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Do octógono ao poker: Mackenzie Dern celebra cinturão do UFC com participação especial no KSOP GGPoker SA; confira a entrevista

A lutadora conversou com o jornalista Guilherme Schiff

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O KSOP GGPoker South America recebeu algumas personalidades na última semana para torneios. Uma delas foi Mackenzie Dern, lutadora de MMA e campeã do peso-palha do UFC. Ela, que venceu recentemente, esteve em Balneário Camboriú e curtiu muito o evento.

Durante sua passagem pelo KSOP, Mackenzie deu uma ótima entrevista para o jornalista Guilherme Schiff, abordando diversos assuntos. O primeiro deles foi a recente conquista do cinturão, que aconteceu dias antes da etapa South America:

“É, aqui é a minha primeira semana, é o primeiro lugar que vim depois da minha vitória, me tornando campeã mundial. Eu ainda estou um pouco surreal, assim, sabe? Assim que ele colocou o cinturão na minha cintura, eu fiquei: ‘Não estou acreditando, é meu, é meu mesmo?’ Então, foi muito, muito legal, estou super feliz. Eu falei que ia trazer o cinturão para o Brasil, e eu trouxe! Estou muito feliz de estar aqui também no poker, que, na minha opinião, me ajudou muito na minha carreira. Desde que comecei a jogar poker, já conquistei três vitórias consecutivas.

Acho que o poker me ajudou a manter a calma, a não ser tão emotiva, sabe? São coisas que eu apliquei nas minhas lutas, no meu jeito de ser. E estou muito feliz, poxa, para mim é uma realização, mas é só o começo, na real. Agora a gente tem que defender e tem uma reinada longa pela frente”, iniciou.

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Mackenzie, que tem raízes brasileiras (filha de pai brasileiro com mãe norte-americana), viveu no Arizona desde a infância e conhece bem a cultura do poker, que é muito forte nos Estados Unidos. No entanto, ela só foi introduzida no jogo pelo seu ex-marido, Antônio Trocoli, o “Malvado”, também lutador de MMA.

“Foi por causa do meu ex-marido, o Antônio Trocoli, que também é muito, muito bom de poker. Ele está sempre lá ganhando vários campeonatos. Ele ficou em sexto lugar no Colossus. Ele estava sempre jogando em casa, dando all in e tudo. Eu ficava tipo: ‘O que ele está fazendo?’

Às vezes eu via ele muito feliz, outras vezes, muito triste. Aí pensei: ‘Poxa, o que é isso?’ E ele foi me mostrando, me ensinando. Depois, fui chamada para o Celebrity Poker nos Estados Unidos e comecei a me apaixonar pelo jogo. Como eu falei, o poker me ajudou muito no esporte de luta, entendeu?

Foi assim, fui gostando cada vez mais. Agora, quando tenho meu tempo livre, gosto de jogar poker porque, enquanto jogo, não penso em luta, não penso em adversário, não fico pensando em como foi meu treino. Só fico pensando nas cartas e me divertindo, conversando com a galera.

O Felipe Mojave foi me dar umas aulas. E, tipo assim, a paixão foi crescendo dessa forma. Já faz um ano e meio. Eu acho que o que eu tenho de nome no MMA, misturado com o poker, a galera tem gostado bastante. Fui chamada para vários eventos. Eu investi em eventos na WSOP, que também foi uma experiência top demais. E a paixão foi crescendo, e agora estou amando”, contou.

A campeã participou do Torneio das Estrelas e se divertiu bastante, saindo até com um troféu para se lembrar do momento. Sobre a experiência de jogar no KSOP GGPoker, ela comentou:

“Nossa, isso foi uma batalha. Foi igual à minha luta pelo cinturão. Foram 25 minutos de guerra, e o poker também foi, sei lá, algumas horas de guerra. Porque eu tinha caído na primeira etapa, onde a gente tinha uma entrada, mas depois chegou um ponto que eu estava indo bem, mas não estava recebendo muitas mãos boas.

Todo mundo sabe que, quando você não tem mãos boas e chega em terceiro lugar, já é uma vitória, né? E teve várias vezes que eu precisei ir all in com uma mão fraca, tipo par de três, essas coisas. Não eram mãos ruins, mas foi como um renascimento, uma ‘Fênix’, sabe?

Fiquei muito feliz com esse troféu, meu primeiro troféu de poker. Então, estou super, super feliz. E isso me instiga ainda mais a continuar nessa jornada. Não é bem uma carreira ainda, mas é uma paixão que eu tenho pelo poker. Quero correr atrás de mais vitórias e seguir conquistando”, descreveu.

Esses assuntos e outros podem ser conferidos na entrevista completa em vídeo realizada nos últimos dias!

Confira abaixo:

Confira o Poker de Boteco #116 com Elvis Renan “Catholão”:

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Encerramento do KSOP Circuit Amazônia acontece neste domingo com High Roller, Last Chance e Manaus Turbo Finale; confira

O evento começa às 14h no Centro de Convenções Vasco Vasques

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A histórica etapa do KSOP Circuit Amazônia chegará ao fim neste domingo. Após longos seis dias de muito poker em Manaus, o evento contará com mais alguns campeões coroados no Centro de Convenções Vasco Vasques.

A principal atração do dia será o Dia Final do High Roller, após a coroação do Main Event na madrugada. O High Roller segue com inscrições abertas e será reiniciado às 14h, com entradas e reentradas permitidas até as 16h15. O buy-in é de R$ 7.500.

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Iniciado no mesmo horário, o Last Chance é a outra oportunidade para os jogadores ainda garantirem um troféu no KSOP Circuit Amazônia. Com buy-in de R$ 750, o torneio promete agitar o salão, com inscrições abertas até as 17h50 deste domingo.

Fechando a etapa em grande estilo, o último torneio a começar no KSOP Circuit Amazônia será o Manaus Turbo Finale. A competição terá início às 17h, com buy-in de R$ 500 e inscrições abertas até as 19h15, encerrando oficialmente a programação do evento.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP Circuit Amazônia: Jian Cardoso tem linda arrancada na mesa final, vence heads-up contra Jarbas Platini e é campeão do Main Event

O jogador embolsou a quantia de R$ 47.500

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Manaus recebeu pela primeira vez um grande evento de poker de porte nacional como o KSOP Circuit e fez bonito, com vários jogadores marcando presença na etapa Amazônia do circuito. O foco principal dos competidores foi o Main Event, que teve o desfecho na madrugada deste domingo, com o título de Jian Cardoso.

O jogador de Manaus aproveitou o circuito em casa e brilhou ao superar um qualificado field de 144 entradas no valioso torneio de buy-in R$ 2.500. Como recompensa, garantiu o belo troféu e a forra máxima de R$ 47.500, colocando o poker do Norte do Brasil em evidência.

“Bom, primeiramente, obrigado pelas perguntas. Cara, para mim, tem um sentimento muito especial, principalmente por ser aqui na minha terra. E acho que hoje, mais do que nunca, teve algo mais especial ainda porque meu pai também foi campeão em um evento paralelo, então acabou que a gente fez a dobradinha. A gente nunca teve um evento dessa magnitude aqui, né? E ter pela primeira vez um evento com toda essa estrutura, todas as pessoas que participaram, tanto o Dedé quanto vocês do KSOP que trouxeram isso aqui para a gente, é muito legal. Espero que seja o primeiro de muitos também, então é muito gratificante”, disse o campeão.

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Ao ser lembrado de que a dobradinha entre pai e filho já havia acontecido no KSOP em outra ocasião, com Joanello e seu pai Luiz conquistando títulos simultaneamente, o campeão destacou a felicidade de dividir esse momento especial com a família e, principalmente, com seu pai, Jean Emerson, campeão do Manaus Turbo KO.

“Com certeza. É como eu falei: tem um sentimento diferente, foi muito especial ver tudo isso. Ele também estava há um bom tempo sem jogar, então ver ele vindo para cá de novo, ainda que tenha sido, como você falou, um evento paralelo, me deixou muito feliz. O pessoal também ficou bastante contente. Meu pai é uma figura muito conhecida no meio do poker. Basicamente, ele foi o pioneiro aqui em Manaus, então fiquei muito feliz, o pessoal ficou feliz, ele está feliz, então é isso aí”, falou.

Com o título em mãos, Jian agora terá a oportunidade de frequentar mais vezes o KSOP em outras regiões do país. Porém, o manauara, que atualmente trabalha com agência de viagens, explicou que a rotina profissional acabou dificultando a presença constante nos eventos, apesar da forte ligação antiga com o poker competitivo.

“Eu já tentei, em uma época, ser jogador profissional de poker. Eu corria o circuito mesmo. Jogava online por times e tudo. Então, sempre foi uma coisa de que eu gostei bastante: ir para os eventos e viver esse ambiente. Fica um pouco difícil agora por conta do trabalho. Por coincidência, eu trabalho com agência de viagens, né? Então, agora que estou trabalhando, acaba ficando um pouco mais difícil viajar. Mas quem sabe? Vou me programar e, com certeza, quero participar de outras etapas”, finalizou.

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A mesa final

A decisão do torneio começou de forma insana, com mãos interessantes desde o início. O anfitrião Ademilson Costa, o “Dedé Bad Beat”, alcançou a decisão e, após perder boa parte do stack para Cristian Ribeiro, foi o primeiro eliminado.

O jogo seguiu com o chip leader do início da mesa final, Berg Junio, engatando em potes enormes e perdendo todas as fichas para Cristian Ribeiro, que acertou um flush no flop e levou o stack todo de Berg.

Depois disso, o jogo deu uma travada, até que a próxima vítima fosse Cristian. O militar da FAB acabou perdendo dois coolers enormes e se despediu contra Pilla, de QQ para AK, com o catarinense acertando dois reis no board.

Pilla não parou por aí. Na sequência, levou todas as fichas de Alisson Frank, com QQ contra A5, sem nenhum perigo, formando assim o 5-handed. E, logo, o churrilho enorme apareceu com AA contra o QJ de Alberto Serafim, com Pilla eliminando-o de forma tranquila, na 5ª colocação.

Ketson Freitas foi o próximo a se despedir, de TT contra o KT de Jian Cardoso. Leandro Pilla se despediu em terceiro, perdendo todas as fichas de K3 para QQ, formando o heads-up entre Jarbas Platini e Jian Cardoso.

O heads-up foi insano. Jian defendia o título para Manaus contra o cearense Jarbas Platini, do Bananas Poker Team. O duelo entre os dois só terminou em uma mão, onde o board mostrava JT753, e Jian tinha uma trinca de TT e conseguiu encaixar o all in contra T8 de Jarbas, sendo campeão do Main Event.

Confira a premiação completa:

1º – Jian Cardoso (Manaus-AM) – R$ 47.500*

2º – Jarbas Platini (Aracati-CE) – R$ 42.500*

3 – Leandro Pilla (Balneário Camboriú-SC) – R$ 45.000*

4 – Ketson Freitas (Porto Velho-RO) – R$ 21.560


5- Alberto Santana (Manaus-AM) – R$ 17.400


6- Alisson Frank (Porto Velho-RO) – R$ 14.000


7- Cristian Ribeiro (Manaus-AM) – R$ 11.300


8- Berg Silvestre (Manaus-AM) – R$ 9.100


9- Ademilson Costa”Dedé Bad Beat” (Manaus-AM) – R$ 7.500

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP Circuit Amazônia: Dia 1 do High Roller tem venezuelano na ponta e Leidiane Rivolli em destaque; confira

O torneio terá inscrições abertas até às 16h15 deste domingo

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O domingo será de muito poker no KSOP Circuit Amazônia, com os últimos torneios da grade sendo decididos. O principal deles será o High Roller, com buy-in de R$ 7.500, que teve o Dia 1 disputado neste sábado.

Com inscrições abertas até o início do Dia 2, muitos jogadores optaram por entrar apenas neste domingo, e o torneio registrou seis entradas no primeiro dia classificatório. O chip leader foi o venezuelano Jesus Mejja, que ensacou 210.000 fichas, exatamente o dobro do stack inicial.

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Destaque também para a jogadora Leidiane Rivolli, que avançou com 155.000 fichas. Seu marido, Alex Testoni, o “Prefeito”, também garantiu classificação com 83.500. Completarão o Dia 2 o cantor Munhoz, embaixador do KSOP, com 82.500, e Cristiano Costa, que acumulou 68.500 fichas.

A expectativa é de mais entradas no Dia 2, que começa às 14h deste domingo e tem inscrições tardias até as 16h15. Os blinds voltam em 1.000 / 2.500 com big blind ante. O Dia Final também terá transmissão da MundoTV.

Confira o chip count completo:

ogador Chipcount Cidade UF País Mesa Posição
Jesus Rafael Mejia Borges 210.000 Cumana VEN Venezuela Mesa 2 Posição 5
Leidiane Rivolli De Oliveira 155.000 Ouro Preto Do Oeste RO Brasil Mesa 2 Posição 3
Juan Alex Testoni 83.500 Ouro Preto Do Oeste RO Brasil Mesa 2 Posição 1
Raphael Calux Munhoz Pinheiro 82.500 Campo Grande MATO GROSSO DO SUL Brasil Mesa 2 Posição 7
Cristiano Pereira Costa 68.500 Manaus AM Brasil Mesa 2 Posição 4

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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