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Kelvin Kerber fala de forra no ACR em maratona de 26 horas e momento especial na carreira e do Samba Team: “orgulhoso”

O catarinense levou o 5º prêmio de seis dígitos em seus 10 anos como profissional

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Kelvin Kerber é um dos grandes exemplos da união de talento e dedicação do poker brasileiro. Apesar de ainda jovem, o catarinense tem uma longa carreira como profissional. Um dos fundadores do Samba Team, o craque já está há 10 anos na luta pela excelência e regularidade tanto no online como ao vivo. E ele segue a todo vapor.

Na semana passada, Kelvin conquistou mais um baita resultado ao ficar na terceira colocação do Main Event da Online Super Series (OSS) do site Americas Cardroom. Pilotando a conta “Palau77”, ele ficou com US$ 147.671. “É o meu quinto resultado de seis dígitos. Claro que não é especial como o primeiro, mas é diferente com certeza. Resultado que marca e faz do ano um ano diferente. Bem especial e está entre as grandes lembranças da minha carreira”, falou Kelvin.

Kelvin também contou que esse domingo de grind acabou se tornando o mais longo da carreira, atingindo a marca impressionante de 26 horas seguidos de jogo. Isso aconteceu porque a estrutura do Main Event da OSS era tão deep que levou o jogo a ficar amarrado. “Não foi nem um pouco divertido nesse sentido. Não é nem um pouco agradável, os caras perderam a mão totalmente”, opinou o catarinense.

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O craque também falou sobre o momento da carreira e contou que o ano tem potencial pra ser o melhor da vida. “Se acabasse agora seria o meu segundo melhor ano da carreira, perdendo só para o ano passado. Esse é o meu 10º ano jogando profissionalmente e se os meus dois melhores anos foram os dois últimos é um indicativo”, apontou.

O mesmo serve para o Samba Team. Kerber falou sobre o momento excelente da turma que comanda há sete anos. “A gente teve um ano fantástico em 2018. A gente pensou que era improvável repetir, mas se as coisas andarem dessa maneira a gente vai conseguir até superar. Independentemente do que aconteça, os nossos melhores anos terão sido os últimos três. Tô orgulhoso do nível de jogadores e instrutores que a gente tem hoje”, comentou.

Confira o papo completo com Kelvin Kerber:

MP: Como que foi conseguir mais um resultado expressivo na carreira, mais uma forra de seis digitos?

KK: É um caminho que a gente vai fazendo, vai colhendo resultados e tal. A ideia, até pelos buy-ins que são jogados, é ter essa consistência de resultado. Se não tem, é porque tem algo errado acontecendo. É o meu quinto resultado de seis dígitos. Claro que não é especial como o primeiro, mas é diferente com certeza. Resultado que marca e faz do ano um ano diferente. Bem especial e está entre as grandes lembranças da minha carreira.

MP: Como que analisa sua trajetória no torneio?

KK: Esse torneio especificamente foi muito diferente porque nesse domingo eu joguei o 25K. Foi meu primeiro 25K online. Eu ia registrar no 5K mais ou menos umas 19 horas, tentei me organizar pra ter bem poucas telas às 19h. Isso foi um pouco diferente. Esse foi um dos últimos, se não o último torneio que registrei antes do 25K. Fez com que eu jogasse esse torneio bem focado, porque eu tava com poucas telas esperando o 25K. Ele é um pouco soft, torneio que teve quase 3.000 entradas, sempre vai ser um torneio mais soft, mais fácil. Eu fiquei muito grande muito rápido. Até pela estrutura ser muito deep, é aquela máxima, às vezes fala que parece um mérito, mas é muito mais sobre a estrutura do torneio, não corri grandes riscos. Fui levando de maneira natural.

MP: Foi um longa batalha, né? Como foi pra manter a concentração com tantas horas de disputa?

KK: Foi longo, foi longo pra c****! Não foi nem um pouco divertido nesse sentido. Talvez foi meu recorde de horas jogadas. No meu segundo ano de carreira, 2012 ou 2013, teve um dia que joguei algo próximo a 24 horas seguidas. Dessa vez foi mais. Foram quase 26 horas. Não é nem um pouco agradável, os caras perderam a mão totalmente. Um absurdo uma estrutura como essa, um torneio tão importante, eles não se darem o trabalho de fazer em dois dias, ou deixar um pouco mais turbo. Os blinds iam de 400.000, pra 450.000, aí 500.000, 550.000… totalmente evitáveis. Depois das 3 ou 4 da manhã, eu demorava muito pra agir porque sabia que estava muito cansado e queria gastar todo tempo que tinha em cada decisão. Os pay jumps começaram a acontecer e todo mundo quase que gastava o tempo máximo antes de agir. Isso talvez tenha deixado pelo menos mais uma hora do que o necessário.

MP: Como você avalia seu ano até aqui?

KK: O ano tá excelente. Se acabasse agora seria o meu segundo melhor ano da carreira, perdendo só para o ano passado. Esse é o meu 10º ano jogando profissionalmente e se os meus dois melhores anos foram os dois últimos é um indicativo. Como avaliação, a gente busca o que pode melhorar, pontos positivos e negativos, nesse sentido está sendo ótimo. Tem um potencial de ser o meu melhor ano, bem difícil de bater ano passado, mas pode acontecer. É muito improvável que não seja o meu segundo melhor ano. Eu tô fazendo um trabalho com um norte bom. O objetivo tá sendo cumprido. Se expondo nos torneios mais difíceis de maneira calculada e bem sucedida.

MP: E o do Samba Team? Orgulhoso do que estão fazendo na temporada?

KK: Tá sendo muito bom até pelo período que a gente viveu. O período de pandemia, querendo ou não, deixou o ano muito bom. Quem trabalha com coisas online. Estamos caminhando para fazer o nosso melhor ano. O Samba como estrutura existe desde 2013. É mais um indicativo. A gente teve um ano fantástico em 2018. A gente pensou que era improvável repetir, mas se as coisas andarem dessa maneira a gente vai conseguir até superar. Independentemente do que aconteça, os nossos melhores anos terão sido os últimos três. É igual eu falei da minha carreira. Tô orgulhoso, até porque comecei o time, tem um aspecto pessoal pra mim. Tô orgulhoso do nível de jogadores e instrutores que a gente tem hoje. Tá bem claro que estou!

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B-Day do Carneirinho: Miri Balen é campeã do Seeeextou do Carneirinho e faz a festa no Rio de Janeiro

A jogadora brilhou para levar R$ 22.250

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O evento de aniversário de Pedro Cassar, o “Carneirinho”, continua agitando a capital carioca. Na badalada noite de sexta-feira no Rio de Janeiro, a festa no evento ficou por conta da jogadora Miri Balen. Ela foi a campeã do torneio do dia do evento festivo e saiu de bolsos cheios.

Miri Balen enfrentou um field de 77 entradas na competição de R$ 1.500 e garantiu um belo retorno com a vitória. Passando por nomes conhecidos não só do cenário carioca, mas também do nacional, a jogadora recebeu R$ 22.250, valor definido após múltiplos acordos na mesa final.

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Campeã, ela falou feliz sobre o feito: “foi muito divertido. Acho que fiquei CL o torneio inteiro até chegar na mesa final. Perdi umas fichas em certo ponto, mas recuperei e foi muito divertido. Foi o primeiro dia que eu vim aqui no evento do “Carneirinho” e tá todo mundo aproveitando muito. Espero que tenha outros”, falou Miri.

Na mesa final, Balen teve a companhia de outra mulher, Milena Magrini, mas esta acabou caindo cedo. Outro nome de peso foi Ramon Pessoa, que ficou com a sexta colocação. No pódio do torneio, Miri esteve ao lado do amigo Raphael “Vó”, vice, e de Charles Dore, terceiro. Eles saíram com R$ 21.500 e 15.200, respectivamente.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Miri Balen – R$ 22.250
2º – Raphael Vó – R$ 21.500
3º – Charles Dore – R$ 15.200
4º – Michael Goulart – R$ 9.000
5º – Daniel Alves – R$ 7.000
6º – Ramon Pessoa – R$ 5.300
7º – Juliano Pacheco – R$ 4.000
8º – Adriano Carvalho – R$ 3.000
9º – Milena Magrini – R$ 1.500

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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B-Day do Carneirinho: Almir Reis faz acordo no 3-handed e conquista o High Roller; Bruno Nunes é campeão do Night Turbo

O evento segue ocorrendo no Hotel Nacional, no Rio de Janeiro

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O carioca Pedro Cassar, mais conhecido como Carneirinho, celebrou aniversário nesta quinta-feira sediando um luxuoso evento no Rio de Janeiro, que contou com a presença de diversos amigos. Entre as atrações da festa, um High Roller com R$ 300.000 garantidos chamou atenção e terminou em grande estilo, com vitória de Almir Reis.

O ilustre presidente da Beija-Flor de Nilópolis marcou presença no Hotel Nacional para prestigiar o evento do amigo e acabou saindo com a cravada, superando o field de 50 entradas totais. Após um acordo no 3-handed, Almir Reis embolsou R$ 84.000 pela conquista. O buy-in do torneio foi de R$ 10.000.

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A mesa final do torneio contou com nomes como Marcio Claire, Aleksander Zankovs, Wendel Cader, Rene Kuhlman, Rogério Mota e Rafael Santos Pet, além de Jorge Rocha e Diogo Pereira, o “Tim Maia”, que completaram o 3-handed ao lado de Almir Reis e firmaram um acordo.

Já no outro torneio da noite, o Night Turbo de R$ 1.000, quem levou a melhor foi Bruno Nunes, o “Bruno Chato”. O jogador superou o field de 33 entradas e faturou R$ 9.000 pela vitória. Também marcaram presença na mesa final Jhonatan Marzulio (2º colocado – R$ 7.000), Jorio Gottardo (3º colocado – R$ 5.000) e Rodrigo Araújo (4º colocado – R$ 4.600).

Confira a premiação completa abaixo:

1º – Almir Reis – R$ 84.000*

2º Diogo Pereira “Tim Maia” – R$ 83.000*

3º – Jorge Rocha – R$ 83.000*

4º – Rafael Pet – R$ 40.000

5º – Rogerio Mota – R$ 30.000

6º – Rene Kuhlman – R$ 24.500

7º – Wendel Cader – R$ 20.500

8º – Aleks Zankovs – R$ 10.000

9º – Marcio Claire – R$ 10.000

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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B-Day do Carneirinho: Albertino Vilela crava o Night Turbo nesta quarta-feira e leva o primeiro título do evento; confira

O evento está ocorrendo no Hotel Nacional até o próximo dia 31

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O aniversário de Pedro Cassar, o “Carneirinho”, começou em grande estilo no Rio de Janeiro. O empresário e amante do poker promove um evento especial no Hotel Nacional, com patrocínio da BetMGM, e já conheceu o primeiro campeão da série nesta quarta-feira: Albertino Vilela.

Reunindo diversos amigos de Cassar, o torneio de abertura foi o Night Turbo, com buy-in de R$ 500, disputado no período da noite, como o próprio nome sugere. Albertino Vilela superou o field de 27 entradas e ficou com o título, além da premiação de R$ 5.250.

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Ao todo, três jogadores entraram na faixa de premiação. O heads-up contou com Rodrigo Gil, o “Roliço”, campeão recente do Main Event do JPT, que levou R$ 3.300 pelo vice-campeonato. Já Elias Abifadel completou o pódio na terceira colocação, faturando R$ 1.900.

Na mão decisiva, Rodrigo Gil estava em all in pré-flop com AT e buscava a dobra, mas Albertino encontrou um improvável J3 para o call. O bordo JQQ83 confirmou a vitória de Vilela, que conquistou o primeiro troféu do B-Day do Carneirinho. A programação do evento continua nesta quinta-feira, com novos torneios.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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