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Paulo Barilka reconhece edição desafiadora do SCPT, mas celebra bom resultado e se empolga com “resposta” do público
Sócio enxerga que o prestígio do circuito está em alta
A quarta etapa do SCPT se encerra oficialmente hoje, mas os números da edição já estão praticamente todos definidos. E, novamente, o garantido foi superado com enorme facilidade. Dessa vez, porém, o resultado pode ser ainda mais comemorado pela direção do circuito, já que, segundo Paulo Barilka, sócio, essa foi uma etapa desafiadora.
Depois de um sucesso gigantesco na terceira edição de 2024, a quarta etapa do ano veio para colocar o prestígio do SCPT à prova. O evento aconteceu exatamente na semana de eleições municipais e a data seria um desafio a ser superado. E o resultado foi excelente, dando uma resposta muito positiva para a organização.
Muita gente marcou presença em São José e os R$ 300.000 garantidos se transformaram em mais de R$ 420K arrecadados de forma bruta. No meio do caminho, o SCPT ainda organizou uma campanha solidária de arrecadação de brinquedos e muitos itens foram coletados para doação. O ato nobre foi mais um plus para uma etapa que mostrou a consolidação do circuito.
Por tudo isso, Paulo Barilka terminou com muitos motivos para celebrar. O sócio do SCPT sabia dos possíveis percalços que a edição poderia trazer, enfrentou as dificuldades de peito aberto e colheu resultados com maestria ao final da edição. Animado, ele falou sobre todo o desenvolvimento da quarta etapa:
“Essa etapa foi muito desafiadora, principalmente pela data. A gente tá na época de eleições e a gente acabou perdendo alguns parceiros por isso. A gente também tem nas próximas semanas os eventos do Rio Grande do Sul, o CGP e o Gauchão, que também são nossos parceiros. Tudo isso, atrelado as datas disponíveis no hotel aqui em São José, no Golden, a casa do SCPT, fez com que a gente colocasse nessa data da semana de eleição pra termos uma margem de 90 dias até a próxima etapa”, abriu Barilka, que seguiu falando sobre como a série poderia ser uma resposta:

“A gente aproveitou esse evento também pra testar o prestigio do SCPT, considerando que a gente tem visitado bastante parceiros. Pra essa etapa foram ao menos 22 visitas pelo estado, além de um clube no Paraná e um clube no Rio Grande do Sul. Nós trabalhamos bastante e a expectativa, sim, era boa, mas já sabendo que não teria como repetir a última, onde a gente quebrou todos os recordes. Então, essa etapa serviu para a gente testar o prestígio da série e como o SCPT tem sido querido pelos jogadores. Talvez esse tenha sido um dos principais retornos”, completou.
E se Paulo Barilka procurava uma resposta, a que ele encontrou foi a melhor possível. Não só em números, no carinho demonstrado pelas pessoas que estiveram por aqui – e até por outros que não estiveram. “É gratificante. Fico muito feliz. Eu recebi hoje aqui amigos do interior do estado, os quais eu visitei. São clubes que podem ser considerados menores, mas que tem muitos jogadores. Fui muito bem recebido em todos os clubes onde eu participei. Vou continuar a fazer esse mesmo trabalho, porque eu acredito que esse é o grande segredo do SCPT, esse é o grande motivo do sucesso”, explicou Paulo Barilka.
E, mesmo se mostrando feliz com tudo, o sócio do SCPT já visa o futuro: “as próximas etapas, se Deus quiser, prometem ainda mais. A gente já está com as novidades preparadas aqui, já demos alguns spoilers. O público, os jogadores, podem esperar mais empenho do SCPT. A gente tá trabalhando pra melhorar cada vez mais, trazer mais novidades. Vamos buscar novos parceiros, novos jogadores, que a gente tem chão ainda pra percorrer. E vamos continuar crescendo”, finalizou o sócio.
Confira o episódio #78 do Poker de Boteco com Papo de Coroa (Ellen Freitas e Zug Moraes):
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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