KSOP
De olho no Carnaval, Benny Glaser explica vinda para o KSOP GGPoker South America e elogia field brasileiro: “muito amigáveis”
O britânico disse que focou bastante no jogo e depois vai curtir a cidade
Um dos grandes nomes presentes no KSOP GGPoker South America é o craque Benny Glaser. Pentacampeão da WSOP, o dono de cinco braceletes também tem 15 WCOOPS e 10 SCOOPS conquistados na carreira. Ele está jogando o evento no Brasil com afinco e respondeu diversas perguntas do Mundo Poker em uma entrevista sem papas na língua.
Benny explicou que a decisão de vir para o Brasil foi de última hora e que descobriu o evento por causa de postagens de um amigo. A vinda foi facilitada por ter achado um voo direto da Flórida, onde estava antes, para o Brasil. “Esse é um raro momento do ano de inatividade onde eu posso fazer o que quiser”, disse o britânico.
Glaser também está de olho no Carnaval brasileiro. Sabendo do período festivo depois do KSOP GGPoker South America, o inglês esticou a viagem. “Tenho quatro dias e espero me divertir nas festas do Carnaval”, comentou. Por enquanto, ele está focadíssimo no jogo e disse que não conseguiu conhecer a natureza, o Cristo Redentor e nem a praia.
O único rolê do britânico foi ter ido ao ensaio de uma escola de samba. “Foi muito interessante de ver e bastante divertido. Todos os caras que estavam lá formaram um bom grupo e depois a gente ainda foi para uma balada que foi legal”, completou. Glaser falou sobre o field brasileiro, a barreira do idioma e também foi transparente ao falar sobre o que está achando do evento.
Por enquanto, o colecionador nato de troféus já tem um garantido para a estante quando retornar para casa. Ele foi vice-campeão do 8-Games depois de heads-up contra Tales Alcântara.

Mundo Poker: Como que foi a decisão de vir para o evento no Brasil?
Glaser: “Foi tipo uma decisão de último minuto. Não foi exatamente um convite do Felipe. Eu vi um amigo meu postando sobre, fiquei interessado e ele me colocou em contato com o Felipe, você sabe que sou amigo dele. Ele me falou como seria, o que foi legal”.
“Eu estava na Flórida antes e tinha basicamente algumas semanas sem saber o que fazer antes de ir para Paris (jogar o EPT). Eu consegui achar um voo direto, o que ajudou a minha decisão de vir. Eu nunca tinha vindo para a América do Sul antes e esse é um raro momento do ano de inatividade onde eu posso fazer o que quiser”.
“Eu escutei especialmente que o Ultra High Roller aqui seria bem legal, também teria alguns outros eventos com buy-ins bons, e eu tinha alguns amigos vindo. Eu só decidi ‘eu vou, vamos descobrir’”.
Mundo Poker: Você sabe que o famoso Carnaval brasileiro começa logo depois do fim do evento? Está pensando em esticar a viagem?
Glaser: “Estou sabendo. Então eu decidi ficar aqui até o dia 12, então fico aqui mais quatro dias depois que o festival terminar e vou para Paris daqui. Tenho quatro dias e espero me divertir nas festas do Carnaval”.
Mundo Poker: Você conseguiu conhecer lugares turísticos do Rio de Janeiro durante esses dias do evento?
Glaser: “Eu ainda não consegui. Eu fiquei jogando na maior parte do tempo. Eu fui um dia para o samba, no ensaio, e foi muito legal. Foi muito interessante de ver e bastante divertido. Todos os caras que estavam lá formaram um bom grupo e depois a gente ainda foi para outra balada que foi legal. Isso foi basicamente o que eu vi fora do hotel. Eu ainda não fui pra praia. Ainda não vi natureza ou nada como o Cristo Redentor, mas eu definitivamente planejo ver tudo isso antes de eu ir embora”.

Benny Glaser
Mundo Poker: Você ficou surpreso quando chegou no evento e se deparou com essa grande estrutura?
Glaser: “Achei interessante. No começo foi um pouco difícil porque os torneios são meio que um do lado do outro. Então inicialmente foi difícil de entender onde estava exatamente cada coisa. Mas sim, é muito interessante onde basicamente tudo está em um salão aberto, então é bem fácil em termos de poder ir lá com todos ao redor, o que é muito bom. E sim, é bom que tenha uma quantidade razoável de espaço para as mesas, assim como esse lounge legal (ele se referiu à área de alimentação onde deu a entrevista)”.
Mundo Poker: Em termos de organização, staff, dealers, o que você está achando?
Glaser: “Para ser honesto, eu estava conversando por exemplo com diretor de torneio principal, Andy Tillmann, que eu sou amigo e é um ótimo diretor. Foi um pouco difícil na parte de comunicação com o floor staff, particularmente por causa da barreira de linguagem”.
“Em parte, eles fazem as coisas de maneira diferente aqui. E o mesmo acontece com alguns dos dealers que eles têm algumas regras e coisas que estão errando ou, digamos, errando contagens de fichas. Mas no geral o padrão dos dealers tem sido muito bom, sim, com uma qualidade decente e consistente”.
Mundo Poker: E o field brasileiro? O que está achando do jogo deles e também fora das mesas?
Glaser: “Eles estão sendo muito amigáveis. Eu queria que o meu português fosse melhor porque infelizmente não são muitas pessoas que falam inglês, então a barreira do idioma é dura. Eu queria poder falar mais, eles são legais e gostam de jogar poker. Os fields estão bons e bem grandes. Tem sido legal e interessante de jogar contra”.
Mundo Poker: Você acha que o Brasil pode se tornar uma rota de viagem para você? Pensa em voltar para o evento ano que vem?
“Possivelmente sim. Vou ver como vai estar o meu calendário e também o cronograma do evento, se eles vão estar pensando em fazer um US$ 20K (R$ 100.000) de novo, coisas assim. Depende de onde vou estar pelo mundo e de quão fácil será para vir. Um ponto é o rake. O Main Event com mais de 25% de rake é duro. Acima de tudo, eu estou gostando muito, quero ver mais do Rio, curtir esse ambiente. Dependendo do que eu ver aqui, isso vai influenciar se eu vou voltar ou não”.
Mundo Poker: Ano passado você teve um ano de muito sucesso no SCOOP e WCOOP. Pretende continuar colecionando troféus?
Glaser: “Com certeza. Definitivamente vou forte no SCOOP e WCOOP de novo. Tentar ganhar o máximo que eu puder e lutar pelos rankings de novo”.
Mundo Poker: Quais jogadores brasileiros te chamam atenção no Mixed Games?
Glaser: “Eu realmente acho que Yuri é o principal. Tem muitos jogadores brasileiros que eu vejo com frequência nos Mixed Games. Honestamente eu vou dizer que ele é provavelmente o único elite comparado com o restante, alguns são bem complicados de jogar contra, mas ele é o melhor”.
Confira o Episódio #57 do Poker de Boteco com Guilherme Schreiber:
KSOP
KSOP Iguazú terá torneios High Rollers todos os dias; confira a programação completa
O mais caro irá custar R$ 25.000 de buy-in
O KSOP vai desembarcar pela terceira vez em Puerto Iguazú, novamente no City Center Iguazú, a casa do circuito na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Entre os dias 3 e 9 de junho, o festival promete fortes emoções com torneios para todos os perfis de jogadores, especialmente para os amantes dos High Rollers.
Com uma grade recheada de competições mais caras, não faltarão opções para quem gosta desse tipo de disputa. Logo no primeiro dia, o High Roller Light, de R$ 7.500, surge como principal atração, com início na quarta-feira e decisão na quinta.
Ainda na quinta-feira, o KSOP promove mais um torneio de destaque: o High Roller One Day, com buy-in de R$ 10.000 e níveis de blinds de 25 minutos. Já na sexta-feira, as atenções se voltam para o Super High Roller, torneio de R$ 25.000, que contará com stacks iniciais de 100.000 fichas e blinds de 45 minutos.
No sábado, dia em que será conhecido o campeão do torneio mais caro da série, acontece também o PKO One Day, com buy-in de R$ 10.000 e blinds de 25 minutos, uma ótima oportunidade para os fãs de caçadas a bounties valiosos.
A principal competição entre os torneios de maior buy-in será o tradicional Championship, que chega a Iguazú com entrada de R$ 15.000 e garantido de R$ 1 milhão. Por fim, no último dia da etapa, o High Roller Last Chance fecha a programação com buy-in de R$ 10.000 e níveis de 20 minutos.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP Puerto Iguazú terá R$ 3,5 milhões garantidos e grandes torneios em junho; confira
O evento ocorre entre os dias 3 a 9 de junho
Após o término da etapa Circuit de Manaus, o KSOP vai desembarcar mais uma vez em Puerto Iguazú, entre os dias 3 e 9 de junho, para a terceira parada válida pelo ranking de 2026. Por lá, estão programados torneios especiais, realizados no City Center Iguazú, com pelo menos R$ 3.5 milhões garantidos em premiações ao longo da etapa.
Começando pelo Main Event, torneio carro-chefe da série de buy-in R$ 4.000, que distribuirá uma premiação garantida de R$ 1 milhão, com cinco classificatórios ao longo dos dias. Outro torneio valioso da grade é o Warm-Up, com buy-in de R$ 1.000, que garante pelo menos R$ 300 mil em premiação aos participantes.
Já o Progressive K.O., de R$ 2.500, terá um garantido total de R$ 500 mil, também sendo disputado em classificatórios. Destaque também para o Iguazú Experience, com entradas de R$ 600 e R$ 100 mil garantidos. Fechando a lista dos torneios mais acessíveis em destaque, o Monster Mystery KO 6-Max terá buy-in de R$ 2.500 e premiação garantida de R$ 400 mil.
Por fim, a grade contará com diversos High Rollers, incluindo o Super High Roller, de R$ 25 mil de buy-in. Além disso, o tradicional Championship distribuirá R$ 1 milhão garantido, com entradas custando R$ 15 mil. Como sempre, o Mundo Poker estará presente para trazer todas as novidades diretamente da Argentina.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller
O venezuelano puxou R$ 61 mil

O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.
O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.
Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.
O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.
Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.
Confira a premiação completa:
1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

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