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Estreante no circuito, Hélvio Queiroz fica admirado com o JPT e crava sobre live no evento: “a melhor que já fiz”
O jogador que mora em São Paulo já virou fã do circuito carioca
O JPT está fazendo a maior etapa de sua história. A 21ª edição do circuito está sendo realizada no Rio de Janeiro com R$ 1.650.000 na grade e muita gente está presente no bonito Hotel Nacional para participar do evento. Nesta lista, alguns jogadores estão vindo ao JPT pela primeira vez, como é o caso de Hélvio Queiroz.
Jogador e criador de conteúdo, Hélvio é natural de Recife, mas atualmente mora em São Paulo. Fazendo a famosa ponte até o Rio de Janeiro, o jogador já teve um cartão de visitas e tanto na série carioca. E, apenas no terceiro dia do JPT, já é possível afirmar: Hélvio é mais um a ficar admirado com tudo que oferece o circuito.
Ele mesmo descreveu sua percepção: “primeiro o ambiente do lugar. É absurdo, né? A gente tá aqui à beira-mar, no Rio, com uma paisagem maravilhosa. A recepção do pessoal foi incrível, todo mundo muito gente boa. O pessoal se diverte, tá na mesa pra isso. O pessoal leva o jogo a sério, mas de uma forma leve. Não tiltando e não trazendo aquelas coisas ruins que alguns jogadores trazem pra dentro do poker”, abriu Hélvio.
Ele seguiu, cheio de elogios: “foi uma recepção muito boa mesmo, ambiente muito bom. Espero ser chamado sempre, estar sempre aqui. Me lembra muito o clima que a gente tem lá no Nordeste, no NPS, porque é um ambiente familiar pra caramba. A gente vê marido, mulher, família, filho. É um evento que eu acho que todo mundo tem que participar, vir uma vez, pelo menos. O JPT é uma experiência, não é só poker. É de verdade uma experiência de vida”, relatou Hélvio.
Nos primeiros dias da série, Hélvio já conseguiu sentir o clima diferenciado que o JPT entrega. Para deixar tudo ainda melhor, ele também fez uma mesa final. Foi no Torneio de Duplas, onde jogou junto com o amigo Emerson Sheiik, com ambos fazendo a transmissão ao vivo direto da mesa. E a experiência foi a melhor possível. Sem titubear, o jogador de São Paulo decretou: foi a melhor live que ele já fez, graças ao clima de festa em cada mão da disputa:

A mesa final do Torneio de Duplas
“Primeiro, a galera achou uma loucura, né? Porque os caras achavam que a gente ia jogar um torneio por equipes e ia ser mais tranquilo. Mas aí a galera viu aquela bagunça, começou a interagir junto com a live. Ficaram loucos, adoraram aquilo. Porque imagina o entretenimento puro a cada mão. Sempre tinha barulho, sempre tinha jogada. O pessoal percebia que a galera estava brincando, mas com respeito, viu que era um ambiente familiar. Foi algo surreal aquela live de ontem. Acho que foi uma das melhores lives que eu já fiz. Em termos de diversão e entretenimento foi a melhor live de todas até agora”, falou Hélvio.
Outro tema que Hélvio Queiroz não titubeou foi sobre voltar. Após a primeira experiência, que ainda nem terminou, o jogador já falou: não só vai voltar nas próximas edições, como vai trazer mais gente com ele. Isso é o suficiente para explicar o porquê do JPT estar nas graças de quem joga.
“Quero ir na próxima, com certeza. E trazer a família inteira, porque você vê os familiares aqui juntos, os amigos. Eu nunca vi um ambiente para você fazer tanta amizade, tanto network. É um pessoal que realmente quer conhecer as pessoas e quer fazer qualquer tipo de conexão. Acho que aqui é o ambiente perfeito para isso e no próximo com certeza estarei presente”, fechou o jogador.
Confira o MundoTV Cast #73 com Dani Feit:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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