KSOP
KSOP SA: Pedro de Queiroz conquista o Kings Turbo e vibra com o título; Márcio Jappe vence o PLO5 KO
O sétimo dia da etapa foi bastante movimentado

O sétimo dia de KSOP South America marcou a metade da série em Balneário Camboriú, com uma programação recheada de torneios. Encerrando o cronograma do dia, o Kings Turbo consagrou o ilustre advogado Pedro de Queiroz como grande campeão.
Campeão do KSOP South America no ano passado, ele voltou a brilhar ao superar um field de 73 entradas no torneio de buy-in de R$ 1.000. Pela vitória, Pedro faturou R$ 16.000 e, como já é tradição, soltou o grito de “LETICIA” no salão.
Confira a classificação final do torneio:
1º – Pedro De Queiroz – R$ 16.000
2º – Santiago Roldos – R$ 10.600
3º – Elio Anacleto da Silva Filho – R$ 7.500
4º – Lucio Antunes – R$ 5.480
5º – Ramon Junges Fritsch – R$ 4.100
6º – Francisco Nahuel Rodriguez Moreno – R$ 3.100
7º – Ricardo Luiz Piva – R$ 2.400
8º – Allan Cleudir Surdi – R$ 1.900
9º – Sizenandro Veiga – R$ 1.500

Outro torneio importante disputado na etapa foi o PLO5 KO, com buy-in de R$ 2.000. Voltado aos amantes da modalidade de cinco cartas, quem levou a melhor após horas de jogo foi Márcio Jappe.
Natural de Florianópolis, o jogador encarou uma curta viagem para disputar o KSOP e voltará para casa com um troféu. Márcio superou o field de 22 entradas e garantiu uma premiação total de R$ 12.800.
Confira a classificação final do torneio:
1º – Marcio Luis Miron Jappe – R$ 12.800
2º – Kenji Alberto Yamamoto Hidalgo – R$ 9.740
3º – Joelma Viana Nunes – R$ 6.100
4º – Paulo Gini – R$ 2.400
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Com excelente desempenho na etapa, Kaio Camargo valoriza resultados: “é uma maratona”
São cinco mesas finais desde o início da etapa

Desde o início da etapa, Kaio Camargo está dando o que falar no KSOP South America. O regular brasileiro, com muitos bons resultados no circuito, não está passando longe das forras. Até esta quinta-feira (16), já são cinco mesas finais em Balneário Camboriú e contando.
Kaio, que está dividindo seu tempo no salão com o poker online, é um jogador experiente e de ótimo desempenho nas duas modalidades. Ainda assim, o “Kaiotex” sabe a dificuldade que é atingir esse patamar. Por isso, em entrevista ao Mundo Poker, ele valorizou o excelente momento.
“No geral, estou bem feliz. A gente trabalha pra ter esses resultados, mas obviamente a gente não espera, não sabe quando vai acabar runnando bem, pegando essas mesas finais consecutivas. Estou bem contente, preparado para os próximos dias. É uma maratona, ainda tem vários dias, tranquilo também, com a cabeça tranquila, tentando tomar as melhores decisões o tempo todo.”
Quem assiste ao Kaiotex nas mesas percebe que a simpatia fica apenas nas palavras. Com muito sorriso e falinhas para os adversários, ele combina a personalidade com um desempenho brutal nas mesas. Os ótimos resultados estão chegando nas mesas do KSOP, mas o regular reconhece que nem sempre as coisas foram assim no live.
“Talvez hoje seja uma qualidade legal, mas eu demorei um pouco para me adaptar, para entender. O field do live tem algumas diferenças, com o tempo você vai pegando. Acho que eu consigo trazer um pouco dessa parte teórica, também fazer algumas adaptações. Acabei jogando uma quantidade grande [de live] nos últimos três anos. E eu também conheço muita gente do field, também é outra qualidade que eu trago.”
Por fim, Kaio, que atualmente reside em Florianópolis com Saymon Dias e Vinicius Gonçalves, amigos de poker, também contou um pouco sobre como está sua vida junto de dois outros grandes jogadores, dizendo que foi preciso uma “adaptação” para o novo estilo de vida.
“A gente tenta se ajudar o tempo todo. O lado bom é que você acaba vendo conteúdo toda hora. O lado ruim, pra mim, é que eu não funcionava assim. Agora eu tô tentando me adaptar. De vez em quando eu também preciso dar uma apagada. A gente vem de três escolas bem diferentes, um tenta acrescentar de um lado, o outro do outro. Eu acho que é bem bom pra todo mundo”, finalizou.
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KSOP
Kelvin Kerber marca presença no KSOP SA, fala sobre protagonismo em documentário lançado e revela nova participação na Triton Series
O jogador também comentou sobre a participação na transmissão do GGMillion$

A região de Balneário Camboriú é a casa de muitos dos principais jogadores do poker brasileiro e, durante o KSOP South America, vários deles aproveitam a série para disputar alguns torneios. No Ultra High Roller, quem marcou presença foi Kelvin Kerber, sócio do Samba Poker Team.
Em boa fase, o profissional, embalado por resultados tanto no live quanto no online, deixou o conforto de casa para se inscrever no torneio de R$ 100.000. Em conversa com o Mundo Poker, Kelvin comentou sobre a decisão de participar e a relação com a série.
“É isso, né? Pertinho de casa. O evento é sempre muito legal, muito bacana. Na verdade, sempre que tem KSOP aqui eu venho e jogo alguma coisa. E dessa vez teve o Ultra High Roller, não ia perder, né?”, falou.
Nesta quarta-feira, enquanto Kelvin Kerber se preparava para engatar no Ultra High Roller do KSOP South America, a GGPoker anunciou o documentário da série Online Poker Millionaires, tendo o brasileiro como protagonista. O lançamento marcou um momento especial para o profissional, ampliando sua visibilidade entre fãs do poker ao redor do mundo.
“Eles fizeram no ano passado e deu bastante certo com o Alexiologis. E eles estavam procurando um brasileiro. O mercado brasileiro no poker é incrível, é um país que engaja muito também. Então estavam buscando alguém que fizesse sentido com o que tinham planejado. Lá no Paradise, no fim do ano, me conectaram com eles.
Começamos a conversar, falei um pouco da minha rotina, da minha vida, eles gostaram e fechamos. Em fevereiro vieram gravar, ficaram lá em casa ou melhor, passaram alguns dias por lá. Foram quatro dias no total, e teve de tudo ali. É até louco porque o episódio tem 20 minutos, mas eu nem sei quantas horas de gravação foram. Muita coisa aconteceu para chegar naquele resultado. Fiquei bem satisfeito. Acho que deu para mostrar a essência da minha vida, da minha rotina, da minha história, que era a ideia. E com certeza quem já assistiu e quem ainda vai assistir, no Brasil e no mundo, vai curtir, porque ficou muito bem feito”, comentou.

Paralelamente ao documentário, Kelvin Kerber também foi convidado de honra de Jeff Gross na mesa final do GGMillion$. Com comentários técnicos, o brasileiro foi bastante elogiado pelos telespectadores durante a vitória de Pascal Lefrançois, demonstrando a visão de um profissional acostumado ao high stakes.
“O documentário também é em inglês, né? Então, quando não é a nossa língua principal, fazer conteúdos tão longos assim é bem desafiador. Não é só uma questão de saber falar a língua, mas da fluidez, do flow, das pronúncias e, às vezes, até da falta de vocabulário para expressar exatamente o que você quer dizer ali.
Mas foi bacana também nesse sentido, de me colocar nessa posição. Comentar a mesa final foi muito legal. É um programa grande do poker, semanal, né? E me convidaram justamente para promover o episódio que ia sair. Então foi meio que um dois em um: deu para divulgar bem o episódio e também participar de uma mesa final que foi muito bacana, bem grande mesmo. E foi bem divertido de comentar”, ressaltou.
O mês de março foi um divisor de águas na carreira do profissional. Pela primeira vez, ele viajou para um evento exclusivo da Triton Series ao lado dos amigos Pedro Padilha, Alisson Piekazewicz e Gabriel Tavares. Foram horas de voo até Jeju, na Coreia do Sul, e a experiência terminou com três bons resultados, incluindo mesas finais.
“A Triton Poker Series é uma experiência muito gostosa. É aquele tipo de evento que você vai e já sai com vontade de jogar o próximo. A gente até fica mal acostumado. Eles realmente conseguiram pegar boa parte dos problemas que existem no poker live, aquelas dificuldades naturais que a gente sabe que fazem parte, e melhorar ou resolver várias delas.
Então, quando você vai pra lá, mesmo com os percalços normais do poker ao vivo, que você já está acostumado, você praticamente não sente no dia a dia. A experiência acaba ficando incrível. Claro, é muito longe, as etapas são muito caras… mas a experiência também é única”, contou.
Por fim, Kelvin Kerber já adiantou para os fãs brasileiros que estará presente em Montenegro, no próximo mês, para a disputa da série na região europeia. Ele pontuou os motivos que o fazem pegar gosto pelos torneios da Triton:
“E a ideia é continuar indo. Eu já fechei a próxima, já garanti o buy-in, então vou de novo. Enquanto estiver fazendo sentido pro ABI que eu estou jogando e pro que eu quero pra minha vida, eu pretendo continuar participando e competindo. Porque é gostoso competir nesse nível, e fica ainda melhor quando os resultados acompanham”, finalizou.

Kelvin em ação na Triton Series
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Gaspar Fernandez acerta sequência runner runner, quebra KK e elimina Léo Rizzo no Main Event
O argentino mostrou que o baralho estava do seu lado

O Main Event do KSOP South America está em curso e vários nomes importantes estão no field do torneio de R$ 3 milhões garantidos. As mãos dos dias classificatórios, naturalmente, estão dando o que falar no salão do Expocentro, e um all in triplo no Dia 1B acabou com uma bad beat em favor do argentino Gaspar Fernandez, o “Gaspy”.
A mão aconteceu nos blinds 500 / 1.000 e começou com Léo Rizzo, recém-chegado no torneio, dando all in no escuro com o stack inicial de R$ 40.000. Do MP, Cauê Martins anunciou o call, e do button, o argentino optou por anunciar o all in com um stack um pouco maior que o de Rizzo. Cauê, muito seguro, novamente anunciou o call.
O jogador do Insight Team possuía larga vantagem, já que segurava e se deparava contra o de Rizzo e o do argentino. No flop , a situação ficou ainda mais favorável para o brasileiro.
Só que o turn manteve Gaspar vivo na mão, com o aparecendo e dando a possibilidade de sequência para o argentino. E o river completou a mão maluca, com o dando as caras e completando a sequência runner runner, que gerou a triplicada para Gaspy. Ao fim, ele avançou para o Dia 2 com um stack de 141.000.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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