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João Simão explica criação de quadro de análises e elogia nova etapa do KSOP Online no partypoker: “será um sucesso”

Em papo com o Mundo Poker ele também revelou qual torneio live gostaria jogar

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João Simão é um dos “caras” do poker brasileiro há muitos anos. Com uma carreira extremamente vitoriosa tanto no live como no online, o mineiro de jeito tranquilão conquistou milhares de fãs e também se consolidou como um dos embaixadores do poker brasileiro. João se tornou embaixador do partypoker em 2016 e segue representando as cores do site até hoje.

Atualmente, o partypoker está fazendo um trabalho impressionante ao dar espaço para grandes séries presenciais do poker para realizarem suas versões virtuais, como já aconteceu com o WPT e o Poker Masters. Uma das fortes alianças feitas, também, foi com o KSOP, que nesta semana vai começar sua segunda etapa online na sexta-feira (26). A expectativa para série é alta.

“Ver grandes eventos como KSOP e WPT serem abraçados pelo partypoker me parece algo muito legal pra ambas as partes, mas principalmente para os jogadores que terão a oportunidade de jogar ótimos eventos. Minha expectativa é que será um sucesso”, disse Simão sobre a parceria.

Em entrevista para o Mundo Poker em dezembro, Simão também revelou estar desacelerando a carreira de forma natural. Muito ligado à família, o mineiro voltou a falar sobre esse assunto, ainda mais depois de um ritmo insano de grind nos últimos dois meses com direito a momentos inesquecíveis para ele.

“A gente começa a carreira com metas, e quando alcançamos criamos mais metas, entrando em um ciclo vicioso que nunca nos deixa parar. Acho que neste momento as crianças estão ansiosas, confusas, entediadas e cheias de energia. Tenho que agradecer a Deus por ter condições de poder parar tudo e priorizar eles. E estou amando”, comentou.

Acostumado a participar de diversos eventos de grande porte, Simão também apontou qual dos eventos live escolheria para jogar neste momento se pudesse. “Sem dúvidas seria o Caribbean Poker Party, torneio do partypoker nas Bahamas que é o meu favorito”, cravou.

Confira o papo completo com João Simão:

MP: O KSOP Online foi um marco no partypoker em maio e agora está tudo pronto para a segunda etapa. Como que você ve essa aliança de sucesso e qual a expectativa para a segunda etapa?

Simão: Infelizmente, com todo este cenário atual, os eventos ao vivo ficaram sem muitas saídas. Ver grandes eventos como KSOP e WPT serem abraçados pelo partypoker me parece algo muito legal pra ambas as partes, mas principalmente para os jogadores que terão a oportunidade de jogar ótimos eventos. Minha expectativa é que será um sucesso, as pessoas entenderam melhor sobre essa migração ao online e a tendência é cada vez mais jogadores abraçando estes eventos.

MP: O que você acha do fato do KSOP e do partypoker restringirem o field para jogadores da América Latina? Essa exclusividade traz um diferencial para o público?

Simão: Acho sensacional. Entendo que não há possibilidade dos eventos serem ao vivo, por motivos óbvios. Mas o objetivo de levar o evento para o online é trazer o máximo de proximidade aos eventos ao vivo. Ficaria muito sem graça disputar um evento regional, com 5 ou 6 jogadores do outro lado do mundo.

MP: O ranking do KSOP vale um ticket de US$ 3.200 para a WPT Series. Você tá de olho em jogar os 11 eventos na grade pra quem sabe garantir esse prêmio?

Simão: Achei muito legal garantir esse ticket, mas não me sinto bem disputando os prêmios que o partypoker disponibiliza para os clientes. Acho que vai ser uma briga até o último evento, com toda emoção.

MP: Falando em WPT, o partypoker vai entrar em mais um momento histórico com essa série. Qual sua expectativa para esse festival?

Simão: Eu realmente estou muito ansioso pelo WPT. Muita gente está considerando a maior série da história, em termos de prestígio e qualidade. Pela estrutura, poucos eventos Championship e todo o carinho que está sendo organizado, me faz realmente criar uma ansiedade.

MP: Também está rolando o Poker Masters de Omaha. Você tem uma afinidade grande com a modalidade, pretende jogar alguns eventos?

Simão: Realmente amo eventos PLO, até mais que NLHE. Achei ótimo também ter os eventos mais caros e mais baratos. Tudo pra me engatar, mas…. eu decidi vir pro interior de MG com a família, com uma estrutura onde eu possa entregar meu máximo pros meus filhos e essa é minha prioridade, de longe. A gente começa a carreira com metas, e quando alcançamos criamos mais metas, entrando em um ciclo vicioso que nunca nos deixa parar. Acho que neste momento as crianças estão ansiosas, confusas, entediadas e cheias de energia. Tenho que agradecer a Deus por ter condições de poder parar tudo e priorizar eles. E estou amando. Realmente estou vivendo dias de muito aprendizado, muita, mas muita felicidade nessa conexão, e que estão inclusive tirando toda minha motivação de jogar. Assim, não está fazendo sentido entrar em campo agora, e como pretendo jogar o WPT, mesmo que apenas alguns dias, eu preferi passar o Poker Masters e entregar 100% pra família.

MP: Você também começou um quadro de análise no Instagram. Como surgiu a ideia e qual a importância de manter esse contato com a galera?

Simão: Na verdade eu venho me sentindo em “dívida” com meus seguidores faz um tempo. Parei com os cursos, que tem além de três turmas já pré-fechadas e centenas de alunos na expectativa da volta, reduzir consideravelmente meu envolvimento com redes sociais, dificilmente consigo ir aos eventos ao vivo no Brasil… isso tudo foi me afastando um pouco e me fez sentir uma certa culpa. Eu espero e acredito que a maioria entende e jamais senti essa cobrança de fora, mas é uma coisa que está me incomodando muito por dentro. Conversando com o pessoal do partypoker, entre ideias pra lá e pra cá, acreditamos que este seria um caminho legal. Vamos experimentar, de um jeito bem informal, como sempre gostei de fazer. Não quis muito um ar profissional neste quadro, pois acredito que o que realmente importa é o conteúdo que vou passar por lá.

E sem medo de errar eu posso garantir que vai sair coisas dali que vão surpreender demais inclusive jogadores que considero melhores que eu.

MP: A saudade do live deve estar grande, né? Se você pudesse escolher algum dos eventos live do partypoker para jogar agora qual que seria?

Simão: Realmente estou com muita saudade. Por um lado, eu estou me sentindo aliviado. Quando surgem as viagens, me sinto um mal profissional e embaixador se eu não for aos torneios. Não ter os torneios, me faz ficar em casa participando ao máximo das vidas dos meus filhos, sem sentir que estou deixando de lado minha carreira. Mas agora, tanto tempo sem, eu realmente estou com vontade. Não por cobrança profissional ou financeira. Mas pela viagem, os passeios, os torneios, as fichas… a experiência como um todo. Acho que quando eu viajar vou me sentir como um amador indo para a WSOP pela primeira vez.

Se eu fosse escolher um evento pra jogar, sem dúvidas seria o Caribbean Poker Party, torneio do partypoker nas Bahamas que é o meu favorito.

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KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller

O venezuelano puxou R$ 61 mil

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O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.

O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.

Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

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A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.

O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.

Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.

Confira a premiação completa:

1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi  – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP Circuit Amazônia: Alexsandro Nogueira, Cristian Ribeiro e Eduardo Moura vencem no último dia da etapa

O último dia foi bastante movimentado

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O último dia do KSOP Circuit Amazônia foi recheado de torneios e contou com ótimo movimento no salão do Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. Entre os campeões da reta final da etapa, um dos destaques foi o jogador Alexsandro Nogueira, vencedor do High Roller Hyper.

O torneio, que não fazia parte da grade oficial, acabou sendo realizado após pedidos dos próprios jogadores e teve buy-in de R$ 4.000. Ao todo, 14 entradas foram registradas e Alexsandro Nogueira ficou com o título, faturando R$ 21.000 pela conquista.

Confira a premiação:

1º- Alexsandro Nogueira – R$ 21.000
2º – Bento de Souza – R$ 13.750
3º – Felipe Pedrosa – R$ 8.700

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Quem também se deu bem no KSOP Circuit Amazônia foi Cristian Ribeiro. O jogador, que na noite anterior acabou sofrendo dois duros coolers na mesa final do Main Event, deu a volta por cima ao conquistar o título do Last Chance.

Demonstrando muita resiliência após o ocorrido no principal torneio da grade, Cristian bateu com autoridade o field de 56 entradas no evento de buy-in R$ 750. Pela conquista, ele faturou R$ 10.000.

Confira a premiação:

1º – Cristian Ribeiro – R$ 10.000
2º – Gabriel Lima de Oliveira – R$ 6.000
3º – Anna Alice Bezerra de Oliveira – R$ 4.550
4º – Nabil Lelis de Oliveira Abdel Aziz – R$ 3.440
5º – Eibar Coa Monteverde – R$ 2.600
6º – Cesar Gustavo Camurça Ferreira – R$ 2.000
7º – Anderson Augusto Gadelha Cavalcante – R$ 1.600
8º – Cleiton Mauricio Sierpinksi – R$ 1.300
9º – Cleber Coldmir Sierpinski – R$ 1.100

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Por fim, o último torneio iniciado no KSOP Circuit Amazônia foi o Manaus Turbo Finale, competição que virou sensação durante as noites da etapa. Na edição derradeira do torneio, melhor para Eduardo Moura.

O jogador, que veio de Boa Vista para disputar o KSOP, superou o field de 28 entradas e, de forma especial, derrotou a própria mãe, Dyanna Vieira, no heads-up para ficar com o título. Pela conquista, Eduardo embolsou R$ 4.600, enquanto a mãe levou R$ 3.000 pelo vice-campeonato.

Confira a premiação completa:

1º – Eduardo Oliveira Moura – R$ 4.600
2º – Dyanna Vieira de Oliveira – R$ 3.000
3º – Jamily Lopes Rossete Moraes – R$ 2.000
4º – Alexandra Amenaida Villoria Alvarez – R$ 1.260

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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“É um sonho realizado”: Ademilson Costa exalta sucesso do KSOP Circuit Amazônia e exalta parceria com o circuito

O empresário sócio da UniEventos se mostrou muito realizado com a etapa

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O KSOP pisou pela primeira vez no Norte do Brasil com um grande evento, arrecadando mais de R$ 1 milhão em sete dias de muito poker em Manaus, capital do Amazonas. E tudo isso só se tornou possível graças à parceria entre a Kings Eventos, que tem Moisés Moraes como CEO, e a UniEventos, empresa que conta com Ademilson Costa como sócio.

Frequentador assíduo do circuito pelo Brasil e também no exterior, Dedé sonhava há muitos anos em ver uma etapa do KSOP sendo realizada em Manaus e trabalhou para transformar esse desejo em realidade. Agora, com o encerramento da etapa, ele demonstrou toda a gratidão pelos dias vividos em sua terra natal:

“Cara, a primeira coisa é agradecer a Deus e toda a organização, na pessoa do Moisés, ao Mundo Poker, à transmissão maravilhosa de vocês, com informações em tempo real. Aos amigos do poker amazonense, aos amigos de Roraima, de Boa Vista, e a todos aqueles que vieram fazer parte, que vieram de longe. Vieram jogadores de Camboriú, tem um cara que está na mesa final do High Roller que é do Paraná, entendeu? Então, só tenho a agradecer. É um sonho realizado como pessoa. Isso é um sonho realizado meu e do meu amigo Arlindo Júnior, que já se foi, mas sonhava com isso”, falou.

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Além da emoção de ver o sonho sair do papel, Ademilson Costa também teve motivos para comemorar dentro das mesas. O empresário alcançou duas mesas finais importantes na etapa, no High Roller e no Main Event. Realizado com o resultado do evento, Dedé destacou a gratidão pela repercussão positiva do KSOP em Manaus e afirmou que espera voltar ainda mais preparado para uma possível edição em 2027.

“Eu espero passar para as pessoas apenas coisas boas, falar coisas boas, e espero que no ano que vem a gente possa planejar com mais calma, acertar ainda mais algumas coisas. Mas, para mim, superou tudo, estou realizado mesmo, com louvor. Foram duas mesas finais, High Roller e Main Event, como jogador, além de trazer para cá o campeão do Manaus Turbo, logo no primeiro dia. Então, como jogador e como empresário, estou muito realizado e muito grato.”

Mesmo já possuindo experiência na realização de eventos em Manaus através da Liga de Poker Caribenha, com a Uni Eventos, Ademilson Costa destacou que a grandiosidade de uma etapa do KSOP trouxe novos aprendizados para toda a equipe envolvida.

O empresário fez questão de elogiar a parceria com a organização do circuito, ressaltando o trabalho coletivo e a reciprocidade entre funcionários e participantes durante os sete dias de festival na capital amazonense:

“É, a gente já tem uma experiência, já trabalha com eventos em Manaus e também realiza alguns torneios menores, como a LPC, que é da nossa organização, a LPC Uni Eventos. Mas, nessa magnitude, a gente espera poder ser parceiro e seguir aprendendo. A gente aprende a cada dia como empresário, e foi tudo muito maravilhoso, muito gratificante. Nossos funcionários, vocês, como um todo, foi algo muito recíproco, houve reciprocidade de todos nós, entendeu? Essa é a minha ideia”, disse.

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Por fim, Ademilson Costa garantiu que a parceria com o KSOP deve continuar nos próximos anos. Presença frequente nas etapas do circuito pelo país, o empresário e jogador afirmou que seguirá acompanhando o calendário do circuito e reforçou o carinho pelo trabalho de todos.

“Vamos continuar. A gente segue no KSOP, que é algo que fazemos juntos. Participamos do circuito inteiro, das etapas, e vamos continuar assim. A gente se fala, se encontra pelo Mundo Poker, acompanhando essa cobertura maravilhosa que vocês fazem. Obrigado”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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