KSOP
Em noite de festa argentina, Adrian Jimenez vence o High Roller do KSOP GGPoker Special e leva forra enorme
O jogador ganhou R$ 500 mil pela vitória
O High Roller do KSOP GGPoker Special superou todas as expectativas e terminou com a vitória de um jogador argentino regular do circuito. Chip leader do Dia 3, Adrian Jimenez escreveu mais uma história linda dos Hermanos no circuito com o título do torneio.
Fanático e trajado de Estudiantes de La Plata, Adrian mostrou um poker muito resiliente em toda a mesa final e garantiu o título do torneio de buy-in R$ 10.000. Pela vitória espetacular, o jogador foi muito bem recompensado em R$ 500.000, o prêmio máximo.
“Espetacular, ontem tive sua largada curta, não no dia 2 comecei curto com stack inicial e felizmente tudo correu bem e passei muito bem na ficha para ser o chip líder e no dia 3 também. Começou bem desde o início e nunca estive em apuros, então felizmente não sofremos. Só joguei o torneio graças ao Claudio, ao Juan e ao David, todos eles, Marquitos Grassi, me fizeram vir jogar. Entrei e foi assim que aconteceu, e o Claudito me disse que eu ia ganhar desde o início”, falou Adrian.

O jogador precisou bater uma mesa final bastante qualificada. Gustavo Kamei, Leandro Rego, Lucas Landa, Nello Neto, Jonas Neto, Mariano Jimenez, Caio Guedes e José Arlindo Totel, o “Galinho”. Adrian comentou a atuação:
“Na mesa final comecei em terceiro em fichas, o Mariano era CL. O Lucas Landa também estava na mesa, para mim ele é um dos melhores jogadores do circuito argentino, e eram cinco, seis brasileiros que eu não sei, mas três, eu sei quem são. Foi uma mesa final muito difícil e quando restavam cinco de nós eu era o mais curto em fichas e tive duas ou três muito boas mãos em que consegui ficar tranquilo. E aí bom, tive a sorte de acabar eliminando o quarto e o terceiro, então para o heads-up fui muito bom, estava com muita vantagem e deu tudo certo”, comentou.
Apaixonado pelo KSOP GGPoker e comemorando muito com os amigos, o argentino finalizou a entrevista almejando o bicampeonato no RJ: “sim, sim, vamos. Claro que vamos. Nós íamos embora mesmo que eu não tivesse passado por isso. Vários amigos já haviam planejado ir ao Rio nos dias 19 e 28 de outubro”, finalizou.
Confira a premiação da mesa final:
1º – Adrian Jimenez (Argentina) – R$ 500.000
2º – José Arlindo Totel – R$ 320.000
3º – Caio Guedes – R$ 220.000
4º – Mariano Jimenez (Argentina) – R$ 160.000
5º- Jonas Neto – R$ 118.000
6º -Nello Neto – R$ 88.000
7º – Lucas Landa (Argentina) – R$ 70.000
8º – Leandro Rego -R$ 56.000
9º – Gustavo Kamei – R$ 47.000

Confira o episódio #73 do Poker de Boteco com Thiago Grigoletti:
KSOP
KSOP SA: Valdeci Proença, o “Anão do JJ”, celebra ótima fase e sucesso da cirurgia: “só tenho a agradecer”
Valdeci conta que a cirurgia melhorou sua perna direita em 110%
O poker sempre renova seu ecossistema de personagens e, nos últimos meses, quem ganhou cada vez mais força foi Valdeci Proença, popularmente conhecido como o “Anão do JJ”. Proveniente do stand-up, Valdeci ganhou muita força na criação de conteúdo e agora está brilhando nas mesas.
A boa fase nas mesas está aliado ao sucesso na vida. Há alguns meses, o “Anão do JJ” passou por uma cirurgia importantíssima para melhorar sua qualidade de vida, e desde então, a vida é só alegria. Com um sorriso no rosto no KSOP South America, Valdeci aproveitou um dos breaks para falar com o Mundo Poker.
A etapa está espetacular. Valdeci, que começou a semana com um título em um clube em São Paulo, chegou em Balneário Camboriú e já conquistou um título no Torneio dos Influenciadores. Além disso, no fim de semana, ele acumulou um vice-campeonato e um título no Kings Turbo. O lado comediante fica de lado para um jogador cada vez melhor nas mesas. “Foi ótimo! Eu já cheguei com uma graninha aqui no KSOP. Além de estar num lugar incrível, ainda estou numa runnada surreal. Um ótimo começo”, contou.
O JJ também foi pauta. O título no Kings Turbo veio justamente quebrando um par de valete na mão final. Valdeci agradece as bads de JJ porque, segundo ele brinca, ‘geram mais conteúdo’: “É bom porque quando ganha a gente não posta, né. O pessoal me marca toda vez quando ganha ou perde com JJ. Também acabamos ganhando um na FT dos influenciadores, mas vamos deixar essa quieta”, riu.

Os resultados trazem confiança. “Eu não crio só conteúdo. Eu também estudo, tenho noção do jogo. Essa forra traz mais confiança, você joga mais solto. Agora no Kings Turbo, por exemplo, eu dei rebuy porque fui perseguir um draw”, explicou.
Por fim, Valdeci celebrou também o sucesso da cirurgia que, segundo ele, melhorou ‘sua perna em 110%’: “Eu vim do stand-up e a comunidade ajudou, mas [com as] pessoas do poker, a ajuda foi surreal. Queria agradecer todo mundo que acabou ajudando. É uma cirurgia que os médicos dizem que muda a vida de muita gente. Em maio eu faço a da outra perna, e já está tudo pago também pela ajuda da comunidade do poker. Só tenho a agradecer”, finalizou.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Peterson Machado vence cooler em all in triplo e fica gigante na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.
O carioca venceu o torneio em outras duas oportunidades na carreira
O Progressive K.O. é um dos torneios mais queridos da grade do KSOP, e o campeão da etapa South America 2026 será conhecido ainda nesta terça-feira. Um dos postulantes fortíssimos é Peterson Machado, que já venceu a competição em duas ocasiões ao longo da carreira.
O embaixador do KSOP está muito forte na briga e puxou um pote enorme na semi FT, que lhe rendeu uma ótima quantidade de fichas ao vencer um cooler em all in triplo. Ele tinha nos blinds 18.000 / 36.000, quando William Melo anunciou all in de 403.000 fichas com do UTG.
LEIA MAIS: KSOP SA: Ramon Kropmanns engata em all in triplo e cai na bolha do High Roller One Day com KK
No UTG+1, Victor dos Santos, com 1.492.000 fichas, resolveu isolar com . A ação chegou até o small blind, Peterson, que anunciou all in com 1.043.000 fichas, configurando assim o all-in triplo, com bounties valiosos em jogo. Machado jogava para segurar com seu par de damas.
Logo no flop, , Peterson acertou uma trinca e passou a liderar com tranquilidade. Ainda assim, William Melo seguia vivo por uma broca para sequência com o valete, enquanto Victor estava praticamente drawing dead. O turn foi um , mantendo a vantagem de Peterson.
Faltava o river, e Peterson só perderia para William caso batesse um dos valetes. No entanto, veio um , completando um full house e garantindo 2.561.000 fichas para o embaixador do KSOP, que segue na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
Em nova fase na carreira, Gabriel Reis equilibra família e poker, comenta novo time e detalha plano para o KSOP SA
O jogador de Santa Catarina é um dos presentes na etapa
Balneário Camboriú se consolidou como uma das principais casas do poker brasileiro, recebendo jogadores de todo o país e até do exterior durante as etapas do KSOP. A etapa South America, por exemplo, costuma atrair um público fiel de Santa Catarina, que não perde a chance de marcar presença no grande evento. Nesse cenário, o regular Gabriel Reis é um dos nomes mais representativos.
Morando na região, Gabriel é figura carimbada nas etapas do KSOP em Balneário. Sua trajetória recente traz histórias marcantes, como em 2024, quando se tornou pai pela segunda vez durante a etapa de Itajaí. De lá para cá, muita coisa mudou dentro e fora das mesas, incluindo o “big hit” da carreira em 2025. A chegada do segundo filho também trouxe uma motivação extra ao jogador, algo que ele mesmo destacou ao falar sobre o momento especial de disputar a série em casa.
“Pô, jogar a ‘Libertadores do Poker’ em casa é sempre bom demais, né? É aquele momento de reencontrar os amigos, trocar ideia, sentir o clima, pra mim, está sendo especial. Hoje estou numa rotina em que consigo equilibrar bem as coisas, principalmente estar mais presente na criação dos meus filhos sem deixar o jogo de lado. Sinto que esse é o meu maior acerto nesse momento da vida, então está tudo caminhando bem”, contou Gabriel.
Ao falar sobre sua participação no KSOP, Gabriel explicou que optou por uma grade mais enxuta, priorizando torneios com melhores estruturas e premiações garantidas, em vez de volumar muito.
“Sobre o KSOP, eu optei por fazer uma grade mais enxuta, até porque não dá pra grindar tudo sem ter uma estrutura maior por trás. A ideia é focar mais nos High Rollers, nos Progressive KO e nos torneios que estiverem com garantido mais atrativo. Quero concentrar energia nesses eventos mesmo.”

Vivendo um momento mais leve na carreira, Gabriel também destacou a importância de manter a consistência sem abrir mão do equilíbrio fora das mesas. Segundo ele, a ideia é seguir focado no próprio jogo, sem pressa por resultados, valorizando cada momento. Ele também reconheceu que 2025 foi um ano de virada, muito por conta de ajustes na rotina profissional e da influência de Felipe Carbonera, amigo próximo e head coach do seu time.
“A ideia é seguir tranquilo, fazer o meu jogo, buscar esses resultados com calma. Se vier agora, ótimo. Se não, a gente segue trabalhando e tenta no próximo. O mais importante é estar aqui, vivendo isso, revendo a galera e curtindo o ambiente. Em 2025 foi um ano bem importante pra mim. Eu estava muito focado nos aplicativos, jogando pouco nos sites. Aí entra o Felipe Carbonera, que é um grande amigo e também head coach do meu time, foi uma peça importante nessa mudança de direção”, disse.
Na sequência, Gabriel detalhou ainda mais esse processo de mudança, explicando como surgiu a decisão de migrar o foco para os principais sites de poker, como a GGPoker, que lhe rendeu US$ 155 mil recentemente, e como isso impactou diretamente sua rotina, principalmente em relação à família, que aumentou com a chegada de Valentim, seu segundo filho.
“E ele meio que me puxou, sabe? ‘Pô, cara, vamos jogar site. Já está na hora de tu ir pra site’. Eu também já estava querendo mudar um pouco a rotina, porque a pegada dos aplicativos é diferente, você joga com gente do mundo inteiro, acaba ficando muito preso à noite, madrugada e eu queria ajustar isso pra ter mais tempo com a minha família. No fim, ele me deu esse empurrão, eu abracei a ideia e gostei muito. A adaptação foi super boa, consegui engatar três bons resultados. Depois, acabei me desligando da Never Standard e enxerguei uma nova oportunidade na Smart, que é uma equipe sensacional, com head coaches que estão entre os melhores do Brasil. Quero aprender bastante com eles. E acredito também que tenho muito a agregar ao time. A expectativa é que seja uma parceria de muito sucesso”, pontuou.
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