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Buscando um troféu no KSOP RJ, Regis Kogler revela novos objetivos da carreira após foco nos bastidores e detalha busca pelo topo

O sócio do Full Poker Team abriu o jogo sobre as diferentes áreas de atuação

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Regis Kogler

O KSOP RJ tem recebido muitos dos maiores craques do jogo no Brasil. Com um forte domínio no poker online, o país tem o privilégio de dispor de muitos atletas de altíssimo nível que fazem um trabalho não só pessoal, mas também coletivo, principalmente com os times espalhados por todo canto.

Um dos exemplos que podemos citar é Regis Kogler, o “Capotinha”, nome respeitado não só no online, mas também com boas passagens no poker live. O sócio do Full Poker Team veio até o Rio de Janeiro para buscar um inédito troféu do circuito e falou de muitas coisas legais sobre sua fase na carreira. Antes, ele elogiou o KSOP RJ:

“Eu não corro muito o circuito live, mas aqui no Rio eu já tinha vindo uma vez e foi muito bom. Aí o KSOP parou aqui, quem não vai querer vir pra curtir, aproveitar um hotel como esse, ver vários amigos? E aí quem sabe ainda fazer uma reta de série que, querendo ou não, mesmo que eu tenha jogado poucas vezes, é um troféu que eu quero adicionar na galeria, pode falar que sou campeão do KSOP”, diz, enquanto já pensava nos próximos passos no salão.

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Dono de um currículo respeitado, Regis construiu uma carreira bastante sólida. Mas, nos últimos tempos, a sua realização pessoal tinha tinha sido deixada de lado por motivos nobres: formar jogadores. Ele contou um pouquinho desse processo: “houve um momento que eu foquei absolutamente todas as minhas forças no time e eu acabei saindo um pouco do cenário por conta disso. Eu via a lucratividade do time como sendo a minha lucratividade”, começa a explicar.

O “Capotinha” segue: “eu pensava: ‘preciso ser um jogador melhor pra que os caras me vejam como um jogador melhor e ter a ideia de que as coisas que eu falo são realmente melhores, nesse papel de formação, de instrução. Eu acredito que um jogador ganhador tem muito mais poder de palavra quando ele ensina algo quando ele está escalando limites, jogando muito caro ou enfrentando adversários muito bons. É fundamental para ter o poder de persuasão sobre os jogadores”, explica.

Por isso, depois de mudar o foco para a administração de um grande time como o Full, Regis mais uma vez decidiu reverter as coisas e partir para uma nova fase: “faz aproximadamente cinco meses que eu voltei a aplicar um volume muito forte, quero subir novamente os limites e voltar a estar em evidência pela carreira. Isso para uma realização pessoal e também pra não só trazer novos jogadores para o Full, como também pra que os que já estão lá confiem ainda mais em mim”, relata.

O profissional também apontou algumas das coisas que faz para chegar novamente ao local procurado: “hoje eu jogo muitos torneios, tenho jogado bastante cash game. Porque acho que fazer qualquer coisa diferente do comum, como tocar violão por exemplo, vai aumentar seu poder cerebral e na hora da decisão vai te ajudar a escolher melhor. Então tô tentando encaixar várias coisas na vida, como psicólogo, o Método DeRose que faço há cinco anos, pra alcançar novos ares e chegar ao topo de novo, detalha.

Regis veio direto do encontro do Full Poker Team

A vinda para o Rio veio como um relaxamento necessário para voltar a um ritmo forte. A viagem combinou também com o fim do encontro do Full, da qual Kogler se orgulha em realizar: “o encontro é muito legal pra unir o pessoal. O último encontro tinha sido há três anos e por causa da pandemia a gente foi adiando. E você ver todo o pessoa que você trabalha no dia-a-dia online é muito satisfatório, principalmente os caras que há dois três anos eram outros jogadores”, conta.

“Ver gente que conseguiu crescer na carreira, mudou a vida, mudou o pensamento. E aí compartilhar um momento de festa, onde jogamos bola, fizemos vários churrascos, fomos pra praia, piscina. Fizemos até um corrida de burros, que foi um negócio que a gente criou e foi incrível. Ver esse pessoal e se divertir foi muito legal. Assim como é aqui também, com tantos amigos”, finaliza.

Com as metas bem claras, Regis Kogler de volta com tudo à ativa é mais uma grande notícia para o poker brasileiro.

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Confira o episódio #10 do Poker de Boteco:

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Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”

O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas

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Eduardo Gavronski

O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.

Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.

O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.

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Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.

“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.

Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.

55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:

1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*

3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500

4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000

5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000

6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000

7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000

8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000


9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale

O argentino embolsou R$ 10.000

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O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.

Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.

“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

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Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:

“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.

A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.

Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000

2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000

3º – Yamil Szumik – R$ 4.800

4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560

5º – Miriam Balen – R$ 2.700

6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem

O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking

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A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.

Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.

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“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.

O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.

O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa

Ramon Pessoa

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000

2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500

3º – José Humberto Souza – R$ 19.400

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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