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Brad Owen desabafa sobre downswing, pressão na carreira e faz critica a indústria do poker; confira a postagem

O jogador fez uma longa postagem no X

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Embaixador do WPT Global, Brad Owen é um dos principais criadores de conteúdo de poker no YouTube, com mais de 790 mil inscritos em seu canal. Bastante ativo na comunidade, o profissional resolveu desabafar em seu perfil pessoal no X, onde fez diversos apontamentos sobre a própria carreira, a indústria do poker e algumas críticas ao cenário atual.

Mesmo sendo vencedor ao longo de mais de 20 anos no poker, ele revelou estar atravessando um downswing significativo desde 2024, acumulando perdas relevantes e lidando com a frustração de ainda não ter conquistado um grande título.

Além dos resultados, ele destacou o peso da pressão constante para equilibrar sua vida, sendo pai, parceiro, jogador, criador de conteúdo e embaixador, e admitiu estar se sentindo desgastado e isolado no meio do poker.

Também criticou os rumos da indústria, como braceletes, WSOP Paradise e especialmente a forma como o jogo vem sendo promovido atualmente. Ele afirmou que tenta manter seus princípios, mesmo abrindo mão de oportunidades financeiras que não considera alinhadas com seus valores.

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Confira abaixo a tradução na integra:

“Eu só preciso desabafar um pouco, senão sinto que vou acabar perdendo completamente aquilo que eu gosto em mim mesmo…

Estou positivo em cerca de um milhão de dólares ao longo da vida no poker, mas isso não é tanto assim ao longo de mais de 20 anos. Estou $400k abaixo do meu pico antes da WSOP 2024 começar. Só tive um ano totalmente negativo (ano passado), mas já estou $100k no prejuízo este ano e sinto que estou perdendo minha identidade e que sou um fracasso se não conseguir virar isso logo — especialmente se eu não for o mais transparente possível sobre os momentos difíceis.

Já fiz praticamente tudo no poker, menos ganhar um grande título, então torrei dinheiro em mixed games tentando melhorar, aprender e jogar com os melhores em eventos de buy-in alto e fields pequenos. É daí que vem a maior parte do downswing de $400k — e nem são tantos buy-ins assim quando você está jogando high stakes — mas eu precisava falar sobre isso em algum lugar, já que não existem vlogs dessas sessões. Eu poderia simplesmente parar e voltar para o cash game, onde as vitórias são mais consistentes e “fáceis”, mas eu gosto de me desafiar e não quero desistir ainda, mesmo que isso certamente fosse melhor para minha saúde mental.

Eu coloco uma pressão absurda em mim mesmo para ser o melhor pai, parceiro, jogador de poker, criador de conteúdo, embaixador, etc., que eu posso ser. É difícil desligar ou tirar uma pausa porque tenho medo de que, se eu desligar a máquina, mesmo por pouco tempo, talvez não consiga ligá-la de novo. Não há muitas pessoas que conseguem se relacionar com o que estou vivendo — talvez duas ou três parcialmente — e uma delas a WPT cometeu, na minha opinião, um erro enorme ao dispensar, o que me faz sentir ainda mais isolado e, no geral, me divertir muito menos no mundo do poker. Não sei quanto tempo ainda tenho nesse meio antes de me esgotar completamente. O tempo com minha família é o que mais me faz feliz, e eu não consigo estar com eles tanto quanto gostaria. Minha saúde também está piorando e eu simplesmente não consigo manter o ritmo dos últimos anos, mesmo havendo muitos motivos para continuar produzindo vídeos com a maior frequência possível.

Sou incrivelmente sortudo por estar na situação em que estou. Amo fazer parte do time da WPT — não concordo com todas as decisões, mas geralmente eles fazem coisas muito legais pelo poker — e estou numa posição em que posso perder dezenas de milhares de dólares sem que isso afete minha vida. Estou vivendo o sonho, e meu eu de 15 anos não acreditaria que eu realmente “cheguei lá” na indústria do poker — estou no mesmo time que o Ivey!! Na maioria dos dias sou extremamente grato. Em alguns dias, só quero destruir tudo o que construí porque me sinto uma fraude e não acho que mereço nada disso. Nada do que eu faço é tão difícil ou tão importante assim e, se eu começasse a fazer vlogs hoje, provavelmente me perderia no meio da multidão e não teria nem de longe o mesmo sucesso.

Eu não gosto do rumo que algumas coisas estão tomando. Odeio YouTube Shorts. Odeio narrações com IA. Odeio que muita gente esteja promovendo o jogo de uma forma que não acho saudável para os mais jovens, porque a abordagem é ser criador de conteúdo primeiro e responsável depois. Eu mesmo estou contribuindo com isso agora, e é fácil justificar dar “blast off” em certas situações para tentar fazer um vídeo interessante e alcançar objetivos que eu tinha quando me apaixonei pelo poker no começo dos anos 2000 (como ganhar um bracelete ou um título da WPT), mas acho que esse tweet é minha tentativa de tentar melhorar um pouco as coisas.

Me dói ver jogadores de altíssimo nível como Jeremy Ausmus, Seth Davies e até o Chidwick, em certa medida, produzindo conteúdo de poker no YouTube/Twitter/Instagram. Quase todo o conteúdo desses caras é objetivamente bom para o poker, mas vlogs eram algo que os grandes jogadores costumavam criticar — e agora estamos vendo eles com tripés e câmeras na mesa porque as grandes empresas de poker não oferecem mais cargos de embaixador para os melhores jogadores. Eu me beneficio 100% disso — é como ganhar na loteria e ser atingido por um raio no mesmo dia de tão sortudo. Só sinto falta de como as coisas eram na “era de ouro” e gostaria de ver mais oportunidades para os caras que eu admiro na indústria — os que realmente conquistaram algo nas mesas. Também odeio que a Kalshi patrocine a live do Lodge e acho que até uma empresa de chiclete também patrocina, algo que não tem nada a ver com poker. Parece estranho, e até ali nos afastamos do que tornava aquele lugar especial, mas estou otimista de que vamos colocar o navio de volta no rumo certo. Queria estar lá mais vezes para ajudar nisso.

Uma das poucas coisas das quais me orgulho recentemente foi ter recusado a oportunidade de promover os jogos paralelos de apostas que a Gold oferece, o que teria me rendido muito mais dinheiro. Se eu tivesse aceitado, sentiria que vendi minha alma completamente. Não tenho problema em promover o poker porque sou um exemplo de alguém que teve sucesso nisso. Já promover apostas em coisas nas quais as pessoas não têm chance de ganhar no longo prazo — não posso fazer parte disso.

Vamos ver o que mais…

Andrew Neeme deveria estar no Hall da Fama do Poker por revolucionar o poker de duas formas enormes — os meet up games e o vlogging, que inspiraram mais jogadores do que quase qualquer outra coisa nas últimas décadas. A WSOP precisa mover o evento das Bahamas para janeiro e parar de distribuir tantos braceletes online. Eu não sei como vocês não se incomodam mais com promoções descaradas. Eu sei que deveria procurar um terapeuta e provavelmente vou me arrepender de ter postado isso.”

Confira o Poker de Boteco #128 com Nélio Santana:

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B-Day do Carneirinho: Miri Balen é campeã do Seeeextou do Carneirinho e faz a festa no Rio de Janeiro

A jogadora brilhou para levar R$ 22.250

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O evento de aniversário de Pedro Cassar, o “Carneirinho”, continua agitando a capital carioca. Na badalada noite de sexta-feira no Rio de Janeiro, a festa no evento ficou por conta da jogadora Miri Balen. Ela foi a campeã do torneio do dia do evento festivo e saiu de bolsos cheios.

Miri Balen enfrentou um field de 77 entradas na competição de R$ 1.500 e garantiu um belo retorno com a vitória. Passando por nomes conhecidos não só do cenário carioca, mas também do nacional, a jogadora recebeu R$ 22.250, valor definido após múltiplos acordos na mesa final.

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Campeã, ela falou feliz sobre o feito: “foi muito divertido. Acho que fiquei CL o torneio inteiro até chegar na mesa final. Perdi umas fichas em certo ponto, mas recuperei e foi muito divertido. Foi o primeiro dia que eu vim aqui no evento do “Carneirinho” e tá todo mundo aproveitando muito. Espero que tenha outros”, falou Miri.

Na mesa final, Balen teve a companhia de outra mulher, Milena Magrini, mas esta acabou caindo cedo. Outro nome de peso foi Ramon Pessoa, que ficou com a sexta colocação. No pódio do torneio, Miri esteve ao lado do amigo Raphael “Vó”, vice, e de Charles Dore, terceiro. Eles saíram com R$ 21.500 e 15.200, respectivamente.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Miri Balen – R$ 22.250
2º – Raphael Vó – R$ 21.500
3º – Charles Dore – R$ 15.200
4º – Michael Goulart – R$ 9.000
5º – Daniel Alves – R$ 7.000
6º – Ramon Pessoa – R$ 5.300
7º – Juliano Pacheco – R$ 4.000
8º – Adriano Carvalho – R$ 3.000
9º – Milena Magrini – R$ 1.500

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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B-Day do Carneirinho: Almir Reis faz acordo no 3-handed e conquista o High Roller; Bruno Nunes é campeão do Night Turbo

O evento segue ocorrendo no Hotel Nacional, no Rio de Janeiro

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O carioca Pedro Cassar, mais conhecido como Carneirinho, celebrou aniversário nesta quinta-feira sediando um luxuoso evento no Rio de Janeiro, que contou com a presença de diversos amigos. Entre as atrações da festa, um High Roller com R$ 300.000 garantidos chamou atenção e terminou em grande estilo, com vitória de Almir Reis.

O ilustre presidente da Beija-Flor de Nilópolis marcou presença no Hotel Nacional para prestigiar o evento do amigo e acabou saindo com a cravada, superando o field de 50 entradas totais. Após um acordo no 3-handed, Almir Reis embolsou R$ 84.000 pela conquista. O buy-in do torneio foi de R$ 10.000.

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A mesa final do torneio contou com nomes como Marcio Claire, Aleksander Zankovs, Wendel Cader, Rene Kuhlman, Rogério Mota e Rafael Santos Pet, além de Jorge Rocha e Diogo Pereira, o “Tim Maia”, que completaram o 3-handed ao lado de Almir Reis e firmaram um acordo.

Já no outro torneio da noite, o Night Turbo de R$ 1.000, quem levou a melhor foi Bruno Nunes, o “Bruno Chato”. O jogador superou o field de 33 entradas e faturou R$ 9.000 pela vitória. Também marcaram presença na mesa final Jhonatan Marzulio (2º colocado – R$ 7.000), Jorio Gottardo (3º colocado – R$ 5.000) e Rodrigo Araújo (4º colocado – R$ 4.600).

Confira a premiação completa abaixo:

1º – Almir Reis – R$ 84.000*

2º Diogo Pereira “Tim Maia” – R$ 83.000*

3º – Jorge Rocha – R$ 83.000*

4º – Rafael Pet – R$ 40.000

5º – Rogerio Mota – R$ 30.000

6º – Rene Kuhlman – R$ 24.500

7º – Wendel Cader – R$ 20.500

8º – Aleks Zankovs – R$ 10.000

9º – Marcio Claire – R$ 10.000

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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B-Day do Carneirinho: Albertino Vilela crava o Night Turbo nesta quarta-feira e leva o primeiro título do evento; confira

O evento está ocorrendo no Hotel Nacional até o próximo dia 31

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O aniversário de Pedro Cassar, o “Carneirinho”, começou em grande estilo no Rio de Janeiro. O empresário e amante do poker promove um evento especial no Hotel Nacional, com patrocínio da BetMGM, e já conheceu o primeiro campeão da série nesta quarta-feira: Albertino Vilela.

Reunindo diversos amigos de Cassar, o torneio de abertura foi o Night Turbo, com buy-in de R$ 500, disputado no período da noite, como o próprio nome sugere. Albertino Vilela superou o field de 27 entradas e ficou com o título, além da premiação de R$ 5.250.

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Ao todo, três jogadores entraram na faixa de premiação. O heads-up contou com Rodrigo Gil, o “Roliço”, campeão recente do Main Event do JPT, que levou R$ 3.300 pelo vice-campeonato. Já Elias Abifadel completou o pódio na terceira colocação, faturando R$ 1.900.

Na mão decisiva, Rodrigo Gil estava em all in pré-flop com AT e buscava a dobra, mas Albertino encontrou um improvável J3 para o call. O bordo JQQ83 confirmou a vitória de Vilela, que conquistou o primeiro troféu do B-Day do Carneirinho. A programação do evento continua nesta quinta-feira, com novos torneios.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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