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Da República Dominicana, Pablo Guzman fala sobre trajetória no KSOP GGPoker, inspiração em Alex Foxen e futuras viagens

O jogador é o único representante de seu país na etapa do Rio de Janeiro

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As etapas do KSOP GGPoker costumam receber jogadores de toda a América Latina, além de competidores de outras partes do mundo. Na quarta etapa de 2025, não está sendo diferente. Um dos estrangeiros presentes é o dominicano Pablo Guzman, que veio pela segunda vez ao Rio de Janeiro para jogar poker.

Conhecido pelo estilo marcante das roupas, sempre com muitos patches nas blusas de poker, Pablo esteve em janeiro no evento, quando “limpou” a loja oficial do KSOP e se apaixonou pelo circuito após conhecê-lo na GGPoker. Sete meses depois, ele está de volta, disputando títulos e representando a República Dominicana.

“O KSOP, para mim, é um dos melhores eventos aqui no Brasil, da GGPoker, e eu aproveito muito. Sempre que viajo mais de 10 horas é bem cansativo, mas estar aqui é especial. É importante estar em uma etapa da KSOP”, contou.

Além de marcar presença no Rio de Janeiro, Pablo Guzman mantém uma agenda agitada no circuito. Apaixonado pelo poker ao vivo, ele participa sempre que pode de torneios pela América Latina, como os realizados na Colômbia e no Panamá — países que receberam etapas internacionais do KSOP em 2024. Mas seus planos vão além:

“Sempre que posso vou para a Colômbia, Panamá e agora Brasil, no KSOP GGPoker. No próximo ano, pretendo ir para o Canadá, Estados Unidos e outros lugares”, afirmou o dominicano, que segue levando o nome de seu país para diferentes torneios ao redor do mundo.

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Pablo é mais um dos vários jogadores ao redor do mundo que buscam conhecimento de forma profissional para alavancar a carreira de maneira sólida. Foi assim que ele conheceu uma das principais escolas de poker da atualidade, através de seu jogador favorito, o craque Alex Foxen, multicampeão em diversos eventos pelo mundo.

Foxen, ao lado de Chance Kornuth, lidera a Chip Leader, plataforma de estudos bastante reconhecida no cenário internacional. Pablo exibe com orgulho o patch da escola durante as disputas do KSOP GGPoker, mostrando que é fiel ao estilo de jogo dos seus ídolos.

“Meu jogador favorito é o Ale Foxen. Sempre acompanhei ele e o vi jogando com o patch da ChipLeader.com. Achei que talvez fosse uma escola e depois pensei: ‘vou entrar’. Entrei na escola do John em 2024, me inscrevi e também comprei alguns cursos online. Estudo lá na plataforma da Chip Leader, que, como você disse, é do Ale Foxen e do Chance Kornuth”, comentou.

Engatado no Mini High Roller e com muitas fichas, Pablo Guzman quer levar um troféu para a República Dominicana e, claro, um belíssimo prêmio. O dominicano preparou uma grade cheia de torneios para disputar até o próximo dia 16.

“Vim para jogar o Warm-Up, por isso cheguei mais cedo. Gosto de participar para ir aquecendo e também gosto muito do Mystery High Roller. Hoje dei uma bala no Warm-Up, caí e pensei: ‘vou entrar no Mini High Roller, já que não estou fazendo nada’. Agora já estou com quase um milhão de fichas. Estou me divertindo muito aqui no Brasil, no KSOP”, falou.

A próxima etapa do KSOP GGPoker será em Balneário Camboriú, encerrando a temporada 2025 do circuito. Pablo, que nunca visitou a cidade, comentou sobre a possibilidade de conhecer o destino no estado de Santa Catarina, que sediará o evento em outubro:

“Eu adoro o Brasil. Quero tentar ir a todos os eventos da KSOP, porque realmente gosto muito. Gosto da GGPoker, gosto do Brasil, gosto do jeito brasileiro… e aproveito muito as etapas de vocês na KSOP”, afirmou.

Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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KSOP SA: Peterson Machado vence cooler em all in triplo e fica gigante na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.

O carioca venceu o torneio em outras duas oportunidades na carreira

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O Progressive K.O. é um dos torneios mais queridos da grade do KSOP, e o campeão da etapa South America 2026 será conhecido ainda nesta terça-feira. Um dos postulantes fortíssimos é Peterson Machado, que já venceu a competição em duas ocasiões ao longo da carreira.

O embaixador do KSOP está muito forte na briga e puxou um pote enorme na semi FT, que lhe rendeu uma ótima quantidade de fichas ao vencer um cooler em all in triplo. Ele tinha nos blinds 18.000 / 36.000, quando William Melo anunciou all in de 403.000 fichas com do UTG.

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No UTG+1, Victor dos Santos, com 1.492.000 fichas, resolveu isolar com . A ação chegou até o small blind, Peterson, que anunciou all in com 1.043.000 fichas, configurando assim o all-in triplo, com bounties valiosos em jogo. Machado jogava para segurar com seu par de damas.

Logo no flop, , Peterson acertou uma trinca e passou a liderar com tranquilidade. Ainda assim, William Melo seguia vivo por uma broca para sequência com o valete, enquanto Victor estava praticamente drawing dead. O turn foi um , mantendo a vantagem de Peterson.

Faltava o river, e Peterson só perderia para William caso batesse um dos valetes. No entanto, veio um , completando um full house e garantindo 2.561.000 fichas para o embaixador do KSOP, que segue na busca pelo tricampeonato do Progressive K.O.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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Em nova fase na carreira, Gabriel Reis equilibra família e poker, comenta novo time e detalha plano para o KSOP SA

O jogador de Santa Catarina é um dos presentes na etapa

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Balneário Camboriú se consolidou como uma das principais casas do poker brasileiro, recebendo jogadores de todo o país e até do exterior durante as etapas do KSOP. A etapa South America, por exemplo, costuma atrair um público fiel de Santa Catarina, que não perde a chance de marcar presença no grande evento. Nesse cenário, o regular Gabriel Reis é um dos nomes mais representativos.

Morando na região, Gabriel é figura carimbada nas etapas do KSOP em Balneário. Sua trajetória recente traz histórias marcantes, como em 2024, quando se tornou pai pela segunda vez durante a etapa de Itajaí. De lá para cá, muita coisa mudou dentro e fora das mesas, incluindo o “big hit” da carreira em 2025. A chegada do segundo filho também trouxe uma motivação extra ao jogador, algo que ele mesmo destacou ao falar sobre o momento especial de disputar a série em casa.

“Pô, jogar a ‘Libertadores do Poker’ em casa é sempre bom demais, né? É aquele momento de reencontrar os amigos, trocar ideia, sentir o clima, pra mim, está sendo especial. Hoje estou numa rotina em que consigo equilibrar bem as coisas, principalmente estar mais presente na criação dos meus filhos sem deixar o jogo de lado. Sinto que esse é o meu maior acerto nesse momento da vida, então está tudo caminhando bem”, contou Gabriel.

Ao falar sobre sua participação no KSOP, Gabriel explicou que optou por uma grade mais enxuta, priorizando torneios com melhores estruturas e premiações garantidas, em vez de volumar muito.

“Sobre o KSOP, eu optei por fazer uma grade mais enxuta, até porque não dá pra grindar tudo sem ter uma estrutura maior por trás. A ideia é focar mais nos High Rollers, nos Progressive KO e nos torneios que estiverem com garantido mais atrativo. Quero concentrar energia nesses eventos mesmo.”

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Vivendo um momento mais leve na carreira, Gabriel também destacou a importância de manter a consistência sem abrir mão do equilíbrio fora das mesas. Segundo ele, a ideia é seguir focado no próprio jogo, sem pressa por resultados, valorizando cada momento. Ele também reconheceu que 2025 foi um ano de virada, muito por conta de ajustes na rotina profissional e da influência de Felipe Carbonera, amigo próximo e head coach do seu time.

“A ideia é seguir tranquilo, fazer o meu jogo, buscar esses resultados com calma. Se vier agora, ótimo. Se não, a gente segue trabalhando e tenta no próximo. O mais importante é estar aqui, vivendo isso, revendo a galera e curtindo o ambiente. Em 2025 foi um ano bem importante pra mim. Eu estava muito focado nos aplicativos, jogando pouco nos sites. Aí entra o Felipe Carbonera, que é um grande amigo e também head coach do meu time, foi uma peça importante nessa mudança de direção”, disse.

Na sequência, Gabriel detalhou ainda mais esse processo de mudança, explicando como surgiu a decisão de migrar o foco para os principais sites de poker, como a GGPoker, que lhe rendeu US$ 155 mil recentemente, e como isso impactou diretamente sua rotina, principalmente em relação à família, que aumentou com a chegada de Valentim, seu segundo filho.

“E ele meio que me puxou, sabe? ‘Pô, cara, vamos jogar site. Já está na hora de tu ir pra site’. Eu também já estava querendo mudar um pouco a rotina, porque a pegada dos aplicativos é diferente, você joga com gente do mundo inteiro, acaba ficando muito preso à noite, madrugada e eu queria ajustar isso pra ter mais tempo com a minha família. No fim, ele me deu esse empurrão, eu abracei a ideia e gostei muito. A adaptação foi super boa, consegui engatar três bons resultados. Depois, acabei me desligando da Never Standard e enxerguei uma nova oportunidade na Smart, que é uma equipe sensacional, com head coaches que estão entre os melhores do Brasil. Quero aprender bastante com eles. E acredito também que tenho muito a agregar ao time. A expectativa é que seja uma parceria de muito sucesso”, pontuou.

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Gabriel Reis também ressaltou o impacto do novo time no seu desenvolvimento, especialmente no aspecto técnico, destacando a troca de conhecimento proporcionada pelos instrutores. Ele ainda fez questão de mencionar nomes importantes do cenário, como Gabriel Schroeder “gabsdrogba”, Gabriel Moura “aaurelio”, Dalton Hobold, Paulo Brombim e Alexandre Mantovani, o “Cavalito”, que contribuem diretamente para sua evolução.

“Então está sendo bem impactante, porque a gente aprende muito, principalmente nas reviews em grupo. São linhas que, muitas vezes, eu não tinha acesso antes. Apesar de eu já ter time, é um grupo de porte menor, no caso o ‘Dommo’, então o acesso acaba sendo mais limitado. E como eu também sou head coach do Dommo, eu queria justamente trazer algo mais elaborado, algo que fizesse mais sentido pensando no longo prazo”,finalizou.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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KSOP SA: Kaio Camargo engata sequência insana, puxa três bounties e dispara no Progressive K.O.

Kaio acertou quadra e ainda eliminou dois adversários na mão seguinte do torneio

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Kaio Camargo

Está rolando no salão do KSOP South America o Dia 2 do Progressive K.O. de R$ 3.000. O torneio atraiu muitos regulares para a disputa e superou a premiação garantida com facilidade, e nesta terça-feira, a caça aos bounties continuou. Quem se deu muito bem foi Kaio Camargo, o “Kaiotex”, que engatou uma sequência excelente.

Kaio, que precisou de bastante paciência durante o classificatório 1C, conseguiu passar para o segundo dia com um ótimo stack. Com o Mundo Poker observando a mesa, ele teve grande sucesso numa sequência de mãos nos blinds 20.000 / 40.000, que o colocaram como chip leader do evento com 30 jogadores ainda vivos na briga pelo título.

A primeira delas foi um flip clássico contra o argentino Ulisses Acosta. Ulisses anunciou o resteal de 20 blinds contra o open do “Kaiotex” e os dois foram para o flip, com o brasileiro segurando contra o do adversário. Não houve sofrimento: já no flop, Kaio acertou uma quadra, e o board não deu qualquer chance para o argentino, que foi eliminado na 38ª colocação.

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Logo em seguida, Kaio acabou por engatar numa mão ainda mais impressionante. O cantor Munhoz anunciou all in de 255.000 fichas e Kaio, Roger Ruivo e José Arlindo Totel anunciaram o call, formando um pote com mais de um milhão de fichas. No flop , José Arlindo liderou all in com mais 120.000, e Kaio shovou por cima com 1.035.000. Ruivo, depois de muito ficar na pensativa, largou a mão; ele cobria Kaio por uma pequena margem.

No showdown, Munhoz segurava , José Arlindo possuía e Kaio segurava . O turn e o river garantiram o potaço e a liderança do torneio para o regular.

Com o megapote, Kaio assumiu a liderança do torneio e ainda colocou dinheiro no bolso com mais duas eliminações. Só quem não ficou muito feliz foi Roger Ruivo, que revelou que segurava QT e teria acertado a trinca no turn.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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