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SCPT: Guilherme Exterhotter crava o High Roller Mystery KO e chega ao segundo título grande da temporada

Depois de mais de 12 horas de jogo, Guilherme conquistou o novo título e mais um belo prêmio

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O torneio com maior arrecadação da história do SCPT vai ficar marcado por uma bela vitória de Guilherme Exterhotter. O High Roller Mystery KO, que passou dos R$ 100K arrecadados pela primeira vez na história do circuito, se estendeu até a manhã de sábado em São José, mas todo o tempo investido terminou com festa para Guilherme, dono de dois títulos na temporada

O jogador catarinense superou uma maratona de mais de 12 horas de poker para finalizar a competição no lugar mais alto do pódio. Depois de passar por uma bela mesa final e por um field total de 121 entradas no torneio de R$ 900, Guilherme Exterhotter saiu com R$ 22.100 a mais na conta, juntando a premiação regular e os bounties coletados.

Este foi o segundo título de High Roller para Exterhotter na temporada. Antes, na segunda etapa, ele também havia vencido o torneio mais caro da grade. Feliz da vida com o novo título, o campeão ainda brincou que ele só não conseguiu defender o posto na terceira etapa por não ter conseguido comparecer.

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De muito bom humor, ele falou mais sobre a vitória: “é uma sensação única ser campeão. Mais uma vez consegui levar o título. Tive muita sorte, lógico, mas joguei o que tinha que jogar. E é sempre bom cravar torneio, não tem sensação melhor que essa para quem joga”, falou o vencedor.

“E tem o ponto também de que torneio Mystery Bounty dá muito mais emoção, mais adrenalina a cada mão. Eu dei sorte ali no início, já garanti o maior bounty dividido, então você ter esses R$ 5.000 de garantia te faz jogar mais leve, mais tranquilo. Depois ganhei uma mão importante na FT, uma trinca no river, e com ficha ficou mais fácil de jogar o jogo”, contou Guilherme.

A sempre divertida mesa final de um torneio Mystery Bounty começou com uma dinâmica um pouco diferente. Logo no estouro da bolha, o maior bounty em jogo já havia sido retirado – dividido entre o próprio Guilherme e Ramon Voltolini por conta de uma eliminação dupla – e isso deixou o jogo um pouco mais estudado.

Com vários bons nomes em jogo, o jogo apresentou um belo nível e alguns destaques foram aparecendo. Além dos próprios donos do maior bounty, Renato Grossi teve uma bela runnada na decisão, eliminando vários adversários e puxando bounties generosos. Pelo caminho, nomes como Fabiano Tortelli, Silvio Feiber, Leonardo Lang e Dodô Oliveira se despediram da chance de vitória.

A disputa parecia que ficaria entre o “trio dos bounties”, mas Ramon foi baixa na quinta colocação, saindo com mais de R$ 10K pelos envelopes. Já Guilherme e Renato mantiveram o favoritismo e chegaram até o heads-up, com Guilherme ostentando boa vantagem sobre o rival.

Sem deixar espaço para o rival pensar com a virada, Exterhotter colocou pressão como se espera e não precisou de muito tempo para finalizar o jogo. Para deixar a vitória ainda mais marcante, a cravada veio com um empurrãozinho do baralho. Guilherme acertou uma trinca para superar o overpair de Grossi e fechou o jogo com seu segundo troféu.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Guilherme Exterhotter – R$ 22.100*
2º – Renato Grossi – R$ 8.850
3º – Alexsandro Ferreira – R$ 6.350
4º – Dodô Oliveira – R$ 4.300
5º – Ramon Voltolini – R$ 3.350
6º – Silvio Feiber – R$ 2.650
7º – Leonardo Lang – R$ 2.150
8º – Fabiano Tortelli – R$ 1.800
9º – Samir Boabaid – R$ 1.550
*com bounties

Confira o Episódio #55 do Poker de Boteco com Vitor Dzivielevski:

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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores

O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril

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Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.

O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.

Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.

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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.

Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.

O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”

O jogador bateu um field de 457 entradas

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Créditos: Rafael Terra/CodigoPoker

Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.

Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.

“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.

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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.

“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.

O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.

Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.

“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.

O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:

“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.

Confira a premiação completa da mesa final:

1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000

2º – Brian Ganon – R$ 130.000

3º – Helton Richard – R$ 90.000

4º – Silvio Weyne – R$ 63.000

5º – Julio Santista – R$ 46.000

6º – Marcos Sketch – R$ 36.000

7º – Diego Coutinho – R$ 27.000

8º – Munir Berno – R$ 20.650

9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard

O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão

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Hélton Richard

A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.

Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.

A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.

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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.

O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.

O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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