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No BSOP SP, Marcelo Giordano comenta parceria com o Flow Poker Team e entrada para o time de embaixadores do WPT

O paulista também falou sobre viagens em 2024 e outros assuntos

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Marcelo Giordano é um dos regulares paulistas mais conhecidos do cenário brasileiro. Com passagens por times de poker importantes, o ilustre jogador que era sócio do In The Money, está vivendo uma nova fase na carreira desde o final de 2023, período onde o time foi adicionado como uma partição do Flow Poker Team.

O novo projeto já vem colhendo frutos para Giordano, que planejou um ano de 2024 bastante movimentado na carreira. E no último dia 25 de fevereiro, Marcelo pôde comemorar mais um grande processo de evolução na sua trajetória no poker. Ele foi anunciado como embaixador do WPT Brasil e irá representar essa grande marca no Brasil e no mundo.

Presente no BSOP São Paulo ostentando os dois patchs na camisa, Giordano falou sobre o momento especial na carreira profissional, comentou a parceria com a histórica marca WPT e muitos outros assuntos relacionados a carreira.

“Está sendo incrível. O WPT tem um nome muito forte e quando vieram falar comigo não pensei duas vezes. Já tive outras ofertas, mas deixar passar uma marca que faz torneios em todos os continentes do mundo e é mega reconhecida não teria como. Eles estão vindo forte, trazendo ótimos torneios e com jogadores de boa parte do mundo”.

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1º – Giordano, você expandiu o antigo In The Money para o Flow Poker Team, o que levou a esse processo de migração para um dos maiores times do Brasil?

Giordano: “Quando montei o time há mais ou menos dois anos, comecei com poucos jogadores. A ideia surgiu após um coach que fiz com alguns jogadores, que acabaram virando meus ‘cavalos’. Eu tinha vontade e foi um pontapé inicial através desse empurrão. Com o tempo o número de grinders foi crescendo e chegou o momento que precisei de ajuda, pois sozinho é desgastante. Cheguei a conversar com outros times o projeto de migração, mas o Flow foi o que mais me atraiu e hoje contamos com a estrutura toda deles, sendo um braço fortíssimo da marca”.

2º – Você tem muitas amizades no poker brasileiro e, recentemente, alguns dos amigos também seguiram o seu caminho de aceitar um projeto dentro do Flow, no caso o time de aplicativos. O que achou da ideia? 

Giordano: “Esse time é comandado por feras dos aplicativos como o Rodrigo Anacoretto “Danone”, Matheus Dimenor e Léo Ruiz. São caras que imprimem dinheiro jogando na Suprema e PPPoker, por exemplo. Eles toparam fazer esse projeto e montar o Flow Apps. A ideia é passar experiência para novos jogadores. São times separados, mas eu estou junto também, dou aula para os dois”.

3º – Agora com mais braços direitos para administrar um time de poker, acha que vai facilitar as viagens para jogar os circuitos e você pretende trazer essa galera pros lives (KSOP e BSOP)?

Giordano: “Teve uma época que eu jogava mais lives. Eu acho que com o time, querendo ou não, você precisa estar junto e ver o que está acontecendo, tem que dar aula, preparar aula e isso não é nada fácil. As vezes os reviews são meios que utilizamos para estudar, tem seus méritos, mas aulas são diferentes. Então, eu acho que já tive um pico onde conseguia ficar fora por muitos dias em Las Vegas, por exemplo. A ideia para 2024 é ir nos melhores, pois tenho muitos compromissos com o time e fica difícil viajar tanto. Sobre trazer eles pro live, vai depender de cada um, darei oportunidade sim. Inclusive, estou tentando trazer o Bruno Porto pro projeto, que é especialista no live”.

4º – Agora vamos falar de WPT. Você recentemente se tornou um dos embaixadores da plataforma que cresce no Brasil a cada dia. Como está sendo representar essa marca no poker mundial?

Giordano: “Está sendo incrível. O WPT tem um nome muito forte e quando vieram falar comigo não pensei duas vezes. Já tive outras ofertas, mas deixar passar uma marca que faz torneios em todos os continentes do mundo e é mega reconhecida não teria como. Eles estão vindo forte, trazendo ótimos torneios e com jogadores de boa parte do mundo. Tem muitos recreativos lá e os fields são ótimos para grindar. No último domingo, a série de US$ 2 milhões acabou em grande sucesso. Fora que estão dando a chance de começar distribuindo tickets e tudo mais. Com certeza vai ser um site muito importante, além de ter reconhecimento facil etc. É um prazer divulgar a marca”.

5º – Para finalizar, restam muitos meses no ano. O que o Giordano pretende jogar fazer para fazer valer essas parcerias que estão marcando a carreira? Quer bater o recorde de ITMs na WSOP em 2024?

Giordano: “Minha vontade é ir para Las Vegas esse ano, lugar onde já tive ótimos resultados. Porém, ainda estou em processo de  renovação do visto e passaporte. A viagem é muito cara e buscar investidor para isso é bastante cansativo. Ficar vendendo cota, gastos da viagem, como hospedagem, passagem e comida são assuntos bem difíceis para colocar no papel. Como estou tocando os projetos que já citamos, talvez eu fiquei por aqui. Além disso, jogar os torneios no Brasil e quero me aventurar na Twitch. Fiz algumas transmissões de testes e gostei muito. Quero jogar onde me sinto feliz. E também curtir muito meu filho e me cuidar muito”.

Confira o Episódio #59 do Poker de Boteco com o Guri do Poker:

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BSOP Rio Quente: Naiquel Oliveira forra no Last Chance High Roller e Gabriel Kumagai vence o Mystery Bounty DeepStack

O evento em Rio Quente foi um verdadeiro sucesso

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Naiquel

O BSOP Rio Quente foi finalizado nesta terça-feira com os últimos campeões sendo coroados na etapa. E um deles mostrou muita persistência ao conquistar o troféu do Last Chance High Roller praticamente aos 45 do segundo tempo: Naiquel Oliveira.

Jogando na pool ao lado dos amigos Vini Navarro e Thales Morelli, o trio engatou em diversos torneios ao longo da série, e Naiquel foi quem transformou a maratona em título. Ele superou um field de 55 entradas no evento de R$ 10.000 e garantiu a maior fatia da premiação. Ao todo, o campeão embolsou R$ 150.000, somando premiação e bounties, coroando a grande campanha em Rio Quente.

Confira a premiação completa:

1º Naiquel Oliveira – R$ 150.000
2º Christian Choca Archimaut – R$ 62.000
3º Marcelo Giordano  – R$ 48.000
4º José Carlos Barbosa – R$ 38.000
5º Birger  Larsen – R$ 30.000
6º Caio Kopke  – R$ 31.000
7º Jorge Raul Romero Castillo – R$ 14.000

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MYSTERY BOUNTY DEEPSTACK

Fechando a série em Rio Quente, o Mystery Bounty DeepStack, torneio dos envelopes misteriosos tão amados pelos jogadores, foi disputado em dois dias e terminou em grande estilo com a vitória de Gabriel Kumagai.

O competidor aproveitou a passagem do circuito brasileiro perto de sua cidade, saiu de Goiânia após poucas horas de viagem e garantiu o troféu para a capital goiana. Além disso, Gabriel Kumagai embolsou um total de R$ 60.000, após superar um field de 318 entradas no evento de R$ 1.500.

Confira a premiação completa:

1º Gabriel Kumagai – R$ 42.000
2º Aristides  Couto – R$ 26.000
3º Frederico Luis Alves Prado – R$ 20.450
4º Amauri Grutka – R$ 16.300
5º Luiz Ferrarezi Neto – R$ 12.850
6º Amanda Fabiane Souza – R$ 9.800
7º Teresa Dominguez – R$ 7.200
8º Evandro Alarcao Solano Soares – R$ 5.300
9º Jose Manuel Lesta – R$ 4.350

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Embalado por torcida fanática, Rafael Cunha é o grande campeão do Main Event do BSOP Rio Quente

O “Pitbull do Cerrado” venceu um eletrizante heads-up contra Victor Hugo Bonifácio

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Rafael Cunha
Rafael Cunha

A mesa final do Main Event do BSOP Rio Quente trouxe à tona os melhores ingredientes possíveis para uma decisão de elite: torcidas eufóricas, muitos all ins e calls e finalistas sem medo de comemorar. Depois de muito poker, a noite foi de consagração para o jogador Rafael Cunha, de Brasília, depois de uma mesa final de almanaque.

A maratona para bater o field de 622 entradas rendeu para o “Pitbull do Cerrado” – apelido que recebeu durante a mesa final – um prêmio dos bons de R$ 330.000. “Eu queria muito um título de BSOP. Nunca tive uma FT e a primeira foi logo Main Event, com cravada. A ficha nem caiu ainda na real”, disse Cunha.

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“O dinheiro é importante, claro, mas o prestígio também, o troféu, você ter seu nome na galeria marcado é muito top”, falou o jogador sobre o legado da conquista. Cunha foi empurrado por uma torcida fanática que vibrou mão a mão com ele. Os amigos foram fundamentais na conquista do jogador de Brasília.

“A gente tá no mesmo corre, poker, poker, poker, estudando junto, grindando junto, tomando bad junto. Nada mais justo que eles estarem aqui, eu também estaria por eles. Só agradecer mesmo”, disse Cunha.

A mesa final

A mesa final começou da melhor maneira possível para Cunha. Ele eliminou Thiago Neves de KK contra JJ e assumiu a ponta. A confiança estava em dia e o “Pitbull do Cerrado” colocou muita pressão na concorrência, jogando muitas mãos e coletando fichas de forma gradativa. A liderança rapidamente ficou bem destacada.

Larissa Metran ficou na oitava colocação depois de levar uma bad beat de AQ contra QJ de Victor Hugo Bonifácio. Ricardo Leão lutou bastante, mas acabou sucumbindo em sétimo. Douglas Olímpio foi eliminado no sexto lugar e Cunha derrubou Alê Couto, o chip leader da mesa final, na quinta colocação.

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Logo na sequência, Geraldo Magela levou a melhor de QQ contra AJ e tirou Guilherme Ribeiro no quarto lugar. O jogador de Campinas ficou ensandecido na comemoração por ter garantido um troféu. No entanto, logo depois, ele acabou perdendo um grande pote para Victor Hugo e caiu em terceiro.

O heads-up entre Cunha e Bonifácio foi eletrizante. Na maior parte do tempo, Cunha controlou as ações e teve vantagem, mas na hora de matar o duelo, de alguma forma, Victor Hugo, o “Highlander de Minas Gerais”, conseguia voltar para o jogo. Foram muitas vezes, mas enfim Rafael acabou encontrando o caminho da vitória.

Primeiro, ele conseguiu uma grande fatiada ao extrair muitas fichas com um full house. Victor Hugo pagou a aposta no river e muckou. O toma lá dá cá continuou por mais alguns minutos até que veio a mão do título. Com o flop mostrando 742, eles foram de all in e call. Cunha tinha 76 e segurou contra o 94 de Victor no turn Q e no river A.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Rafael Cunha – R$ 330.000*

2º – Victor Hugo Bonifácio – R$ 270.000*

3º – Geraldo Magela – R$ 165.000

4º – Guilherme Ribeiro – R$ 127.000

5º – Alexandre Couto – R$ 100.000

6º – Douglas Olímpio – R$ 78.000

7º – Ricardo Leão – R$ 58.000

8º – Larissa Metran – R$ 40.000

9º – Thiago Neves – R$ 31.000

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Carlos Rox bate Pedro Cavalieri e fatura o título no 2-Day High Roller na saideira do BSOP Rio Quente

Torneio teve mesa final rápida e cheia de nomes famosos do poker brasileiro

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Carlos Rox

O último dia do BSOP Rio Quente contou com a finalização de vários torneios. Um dos mais badalado, o 2-Day High Roller, com buy-in de R$ 10.000, foi vencido por um dos grandes nomes do poker brasileiro: Carlos Rox. O catarinense encerrou a participação no circuito com chave de ouro e um prêmio de seis dígitos.

Rox bateu o field de 53 entradas e ficou com uma bela recompensa de R$ 136.000. “Foi muito bom. Eu tava bem empolgado pra vir para esse BSOP. Logo no início eu fiz uma mesa final de um High Roller, mas depois as coisas pareciam estar dando tudo errado, pegando umas bolhas de dinheiro. Nesse eu dei max late, acabei cravando, tô muito contente”, disse Rox.

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A mesa final foi formada com nove jogadores, mas apenas sete jogadores entraram na faixa de premiação. O argentino Alan Raymundo foi o primeiro a ser eliminado dentro do dinheiro. Na sequência, Thales Morelli e Lucas Scafini foram eliminados. Pedro Cavalieri eliminou Leonardo Carlessi no 4-handed em coin flip de AT contra 88.

Não demorou muito para o heads-up ser formado com a eliminação de Murilo Fidélis no terceiro lugar do pódio. O duelo final entre Rox e Cavalieri foi relâmpago. Em apenas seis mãos, Rox sacramentou a vitória com direito a uma trap na mão do título. Ele deu limp de QQ, Pedro foi all in com A4 e levou instacall. O board não trouxe surpresas e encerrou o torneio.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Carlos Rox – R$ 136.000

2º – Pedro Cavalieri – R$ 98.000

3º – Murilo Fidélis – R$ 62.000

4º – Leonardo Carlessi – R$ 47.000

5º – Lucas Scafini – R$ 36.500

6º – Thales Morelli – R$ 28.000

7º – Alan Raymundo (Argentina) – R$ 22.620

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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