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Responsável pela parte de torneios do Cash Combate, “Cazuza” comemora sucesso imediato da iniciativa: “sonho realizado”

Nome conhecido do cenário viu seu trabalho se provar certeiro já no começo do evento

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Marco Túlio Cazuza

O Cash Combate foi idealizado a partir de seus home games de cash e a marca se consolidou oferecendo eventos ao redor do Rio de Janeiro com eventos desta modalidade. Só que, com o crescimento ao longo dos anos, fez-se necessário criar também uma grade de torneios para agradar seus clientes. Para isso, os sócios do Cash Combate resolveram apostar em Marco Túlio, o “Cazuza”, nome conhecido entre os jogadores Brasil à fora.

E se a escolha era realmente uma aposta, ela se provou totalmente certeira. Já com bagagem adquirida por rodar diversos circuitos do Brasil e dono do seu próprio clube na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, o “Cazuza” começou com tudo. O primeiro evento unindo cash game e torneios do Cash Game se tornou um sucesso absoluto, com os garantidos sendo extrapolados em todos os torneios. E o sucesso imediato é motivo de comemoração por todos, principalmente pelo responsável direto.

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Ele explicou como surgiu a possibilidade: “há dois anos, eu pensava em largar o jogo de poker e mexer só com a parte de gestão. Desde então eu consegui fazer meu clube em Uberlândia se tornar o maior do Triângulo Mineiro e a partir desse momento eu consegui me consolidar e virar uma potência em torneios pela confiança de todo mundo. Veio o convite pelo Luiz Cláudio e pelo Moreno e a gente conseguiu realizar esse que era um sonho meu, de ter um grande circuito, já superando todas as expectativas”, disse Cazuza.

Os salões sempre cheios na Cidade de Caldas Novas são um indicativo que a escolha por também realizar torneios caiu no gosto da turma que frequenta o Cash Combate. Para que tudo desse certo, Marco Túlio precisou analisar com minúcia cada detalhe, para entregar um trabalho tão bom quanto o oferecido pela equipe de Cash Game, que consolidou a marca entre seus jogadores. Ele detalhou o processo:

“Graças a Deus eu já sou bem conhecido no cenário, então a gente contou bom bastante pacotes vendidos em Goiás, Brasília e principalmente Uberlândia. Depois fui tomando os cuidados devidos pra não bater os horários dos torneios, porque eu sei que nosso público gosta muito do cash, gosta de torneios um pouco mais caros, com fields menores. Nessa montagem a gente pensou em um por um e acredito que a grade ficou bem legal. O sucesso desse início é prova, com o garantido do evento quase batido só com dois torneios e ainda tem o restante da série”, relatou o também jogador.

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De sorriso aberto com a iniciativa e a superação das expectativas, Cazuza admitiu: “ver esse sucesso é a realização de um sonho. Todo mundo sabe o quanto eu corro pra fazer isso, o quanto eu me dedico. Minha esposa até briga comigo, diz que eu gosto mais do jogo. Mas é que eu quero trazer mais pessoas pra jogar. Eu lembro quando comecei lá atrás, se eu tivesse essa motivação e essa ajuda que tenho hoje, acho que teria ainda mais sucesso. O poker hoje tem um cenário muito forte, tantos profissionais de sucesso e isso ajuda pra motivar, pra buscar mais gente e não deixar essa pegada diminuir”, conta o responsável.

Um dos diferencias que faz o Cash Combate ser tão querido por quem frequenta é o que acontece fora das mesas, seja as de cash game, como agora as de torneios. O entretenimento faz parte do pacote do evento e, por isso, muitas atividades acontecem para toda a família no local. Isso também aumenta o número de esposas e crianças pelo salão e esse fator é um dos que mais deixam Cazuza empolgado já pensando nos próximos passos:

“Eu acho bonito quando vejo meu filho vindo brincar no meu colo, o filho dos meus amigos passeando pelo salão, essa interação entre as famílias. As esposas se divertindo, a música ao vivo. Acho que esse combo faz todo mundo querer estar aqui. Às 06h tá todo mundo jogando torneio, às 09h todos na piscina, 15h todo mundo de volta nas mesas. O Cash Combate já ganhou mais um convite por conta dessa estrutura. Essa pegada de família e poker é uma coisa que interage bastante. A expectativa pelo que vem pela frente é enorme”, define, orgulhoso.

Confira o episódio #13 do MundoTV Cast:

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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores

O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril

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Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.

O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.

Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.

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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.

Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.

O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”

O jogador bateu um field de 457 entradas

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Créditos: Rafael Terra/CodigoPoker

Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.

Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.

“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.

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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.

“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.

O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.

Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.

“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.

O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:

“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.

Confira a premiação completa da mesa final:

1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000

2º – Brian Ganon – R$ 130.000

3º – Helton Richard – R$ 90.000

4º – Silvio Weyne – R$ 63.000

5º – Julio Santista – R$ 46.000

6º – Marcos Sketch – R$ 36.000

7º – Diego Coutinho – R$ 27.000

8º – Munir Berno – R$ 20.650

9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard

O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão

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Hélton Richard

A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.

Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.

A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.

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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.

O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.

O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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