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KSOP GGPoker SA: Pedro Neves faz mesa final impecável, supera Dan Cates em uma mão no heads-up e conquista o Omaholic SHR
Craque português vem sendo um dos destaques na série e garantiu um bonito troféu
O jovem português Pedro Neves veio para o KSOP GGPoker South America para ser um dos craques no field do Ultra High Roller, o torneio mais caro já feito no Brasil. Depois de uma belíssima participação por lá, com direito a um terceiro lugar, Pedro decidiu buscar uma marca ainda melhor. Em outro dos grandes High Rollers da grade, conseguiu: Pedro Neves foi o grande campeão do Omaholic SHR.
Em uma mesa final impecável, digna daquelas de virar cartilha para qualquer jogador, o português da Ilha da Madeira conquistou seu primeiro título no circuito brasileiro e anotou mais um belo capítulo para a carreira. Passando por um qualificado field de 53 pessoas, Pedro transformou o buy-in de R$ 20.000 em um bela forra de R$ 330.000.
Além disso, ele também vai ter história pra contar. Depois de dominar completamente a mesa final, liderando do início ao fim, Pedro chegou ao heads-up contra ninguém menos que o americano Dan Cates, o lendário “Jungleman”. Só que o duelo foi relâmpago. Em apenas uma mão, o português matou o confronto e entrou para a galeria de campeões.
Com seu primeiro troféu em mãos, Pedro Neves falou sobre a vitória: “estou bem contente com a mesa final, contente com a performance no Dia Final. Sei que tenho muito pra melhorar nesse jogo mas estou muito feliz com esse resultado, esse troféu. O KSOP GGPoker está muito legal e ainda tem mais uma semana pra tentar ganhar mais troféus”, falou o português.
Pedro também falou de forma humilde sobre a mão final contra o “Jungleman”: “o heads-up não teve muita história na verdade, né? Acabou já na primeira mão. Não tenho certeza se joguei bem essa mão, acho que pré-flop sim, mas pós-flop acho que cometi um erro. O que é normal também, porque meu principal jogo é o Hold’em. Mas como eu gosto muito de jogar PLO, apesar de não estudar muito essa modalidade, achei que valia a pena jogar esse torneio e foi bom”, disse o campeão.
O português chegou para a grande decisão como chip leader da disputa, já com o dobro do segundo colocado. Em um recital, Pedro dominou completamente as ações e comandou o jogo de forma contínua. Usando a vantagem de fichas para pressionar ao máximo os adversários, Pedro foi só aumentando seu castelo e parecia imparável.

Foi ele quem estourou a bolha – eliminando Felipe Mojave – e, já na reta final, eliminou todos os três últimos rivais. No 4-handed, ele possuía mais que o dobro de fichas dos três rivais somados. A disputa foi para ver quem ficaria com os troféus e quem se deu mal nessa história foi o argentino dono de bracelete Julio Belluscio.
O profissional da ABPLO Renato Nisa foi o próximo a cair, ficando com o terceiro lugar e um bonito troféu pelo bronze. Para coroar uma vitória incontestável de Pedro Neves, ele bateu a lenda “Jungleman” no heads-up na primeira mão. Ele encontrou uma trinca para quebrar o AA do americano e se sagrou campeão de forma totalmente merecida.
Mostrando sua capacidade também no PLO além do Hold’em, a especialidade da casa, Pedro também projetou sobre o futuro: “eu venho pensando em estudar Mixed Games há dois anos, mas ainda não consegui dar início. Quero estudar pra ter mais oportunidades de ganhar meu primeiro bracelete, mas é no Hold’em que estão os Main Events, High Rollers. Eu gosto muito de jogar esses torneios”, fechou o português.

Confira a última mão:
Confira a premiação da mesa final:
1º – Pedro Neves (Portugal) – R$ 330.000
2º – Dan Cates (Estados Unidos) – R$ 230.000
3º – Renato Nisa – R$ 151.000
4º – Julio Belluscio (Argentina) – R$ 100.000
5º – Rafael Tabalipa – R$ 64.840
6º – Jean Baril (Canadá) – R$ 40.000
Confira o Episódio #57 do Poker de Boteco com Guilherme Schreiber:
KSOP
Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”
O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas
O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.
Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. “É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.
O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.
Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.
“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.
Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.
55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:
1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*
3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500
4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000
5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000
6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000
7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000
8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000
9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale
O argentino embolsou R$ 10.000
O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.
Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.
“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:
“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.
A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.
Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000
2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000
3º – Yamil Szumik – R$ 4.800
4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560
5º – Miriam Balen – R$ 2.700
6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem
O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking
A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.
Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.
“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.
O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.
O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000
2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500
3º – José Humberto Souza – R$ 19.400
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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