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“ALLinPav” levanta questão sobre VPN e jogadores debatem a favor do uso; resultado da enquete também é favorável

Patrick Leonard e Jans Arends se manifestaram a favor, desde que com cuidados

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Hristivoje Pavlovic

O poker online se tornou a principal fonte de renda de muitos dos jogadores, que podem participar das principais competições de praticamente qualquer lugar do mundo. No entanto, alguns países colocam restrições para o jogo, fazendo com que os players precisam se deslocar para outros locais.

É o caso, por exemplo, dos Estados Unidos, onde os jogadores que querem se dedicar ao online precisam se mudar para o Canadá, México ou outro lugar. Na Europa, os alemães, por exemplo, acabam optando pela Áustria para aproveitar a oferta de torneios que os sites oferecem.

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Mas uma forma de contornar esse fator “local” seria o uso de VPN. Proibido pelos sites, o VPN permitiria que os jogadores alterassem a sua real localização e pudessem passar a jogar literalmente de qualquer lugar do mundo. Porém, isso também traria consequências difíceis de controlar, como o multi-account.

O polêmico assunto dos VPNs foi questionado por Hristivoje Pavlovic, o “ALLinPav”. Ele fez uma enquete no Twitter, que trouxe um resultado expressivo. A maioria dos votos é a favor do uso do VPN, ainda que com alguns ajustes obrigatórios para que pudesse ser realizado:

“Você se importaria se as pessoas estivessem usando VPN em seus jogos de poker”

Até o momento da finalização dessa matéria, foram mais de 1.671 votos no total. Desses, 1.101 responderam não ligar caso isso ocorresse, enquanto 312 ficariam incomodados. Outros 255 não têm opinião formada, e alguns dos argumentos usados por outros players poderiam fazer sentido.

Patrick Leonard foi um dos que comentou uma solução. Ele é a favor do uso de VPN, desde que todos sejam obrigados a usar o “Real Name”, o nome real nos torneios. O sempre ativo Jans Arends seguiu a linha e disse que “as pessoas deveriam poder jogar de qualquer lugar do mundo, desde que se saiba com quem está jogando”.

Já outra das respostas ainda trouxe um ponto de vista mais profundo: “o VPN seria a salvação para muitas pessoas que precisam se mudar de suas famílias para que possam perseguir seus sonhos ou trabalho, disse Damir Kranjcevic. Será que a liberação faria bem ao poker online? Qual a sua opinião sobre o assunto?

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Confira o episódio #01 do Poker de Boteco: 

 

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Poker de Boteco #02: André Akkari vê união do poker brasileiro como fórmula de sucesso: “diferente de qualquer lugar do mundo”

Entrevista do craque também relembrou o passado da carreira

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Lenda do poker brasileiro e um dos responsáveis por abrir um caminho poucos imaginavam ser possível, André Akkari continua imerso no mundo do poker. Morando nos Estados Unidos, mas por dentro de tudo o que acontece, o craque esteve no BSOP Millions no final do ano passado e foi um dos convidados do “Poker de Boteco”.

Com a simplicidade de costume e a facilidade de se expressar, a entrevista de Akkari teve várias passagens interessantes. Uma das primeiras perguntas de Ytarõ Segabinazzi foi sobre estar morando fora nesse período de pandemia. Sem torneios ao vivo por um longo período, o craque também não podia jogar virtualmente pelo fato do poker online ser proibido lá.

“É difícil. A melhor frase é “cada escolha é uma renúncia”. Você escolhe alguma coisa que te boicota ou não te permite fazer outras. A Flórida, onde eu moro, é a “Meca” do poker ao vivo no mundo hoje. Ela é maior que Las Vegas e qualquer outro lugar em termos de evento. No momento que fui pra lá passou muito pouco tempo e aconteceu essa tragédia mundial, acabei não podendo jogar”, lembra.

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“Em contrapartida as coisas pararam aqui também (no Brasil), então não perdi tanto de BSOP e tudo mais”, contextualiza. “No online foi muito cruel pra mim. Eu vi todo mundo jogando, todo mundo curtindo, todo mundo ganhando e eu não podendo jogar”, disse Akkari. No entanto, ele encontrou uma forma de preencher essa lacuna.

“Eu fui vivendo a alegria dos outros. Eu via o Rafa ganhar e comemorava, Padilha ganhar e comemorava, Crema… foi legal. Viver a alegria dos outros também é uma grande alegria”.

Acostumado a viajar para Las Vegas e diversos torneios ao redor do mundo e agora morando nos Estados Unidos, Akkari foi perguntado sobre as diferenças do poker brasileiro para fora em questão de estrutura. Nesse momento, ele foi enfático ao afirmar que o Brasil não deve nada para nenhum lugar.

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Após citar os responsáveis pelo BSOP, ele disse: “Eu não consigo ver organizadores de evento melhores, não consigo ver dealers melhores, jogadores melhores”.

Em outro momento, André contou sobre a contratação de Rafael Moraes pelo PokerStars e encheu o amigo de elogios, sem perder a chance de dar umas falinhas divertidas. “Família não é uma parada que você precisa nascer junto. A nossa sinergia é muito grande porque ele é uma pessoa muito do bem. Eu gosto de me conectar com pessoas de energia boa”, foram algumas das palavras.

O paulista precisou responder o que ele acha de melhor e de pior na comunidade do poker brasileiro. O que ele vê de positivo é a união e detalha como esse laço foi criado: justamente pela dificuldade da aceitação do poker no país. Isso se tornou um alicerce do sucesso na visão do craque.

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“Por incrível que pareça isso ajudou o poker. Notoriamente, o poker não é um jogo de azar, mas a sociedade, se em algum momento não tivesse uma briga por ele, ia se confundir. Isso fez com que a comunidade do poker se unisse demais em volta de uma causa. Isso fez com que o poker do Brasil fosse diferente de qualquer lugar do mundo”, pontua.

Por fim, Akkari escolheu três pessoas que gostaria de sentar numa mesa de bar para tomar uma cerveja e brincou com o famoso meme “o Akkari caiu?”.

Confira o imperdível Poker de Boteco com André Akkari:

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Confira o episódio do Depois do River #22:

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Chris Eubank Jr ingressa de vez no mundo do poker e relembra história com astro: “fiz meu primeiro royal flush com ele”

O boxeador profissional é o atual número um do mundo nos pesos médios

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A migração de atletas de alto nível de outros esportes para o poker é um caminho bastante conhecido por todos. Nomes importantes já percorreram esse caminho, como foram os casos de Neymar Jr, hoje embaixador cultural do PokerStars, Ronaldo, Rafael Nadal, Boris Becker e tantos outros. E a lista aumentou recentemente.

O boxeador profissional Eubank Jr, campeão de diversas categorias e filho do também campeão mundial Chris Eubank, foi anunciado como novo embaixador cultural do 888Poker na última semana. O atleta agora faz parte do time de jogadores que conta com Dominik Nitsche, Kara Scott, Sam Abernathy e a brasileira Vivi Saliba.

Eubank é atualmente o número um do mundo da World Boxing Association nos pesos médios e tem uma já longa relação com o esporte das cartas que o deixa confiante para o novo papel: “o poker é minha paixão genuína. Eu vi no passado outros caras fazendo isso e eles realmente não entendem o jogo, mas eu sou um jogador experiente – em cash games”.

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Para o boxeador, o boxe e o poker tem algumas semelhanças que o colocam como um bom nome para assumir o desafio. Além disso, ele já viveu de perto com muita das estrelas do jogo. Ele já participou de jogos com o polêmico Dan Bilzerian, mas foi com Phil Hellmuth que viveu um momento inesquecível.

Eubank estava no Aria jogando por diversão e prestes a ir embora quando viu Hellmuth se encaminhar para a sala. Fã do PokerBrat, ele se encaminhou para cumprimentá-lo e acabou convidado para jogar numa sala privada na Ivey’s Room, onde também estava o fã de poker e DJ Steve Aoki.

O lutador ganhou uma ficha de US$ 5 mil de Hellmuth e se sentou a mesa. Lá, ele conseguiu duas coisas que sonhava. A primeira é a famosa tiltada do maior campeão da WSOP: “eu estava rezando para que ele tivesse uma explosão durante o jogo, e ele fez isso, eu tenho vídeos disso”, conta.

Depois, Eubank ainda conseguiu um feito improvável: “joguei o jogo e realmente fui muito bem. Fiz meu primeiro Royal Flush ali naquela mesa com Hellmuth, e essa foi minha introdução ao poker high stakes”, explica. Dá pra dizer que o novo embaixador do esporte já tem muita história pra contar.

“Noite lendária de poker com @steveaoki@phil_hellmuth e eu fiz meu primeiro royal flush”

Confira o episódio #01 do Poker de Boteco:

 

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Nick Petrangelo vira sobre Ali Imsirovic, crava o Evento #07 de US$ 50K da Stairway to Millions e sai com fortuna

Americano saiu com mais de meio milhão de dólares na conta

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O americano Nick Petrangelo não se cansa de conseguir façanhas no poker ao vivo. Grande nome do circuito live no mundo, Petrangelo tem sido o destaque da Stairway to Millions, série da PokerGO Tour, mas só conseguiu soltar o grito de campeão ontem, no Evento #07.

Depois de fazer mesa final no Evento #04 de US$ 7.400 e ser vice-campeão do Evento #06, de US$ 25K, no dia anterior, Nick alcançou o lugar mais alto do pódio no Evento #07, de US$ 50K, passando por 21 jogadores no field e um 3-handed com grandes rivais para conseguir consumar a vitória.

Ele enfrentou Chris Brewer e o favorito Ali Imsirovic, que havia chegado como chip leader, mas que acabou superado pelo americano no HU. Pela vitória de virada, Nick Petrangelo saiu com uma fortuna na conta. Ele levou mais de meio milhão de dólares, US$ 567.000 pelo título. Imsirovic ficou com US$ 315.000, enquanto Brewer recebeu US$ 168.000.

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A trajetória do craque do live no torneio também foi digna de destaque. Em determinado momento, o profissional chegou a ter apenas um big blind na competição. Ele não só sobreviveu a isso triplicando, como logo estava rapidamente de volta ao jogo para chegar até o fim.

No dia final, onde foi jogado apenas o 3-handed, Petrangelo precisou de uma nova reviravolta. Era Ali Imsirovic quem tinha a liderança, mesmo depois de Nick eliminar Brewer. Ainda assim, o americano, dono agora de mais de US$ 22 milhões no live, conseguiu a virada contra o fenômeno bósnio e cravou seu torneio.

A vitória, além de dar o prêmio máximo para o “caecilius” do PokerStars, fez o jogador assumir a liderança do ranking da PokerGo Tour. E não bastasse esses fatos, o americano tem nova chance de forrar ainda mais hoje, já que também é o chip leader do último torneio da série, com buy-in de US$ 100K. Sabe pouco?

Confira o episódio #01 do Poker de Boteco:

 

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