JPT
Embaixador do circuito, Anthony Temperine não mede limites para expansão do JPT: “se tornar gigante”
Temperine está muito agradado com o ano de 2025 do circuito
A última etapa do Jokers Poker Tour em 2025 chega para fazer história. O circuito JPT atrai participantes de todo o Rio de Janeiro e reúne amigos e poker de alto nível em um ambiente agradável. Finalizando o ano no Hotel Le Canton, mais uma temporada vai se encerrar de forma charmosa.
O Jokers Poker Tour vem ganhando cada vez mais notoriedade. Nas últimas etapas, streamers e criadores de conteúdo de todo o país estão se reunindo para curtir uma bela semana de poker num ambiente agradável. Uma das razões para sua expansão foi a chegada de Anthony Temperine como seu embaixador.
Temperine já ganhou os principais títulos disputados no Jokers Poker Tour e é embaixador do circuito desde o ano passado. Mas o crescimento do JPT, para o jogador carioca, é apenas o começo. “Meu plano é levar o JPT pra fora do Rio de Janeiro, expandir nossas conexões e fazer a família JPT crescer ainda mais, chegando até ao patamar internacional”, contou ao Mundo Poker.
A expansão do JPT para um evento de porte nacional, de acordo com o embaixador, não é mera coincidência. “Nada acontece por acaso. Nossas ações são todas intencionais. Quando você tem um objetivo claro, apesar de não ser possível saber o resultado, as coisas acontecem. Desde que entrei no JPT, tenho uma missão: fazer ele se tornar gigante. É pra isso que estou aqui”, conta.
Quem já esteve no Jokers Poker Tour sabe que o ambiente descontraído e irreverente é parte essencial do circuito. Para Temperine, a chave é a valorização das pessoas. “O segredo é colocar amor em tudo, pensar mais nas pessoas do que no lucro. Famílias, momentos, memórias, amizades verdadeiras: isso é o JPT”.
Por fim, o embaixador delineou planos para a próxima temporada do JPT. “2025 foi um ano importante pra nós. Mostramos que somos mais fortes do que pensavam. O JPT é um garoto que está aprendendo a ser adulto, já passou por muitas lutas e dificuldades, e está de pé, mais forte do que nunca, construindo a sua história. O plano é expandir a marca, fazendo o que a gente sabe fazer de melhor: conectar pessoas e negócios, abrindo portas, trazendo luz e vida, sempre fazendo um espetáculo de poker por onde passamos”, finalizou.
Confira o MundoTV Cast #76 com Douglas Paes:
JPT
Rodrigo Guimarães ressuscita após sobrar com duas fichas, crava o High Roller e fecha o JPT com dois títulos
O craque foi o grande destaque da etapa com três mesas finais e duas cravadas
O último ato do JPT no Le Canton foi a consolidação de um dos grandes nomes do cenário do Rio de Janeiro em 2026. Não apenas do Rio, mas também nacionalmente. Rodrigo Guimarães está voando e demonstrou na saideira da etapa. Ele foi campeão do High Roller Casa Correa & Medici e fechou a jornada de quatro dias com dois títulos.
Guimarães passou pelo field de 60 entradas que tinha buy-in de R$ 2.500 e foi recompensado com o prêmio de R$ 30.200. Desta vez, o roteiro da cravada foi impressionante, pois ele ficou curtíssimo em determinado momento. Sobrou com apenas 1/8 de blind.
“Uma mesa final onde o pessoal chegou com uma média de blinds de 20 para baixa. Uma mesa difícil com bons jogadores. Perdi uma corrida, sobrei com 10.000 fichas nos blinds 40.000 / 80.000″, contou. “Feliz da vida. A parada foi surreal”, explicou Rodrigo. Foi uma verdadeira sucessão de dobras de stack até a cravada.
A mesa final contou com craques como Luís Henrique Taffner, Alex Cordeiro, Lucas Cavalcante e Felipe Valentim. Houve um acordo no 4-handed. Depois do deal tudo aconteceu muito rápido até Rodrigo derrotar Hebert Sampaio no duelo decisivo. Assim, ele fechou o JPT com duas cravadas em High Rollers além de um quarto lugar.
Ele também fez questão de agradecer ao coach Victor Pertile, dizendo que o estudo com ele fez toda a diferença. Empolgado, Rodrigo já está pensando na próxima viagem. “Feliz demais com o desempenho e partiu Argentina”, disse em referência a próxima etapa do KSOP GGPoker no início de junho.

Confira a premiação dos finalistas:
1º – Rodrigo Guimarães – R$ 30.200*
2º – Hebert Sampaio – R$ 25.000*
3º – Alex Cordeiro – R$ 25.000*
4º – Felipe Valentim – R$ 25.000*
5º – Lucas Cavalcante – R$ 11.500
6º – Emanuel Fernandez – R$ 9.000
7º – Luís Henrique Taffner – R$ 7.200
8º – Alexandre Lemos – R$ 5.600
9º – Fabiano Fonseca – R$ 2.500
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
JPT
Pela primeira vez no JPT, Bruno Mariano engata no Last Chance aos 45 do segundo tempo e fatura o título
O jogador de São Paulo fez um heads-up bem acirrado contra Bruno Borsato
O último dia do JPT em Teresópolis, no belo resort Le Canton, tinha três campeões para serem conhecidos. Um deles foi Bruno Mariano. Aos 45 do segundo tempo, o jogador de cash game resolveu engatar no Last Chance e vai sair da viagem com um dos criativos troféus do circuito para a estante.
Bruno encarou o field de 55 entradas com o buy-in de R$ 500 e ficou com uma recompensa de R$ 6.500 pela cravada. “Salva a etapa”, falou o campeão “É a primeira vez que eu venho para o JPT, foi muito legal. A parceirada é incrível, fiz um heads-up muito divertido. Fazia tempo que eu não jogava torneio, voltar assim é satisfatório”.
O campeão contou mais um pouquinho sobre a relação com o jogo e revelou o motivo de ter engatado no Last Chance. “Jogo mais cash game, sou de São Paulo. Só jogo cash ultimamente. Vim para jogar o cash, a mesa estourou cedo, decidi engatar nesse último e deu certo.
A jornada, no entanto, não foi nada fácil. “Não passei de 30 blinds o torneio inteiro. Entrei no quarto nível e assim fiquei, abaixo dos 30 blinds. Faltando três mesas eu estava com nove blinds e levei falinha até do dealer. Na FT fiquei com quatro blinds e consegui voltar”, lembrou.
O heads-up contra o xará Bruno Borsato foi um verdadeiro toma lá dá cá. Com a estrutura turbo, eles disputaram cerca de 20 mãos e cada um dobrou mais de uma vez. No fim das contas, o baralho sorriu para Bruno Mariano. Ele levou a melhor na mão decisiva de AQ contra J7 no board A22KQ.
O campeão garantiu que vai voltar para o circuito em breve. “Seja para torneio ou para o cash game, o JPT pode me convidar que eu tô dentro”, avisou.

Confira a premiação dos finalistas:
1º – Bruno Mariano – R$ 6.500
2º – Bruno Borsato – R$ 4.700
3º – João Pedro de Paula – R$ 3.000
4º – Thaline Teixeira – R$ 2.300
5º – Victor Barbosa Paula – R$ 1.700
6º – Bernardo Hartt – R$ 1.400
7º – Patrick Quadro – R$ 1.000

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
JPT
Rodrigo Gil embala após hero call certeiro e é o grande campeão do Main Event do JPT: “muito emocionante”
O “Roliço” derrotou o bicampeão brasileiro Daniel Noronha no heads-up
O Main Event Superbet da segunda etapa do JPT ficou com um dos jogadores mais carismáticos do circuito: Rodrigo Gil, o “Roliço”. Nome importante no cenário do poker carioca, o jogador entrou para a história do Jokers Poker Tour ao bater o field de 426 entradas com enorme autoridade.
O título de Roliço no Main Event veio acompanhado de um belo prêmio de R$ 65.000. O buy-in do torneio foi de R$ 1.000 e contou com sete classificatórios. “É um momento especial. Todo mundo me conhece, sabe da história que eu tenho com o evento, o quanto eu gosto. Vir como jogador, cliente, é muito bom e muito emocionante”, disse o ex-diretor geral do JPT. Rodrigo exerceu o cargo até 2023.
A mesa final do Main Event do JPT mostrou a força do field que está presente no circuito. Tinha Wendel Cader, o atual tricampeão do ranking do circuito; Daniel Noronha, bicampeão brasileiro do ranking do KSOP; Fabio Peres, campeão do Main Event da primeira etapa do JPT, além de nomes tarimbados como Marcelo Dutra e Wallace Dias.
“A mesa final foi muito difícil. Muitos nomes conhecidos, muitos amigos, pessoas que a gente torce para estar ali nesses momentos”, comentou Roliço. “Enfrentar o Wendel é muito complicado, é o Boca Juniors jogando na La Bombonera. Daniel nem se fala. Ele veio chip leader do começo ao fim, mas consegui acertar dois calls nele para ser campeão”, acrescentou.
Como ele disse, Noronha ocupou a posição de chip leader quase o tempo inteiro. Enquanto isso, Rodrigo manejou o stack para chegar no 4-handed em boas condições. A mão que foi divisora de águas para a cravada foi um belíssimo hero call com segundo par contra o próprio Noronha depois de ter levado check-raise turn e shove river.
“Esse hero call no 4-handed foi bem complexo no geral. Pensei bastante. É difícil. Sou bem impulsivo, mas refiz a mão e não consegui colocar ele no J (que seria top pair) e acabei dando call com o segundo par”, explicou brevemente.
Depois desse acerto, o baralho sorriu para Rodrigo. Ele ganhou um coin flip de AT contra 66 para despachar Wendel Cader na bolha dos troféus. Um A apareceu no turn. Depois, ele foi o carrasco de Marcelo Dutra no terceiro lugar em outro flip, agora de KQ contra 99. Teve Q no flop e K no turn. Ele chegou no heads-up contra Noronha com boa vantagem.
A cravada veio novamente em uma tentativa de blefe de Daniel que não deu certo contra Gil. Essa decisão foi mais tranquila: o board mostrava J7852, ele pagou com J4 e viu o título ser concretizado quando Noronha estampou Q9 na mesa.

Confira a premiação dos finalistas:
1º – Rodrigo Gil – R$ 59.000*
2º – Daniel Noronha – R$ 49.000*
3º – Marcelo Dutra – R$ 29.000
4º – Wendel Cader – R$ 22.000
5º – Wallace Dias – R$ 17.000
6º – Raphael Lourenço – R$ 13.000
7º – Carlindo Machado – R$ 10.000
8º – Rodrigo Souza – R$ 8.000
9º – Fabio Peres – R$ 6.300
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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