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Eles brilharam: confira sete destaques do KSOP Special

Alguns nomes mostraram ótima consistência e acumularam bons resultados na etapa

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(Crédito: KSOP)

Foram dezenas de torneios durante o KSOP Special. As opções para os jogadores engatarem e buscarem altas premiações e troféus eram fartas. No final das contas, como sempre acontece, alguns nomes mostraram ótima consistência e acumularam bons resultados, com pelo menos mais de uma mesa final em Balneário Camboriú.

Diferente das outras etapas do KSOP do ano, onde muitos jogadores conseguiram levar mais de um troféu para casa, apenas um participante realizou este feito: o recreativo Marcos Avila. O Mundo Poker reuniu alguns dos destaques da etapa. Confira:

Daria Krashennikova

A jogadora russa mostrou que não veio para o KSOP Special para passear. Logo no primeiro dia, ela chegou na mesa final do High Roller Light e acabou eliminada num baita cooler na 8ª colocação. Alguns dias depois ela ficou com o vice-campeonato do Ladies Event e ainda fez reta final no Main Event, terminando na 48ª colocação.

Marcos Ávila

O divertido recreativo que sempre acompanha as etapas do KSOP mostrou mais uma vez que dá trabalho para os adversários. “Branco”, como é conhecido, foi o grande campeão do 8-Max e ainda beliscou a 3ª colocação no PL Omaha Capado. Ele também fez mesa semifinal do Main Event Light, ficando na 14ª colocação.

Marcelo Ruiz

O argentino mostrou que estava com o jogo afiado em Balneário Camboriú. Depois de ficar na 4ª colocação do 8-Max, Marcelo Ruiz brilhou ao cravar o Progressivo KO e levar uma grande forra superior a R$ 90.000. Ainda deu tempo de premiar no Main Event (213º) e ficar em 9º lugar no Kings Mega KO.

Dárcio Ceolin

Disposto a incomodar o pelotão da frente na briga do ranking do KSOP Special, Dadá Ceolin resolveu fazer multibling numa das noites do torneio e se deu muito bem. No mesmo dia, o recreativo beliscou a 6ª colocação do PL Omaha Capado e ainda foi o grande campeão do King Turbo KO, que teve um grande field. Também fez outros três ITMs: Main Event (273º), Main Event Light (15º) e PL Omaha (29º).

Paulo Dinis

Vice-campeão do ranking no ano passado, Paulinho Dinis mostrou que estava com tudo no Omaha. O santista fez mesa final em três torneios da modalidade: 3º no PL Omaha, 5º no PL Omaha Capado e 7º  no PL Omaha Dealer’s Choice 4/5 cartas. Entrou pra briga do ranking da modalidade. Também fez ITM no Monster Stack (79º).

Rodrigo Pfeifer

Pfeifer conseguiu um retorno financeiro excelente com o vice-campeonato do High Roller no último dia, levando o prêmio de R$ 223.000. Antes ele já havia feito mesa final no Progressive KO junto com o filho Felipe, terminando na 9ª colocação e premiado no Main Event.

Paulo Gini

No apagar das luzes, Paulo Gini foi o grande campeão do Kings Mega KO e botou mais fogo na briga pelo ranking. Ele coroou uma ótima etapa com sete ITMs, ficando na cola de Alen Fillipe e Celso Sirtoli que fizeram seis cada, porém sem conquistar troféus.

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Tales Alcântara relembra que quase não viajou para Balneário, comemoração por título e Dia Final inteiro short stack no KSOP Special

O cearense revelou que andava desaminado com o poker antes de participar do evento

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(Crédito: KSOP)

Há exatamente um ano, o cearense Tales Alcântara sentiu o que era estar no topo do pódio do Main Event do KSOP Special. O festival mais aguardado da King’s Eventos tornou Balneário Camboriú a casa do poker brasileiro no começou de agosto de 2019 Numa disputa eletrizante, o player provou a toda a comunidade do poker e principalmente a ele mesmo que era capaz de conquistar grandes feitos no esporte.

O médico teve uma trajetória incrível, saindo de short stack no início do dia final, até a cravada. Tales não foi chip leader em nenhum momento da decisão, apenas quando conseguiu a virada no heads-up contra o colombiano Dario. A vitória lhe rendeu R$ 720.000 após acordo no 3-handed.

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O campeão falou com o Mundo Poker e relembrou seu momento mais inesquecível no poker até hoje. Aqui você vai descobrir o que se passava pela cabeça de Tales na mesa final, como a vitória mudou a vida dele e porque tudo isso poderia não ter acontecido. Confira a entrevista completa abaixo:

MP: Quando você venceu o torneio ano passado, você disse que ainda estava difícil de cair a ficha. Qual foi o momento que você realmente percebeu o que tinha acontecido?

TA: Quando comecei o dia final, acho que tinha o menor stack, ou o segundo menor. Então, apesar de estar tão perto do final, o título do KSOP Special parecia ainda algo muito distante. Quando vi o showdown da última mão do meu adversário, o cansaço era tão grande depois de uma maratona de dias consecutivos jogando poker, que não consegui absorver direito o que estava acontecendo. Até então, minha namorada era a única pessoa da minha família que sabia, e ela não podia acreditar, tanto quanto eu, que eu tinha cravado o Main Event. Na manhã seguinte, quando estava voltando para casa segurando o troféu, mandei mensagem para minha irmã e começamos a conversar. Nessa hora, estava mais calmo e pude ter mais clareza do prêmio que tinha acabado de conquistar.

MP: Você também disse que se sentiu um pouco desconfortável por estar jogando com cartas reveladas. Isso foi um empecilho para você durante a disputa e moldou a forma como jogava de certa forma?

TA: Não diria nem tanto que foi um empecilho, mas confesso que, de certa forma, joguei um pouco diferente do que joguei nos dias anteriores. A gente acaba se sentindo um pouco julgado quando as pessoas podem ter acesso à forma como estamos jogando. Entretanto, o fato de estar com um stack curto numa mesa final tão importante foi o que mais me deixou desconfortável e me fez tomar algumas decisões questionáveis, por assim dizer.

MP: O ME foi bem intenso no KSOP Special e tinha muita gente boa na mesa final. Teve algum momento que você pensou que não daria para garantir o 1º lugar?

TA: Durante a mesa final quase toda (risos). Eu estive muito curto em fichas durante quase toda a FT e, justamente por isso, tentava me segurar ao máximo enquanto assistia aos outros jogadores se degladiarem. O momento que eu fiquei mais tenso foi quando tive que ir all in num flop com dois pares e contra um adversário com uma broca e um flush draw. Nessa hora, achei mesmo que seria o fim.

MP: Naquela época, você fez alguma preparação especial para participar do evento?

TA: Não fiz nada de especial. Na época em que o evento aconteceu, eu andava um pouco desanimado com o poker. Estava jogando pouco e praticamente não estudava mais. Quase não fui. Lembro que comprei as passagens uns dois dias antes do evento. A ideia de ir a Balneário Camboriú foi justamente experimentar algo diferente para tentar retornar ao poker. Fui com a intenção mesmo de me divertir.

MP: Como é carregar esse título importante desde do ano passado? O que mudou na sua vida e o que você aprendeu com essa experiência?

TA: Esse título tornou-se a maior conquista que já tive no poker, tanto on-line como live. Mesmo que por pouco tempo, tive visibilidade nacional no cenário do poker brasileiro pela primeira vez. Ter experimentado isso me devolveu a motivação que eu estava buscando para retornar. Ainda assim, um dos grandes aprendizados que tive foi que uma grande conquista como essa pode esconder muitas deficiências, em se falando de aspectos técnicos do jogo, e isso me deixou mais consciente de que tenho ainda muito para melhorar e evoluir. Em outros eventos que participei, muitas pessoas chegaram para falar comigo e me parabenizar. Disseram que gostaram da forma como eu joguei e enfrentei aquele field. Isso foi algo muito recompensador.

De volta para a minha cidade, Fortaleza (CE), pude comemorar com os colegas e amigos do poker. Saulo Regadas, um dos sócios do KSOP, entrou em contato comigo e fizemos um torneio de comemoração com comida e bebida liberadas. Nos divertimos muito. Lembro que no heads-up cheguei a dar uma mão como dealer. Além disso, depois de uma conquista como essa, meus pais passaram a olhar o poker com outros olhos e consegui ainda mais apoio deles. Essa foi um dos melhores frutos do título. Ainda com o dinheiro do prêmio consegui investir mais na estruturação de uma carreira mais sólida dentro do poker.

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Freeroll do KSOP Online premia nove jogadores com tickets para o WPT Online; confira os vencedores

Sete brasileiros conseguiram alcançar a mesa final do torneio

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Depois do encerramento de todos os torneios da grade regular do KSOP Online, com 12 eventos para os jogadores, a terça-feira (30) reservou um persente para o público que jogou pelo menos um evento da grade: o Freeroll de Agradecimento, valendo prêmio para todos os finalistas.

O field contou com a participação de 106 jogadores e os prêmios em jogo eram três tickets para a WPT World Online Mini de US$ 1.050 e outras seis vagas para WPT World Online Mini com buy-in de US$ 109. Os jogadores que formaram o pódio e levaram os principais prêmios foram Felipe Sena, Henrique Magalhães e Mathias Guimarães.

LEIA MAIS: Com “secação” até o fim, Raffael Brum é o campeão do ranking do KSOP Online: “deu tudo certo”

Os outros nomes que completaram a mesa final e puxaram um ticket para o US$ 109 foram Thiago Medeiros, Christian Lucardi (Argentina), Claudio Vasquez (Chile), Fidencio Guadalupe (México), Matheus Cassemiro e Vinícius Joaquim.  A ingrata colocação da bolha ficou para chileno Emmanuel Mujica.

O WPT Online Series será a maior série da história do partypoker com 16 torneios e US$ 100.000 garantidos entre os dias 17 de julho a 06 de setembro.

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Com “secação” até o fim, Raffael Brum é o campeão do ranking do KSOP Online: “deu tudo certo”

O jovem gaúcho contou com a vitória de Agustin Amestoy para segurar a vantagem

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O ranking do KSOP Online só definido no último suspiro com o encerramento do heads-up do Main Event. A glória ficou com o jogador Raffael Brum, de apenas 24 anos. Apesar de ter mandado super bem durante a etapa, ele teve que esperar fora das mesas e sofreu bastante para segurar a vantagem que tinha na liderança.

Raffael só seria ultrapassado no ranking caso o jogador Pablo Wesley de Melo fosse o campeão do Main Event. O jovem precisou secar o compatriota até o fim, pois ele alcançou o heads-up contra o argentino Agustin Amestoy e teve boas chances para matar o duelo. Para a alegria do gaúcho, tudo deu certo no final.

“Depois que acabei os torneios de hoje fiquei perdido em relação a pontuação. Quando entrei na transmissão (do canal do partypoker na Twitch) vi que o Pablo não poderia ser campeão para eu ganhar, fiquei na torcida. Tava confiante na vitória do Ganso no 3-handed, mas quando chegou no HU, eu não tava confiando muito no argentino. Não sou a pessoa que mais gosta de torcer para argentino, mas hoje quase botei uma camisa azul e branca, virei argentino desde pequenininho (risos). No fim deu tudo certo”, disse o campeão, ainda em êxtase na madrugada.

LEIA MAIS: Agustin Amestoy leva a melhor em batalha no heads-up e é o grande campeão do Main Event do KSOP Online

Raffael se destacou logo no início do KSOP Online com o título do Kings Warm-Up e ainda somou outros quatro ITMs: 5º lugar no High Roller Light, 11º no 6-Max Challenge, 23º no Main Event Light e 55º no Main Event. A regularidade foi premiada e ele ganhou um bonito troféu para eternizar a conquista e um ticket de US$ 3.200 para o WPT Championship do partypoker.

O troféu é legal pelo prestígio do ranking de um circuito tão grande quanto o KSOP e o ticket é um baita prêmio. Vai ser incrível”, disse o campeão.

Ele já está pensando no futuro. “O bom é que a série começa só em agosto, então vou ter um tempo legal para me preparar, corrigir alguns leaks. Nunca joguei nada próximo desse torneio. Maior torneio online, curiosamente, foi hoje, o US$ 530 High Roller do KSOP porque tava dedicado ao ranking. E o maior ao vivo foi o Millions Madrid, que a inscrição foi 770 euros”, contou.

Raffael tem se destacado bastante no online neste período de isolamento e puxou bons prêmios como o título do Sunday Storm da Summer Series, mas contou ao Mundo Poker que não joga profissionalmente por enquanto. O gaúcho também disse nunca ter jogado o KSOP ao vivo, mas agora é questão de tempo para a estreia.

“É uma série que eu sempre achei muito legal, mesmo sendo mais acessível, os buy-ins e as viagens ficavam muito caras para mim. Não adianta ir para jogar dois, três torneios. O legal é que nesse período da quarentena vieram alguns prêmios bem bons que permitiram uma estabilidade financeira. Assim que as coisas voltarem ao normal, eu com certeza estarei no próximo KSOP”, prometeu o campeão do ranking.

Além de Raffael, o próprio Agustin Amestoy e Maximiliano Antonioli foram os jogadores que completaram o pódio do ranking do KSOP Online. O vice e o terceiro colocados ganharam um ticket de US$ 1.050 para a WPT Online Series que vai rolar no partypoker.

Confira como terminou o top 10 do ranking do KSOP:

1 Raffael Pereira Brum BRASIL 911,16
2 Agustin Amestoy ARGENTINA 892,98
3 Maximiliano Antonioli BRASIL 719,38
4 Pablo Wesley Ribeiro De Melo BRASIL 718,42
5 Jêniffer Ritter Da Silva BRASIL 644,30
6 Jorge Alberto Tenório BRASIL 569,86
7 Luis Carlos Krupinski BRASIL 442,59
8 Marcos Henrique Silva BRASIL 440,54
9 José Donato E Silva Suzuki BRASIL 438,12
10 Ariel Lo Valvo ARGENTINA 419,20

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