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KSOP Special: Fabrício Nociolini tem atuação memorável e conquista o título do High Roller no aniversário: “incomparável”

O craque do Insight Poker Team se emocionou com o segundo troféu do circuito

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Fabricio Nociolini

A noite do domingo vai ficar na memória do paulista Fabrício Nociolini. Numa noite fria e chuvosa de Balneário Camboriú, o administrador da Insight Poker escreveu uma das mais legais histórias do KSOP Special, com uma vitória irretocável em dos mais tradicionais torneios da grade, o High Roller, de R$ 8.000.

Jogando contra grandes craques do poker nacional, Nociolini conseguiu seu segundo título do circuito, deixando pra trás um field total de 366 entradas e superando uma mesa final de altíssimo nível, Fabrício saiu com uma das maiores premiações da etapa e arrumou excelentes R$ 489.300 quase no apagar das luzes.

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Bastante emocionado, Fabrício concedeu uma longe e bela entrevista que fez jus ao alto nível apresentado durante todo o torneio. Ele fez questão de agradecer a todos que o acompanharam, de perto ou de longe, falou do time, do sentimento de ser campeão e de todo o KSOP no geral. “A série como jogador não tava sendo das melhores, mas terminar com o título do High Roller é sensacional. É um dos torneios mais glamourosos do evento, field qualificado, não sei muito mais o que falar”, começou.

“Eu sou um pouco emotivo e dou muito valor nas pessoas. Isso faz parte da minha personalidade. Eu agradeço demais a emoção de poder estar aqui comemorando um título. É o meu segundo no KSOP e eu já falava desde o outro ‘um título de live é incomparável com qualquer outro’. Aqui foi mais especial ainda. Foi um dos maiores eventos do Brasil, uma edição especial do KSOP, o time veio com muitos jogadores, fizemos nosso encontro, tem vários outros amigos que também estão aqui”, continuou o profissional.

“Foi um prazer ter jogado esse torneio e mais ainda ter ganhado ele na presença de grandes amigos. Todos estarem aqui é muito .importante. E claro que não posso deixar de falar da minha irmã, que tava assistindo em casa e gravou de um celular no outro só pra ter isso gravado. Sem ela nada disso teria acontecido, foi mãe, pai, tenho um carinho muito grande. É o amor da minha vida mesmo. É indescritível o sentimento de poder vivenciar algo com tanta gente próxima. É fantástico”, completou.

A trajetória de Fabrício começou na sexta colocação entre os oito finalistas. Ele conseguiu se manter no jogo e foi acumulando fichas o suficiente para ter um stack confortável e brilhar. Depois de alguns spots cruciais, ele chegou a um ponto onde já estava sendo o líder da mesa e foi questão de tempo para coroar o ótimo desempenho. Ele relembrou o caminho que o levou até a vitória:

“A FT foi muito qualificada. Logo no começo o Kamei dobrou duas vezes, alterou a dinâmica. O Alen ter caído cedo facilitou um pouco, porque ele é um jogador que com certeza daria muito trabalho. Aí as coisas foram acontecendo, dobrei em um spot quando tinha 15 blinds, depois dei um hero call contra o Igor e dali pra frente as coisas andaram. Virei CL junto com o Mestre Filipe, outro jogador de bagagem fantástica, consegui jogar tranquilo. No HU cheguei ligeiramente atrás do Peterson, que foi outra grata surpresa, um cara fantástico, excelente jogador, mas ali ventou pra mim. Acertei muito valor e aconteceu o que tinha que acontecer. Acho que joguei bem. Com erros, claro, faz parte, mas bem”, explicou.

Aniversariante do mês, completando um novo ano na data de ontem, Fabrício saiu com outro presente inesquecível. Além do troféu e do nome mais uma vez cravado na história, o jogador da Insight, o craque viu um sonho se realizar nas mesas com o impulso de outro jogador frequente do circuito. E o acontecido fez Nociolini exaltar o clima do KSOP.

“Tudo foi divertido demais. Esse é o principal ponto. Eu sempre falo pros meninos que os eventos ao vivo são pra se divertir mesmo. A gente vive uma profissão que é um pouco isolada, solitária. Sentar aqui e poder conversar é especial. Tem tanta coisa boa que aconteceu aqui nessas duas semanas que valeria um ano. Por exemplo, meu aniversário foi ontem e eu tava na mesa com o Léo Rizzo. De repente conversando ali, eu falo que torço pro São Paulo e ele pega e liga pro Zetti, meu ídolo, comecei a torcer pro São Paulo por causa dele. Falei com o Zetti, Aloísio Chulapa. Isso não acontece em casa. Eu me diverti muito”, decretou.

Para finalizar, o profissional adiantou alguns dos próximos passos e mandou o último abraço especial: “no Rio eu vou ter uma passagem mais curta porque é aniverário da minha república em Ouro Preto, a República Oxigênio, que é minha segunda família. Eles estavam assistindo, torcendo, então deixo um abraço pra eles também. Mas o KSOP sempre que eu puder ir, eu vou. É um evento muito especial. O clima é mais amistoso, todo mundo é mais divertido. No geral tudo acaba sendo melhor. Tenho um carinho e vou tentar estar em todas as etapas”, fechou o campeão.

Confira a premiação da mesa final:

1º – R$ 489.300*

2º – R$ 311.750*

3º – R$ 378.500*

4º – R$ 180.000

5º – R$ 130.000

6º – R$ 98.950

7º – R$ 77.000

8º – R$ 62.000

Confira o episódio #13 do Poker de Boteco:

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Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”

O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas

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Eduardo Gavronski

O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.

Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.

O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.

LEIA MAIS: KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.

“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.

Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.

55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:

1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*

3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500

4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000

5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000

6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000

7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000

8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000


9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

O argentino embolsou R$ 10.000

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O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.

Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.

“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

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Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:

“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.

A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.

Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000

2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000

3º – Yamil Szumik – R$ 4.800

4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560

5º – Miriam Balen – R$ 2.700

6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem

O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking

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A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.

Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.

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“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.

O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.

O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa

Ramon Pessoa

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000

2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500

3º – José Humberto Souza – R$ 19.400

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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