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Após acordo no 4-handed, Glauco Mike é campeão do Main Event do PPPoker Festival by PPPRN

Maiores prêmios dos torneios ficam com vice e terceiro lugar

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Chegou ao fim o torneio mais aguardado do Nordeste em 2020. O Main Event do PPPoker Festival by PPPRN. A vitória ficou com o paraibano Glauco Mike. Pela vitória, ele faturou R$ 11.000, após acordo no 4-handed.

Com buy in de R$ 400, o evento contou com 328 entradas, transformando os R$ 70.000 garantidos em mais de R$ 94.000 em prêmios. 91 jogadores começaram o Dia Final em busca da forra de R$ 21.000.

Entre os 47 premiados que foram eliminados antes da decisão, nomes como Allan Almeida (43º – R$ 420), Madson Moura “Urea” (38º – R$ 450), Tiago Roque (35º – R$ 450), Cristiane Pérsico (30° – R$ 500) e Fernando de Sá (15º – R$ 1.070). A mesa final foi formada depois da eliminação de Silvio Moreira, em 10°. Ele faturou R$ 1.400.

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A mesa final contou com nomes importantes, como do chip leader do dia 1B, Tales Gomes (7º – R$ 2.500) e João Henrique (5º – R$ 5.000). Esse último foi eliminado justamente antes do acordo ter sido firmado, entre os 4 últimos finalistas.

Além de grandes resultados na região, Glauco foi assunto com primeiro Poker de Boteco, onde Madson Moura contou seus causos. Você ouve a história completa aqui.

Ele ficou com a a vitória, mas as maiores premiações ficaram com o vice Francisco Jeferson, e o terceiro colocado, Luís Felipe. Ambos faturaram R$ 15.000.

Confira a premiação dos finalistas:

1° – Glauko Mike – R$ 11.000*
2° – Francisco Jeferson – R$ 15.000*
3° – Luis Felipe – R$ 15.000*
4° – Diego Estevam – R$ 11.000*
5° – João Henrique – R$ 5.000
6° – Joseph Maxwell – R$ 3.500
7° – Tales Gomes – R$ 2.500
8° – Juliano Medeiros – R$ 2.060
9° – Daelton Estevam – R$ 1.650

*valores definidos após acordo no 4-handed

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Phil Hellmuth vence revanche contra Tom Dwan em novo grande duelo e recupera cinturão do High Stakes Duel

O maior campeão da WSOP voltou a ser o dono do High Stakes Duel e garantiu US$ 400 mil

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Phil Hellmuth

Foram sete vitórias consecutivas para Phil Hellmuth no High Stakes Duel. O duelo de heads-up entre o maior campeão de todos os tempos da WSOP e outros desafiantes só conhecia um campeão até 2021, quando o algoz Tom Dwan surgiu no caminho. O “Durrrr” foi o primeiro a vencer Hellmuth na competição, na oitava partida, e passou a ser o nome a ser batido.

Mas é claro que o antigo dono do posto não deixaria barato. Pouco depois da derrota, o Poker Brat já anunciava que iria fazer questão da revanche, que valeria um total de US$ 400 mil e o lugar no trono do High Stakes Duel. Pois bem, a partida aconteceu nesta última quarta-feira e as coisas voltaram a ser como eram.

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Em uma partida com tudo o que se esperava, e bastante midiática, claro, Hellmuth conseguiu finalmente vencer o antigo carrasco para recuperar o lugar que custou tanto a sair. A disputa entre as duas lendas do poker foi marcada por uma boa runnada do maior campeão da WSOP, um certo azar de Dwan e, sempre, alguns tilts comuns de Phil.

A partida começou bastante equilibrada. Com tempo confortável, os jogadores trocaram algumas fichas e foi Dwan quem tomou uma pequena vantagem na liderança a princípio. Mas se a pressão de uma possível nova derrota poderia comprometer um pouco a estratégia de Hellmuth, uma boa runnada não permitiu que isso acontecesse.

Uma das principais mãos do duelo foi um exemplo disso. Com 74, o “Poker Brat” acertou uma trinca de 7 contra o TT de Tom Dwan e conseguiu puxar um grande pote, que deu uma vantagem expressiva para o dono de 16 braceletes da WSOP. Ele seguiu comandando o jogo e pouco depois resolveu as coisas.

High Stakes Duel III Round 2

“Isso é bom. Tom é apenas um dos maiores jogadores do mundo”, comentou o campeão. Hellmuth também comentou sua estratégia, dizendo que não gosta de fazer muitos blefes (e sim pegá-los), mas alterou a forma de jogo para deixar Dwan desconfortável, já que ele era realmente muito bom. Deu certo.

Na mão final, um clássico coin flip definiu a vitória para Phil Hellmuth. Seu AK superou o 88 de Dwan no board 52K66 e finalizou o confronto. Hellmuth voltou a ser o rei do High Stakes Duel. Porém, a história não terminará por aí. Isso porque Tom Dwan seguirá o exemplo do rival e já informou que exercerá o direito de revanche.

Ainda sem data para acontecer, a nova partida vai render US$ 800 mil para o campeão, o dobro do que Hellmuth garantiu ontem.

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Confira o episódio #02 do Poker de Boteco:

 

 

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Jonathan Jaffe é campeão do Lucky Hearts Poker Open US$ 25.500 e garante bicampeonato consecutivo

Americano também havia vencido em 2020, mas faturou ainda mais nesta edição

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Jonathan Jaffe

Alguns jogadores de poker tem uma clara preferencia por uma forma de jogo. No caso do americano Jonathan Jaffe, ele é um dos que preferem o poker ao vivo e o profissional soma excelentes resultados na carreira. Agora, ainda ontem, Jaffe conseguiu mais um grande feito.

Ele foi o grande campeão do Lucky Hearts Poker Open, um high roller de US$ 25.500 que por si só já seria uma conquista excepcional. Nesta competição, o profissional dos Estados Unidos enfrentou um grande field de 93 pessoas e faturou enormes US$ 574.085.

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Mas não bastasse a grande vitória, Jaffe aumentou o feito. Isso porque ele era o atual campeão do torneio. A última edição, disputada em 2020, também havia sido vencida por ele. Na época, ele bateu os 41 jogadores do field e faturou US$ 340.285. Depois de ontem, ele se tornou bicampeão de maneira consecutiva, um feito raro.

Ele não pôde deixar de comemorar e comparar os dois: “este teve o field maior, mais dinheiro. Estou feliz com isso”, contou. Jaffe também acabou mantendo a humildade, dizendo que nunca havia runnado tão bem quanto hoje em um torneio high roller. “Eu continuava ganhando all-ins mesmo atrás e ia ganhando fichas. É uma sensação peculiar”, explica.

O profissional acertou um acordo com Joseph Cheong no torneio. Líder do HU, ele ficou com mais dinheiro, o troféu e o título de campeão. Cheong recebeu US$ 540.000 pelo vice-campeonato. Ele ainda contou um pequeno segredo que o faz se dar bem no torneio: “moro a 15 minutos daqui e adoro. Eu vou para casa para o jantar, e você simplesmente não pode superar isso”, brinca.

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Poker de Boteco #02: André Akkari vê união do poker brasileiro como fórmula de sucesso: “diferente de qualquer lugar do mundo”

Entrevista do craque também relembrou o passado da carreira

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Lenda do poker brasileiro e um dos responsáveis por abrir um caminho poucos imaginavam ser possível, André Akkari continua imerso no mundo do poker. Morando nos Estados Unidos, mas por dentro de tudo o que acontece, o craque esteve no BSOP Millions no final do ano passado e foi um dos convidados do “Poker de Boteco”.

Com a simplicidade de costume e a facilidade de se expressar, a entrevista de Akkari teve várias passagens interessantes. Uma das primeiras perguntas de Ytarõ Segabinazzi foi sobre estar morando fora nesse período de pandemia. Sem torneios ao vivo por um longo período, o craque também não podia jogar virtualmente pelo fato do poker online ser proibido lá.

“É difícil. A melhor frase é “cada escolha é uma renúncia”. Você escolhe alguma coisa que te boicota ou não te permite fazer outras. A Flórida, onde eu moro, é a “Meca” do poker ao vivo no mundo hoje. Ela é maior que Las Vegas e qualquer outro lugar em termos de evento. No momento que fui pra lá passou muito pouco tempo e aconteceu essa tragédia mundial, acabei não podendo jogar”, lembra.

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“Em contrapartida as coisas pararam aqui também (no Brasil), então não perdi tanto de BSOP e tudo mais”, contextualiza. “No online foi muito cruel pra mim. Eu vi todo mundo jogando, todo mundo curtindo, todo mundo ganhando e eu não podendo jogar”, disse Akkari. No entanto, ele encontrou uma forma de preencher essa lacuna.

“Eu fui vivendo a alegria dos outros. Eu via o Rafa ganhar e comemorava, Padilha ganhar e comemorava, Crema… foi legal. Viver a alegria dos outros também é uma grande alegria”.

Acostumado a viajar para Las Vegas e diversos torneios ao redor do mundo e agora morando nos Estados Unidos, Akkari foi perguntado sobre as diferenças do poker brasileiro para fora em questão de estrutura. Nesse momento, ele foi enfático ao afirmar que o Brasil não deve nada para nenhum lugar.

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Após citar os responsáveis pelo BSOP, ele disse: “Eu não consigo ver organizadores de evento melhores, não consigo ver dealers melhores, jogadores melhores”.

Em outro momento, André contou sobre a contratação de Rafael Moraes pelo PokerStars e encheu o amigo de elogios, sem perder a chance de dar umas falinhas divertidas. “Família não é uma parada que você precisa nascer junto. A nossa sinergia é muito grande porque ele é uma pessoa muito do bem. Eu gosto de me conectar com pessoas de energia boa”, foram algumas das palavras.

O paulista precisou responder o que ele acha de melhor e de pior na comunidade do poker brasileiro. O que ele vê de positivo é a união e detalha como esse laço foi criado: justamente pela dificuldade da aceitação do poker no país. Isso se tornou um alicerce do sucesso na visão do craque.

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“Por incrível que pareça isso ajudou o poker. Notoriamente, o poker não é um jogo de azar, mas a sociedade, se em algum momento não tivesse uma briga por ele, ia se confundir. Isso fez com que a comunidade do poker se unisse demais em volta de uma causa. Isso fez com que o poker do Brasil fosse diferente de qualquer lugar do mundo”, pontua.

Por fim, Akkari escolheu três pessoas que gostaria de sentar numa mesa de bar para tomar uma cerveja e brincou com o famoso meme “o Akkari caiu?”.

Confira o imperdível Poker de Boteco com André Akkari:

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Confira o episódio do Depois do River #22:

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