadeira maratona para superar um field de 89 entradas e conquistar mais um troféu importante na carreira. Pela cravada, o campeão faturou R$ 100.000. O buy-in do Mini High Roller foi de R$ 5.000.

Após a vitória, “Salsicha” não escondeu a satisfação com o resultado e destacou a importância da conquista no KSOP GGPoker Rio de Janeiro. Para ele, superar um field tão qualificado e encarar longas horas de jogo tornou a vitória ainda mais especial. “Ótimo, cravar torneio sempre é bom, ainda mais eu que fiquei com três big blinds, consegui recuperar e cravar sempre é bom”, comentou.

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Marco Aurélio também comentou sobre a intensidade da disputa e o quanto o torneio exigiu paciência. Segundo ele, a reta final foi desgastante, especialmente pela mesa final prolongada: “voltei para o jogo após ficar com três big blinds. A mesa final foi longa e todo mundo bem curto. Foi muita cautela, dei uns ‘catucos’ para foldar com nove big blinds, mas isso eu estudo. Deu certo e estamos aí.”

Salsicha passou por nomes de peso na reta final, como Jacques Ortega, Mario Rivas, Pablo Guzman, Bruno Ewerton, Nelson Teixeira, Luis Brasil, Mateus Zanin e Alexandre Couto, o “Aleolho”. Na decisão, o jogador contou com o apoio especial do pai, Antônio, que foi encorajado a viajar junto:

“É muito bom. Ele estava há um tempão sem sair de casa, insisti para ele vir ao Rio comigo e jogar também. No final, ainda bem que deu tudo certo — um presente de Dia dos Pais para ele”, disse o campeão.

Brigando pelo ranking de High Roller, ele agora terá mais nove dias de muito poker em busca de títulos e forras: “Então, eu já ia jogar a grade toda, estou brigando pelo ranking. O 25K eu não iria, mas agora vou analisar e ver. O resto, estou confirmado”, finalizou.

Confira a mão final:

Confira a premiação completa:

1º – Marco Aurélio – R$ 100.000

2º – Alexandre Couto – R$ 70.000

3º – Mateus Zanin – R$ 46.350

4º – Luis Brasil – R$ 34.500

5º – Nelson Teixeira – R$ 27.000

6º- Bruno Ewerton – R$ 21.000

7º – Pablo Guzman (República Dominicana) – R$ 16.500

8º – Mario Rivas (México) – R$ 12.850

9º – Jacques Ortega – R$ 10.000

Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Em nova fase na carreira, Gabriel Reis equilibra família e poker, comenta novo time e detalha plano para o KSOP SA

O jogador de Santa Catarina é um dos presentes na etapa

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Balneário Camboriú se consolidou como uma das principais casas do poker brasileiro, recebendo jogadores de todo o país e até do exterior durante as etapas do KSOP. A etapa South America, por exemplo, costuma atrair um público fiel de Santa Catarina, que não perde a chance de marcar presença no grande evento. Nesse cenário, o regular Gabriel Reis é um dos nomes mais representativos.

Morando na região, Gabriel é figura carimbada nas etapas do KSOP em Balneário. Sua trajetória recente traz histórias marcantes, como em 2024, quando se tornou pai pela segunda vez durante a etapa de Itajaí. De lá para cá, muita coisa mudou dentro e fora das mesas, incluindo o “big hit” da carreira em 2025. A chegada do segundo filho também trouxe uma motivação extra ao jogador, algo que ele mesmo destacou ao falar sobre o momento especial de disputar a série em casa.

“Pô, jogar a ‘Libertadores do Poker’ em casa é sempre bom demais, né? É aquele momento de reencontrar os amigos, trocar ideia, sentir o clima, pra mim, está sendo especial. Hoje estou numa rotina em que consigo equilibrar bem as coisas, principalmente estar mais presente na criação dos meus filhos sem deixar o jogo de lado. Sinto que esse é o meu maior acerto nesse momento da vida, então está tudo caminhando bem”, contou Gabriel.

Ao falar sobre sua participação no KSOP, Gabriel explicou que optou por uma grade mais enxuta, priorizando torneios com melhores estruturas e premiações garantidas, em vez de volumar muito.

“Sobre o KSOP, eu optei por fazer uma grade mais enxuta, até porque não dá pra grindar tudo sem ter uma estrutura maior por trás. A ideia é focar mais nos High Rollers, nos Progressive KO e nos torneios que estiverem com garantido mais atrativo. Quero concentrar energia nesses eventos mesmo.”

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Vivendo um momento mais leve na carreira, Gabriel também destacou a importância de manter a consistência sem abrir mão do equilíbrio fora das mesas. Segundo ele, a ideia é seguir focado no próprio jogo, sem pressa por resultados, valorizando cada momento. Ele também reconheceu que 2025 foi um ano de virada, muito por conta de ajustes na rotina profissional e da influência de Felipe Carbonera, amigo próximo e head coach do seu time.

“A ideia é seguir tranquilo, fazer o meu jogo, buscar esses resultados com calma. Se vier agora, ótimo. Se não, a gente segue trabalhando e tenta no próximo. O mais importante é estar aqui, vivendo isso, revendo a galera e curtindo o ambiente. Em 2025 foi um ano bem importante pra mim. Eu estava muito focado nos aplicativos, jogando pouco nos sites. Aí entra o Felipe Carbonera, que é um grande amigo e também head coach do meu time, foi uma peça importante nessa mudança de direção”, disse.

Na sequência, Gabriel detalhou ainda mais esse processo de mudança, explicando como surgiu a decisão de migrar o foco para os principais sites de poker, como a GGPoker, que lhe rendeu US$ 155 mil recentemente, e como isso impactou diretamente sua rotina, principalmente em relação à família, que aumentou com a chegada de Valentim, seu segundo filho.

“E ele meio que me puxou, sabe? ‘Pô, cara, vamos jogar site. Já está na hora de tu ir pra site’. Eu também já estava querendo mudar um pouco a rotina, porque a pegada dos aplicativos é diferente, você joga com gente do mundo inteiro, acaba ficando muito preso à noite, madrugada e eu queria ajustar isso pra ter mais tempo com a minha família. No fim, ele me deu esse empurrão, eu abracei a ideia e gostei muito. A adaptação foi super boa, consegui engatar três bons resultados. Depois, acabei me desligando da Never Standard e enxerguei uma nova oportunidade na Smart, que é uma equipe sensacional, com head coaches que estão entre os melhores do Brasil. Quero aprender bastante com eles. E acredito também que tenho muito a agregar ao time. A expectativa é que seja uma parceria de muito sucesso”, pontuou.

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Gabriel Reis também ressaltou o impacto do novo time no seu desenvolvimento, especialmente no aspecto técnico, destacando a troca de conhecimento proporcionada pelos instrutores. Ele ainda fez questão de mencionar nomes importantes do cenário, como Gabriel Schroeder “gabsdrogba”, Gabriel Moura “aaurelio”, Dalton Hobold, Paulo Brombim e Alexandre Mantovani, o “Cavalito”, que contribuem diretamente para sua evolução.

“Então está sendo bem impactante, porque a gente aprende muito, principalmente nas reviews em grupo. São linhas que, muitas vezes, eu não tinha acesso antes. Apesar de eu já ter time, é um grupo de porte menor, no caso o ‘Dommo’, então o acesso acaba sendo mais limitado. E como eu também sou head coach do Dommo, eu queria justamente trazer algo mais elaborado, algo que fizesse mais sentido pensando no longo prazo”,finalizou.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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KSOP SA: Kaio Camargo engata sequência insana, puxa três bounties e dispara no Progressive K.O.

Kaio acertou quadra e ainda eliminou dois adversários na mão seguinte do torneio

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Kaio Camargo

Está rolando no salão do KSOP South America o Dia 2 do Progressive K.O. de R$ 3.000. O torneio atraiu muitos regulares para a disputa e superou a premiação garantida com facilidade, e nesta terça-feira, a caça aos bounties continuou. Quem se deu muito bem foi Kaio Camargo, o “Kaiotex”, que engatou uma sequência excelente.

Kaio, que precisou de bastante paciência durante o classificatório 1C, conseguiu passar para o segundo dia com um ótimo stack. Com o Mundo Poker observando a mesa, ele teve grande sucesso numa sequência de mãos nos blinds 20.000 / 40.000, que o colocaram como chip leader do evento com 30 jogadores ainda vivos na briga pelo título.

A primeira delas foi um flip clássico contra o argentino Ulisses Acosta. Ulisses anunciou o resteal de 20 blinds contra o open do “Kaiotex” e os dois foram para o flip, com o brasileiro segurando contra o do adversário. Não houve sofrimento: já no flop, Kaio acertou uma quadra, e o board não deu qualquer chance para o argentino, que foi eliminado na 38ª colocação.

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Logo em seguida, Kaio acabou por engatar numa mão ainda mais impressionante. O cantor Munhoz anunciou all in de 255.000 fichas e Kaio, Roger Ruivo e José Arlindo Totel anunciaram o call, formando um pote com mais de um milhão de fichas. No flop , José Arlindo liderou all in com mais 120.000, e Kaio shovou por cima com 1.035.000. Ruivo, depois de muito ficar na pensativa, largou a mão; ele cobria Kaio por uma pequena margem.

No showdown, Munhoz segurava , José Arlindo possuía e Kaio segurava . O turn e o river garantiram o potaço e a liderança do torneio para o regular.

Com o megapote, Kaio assumiu a liderança do torneio e ainda colocou dinheiro no bolso com mais duas eliminações. Só quem não ficou muito feliz foi Roger Ruivo, que revelou que segurava QT e teria acertado a trinca no turn.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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KSOP SA: Ramon Kropmanns engata em all in triplo e cai na bolha do High Roller One Day com KK

Ramon foi colocado num spot doloroso e não sobreviveu

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Ramon Kropmanns

Na noite de segunda-feira, os jogadores do High Roller Deep Stack One Day do KSOP South America presenciaram uma paradaça justamente na bolha da premiação do torneio, e a eliminação de Ramon Kropmanns veio com um forte semblante de frustração do curitibano pelo spot que se desenvolveu.

Com cinco jogadores restantes e o primeiro pagamento chegando em R$ 24.950, a ação chegou no cearense Ramon Pessoa. Do button, nos blinds 20.000 / 40.000, ele decidiu pressionar os adversários e anunciou open shove de . O que ele não esperava era encontrar os adversários carregados.

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Logo à sua esquerda, Marin Gechev anunciou o call de forma instantânea. A ação chegou em Kropmanns no big blind. Ele ficou extremamente desconfortável com a mão, pensando bastante no que deveria fazer. Por fim, ele anunciou o call e mostrou . O showdown de Gechev complicou muito: ele segurava .

O board correu e deu o pote gigante para Marin, que acabaria como campeão do torneio. Ramon Pessoa, Carlos Serrano e Caio Ozawa também atingiram a zona de ITM. Para Ramon Kropmanns, coube a intensa frustração e a saída rápida das mesas por ter bolhado num spot dificílimo.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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