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BSOP Rio Quente: Marcelo Mesqueu é campeão do High Roller e caminha a passos largos no ranking

Ele ganhou o prêmio de R$ 97.830

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(Crédito: BSOP)

Em 2017, Marcelo Mesqueu lutou ponto a ponto para ser campeão do ranking do BSOP. A disputa foi até o dia derradeiro da última etapa do ano e o desfecho não foi o desejado daquela vez. Dois anos depois, o carioca voltou ainda mais forte para a disputa e agora caminha a passos largos para vencer. O mais novo triunfo foi o High Roller do BSOP Rio Quente.

Mesqueu não tomou conhecimento do field de 53 entradas e faturou R$ 97.830. O regular ainda teve a dificuldade de começar a mesa final na quinta colocação em fichas entre os sete finalistas. Não teve jeito. Apesar de jogar contra adversários qualificados, ninguém conseguiu parar o carioca.

O pódio teve a companhia do colecionador de troféus Ricardo Nakamura, que garantiu mais um para a estante, com o 3º lugar e o heads-up foi contra o experiente Alex Sako. Mesqueu mostrou que está com o poker afiado. Foram oito ITMs em Rio Quente e, além da cravada no High Roller, também teve um 2º lugar no Short Deck.

Com o poker afiado desse jeito ficará difícil alguém parar Mesqueu no ranking da competição. O título que escapou por detalhe em 2017 parece ser mera questão de tempo desta vez.

Confira a premiação final:

1º – Marcelo Mesqueu – R$ 97.830
2º – Alex Sako – R$ 70.660
3º – Ricardo Nakamura – R$ 45.040
4º – Guilherme Trevisan – R$ 34.170
5º – Daniel Croce – R$ 26.400
6º – Cleider Souza – R$ 20.190
7º – Alcioni Pollermann – R$ 16.310

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Embalado por torcida fanática, Rafael Cunha é o grande campeão do Main Event do BSOP Rio Quente

O “Pitbull do Cerrado” venceu um eletrizante heads-up contra Victor Hugo Bonifácio

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Rafael Cunha
Rafael Cunha

A mesa final do Main Event do BSOP Rio Quente trouxe à tona os melhores ingredientes possíveis para uma decisão de elite: torcidas eufóricas, muitos all ins e calls e finalistas sem medo de comemorar. Depois de muito poker, a noite foi de consagração para o jogador Rafael Cunha, de Brasília, depois de uma mesa final de almanaque.

A maratona para bater o field de 622 entradas rendeu para o “Pitbull do Cerrado” – apelido que recebeu durante a mesa final – um prêmio dos bons de R$ 330.000. “Eu queria muito um título de BSOP. Nunca tive uma FT e a primeira foi logo Main Event, com cravada. A ficha nem caiu ainda na real”, disse Cunha.

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“O dinheiro é importante, claro, mas o prestígio também, o troféu, você ter seu nome na galeria marcado é muito top”, falou o jogador sobre o legado da conquista. Cunha foi empurrado por uma torcida fanática que vibrou mão a mão com ele. Os amigos foram fundamentais na conquista do jogador de Brasília.

“A gente tá no mesmo corre, poker, poker, poker, estudando junto, grindando junto, tomando bad junto. Nada mais justo que eles estarem aqui, eu também estaria por eles. Só agradecer mesmo”, disse Cunha.

A mesa final

A mesa final começou da melhor maneira possível para Cunha. Ele eliminou Thiago Neves de KK contra JJ e assumiu a ponta. A confiança estava em dia e o “Pitbull do Cerrado” colocou muita pressão na concorrência, jogando muitas mãos e coletando fichas de forma gradativa. A liderança rapidamente ficou bem destacada.

Larissa Metran ficou na oitava colocação depois de levar uma bad beat de AQ contra QJ de Victor Hugo Bonifácio. Ricardo Leão lutou bastante, mas acabou sucumbindo em sétimo. Douglas Olímpio foi eliminado no sexto lugar e Cunha derrubou Alê Couto, o chip leader da mesa final, na quinta colocação.

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Logo na sequência, Geraldo Magela levou a melhor de QQ contra AJ e tirou Guilherme Ribeiro no quarto lugar. O jogador de Campinas ficou ensandecido na comemoração por ter garantido um troféu. No entanto, logo depois, ele acabou perdendo um grande pote para Victor Hugo e caiu em terceiro.

O heads-up entre Cunha e Bonifácio foi eletrizante. Na maior parte do tempo, Cunha controlou as ações e teve vantagem, mas na hora de matar o duelo, de alguma forma, Victor Hugo, o “Highlander de Minas Gerais”, conseguia voltar para o jogo. Foram muitas vezes, mas enfim Rafael acabou encontrando o caminho da vitória.

Primeiro, ele conseguiu uma grande fatiada ao extrair muitas fichas com um full house. Victor Hugo pagou a aposta no river e muckou. O toma lá dá cá continuou por mais alguns minutos até que veio a mão do título. Com o flop mostrando 742, eles foram de all in e call. Cunha tinha 76 e segurou contra o 94 de Victor no turn Q e no river A.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Rafael Cunha – R$ 330.000*

2º – Victor Hugo Bonifácio – R$ 270.000*

3º – Geraldo Magela – R$ 165.000

4º – Guilherme Ribeiro – R$ 127.000

5º – Alexandre Couto – R$ 100.000

6º – Douglas Olímpio – R$ 78.000

7º – Ricardo Leão – R$ 58.000

8º – Larissa Metran – R$ 40.000

9º – Thiago Neves – R$ 31.000

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Carlos Rox bate Pedro Cavalieri e fatura o título no 2-Day High Roller na saideira do BSOP Rio Quente

Torneio teve mesa final rápida e cheia de nomes famosos do poker brasileiro

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Carlos Rox

O último dia do BSOP Rio Quente contou com a finalização de vários torneios. Um dos mais badalado, o 2-Day High Roller, com buy-in de R$ 10.000, foi vencido por um dos grandes nomes do poker brasileiro: Carlos Rox. O catarinense encerrou a participação no circuito com chave de ouro e um prêmio de seis dígitos.

Rox bateu o field de 53 entradas e ficou com uma bela recompensa de R$ 136.000. “Foi muito bom. Eu tava bem empolgado pra vir para esse BSOP. Logo no início eu fiz uma mesa final de um High Roller, mas depois as coisas pareciam estar dando tudo errado, pegando umas bolhas de dinheiro. Nesse eu dei max late, acabei cravando, tô muito contente”, disse Rox.

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A mesa final foi formada com nove jogadores, mas apenas sete jogadores entraram na faixa de premiação. O argentino Alan Raymundo foi o primeiro a ser eliminado dentro do dinheiro. Na sequência, Thales Morelli e Lucas Scafini foram eliminados. Pedro Cavalieri eliminou Leonardo Carlessi no 4-handed em coin flip de AT contra 88.

Não demorou muito para o heads-up ser formado com a eliminação de Murilo Fidélis no terceiro lugar do pódio. O duelo final entre Rox e Cavalieri foi relâmpago. Em apenas seis mãos, Rox sacramentou a vitória com direito a uma trap na mão do título. Ele deu limp de QQ, Pedro foi all in com A4 e levou instacall. O board não trouxe surpresas e encerrou o torneio.

Confira a premiação dos finalistas:

1º – Carlos Rox – R$ 136.000

2º – Pedro Cavalieri – R$ 98.000

3º – Murilo Fidélis – R$ 62.000

4º – Leonardo Carlessi – R$ 47.000

5º – Lucas Scafini – R$ 36.500

6º – Thales Morelli – R$ 28.000

7º – Alan Raymundo (Argentina) – R$ 22.620

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Aloísio Dourado, Emerson Figueiredo e Hitomi Ashikawa são campeões no BSOP Rio Quente

Último dia reservou diversas mesas finais no evento

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Aloísio Dourado

O último dia do BSOP Rio Quente teve campeão para tudo quanto é lado. Muitos torneios estavam programados para começar ou continuar nesta terça-feira (05) e o Mundo Poker traz um apanhado com alguns dos jogadores que soltaram o grito de campeão na saideira do evento em Goiás.

No Mixed Games Dealer’s Choice brilhou a estrela de Aloísio Dourado. O jogador de Brasília manteve, aos 45 minutos do segundo tempo, o 100% em 2026. Ele foi campeão em todas as etapas do ano até agora. A conquista que veio para firmar isso veio após bater o field de 12 entradas do torneio de R$ 2.500. O prêmio foi de R$ 9.400.

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No Last Chance Deepstack Turbo, a grande campeã foi a jogadora Hitomi Ashikawa, de Campinas. Ela bateu a concorrência de 129 entradas para ficar com o prêmio de R$ 10.560. O valor foi definido em um acordo no 3-handed. Luiz Romeu, o vice-campeão, e Eliane Ferreira, terceira colocada, receberam R$ 7.920.

Por fim, o 6-Max PKO recebeu 95 entradas e o vencedor foi Emerson Figueiredo. A conquista rendeu para ele um belo prêmio de R$ 57.500 já contando os bounties coletados. Mateus Fernandes levou R$ 30.000 pelo vice e Caio Araújo fechou o pódio com R$ 25.700 de premiação.

Hitomi Ashikawa

Emerson Figueiredo

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