Melhores do Twitter #271: Solução simples e efetiva de Patrick Leonard, Maria Ho exaltada e nostalgia diferente de Seth Davies

Confira tweets que bombaram na última semana

Patrick Leonard, Maria Ho e Seth Davies
Post In-Article Top Ad - Anúncio Exemplo 1

A comunidade do poker é bastante ativa no Twitter. Muitos jogadores fazem desabafos, contam histórias, criam enquetes e promovem interessantes discussões sobre o esporte da mente que tanto gostamos. Ainda dá pra discutir mãos, assistir vídeos e acompanhar as notícias do poker que o Mundo Poker faz com carinho dia a dia. Toda sexta-feira, o Mundo Poker separa alguns tweets que foram destaques! Se você ver algum que achou interessante, pode marcar a gente lá. Quem sabe não apareça aqui na próxima semana, hein? A gente dá os créditos…

Confira a nossa seleção da semana e aproveite para seguir o Mundo Poker:

A última semana teve, mais uma vez, uma polêmica com o banimento de um jogador por ghosting na GGPoker. Este foi o segundo caso em menos de um mês e ambos tiveram uma coincidência: foram com jogadores desconhecidos e sem nomes reais. Por isso, Patrick Leonard indicou uma possível solução, que parece ser simples e efetiva na mesma medida:

“Interessante! Nas duas vezes recentes, as contas eram de asiáticos desconhecidos, com nomes falsos. Será que chegou a hora de usar apenas nomes reais nos High Stakes?”

Mas os seguidores do “pads” fizeram um adendo importante: por que não nomes reais para todos? Eu sou a favor.

“Por que só nos High Stakes? As regras da sala deveriam ser as mesmas para todos. Afinal, todos jogamos o mesmo jogo”

Um jogador que não tem medo de mostrar seu nome e expor seu jeito é Martin Kabrhel. O tcheco, que veio ao Brasil pela primeira vez para a Super High Roller Series do BSOP, brilhou na última terça-feira e anotou um hit daqueles por aqui. Na comemoração veio o famoso “vamooooo”:

“Acabei de ganhar o Super High Roller de US$ 30k no BSOP

O rail criou uma atmosfera incrível e isso virou o heads-up a meu favor

Você pode assistir à reprise no canal do BSOP no YouTube com comentários da única e inigualável Maria Ho.

E a High Roller Series continua — me desejem sorte nos próximos torneios! Vaamooos!”

O documentário da WSOP chamado “No Limit” trouxe algumas boas histórias. Renomada no cenário e vista como um dos expoentes do poker feminino, Maria Ho ganhou mais fãs com a obram sendo exaltada por Dustin Iannotti:

“Para mim, a história de @MariaHo em NO LIMIT me fez respeitá-la ainda mais.

Vinte anos depois. Ainda lutando pela aprovação dos pais. Ainda lutando para legitimar o poker.

Essa motivação, sem a validação que ela merece, tem um impacto diferente”

Agora imagina você gravar esse documentário um ano atrás e, na hora do lançamento, um dos personagens principais ter aparecido em uma das maiores polêmicas recentes? Foi o que aconteceu com o No Limit e Tony Ren Lin:

“Filmamos NO LIMIT há um ano e concluímos a pós-produção apenas uma semana antes do incidente recente.

O Ren Lin que você verá em nosso documentário é o jogador e a pessoa que conhecemos durante as filmagens… alguém que conquistou seu lugar na história por meio de sua trajetória marcante e sua inspiradora jornada pessoal.

Estamos cientes da situação recente e entendemos que as pessoas têm opiniões fortes sobre o assunto. Nossa série captura um momento no tempo… o Super Main Event de 2024, e acreditamos que os espectadores podem apreciar essa distinção”

Falando de criadores de conteúdo, Katie Stone levantou uma questão legal: será que os criadores de hoje têm um papel como o de Moneymaker para atrair novos jogadores?

“Gostaria de entender as estatísticas de audiência televisiva que criaram o boom do poker durante a era Moneymaker na ESPN e o WPT no Travel Channel, e comparar isso com a audiência dos criadores de conteúdo de poker atuais para ver qual deles tem um impacto maior na audiência e no crescimento geral do poker”

Só que Daniel Colpoys não é lá muito fã de criadores de conteúdo de poker, não:

“Os criadores de conteúdo no poker são péssimos. Há muitas pessoas interessantes, ousadas, engraçadas e que fazem coisas absurdas. Em vez disso, ficamos com um bando de ninguém que não faz nada de ousado, não têm histórias divertidas e compra seguidores.

Indo para o passado, Kevin Martin relembrou o período paleolítico do poker live: quando todo mundo tinha que pagar o ante:

“Lembra quando TODOS os jogadores de poker ao vivo apostavam 1/8 do big blind antes da distribuição das cartas? Era o chamado “ante da mesa completa”.

Comportamento bárbaro”

Quase fechando a lista desta semana, muita gente tem um sentimento nostálgico com relação ao Full Tilt, mas esse motivo me parece inédito:

“A suavidade dos botões no software Full Tilt era incrivelmente agradável. Parecia clicar num pequeno travesseiro”

O último tweet da coletânea é um lembrete:

“O poker te ensina a ser humilde até que você recupere a confiança.
Então ele te humilha por sua arrogância.
Ciclo da vida”

Confira o  Poker de Boteco #117 com Pedro Cassar: