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KSOP GGPoker SA: Felipe Boianovsky comenta duelo com Ariel Bahia, momento da pool e destrincha estratégia do “max late”

O jogador é um dos presentes no Ultra High Roller

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O Ultra High Roller, torneio mais caro da grade do KSOP GGPoker South America, está reunindo grandes nomes do cenário nacional. Um deles é o craque Felipe Boianovsky, o “lipe piv”, que chegou em Balneário Camboriú em grande fase, conquistando o vice-campeonato no Mega High Roller na noite anterior.

Integrante de uma pool de alto nível ao lado de craques como Alisson Piekazewicz, Pedro Padilha e Gabriel Tavares, Felipe quase ficou com o título, sendo superado apenas por Ariel Bahia, um dos grandes representantes da velha guarda do poker brasileiro.

Felipe, que já está há bastante tempo no cenário, comentou sobre o confronto com Ariel no torneio de buy-in R$ 50.000 e relembrou a importância que o “Bahia” tem na história do poker brasileiro, desde quando tudo ainda era “mato”:

“Cara, foi bem legal. É sempre bom fazer deep runs nesses High Rollers. Eu cheguei na FT cheio de ficha, estava muito confortável na bolha, então é uma situação divertida. Não precisei colocar tanta pressão, só fui jogando o meu jogo, abrindo bastante, e as coisas foram acontecendo.

A gente chegou no heads-up praticamente empatado em fichas. E, pô, o Ariel é uma das maiores lendas do poker brasileiro. Quando eu comecei, ele já era conhecido mundialmente. Sempre uma honra poder dividir esse momento com ele. Foi um duelo muito divertido, eu adoro jogar heads-up, mas acabou dando ele, e é isso”, falou piv.

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O momento especial na carreira também se deve à evolução constante que Felipe tem vivido ao lado dos amigos de estudo e parceiros de bankroll, tanto nos torneios online quanto ao vivo. A “pool”, formada pelos nomes já citados, está em grande fase, alcançando resultados espetaculares. O jogador comentou sobre a importância dessa união:

“Cara, é bom demais. Pra mim, foi a melhor decisão que tomei na minha carreira. Poder compartilhar a jornada com alguém é algo que, em qualquer meio, soma muito. A gente tem a questão do nosso swap, que ajuda bastante a diminuir a variância e isso é muito importante pra quem joga torneios, que têm naturalmente muita variância. Isso faz diferença tanto na parte psicológica quanto na financeira.

Além disso, tem toda a troca de estudar junto, de se apoiar nos momentos difíceis, tudo isso que a gente ganha quando está em comunidade. A gente aprende muito um com o outro, e é bom demais. Estou muito feliz com a nossa pool, a gente segue crescendo, jogando cada vez mais caro, batalhando contra os melhores do mundo, cheio de confiança. É isso, bem feliz e vamos embora”, disse.

No Dia 1 do Ultra High Roller, Felipe Boianovsky acabou perdendo todas as fichas na competição de R$ 100.000. Porém, ele não ficará de fora do field de maneira alguma. Querendo aproveitar a excelente fase, o craque já planeja uma nova entrada para amanhã, quando o registro tardio será encerrado.

E justamente sobre o famoso “max late”, Boianovsky deu uma verdadeira aula sobre o motivo que leva muitos jogadores experientes a optarem por se registrar nos últimos minutos das inscrições:

“Tem muita gente que não entende muito bem por que dar o tiro ali no finalzinho do registro. Existe uma questão que a gente chama de ROI estrutural, que acontece por causa da matemática do ICM. Ela faz com que, entrando em certo momento do torneio, baseado em quantas pessoas ainda estão vivas, quão perto você está do ITM e como é a distribuição de stacks, você possa registrar e já estar ganhando um pouco de volta do seu investimento só por ter se registrado.

É como se você entrasse e aquele stack já valesse mais do que o próprio buy-in. Você já faz um dinheirinho ali. O jogo com 10 blinds é de alta variância, não tem tantas vantagens, mas a ideia é conseguir extrair valor com base nesse ROI estrutural. Isso depende muito do torneio, de como fecha o registro, da porcentagem do field que já caiu e da distribuição de stacks de quem está lá”, explicou.

Por fim, o jogador contou que esse tipo de decisão costuma ser planejada com antecedência: “em eventos ao vivo, geralmente a decisão já está tomada. Só se estiver muito ruim na hora é que podemos optar por não jogar, mas normalmente já vamos decididos a fazer”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #116 com Elvis Renan “Catholão”:

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Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”

O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas

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Eduardo Gavronski

O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.

Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.

O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.

LEIA MAIS: KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.

“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.

Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.

55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:

1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*

3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500

4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000

5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000

6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000

7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000

8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000


9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

O argentino embolsou R$ 10.000

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O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.

Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.

“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

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Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:

“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.

A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.

Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000

2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000

3º – Yamil Szumik – R$ 4.800

4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560

5º – Miriam Balen – R$ 2.700

6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem

O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking

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A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.

Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.

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“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.

O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.

O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa

Ramon Pessoa

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000

2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500

3º – José Humberto Souza – R$ 19.400

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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