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Com 23 anos de experiência no poker, Alexsander Mariotti passa a integrar o time do KSOP: “deixar um legado”

Mariotti tem como meta trazer visibilidade e novos jogadores para o circuito

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O KSOP tem um novo reforço na linha de frente do comando da empresa: Alexsander Mariotti. Com 23 anos de experiência de mercado, o catarinense passa a integrar a equipe do circuito. O primeiro dia na “nova casa” foi na abertura da primeira etapa do ano nesta quarta-feira (14) no Rio de Janeiro.

A trajetória de Mariotti no poker começou em 2003 organizando home games no munícipio de Rio dos Cedros. Na época, ele e os amigos organizam um jogo para 18 pessoas intitulado “Máfia da Vovó”. O hobby virou coisa séria nos anos seguintes e ele organizou o BC Poker Fest em 2011, evento que o projetou de vez para o mercado.

Mariotti fez parte e depois foi presidente da Federação Catarinense de Poker em 2012 e 2013. No ano seguinte, passou a integrar o Campeonato Gaúcho de Poker, onde ficou até o final de 2025. Mariotti conversou com o Mundo Poker sobre a nova aventura na carreira e contou que essa história poderia ter começado anos atrás.

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“Você acredita que esse primeiro convite foi feito 15 anos atrás? Infelizmente, naquele momento, o cavalo passou selado e eu não montei. No ano passado, no começo do ano, o Moisés estava pensando em me chamar. No South America, eu estava lá quando o Dimenor foi campeão, nós conversamos e lembramos daquele momento. Falamos do que a gente poderia ter feito juntos. E ele disse: vamos zerar e se o cavalo passar na sua frente, não perde a chance, tá?”, conta.

“Agora na última sexta-feira, ele me ligou e me convidou para conversar num almoço. Acho que em menos de 15 minutos a gente já tinha apertado a mão”, completa o profissional, contando como foi para aceitar o novo desafio. Moisés Moraes, CEO do KSOP, celebrou o novo reforço do grupo.

“Era um desejo nosso de mais de uma década ter o Mariotti na nossa equipe. Algumas coisas aconteceram nos últimos meses e contribuíram para que isso se concretizasse. Estamos motivados, confiantes e com a certeza de que mais um belo capítulo no poker brasileiro será escrito a partir desse momento”, declarou Moisés.

Desafios, objetivos e proximidade com os jogadores

“A ideia mesmo é ajudar na comunicação e fazer esse KSOP crescer ainda mais. Trazer visibilidade para o evento. É para agregar mesmo”, explica Mariotti. “Eu gosto muito da parte do comercial, de trazer jogadores, apresentar o KSOP para mais pessoas. Temos que trazer o jogador e, depois, depende de nós para mantê-lo aqui”.

Alexsander acredita que o poker continuará crescendo nos próximos anos e vê que o KSOP precisa estar ainda mais preparado. “O boom do poker ainda vai vir nesse crescimento constante. Eu acredito que para 2027, 2028 precisamos estar muito preparados. Para estar preparado, não adianta só ter mesa e ficha. Tem que ter um evento que traga experiências, que tenha acolhimento, um entendimento que são pessoas que estão ali. É um trabalho que vem sendo feito e leva tempo. A gente só quer aperfeiçoar isso para criar uma grande família no KSOP”.

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Outro ponto importante na visão dele é estar bastante próximo dos jogadores e escutar todos os feedbacks possíveis para trazer melhorias constantes.

“O grande segredo dessa questão é saber lidar com o público que está aqui. São pessoas, são nossos clientes, são nossos jogadores. Eles querem um bom atendimento aqui. Quando você dá essa liberdade, você está aberto a receber elogios e críticas, isso faz bem”, analisa.

“Meu grande objetivo é deixar um legado. Eu acho que já deixei em vários outros lugares, mas aqui pode ser o meu último legado. A cerejinha do bolo que estava faltando. Eu já vivi muito do poker. Aqui não é uma missão impossível, mas é muito desafiadora”, finaliza o novo membro do KSOP.

Confira o Poker de Boteco #122 com Antônio Trócoli:

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KSOP Puerto Iguazú terá R$ 3,5 milhões garantidos e grandes torneios em junho; confira

O evento ocorre entre os dias 3 a 9 de junho

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Após o término da etapa Circuit de Manaus, o KSOP vai desembarcar mais uma vez em Puerto Iguazú, entre os dias 3 e 9 de junho, para a terceira parada válida pelo ranking de 2026. Por lá, estão programados torneios especiais, realizados no City Center Iguazú, com pelo menos R$ 3.5 milhões garantidos em premiações ao longo da etapa.

Começando pelo Main Event, torneio carro-chefe da série de buy-in R$ 4.000, que distribuirá uma premiação garantida de R$ 1 milhão, com cinco classificatórios ao longo dos dias. Outro torneio valioso da grade é o Warm-Up, com buy-in de R$ 1.000, que garante pelo menos R$ 300 mil em premiação aos participantes.

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Já o Progressive K.O., de R$ 2.500, terá um garantido total de R$ 500 mil, também sendo disputado em classificatórios. Destaque também para o Iguazú Experience, com entradas de R$ 600 e R$ 100 mil garantidos. Fechando a lista dos torneios mais acessíveis em destaque, o Monster Mystery KO 6-Max terá buy-in de R$ 2.500 e premiação garantida de R$ 400 mil.

Por fim, a grade contará com diversos High Rollers, incluindo o Super High Roller, de R$ 25 mil de buy-in. Além disso, o tradicional Championship distribuirá R$ 1 milhão garantido, com entradas custando R$ 15 mil. Como sempre, o Mundo Poker estará presente para trazer todas as novidades diretamente da Argentina.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller

O venezuelano puxou R$ 61 mil

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O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.

O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.

Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

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A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.

O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.

Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.

Confira a premiação completa:

1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi  – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP Circuit Amazônia: Alexsandro Nogueira, Cristian Ribeiro e Eduardo Moura vencem no último dia da etapa

O último dia foi bastante movimentado

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O último dia do KSOP Circuit Amazônia foi recheado de torneios e contou com ótimo movimento no salão do Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. Entre os campeões da reta final da etapa, um dos destaques foi o jogador Alexsandro Nogueira, vencedor do High Roller Hyper.

O torneio, que não fazia parte da grade oficial, acabou sendo realizado após pedidos dos próprios jogadores e teve buy-in de R$ 4.000. Ao todo, 14 entradas foram registradas e Alexsandro Nogueira ficou com o título, faturando R$ 21.000 pela conquista.

Confira a premiação:

1º- Alexsandro Nogueira – R$ 21.000
2º – Bento de Souza – R$ 13.750
3º – Felipe Pedrosa – R$ 8.700

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Quem também se deu bem no KSOP Circuit Amazônia foi Cristian Ribeiro. O jogador, que na noite anterior acabou sofrendo dois duros coolers na mesa final do Main Event, deu a volta por cima ao conquistar o título do Last Chance.

Demonstrando muita resiliência após o ocorrido no principal torneio da grade, Cristian bateu com autoridade o field de 56 entradas no evento de buy-in R$ 750. Pela conquista, ele faturou R$ 10.000.

Confira a premiação:

1º – Cristian Ribeiro – R$ 10.000
2º – Gabriel Lima de Oliveira – R$ 6.000
3º – Anna Alice Bezerra de Oliveira – R$ 4.550
4º – Nabil Lelis de Oliveira Abdel Aziz – R$ 3.440
5º – Eibar Coa Monteverde – R$ 2.600
6º – Cesar Gustavo Camurça Ferreira – R$ 2.000
7º – Anderson Augusto Gadelha Cavalcante – R$ 1.600
8º – Cleiton Mauricio Sierpinksi – R$ 1.300
9º – Cleber Coldmir Sierpinski – R$ 1.100

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Por fim, o último torneio iniciado no KSOP Circuit Amazônia foi o Manaus Turbo Finale, competição que virou sensação durante as noites da etapa. Na edição derradeira do torneio, melhor para Eduardo Moura.

O jogador, que veio de Boa Vista para disputar o KSOP, superou o field de 28 entradas e, de forma especial, derrotou a própria mãe, Dyanna Vieira, no heads-up para ficar com o título. Pela conquista, Eduardo embolsou R$ 4.600, enquanto a mãe levou R$ 3.000 pelo vice-campeonato.

Confira a premiação completa:

1º – Eduardo Oliveira Moura – R$ 4.600
2º – Dyanna Vieira de Oliveira – R$ 3.000
3º – Jamily Lopes Rossete Moraes – R$ 2.000
4º – Alexandra Amenaida Villoria Alvarez – R$ 1.260

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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