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Maldonado encabezó la resistencia hispana en el Single Reentry Turbo en Rio

Tres jugadores de habla castellana tuvieron presencia en la mesa final del certamen, aunque finalmente no alcanzaron el podio

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Hasta la madrugada de este viernes, se extendió en el Sheraton Grand Hotel & Resort, de Rio de Janeiro, la definición del torneo R$1.000 NLH Single Reentry, disputado en el marco de la primera fecha de las Kings Series of Poker (KSOP) GGPoker en la temporada 2023. El local Paulo Dinis terminó en poder de todas las fichas de la competencia, al superar en el heads up a su compatriota Elvis ‘Catholão’ Renan, que ya había tenido un subtítulo previo en el evento R$1.000 NLH DeepStack No Breaks.

Con la victoria, el campeón se aseguró un botín de R$14.000 (US$2.800), mientras que a su escolta le correspondieron R$9.800 (US$1.960) por el subtítulo. El podio se completó con Cristiano Vicente, también del país de la samba, quien facturó R$7.000 (US$1.400), gracias a su tercer lugar.

A pesar de esa hegemonía de los representantes de la ‘verdeamarela’ en el podio, la mesa final del certamen tuvo la mitad de sus puestos de cobro ocupados por jugadores de habla castellana. El mejor entre ellos fue el boliviano Diego Maldonado, quien alcanzó el cuarto lugar y pudo sumar a su banca R$5.070 (US$1.140) gracias a esa ubicación. Por su parte, los argentinos Martín Quiroga y Juan Manuel Pérez, se estacionaron en la quinta y sexta casilla de la clasificación, de manera que les correspondieron pagos por R$3.900 (US$780) y R$3.000 (US$600), respectivamente.

De este modo, Maldonado, proveniente de la ciudad de La Paz, estuvo cerca de emular la actuación de su compatriota Andrés Rejas, quien se hizo merecedor del trofeo de campeón en el torneo R$1.000 DeepStack No Breaks. Infortunadamente para él, la varianza no estuvo de su lado en las manos claves para que pudiera alcanzar el podio y tuvo que conformarse así con una despedida en el 4-handed, que se antojó temprana después de que tuvo en su poder un stack que lo puso como serio candidato al título.

Tras su salida de la competencia, Maldonado sostuvo una corta charla con MundoPoker, en la que nos dio a conocer sus sensaciones posteriores a la destacada actuación que protagonizó en este evento, que contabilizó 62 entradas en su field: “Fue bastante frustrante para mí el desarrollo de esta mesa final. Entré como chipleader, pero todos los shortstacks se doblaron y al final terminé en un cuarto lugar que ni siquiera me permitió quedarme con uno de los trofeos que se reciben al llegar al podio”, declaró con gesto evidentemente contrariado.

Diego nos contó que lleva 9 años practicando el poker a un nivel competitivo, en los que se ha especializado en las partidas de cash. Sin embargo, suele venir a los grandes eventos del circuito brasileño, como lo son estas KSOP GGPoker y las Brazilian Series of Poker (BSOP). Ésta fue su décima mesa final en el coloso sudamericano, según relató.

Respecto al panorama del poker en Bolivia, Maldonado no ocultó que la situación para los jugadores de su país es compleja, puesto que la práctica de esta disciplina mental se mantiene casi totalmente en la clandestinidad; razón por la cual no se dan torneos de alto nivel, ni se tienen buenas posibilidades de crecimiento para los amantes de este tipo de competencias. “En realidad, los bolivianos solo tenemos la opción de evolucionar como jugadores si nos concentramos en el juego online y si viajamos a eventos como éste”, señaló con cierto dejo de incomodidad, ante las pocas oportunidades que ofrece su tierra natal para quienes quieren alcanzar grandes objetivos en los paños.

De cualquier manera, Maldonado cerró la conversación destacando que, a pesar de que siguen siendo pocos los que se presentan a este tipo de eventos, la participación de bolivianos en los torneos internacionales se ha hecho mucho mayor en años recientes frente a lo que ocurría en el pasado, cuando era una verdadera extrañeza ver a un jugador de esa nacionalidad en una competencia de élite en el calendario latinoamericano.

Cerramos con la tabla de pagos correspondiente a los integrantes de la mesa final de este torneo NLH Single Reentry Turbo:

Campeón: Paulo Dinis (Brasil) R$14.000 (US$2.800)
Runner-up: Elvis Renan (Brasil) R$9.800 (US$1.960)
Tercer lugar: Cristiano Vicente (Brasil) R$7.000 (US$1.400)
4°: Diego Marcelo Maldonado (Bolivia) R$5.070 (US$1.140)
5°: Martín Quiroga (Argentina) R$3.900 (US$780)
6°: Juan Manuel Pérez (Argentina) R$3.000 (US$600)

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BSOP Rio Quente: Naiquel Oliveira forra no Last Chance High Roller e Gabriel Kumagai vence o Mystery Bounty DeepStack

O evento em Rio Quente foi um verdadeiro sucesso

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Naiquel

O BSOP Rio Quente foi finalizado nesta terça-feira com os últimos campeões sendo coroados na etapa. E um deles mostrou muita persistência ao conquistar o troféu do Last Chance High Roller praticamente aos 45 do segundo tempo: Naiquel Oliveira.

Jogando na pool ao lado dos amigos Vini Navarro e Thales Morelli, o trio engatou em diversos torneios ao longo da série, e Naiquel foi quem transformou a maratona em título. Ele superou um field de 55 entradas no evento de R$ 10.000 e garantiu a maior fatia da premiação. Ao todo, o campeão embolsou R$ 150.000, somando premiação e bounties, coroando a grande campanha em Rio Quente.

Confira a premiação completa:

1º Naiquel Oliveira – R$ 150.000
2º Christian Choca Archimaut – R$ 62.000
3º Marcelo Giordano  – R$ 48.000
4º José Carlos Barbosa – R$ 38.000
5º Birger  Larsen – R$ 30.000
6º Caio Kopke  – R$ 31.000
7º Jorge Raul Romero Castillo – R$ 14.000

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MYSTERY BOUNTY DEEPSTACK

Fechando a série em Rio Quente, o Mystery Bounty DeepStack, torneio dos envelopes misteriosos tão amados pelos jogadores, foi disputado em dois dias e terminou em grande estilo com a vitória de Gabriel Kumagai.

O competidor aproveitou a passagem do circuito brasileiro perto de sua cidade, saiu de Goiânia após poucas horas de viagem e garantiu o troféu para a capital goiana. Além disso, Gabriel Kumagai embolsou um total de R$ 60.000, após superar um field de 318 entradas no evento de R$ 1.500.

Confira a premiação completa:

1º Gabriel Kumagai – R$ 42.000
2º Aristides  Couto – R$ 26.000
3º Frederico Luis Alves Prado – R$ 20.450
4º Amauri Grutka – R$ 16.300
5º Luiz Ferrarezi Neto – R$ 12.850
6º Amanda Fabiane Souza – R$ 9.800
7º Teresa Dominguez – R$ 7.200
8º Evandro Alarcao Solano Soares – R$ 5.300
9º Jose Manuel Lesta – R$ 4.350

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Embalado por torcida fanática, Rafael Cunha é o grande campeão do Main Event do BSOP Rio Quente

O “Pitbull do Cerrado” venceu um eletrizante heads-up contra Victor Hugo Bonifácio

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Rafael Cunha
Rafael Cunha

A mesa final do Main Event do BSOP Rio Quente trouxe à tona os melhores ingredientes possíveis para uma decisão de elite: torcidas eufóricas, muitos all ins e calls e finalistas sem medo de comemorar. Depois de muito poker, a noite foi de consagração para o jogador Rafael Cunha, de Brasília, depois de uma mesa final de almanaque.

A maratona para bater o field de 622 entradas rendeu para o “Pitbull do Cerrado” – apelido que recebeu durante a mesa final – um prêmio dos bons de R$ 330.000. “Eu queria muito um título de BSOP. Nunca tive uma FT e a primeira foi logo Main Event, com cravada. A ficha nem caiu ainda na real”, disse Cunha.

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“O dinheiro é importante, claro, mas o prestígio também, o troféu, você ter seu nome na galeria marcado é muito top”, falou o jogador sobre o legado da conquista. Cunha foi empurrado por uma torcida fanática que vibrou mão a mão com ele. Os amigos foram fundamentais na conquista do jogador de Brasília.

“A gente tá no mesmo corre, poker, poker, poker, estudando junto, grindando junto, tomando bad junto. Nada mais justo que eles estarem aqui, eu também estaria por eles. Só agradecer mesmo”, disse Cunha.

A mesa final

A mesa final começou da melhor maneira possível para Cunha. Ele eliminou Thiago Neves de KK contra JJ e assumiu a ponta. A confiança estava em dia e o “Pitbull do Cerrado” colocou muita pressão na concorrência, jogando muitas mãos e coletando fichas de forma gradativa. A liderança rapidamente ficou bem destacada.

Larissa Metran ficou na oitava colocação depois de levar uma bad beat de AQ contra QJ de Victor Hugo Bonifácio. Ricardo Leão lutou bastante, mas acabou sucumbindo em sétimo. Douglas Olímpio foi eliminado no sexto lugar e Cunha derrubou Alê Couto, o chip leader da mesa final, na quinta colocação.

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Logo na sequência, Geraldo Magela levou a melhor de QQ contra AJ e tirou Guilherme Ribeiro no quarto lugar. O jogador de Campinas ficou ensandecido na comemoração por ter garantido um troféu. No entanto, logo depois, ele acabou perdendo um grande pote para Victor Hugo e caiu em terceiro.

O heads-up entre Cunha e Bonifácio foi eletrizante. Na maior parte do tempo, Cunha controlou as ações e teve vantagem, mas na hora de matar o duelo, de alguma forma, Victor Hugo, o “Highlander de Minas Gerais”, conseguia voltar para o jogo. Foram muitas vezes, mas enfim Rafael acabou encontrando o caminho da vitória.

Primeiro, ele conseguiu uma grande fatiada ao extrair muitas fichas com um full house. Victor Hugo pagou a aposta no river e muckou. O toma lá dá cá continuou por mais alguns minutos até que veio a mão do título. Com o flop mostrando 742, eles foram de all in e call. Cunha tinha 76 e segurou contra o 94 de Victor no turn Q e no river A.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Rafael Cunha – R$ 330.000*

2º – Victor Hugo Bonifácio – R$ 270.000*

3º – Geraldo Magela – R$ 165.000

4º – Guilherme Ribeiro – R$ 127.000

5º – Alexandre Couto – R$ 100.000

6º – Douglas Olímpio – R$ 78.000

7º – Ricardo Leão – R$ 58.000

8º – Larissa Metran – R$ 40.000

9º – Thiago Neves – R$ 31.000

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Carlos Rox bate Pedro Cavalieri e fatura o título no 2-Day High Roller na saideira do BSOP Rio Quente

Torneio teve mesa final rápida e cheia de nomes famosos do poker brasileiro

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Carlos Rox

O último dia do BSOP Rio Quente contou com a finalização de vários torneios. Um dos mais badalado, o 2-Day High Roller, com buy-in de R$ 10.000, foi vencido por um dos grandes nomes do poker brasileiro: Carlos Rox. O catarinense encerrou a participação no circuito com chave de ouro e um prêmio de seis dígitos.

Rox bateu o field de 53 entradas e ficou com uma bela recompensa de R$ 136.000. “Foi muito bom. Eu tava bem empolgado pra vir para esse BSOP. Logo no início eu fiz uma mesa final de um High Roller, mas depois as coisas pareciam estar dando tudo errado, pegando umas bolhas de dinheiro. Nesse eu dei max late, acabei cravando, tô muito contente”, disse Rox.

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A mesa final foi formada com nove jogadores, mas apenas sete jogadores entraram na faixa de premiação. O argentino Alan Raymundo foi o primeiro a ser eliminado dentro do dinheiro. Na sequência, Thales Morelli e Lucas Scafini foram eliminados. Pedro Cavalieri eliminou Leonardo Carlessi no 4-handed em coin flip de AT contra 88.

Não demorou muito para o heads-up ser formado com a eliminação de Murilo Fidélis no terceiro lugar do pódio. O duelo final entre Rox e Cavalieri foi relâmpago. Em apenas seis mãos, Rox sacramentou a vitória com direito a uma trap na mão do título. Ele deu limp de QQ, Pedro foi all in com A4 e levou instacall. O board não trouxe surpresas e encerrou o torneio.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Carlos Rox – R$ 136.000

2º – Pedro Cavalieri – R$ 98.000

3º – Murilo Fidélis – R$ 62.000

4º – Leonardo Carlessi – R$ 47.000

5º – Lucas Scafini – R$ 36.500

6º – Thales Morelli – R$ 28.000

7º – Alan Raymundo (Argentina) – R$ 22.620

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