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VÍDEO: Gustavo “22ehnutzz” Mastelotto faz análise sobre foco na carreira e conversa com Cássio Kiles; confira

Quadro aconteceu no FULL TALK, no canal do YouTube do Full Poker Team

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(Crédito: Mais EV)

Quais são os seus objetivos na carreira como jogador de poker? Você pretende subir de buy-in, ou se manter lucrativo sem novos desafios em um buy in menor? Você quer sair da sua zona de conforto? Esses são questionamentos comuns para quem tem que administrar uma carreira como jogador de poker.

Com mais de 10 anos de carreira e encarando o field High Stakes há mais de 3, Gustavo Mastelotto é um dos exemplos de como evoluir na carreira. Ele é Head Coach do Full Poker Team e durante o Millions South América, gravou um episódio do FULL TALK, que foi ao ar no canal do YouTube do Full Poker Team.

Com o tema “que tipo de jogador você quer ser?”, “22ehnutzz”, como é conhecido no online, questiona o momento de cada um e como as pessoas lidam com o poker na sua vida.

O papo finaliza com uma conversa com Cássio Kiles e está imperdível. Confira:

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Dan Cates se intromete em disputa entre Phil Hellmuth e Bryn Kenney, é rebatido e gera nova discussão

Intromissão trouxe mais polêmica

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Os ânimos continuam exaltados entre alguns jogadores de poker nos últimos tempos. As recentes disputas e desafios têm acirrado algumas rivalidades que andavam adormecidas há muito tempo. Uma das últimas polêmicas que se tornaram públicas foi o convite de Bryn Kenney para desafiar Phil Hellmuth e decidir quem seria o melhor de todos.

Sem receber muito apoio, Kenney teve que usar seu perfil mais de uma vez para dizer que não queria se promover e prometeu doar todo o possível ganho para a caridade. A partir disso, outro nome que sempre esteve envolvido nas polêmicas do poker mundo a fora decidiu também dar alguns pitacos.

LEIA MAIS: Levelado, Arlie Shaban tilta com vilão, mas acerta flush runner runner e manda recado incomum após vitória

Dan Cates, o eterno “Jungleman”, resolveu soltar o verbo e desafiou logo os dois jogadores. A princípio, o que ele procurava era que ambos parassem de falar e realmente ajudassem causas solidárias, indicando a sua própria, com a construção de um hospital, como uma possibilidade:

“Ei @phil_hellmuth eu ouço você e @BrynKenney falando um monte de coisas sobre ganhar torneios e que você gosta de instituições de caridade. Por que vocês não doam para a minha fundação (a Fundação Dan Cates), podemos estar muito perto de construir hospitais!”

Sem perder a oportunidade, o jogador também disse que aceitaria um duelo contra qualquer um com viés solidário:

“Ah, e joguem poker comigo também, como GOATS do poker e da solidariedade, acho que são pedidos razoáveis :)”

O número 1 da All Time Money List não gostou do tom dos comentários do “Jungleman”. Em seu perfil no Twitter, Kenney rebateu com palavras bem duras:

“Mostre-me o que sua organização está fazendo, quanto dinheiro você investiu nela. Postar online sobre doar para suas instituições de caridade que provavelmente estão no início de qualquer processo é fraco e me marcar nele também. Este é um post de ego e ninguém se importa em jogar com você no heads-up”.

Dan Cates mais uma vez atacou Kenney, dizendo: “Umm, olhe amigo, você ganhou alguns High Rollers e acha que isso é o suficiente para colocá-lo entre os principais vencedores ou jogadores de poker … isso é muito fofo, mas não me acuse de impulsionar o ego “Sr. autodeclarado melhor jogador de poker”. Será que teremos mais cenas dessa nova polêmica?

*A Fundação Dan Cates oferece ajuda e apoio a várias organizações na África. Além de promover iniciativas de água potável, Cates espera construir hospitais na região.

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Sul-africano tem “momento Bruno Octávio”, tenta se consagrar com 94 e doa fichas pra Yuri Martins no US$ 25K da GGSF

Jogada ousada foi registrada pelo Mundo Poker no grind de domingo

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Quem gosta de futebol provavelmente lembra ou já se deparou com a emblemática narração de Milton Leite da finalização desastrosa do ex-volante Bruno Octávio no final de um Corinthians e Palmeiras em 2005. “Ele nunca fez um gol na vida de fora da área. Aí ele pensou ‘agora eu se consagro’ e pegou de tornozelo na bola”, eternizou o narrador.

Também existem alguns Bruno Octávios tentando se consagrar nos torneios mais caros do poker online. Ontem (11), no badalado Sunday Five Million da Spring Festival, com buy-in de US$ 25.500, uma mão engraçada aconteceu com Yuri Martins como coadjuvante da história. Aconteceu nos blinds 6.000 / 12.000 do torneio.

LEIA MAIS: Descanse em paz, Ruth Vianna. Você vai fazer muita falta por aqui

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O paranaense recebeu “só” do botão e deu raise para 24.000 fichas. O americano Lev Gottlieb, no small blind, deu call. Eis que a ação chegou no sul-africano Jean-Pierre Van Der Spuy, o “Kunkuwap”. Ele tinha 10 blinds com 129.500 fichas e achou que tinha um bom spot pela frente. Ele bateu no peito e anunciou all in.

Yuri deu o call e Gottlieb foldou. Assim, o personagem principal da história mostrou um sólido… ! O brasileiro não deve ter entendido muita coisa e nem sofreu depois do board para eliminar o adversário.

Van Der Spoy já foi vice de um Super MILLION$ ao perder o heads-up para Bruno Volkmann. Apesar desse bom hit, o gráfico dele revela um prejuízo de US$ 368.000 no site.

Confira:

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Descanse em paz, Ruth Vianna. Você vai fazer muita falta por aqui

Uma homenagem da equipe do Mundo Poker para uma pessoa especial

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A comunidade do poker amanheceu de luto nesta segunda-feira (12). Ruth Vianna, a mais conhecida dealer do país, nos deixou em decorrência de complicações após um AVC. Uma notícia duríssima para nós que estamos há tanto tempo sem nos reunir para um evento presencial e poder ter a companhia da tão querida Ruthinha.

Quem teve a sorte de conhecer ela nos clubes de São Paulo e outras cidades do Brasil, nos torneios do BSOP, do Nordeste Poker Series e de tantos outros eventos realizados por aqui, certamente tem conhecimento da profissional fora de série que ela era. Precisa, atenta, simpática. Uma postura impecável na mesa.

Mas Ruth era bem mais do que isso. As características de destaque como profissional são ofuscadas pela pessoa que ela era. Eu tive a sorte de ver, muitas vezes, o lado ser humano dela se sobressair em diversas situações. Esse era o diferencial. O tempo que tinha para poder interagir com as pessoas, fazia com maestria. Se preocupava. Cuidava. Perguntava. Ensinava. Aconselhava.

Era uma verdadeira mãe para todos: jogadores, dealers, staff. Uma capacidade exuberante de se relacionar com as pessoas. Uma maratona de torneios ao vivo pode ser extremamente cansativa, mas lá estava ela nos intervalos, no tempo livre antes ou depois do torneio, firme e forte para poder oferecer um abraço para amenizar qualquer problema de quem estava ao seu lado.

Nosso Editor-Chefe, Ytarõ Segabinazzi, trabalhou diretamente com Ruth e resumiu. “Acima de tudo foi uma grande professora. Mãezona na vida e também na profissão, acolheu, ensinou e modificou a forma que muitos enxergam quem trabalha com poker no Brasil. É uma perda sem tamanho”.

Ruth, você parte cedo, cedo demais, mas a sua passagem por aqui será lembrada por milhares de pessoas que você impactou com simples gestos ou palavras sinceras. Tenho certeza disso. Meus sinceros sentimentos à família e seus filhos e netos, em especial Laura e Sabine. Descanse em paz.

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