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Com mais de US$ 80K de lucro na GGN8, Douglas Lopes comenta expectativa para WSOP Online: “dias intensos”

O pernambucano está fazendo chover no site pouco depois de criar uma conta

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Douglas Lopes é um dos grandes nomes do poker brasileiro, tanto presencialmente como no online. A regularidade do jogador pernambucano é de impressionar. Nas últimas semanas, ele também resolveu ampliar o leque de opções nos feltros virtuais e fez o cadastro na plataforma GGPoker. O sucesso de Douglas no novo site foi imediato.

“Tenho 120 torneios jogados no ABI (buy-in médio) US$ 500 com pouco mais de US$ 80K dólares de lucro. São poucos torneios jogados até o momento porque comecei a jogar no site recentemente. É um número que não serve de amostragem, mas é um começo bem animador. Foram prêmios com uma frequência constante e já apareceram algumas grandes traves”, explicou o craque.

Muitos jogadores brasileiros invadiram o site por causa da disputa da WSOP Circuit. Douglas engatou no finalzinho da série, mas foi convencido pela excelente grade de torneios a continuar trabalhando por lá. Inclusive, jogou o importante Super High Rollers MILLION$ de US$ 10.000 no último domingo ganhando a vaga por satélite.

“Lá tem muitos torneios bons. Peguei mais a fase pós-série e ainda assim a grade de torneios continuou interessante. O Global Millions de $500 paga próximo de US$ 300K e o de $100 paga over US$ 100K, na versão do 500 eu já fiz reta final três vezes. Qual outro torneio regular hoje pagando US$ 300K nos outros sites? Acho que não tem”, disse o craque.

Douglas também contou que satelitou a vaga para o Super High Rollers MILLION$ por US$ 1.000 e como foi enfrentar a nata do poker mundial no torneio. “Eu joguei com todos aqueles craques como Timothy Adams, Nikita Badziakouski, cheguei a eliminar Alex Foxen e Sam Greenwood. Runnei muito bem no começo, mas depois as coisas desandaram e não fiquei ITM”, resumiu o pernambucano.

Douglas também abriu o jogo de como é a cabeça de um jogador profissional. “É claro que eu não quero investir US$ 10K num torneio que vai ser difícil ter edge (vantagem), mas se eu tiver um edge muito bom nos satélites que dão acesso a esse torneio e puxar a vaga numa frequência decente, acredito que essas tentativas são válidas”, explicou.

LEIA MAIS: Pedro Garagnani celebra big hit no GGN8, comenta vices no SCOOP e transição para o high stakes: “processo de adaptação”

Já acostumado com o software do GGN8 e com um começo vitorioso nessa relação, Douglas é uma das esperanças do poker brasileiro para buscar um dos 34 braceletes da WSOP Online que vai acontecer de forma inédita no site. O profissional pernambucano comentou sobre a série e como manter a cabeça “fresca” num período importante.

“Vão ser dias intensos com toda certeza. A variância nessas séries vão lá pra cima, porque são fields bem maiores do que a época que não tá tendo série. Então tem que ir preparado pra tudo. Saber que o gráfico tanto pode subir ou descer que nem uma montanha-russa, e que é natural acontecer quando você enfrenta fields enormes. Variância muito maior, porém ao mesmo tempo com um EV bem melhor”, falou.

“Basicamente é o momento de você se expor um pouco mais ao risco, escolher um ou outro torneio pra dar um tiro que no dia a dia você não daria porque a sua banca não aguentaria. Mas imagina quantos menos preparados do que você poderão estar ali se arriscando por todo o glamour que envolve o torneio com prêmios gigantescos e o bracelete em jogo?”, indicou Douglas.

Depois do anúncio da WSOP Online (serão 31 braceletes no WSOP.com para o estado de Nevada nos EUA além dos 34 do GGN8) muitas discussões tomaram as redes sociais. Alguns amantes do jogo questionam o valor do bracelete online, outros dizem que desvaloriza a joia. O debate é recorrente e o pernambucano não fugiu do assunto.

“Pra ser bem honesto, acho que comparado ao bracelete do campeão de um torneio da WSOP live, tem um pouco menos de magia quando se coloca lado a lado os dois cenários”.

“Se alguém chegasse pra mim e perguntasse: Você prefere ganhar um bracelete de um torneio live ou prefere ganhar um torneio online e receber o bracelete dias depois? É evidente que todo mundo vai preferir o live e botar o bracelete no pulso assim que conquistar o título pra sair na foto de campeão com toda aquela cerimônia. Porém, quem não quer ter um bracelete da WSOP online? E quem não se orgulharia desse feito? Seja de um evento live ou de um evento online, todos vão querer. Afinal, você continua sendo campeão mundial e com todos os méritos do seu torneio”, finalizou o craque.

A WSOP Online no GGN8 vai começar no dia 19 de julho. Muitos craques do poker brasileiro, como Douglas Lopes, estarão na busca pela glória online. Você acompanhará aqui no Mundo Poker todas as informações do festival!

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Felix Schneiders relaciona três coisas que odeia no poker e inclui JJ na lista

Streamer do PokerStars é mais um para o time que não gosta da mão

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Felix Schneiders

Todo jogador de poker tem suas próprias preferências pessoais nos assuntos que cercam o jogo. As escolhas podem variar desde o estilo de jogo, a estrutura de torneios, a forma de grindar, entre tantas outras. Da mesma forma, existem aquelas coisas que os profissionais do esporte preferem evitar.

Usando seu perfil no Twitter, o streamer Felix Schneiders, embaixador do PokerStars, resolveu expor três itens que ele, e grande parte dos jogadores ao redor do mundo de acordo com sua opinião, também odeiam. São coisas bastante óbvias, mas o terceiro item é sempre tema de polêmica:

“Três coisas que nós, jogadores de poker, odiamos:
1. Variância
2. Perder no river
3. Par de valetes”

LEIA MAIS: No modo “pressão”, Parket Talbot cai na gargalhada ao pegar KK, leva call de Lena900 e fica maluco com bad beat

Após assumir o “hate” pelo JJ, Felix Schneiders, o “xflixx” do PokerStars, se junta a uma extensa lista de nomes que sempre acabam indo no mito de que JJ é um par nada bom, apesar do que aparenta. Mike McDonald e Daniel Negreanu, por exemplo, são personagens que não têm o par lá muito em conta.

Por outro lado, o Brasil talvez tenha o maior defensor da mão em todo mundo. Rafael Moraes joga, e defende, como nenhum outro jogador o polêmico JJ, mostrando que a opinião do streamer não é unanimidade. O sócio do 4bet é tão certeiro sobre a mão que até enfrentando ela, ele tem o dom para vencer com tranquilidade. Qual o seu lado?

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Confira o episódio #03 do Depois do River:

 

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Maior vencedor de tríplices coroas da história, Chris Moorman conquista primeiro SCOOP em 2021 e se emociona

Lenda do poker mundial se disse bastante feliz com conquista e desempenho

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Chris Moorman

O SCOOP já acabou há algumas semanas, e o SCOOP Afterparty já assumiu seu lugar no PokerStars. Mas, mesmo assim, o principal torneio de poker online do site ainda rende boas histórias fora das mesas. Grande ícone do poker mundial, Chris Moorman deu uma entrevista ao PocketFives e revelou a emoção que sentiu ao conquistar um título, mesmo depois de tantos feitos na carreira.

O profissional inglês é uma verdadeira lenda do poker online. Ele é o maior vencedor da história em número de tríplices coroas, com incríveis 30 vezes. Moorman também se encontra hoje na quinta colocação entre os jogadores que mais ganharam prêmios em todos os tempos no poker online, com US$ 18.6 milhões, e já foi líder do ranking do Pocket Fives em várias semanas.

Seu currículo conta com muitos prêmios de seis dígitos, sendo o maior deles registrado no ano passado no GGPoker, com US$ 398.393 pelo vice-campeonato do Evento #58 da WSOP Online. Mas mesmo a extensa lista de conquistas do jogador, que inclui até bracelete da WSOP, tinha um item faltando: um título de torneio com a sigla COOP, alcançado no mês passado.

LEIA MAIS: No modo “pressão”, Parket Talbot cai na gargalhada ao pegar KK, leva call de Lena900 e fica maluco com bad beat

Moorman conseguiu seu primeiro título de SCOOP em 2021 ao cravar o Evento #45-H, de US$ 1.050. Na ocasião, ele ficou com um prêmio de US$ 78.539, depois de ter enfrentado um field de 440 pessoas e os brasileiros Pablo Brito e Bruno Volkmann na mesa final. Mais do que o valor financeiro, a conquista emocionou o inglês pela coroação da longa carreira.

Ao PocketFives, ele revelou alguns sentimentos: “Foi bom finalmente conseguir a vitória. Quando comecei a jogar, todos eram mais velho que eu. Hoje sou um dos mais velhos. São 15 anos jogando, muitos da minha época já pararam. Foi um sentimento de ‘eu ainda consigo’. E eu ainda amo o jogo”, conta. E a conquista não vai fazer parar sua carreira.

Ele acredita que pode melhorar e seguir brigando, como explica: “você tem que ser humilde e nunca pensar que está tudo resolvido. Você apenas tenta melhorar porque todo mundo também está e você precisa trabalhar pra não ficar ultrapassado”. O britânico conta que saiu satisfeito com o que produziu: “Eu me senti muito bem com meu jogo e tive resultados decentes. Minha confiança estava alta”, finaliza.

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Jennifer Harman já expulsou temido traficante de drogas da lendária Bobby’s Room, relembra Doyle Brunson

Jogadora hoje faz parte do Hall da Fama

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Jennifer Harman (crédito: PokerCentral)

Vez ou outra, o carismático Doyle Brunson usa sua conta no Twitter para relembrar momentos passados na sua brilhante carreira no mundo do poker. Nesses momentos, muitos dos seguidores são banhados com um sentimento de nostalgia ao recordar fatos já distantes e muitos outros ficam impressionados com histórias até então desconhecidas.

Na última semana, o lendário jogador americano contou uma de suas passagens na icônica Bobby’s Room, a sala onde aconteciam os mais importantes jogos de poker no passado. Em uma das ocasiões em que esteva presente, Brunson dividia o protagonismo com a jogadora Jennifer Harmann, que chamou a atenção por motivos fora do poker naquela data.

Na Bobby’s Room, um dos maiores traficantes de drogas dos Estados Unidos estava lá naquele dia. Se tratava de Jimmy Chagra, que posteriormente foi condenado pela morte de um juiz federal no país. Dona de dois braceletes da WSOP e Hall da Fama do poker, Harman estava nos panos e perdendo. E quando ela perdia, não era nada fácil, segundo Brunson.

LEIA MAIS: Relembre o call de Johnny Chan no heads-up da WSOP 1989 que surpreendeu Phil Hellmuth e até repórter

Após não conseguir ganhar mais um pote, a jogadora explodiu contra um dos floors do local e exigiu a saída de Chagra do local, não aceitando a presença do crimino no local e sem se importar com qualquer consequência. Doyle ainda conta que perguntou se ela sabia de quem realmente se tratava, ao que ela respondeu que não ligaria nem se fosse Al Capone.

“Jimmy Chagra era o maior traficante de drogas do mundo. Foi para a prisão por ter matado um juiz federal. Ele esperou 20 anos, delatou seus contatos aos federais para sair da prisão. Ele entrou na Bobby’s Room em um momento ruim. A doce e pequena Jennifer Harman estava perdendo e como todos sabem é um terror. Jennifer perdeu um grande pote, gritou para o floor e exigiu que ele fosse embora. Eu disse ‘você sabe quem é’? Ela gritou: ‘não me importo se ele é Al Capone. Eu quero aquele xxx fora daqui’. Quando ele saiu, ele disse que dava mais gorjeta do que você tem (de dinheiro) na sua frente.”

Corajosa, Jennifer fez o que muitos queriam fazer, explicando que não estava sozinha ao querer ele fora do local e não concordava com o que ele fazia. Respondendo a Brunson no Twitter, a jogadora não contou vantagem: “Doyle, o que acontece na Bobby’s Room fica na Bobby’s Room. Existem muitas histórias com muitos jogadores de poker diferentes que eu poderia contar”, disse. A coragem de Harman fora das mesas refletiu também em sua carreira, onde possui quase US$ 2.8 milhões de ganhos no poker live.

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Confira o episódio #03 do Depois do River:

 

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