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Com desfecho emocionante, Henrique Barbosa vence ranking do NPS e se sagra Campeão Nordestino de 2021

Jogador venceu a batalha contra Gabriel Bonfim e realizou o sonho

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Henrique Barbosa

Foram muitas bad beats, histórias, vitórias e, principalmente, diversão, mas chegou ao fim mais uma edição do ranking do NPS. Recheado de emoção, o último dia do evento reservava, além de todas as disputas na mesa, um “heads-up” mais do que especial entre Henrique Barbosa e Gabriel Bonfim.

Ambos disputavam o sonhado título do ranking do NPS, que torna o vencedor o campeão nordestino do ano. Mais do que o prêmio de R$ 50 mil, era a glória de ter o nome cravada na história que os dois procuravam. Cada um tinha um motivo diferente, mas os dois eram mais do que justos.

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Henrique queria mostrar a todos que o menino vindo do interior podia sonhar alto e se dar bem. Saindo de Serra Talhada, interior de Pernambuco, o ranking era um sonho. Já Gabriel tinha visto alguns de seus amigos mais próximos serem campeões, e queria completar a trinca com Alen Fillipi e Ramon Pessoa, além de levar o título para a Bahia.

Na definição, foi o favorito quem levou a melhor. Henrique Barbosa superou os adversários e escreveu seu nome na história do NPS, sendo o grande vencedor do ranking e o Campeão Nordestino de 2021. Além da glória, o profissional recebeu R$ 50 mil. Gabriel ficou com R$ 20.000 e, surpreendendo a todos, Alen Fillipi foi o terceiro colocado, disputando somente duas etapas.

“Primeiro de tudo, eu gostaria de parabenizar o Gabriel também, ele fez uma etapa muito boa e eu respeito muito ele. Conquistar esse título é um sonho, mas um sonho que eu acreditava ser possível. Tô muito realizado. Vai lá pra Serra Talhada, interior de Pernambuco. Eu tô sem palavras, agitado. A ficha ainda não caiu”, conta o campeão.

O caminho no dia de decisão

Com motivação dos dois lados, a disputa foi intensa até o final. Henrique começou a última etapa como grande favorito depois de ter ido muito bem em Recife. Mas Gabriel não se entregou. Ele conseguiu uma excelente recuperação e, no penúltimo dia, estava com chances vivas de ultrapassar o rival.

Tudo seria decidido nos últimos dois eventos da grade. E, aí, foi a estrela de quem estava na liderança que brilhou. Gabriel até assustou no começo do primeiro evento do dia, ficando grande logo no início do PLO5 KO. Mas ele não conseguiu seguir o bom começo e acabou fora do ITM.

Isso abriu caminho para que Henrique pontuasse mais, chegando na premiação e somando pontos importantíssimos. Aumentando um pouco a vantagem, ele teria de ver um revés improvável para perder o título. Apenas a vitória no Last Chance, praticamente, daria o título para Bonfim.

“Terminar dessa forma, no último dia, deixou as coisas mais emocionante. Começou a ter torcida pra cada lado, foi criado um level entre todo mundo, então virou uma questão de orgulho. Eu errei um dia antes, caí em duas bolhas, fiquei mal. Até conversei com minha esposa, quis ficar um pouco sozinho. Hoje eu vim e consegui fazer tudo certo”, fala Henrique.

Para deixar tudo ainda mais emocionante, os jogadores acabaram na mesma mesa na semi FT do Last Chance. Léo Rizzo e Alen Fillipi, também buscando posições, eram outros presentes. E em diversos momentos, ambos colidiram, fazendo a respiração parar no salão.

Mas a virada não aconteceu. Gabriel novamente acabou eliminado antes de Henrique e, no momento da queda, já estava definido o grande vencedor. No momento do anúncio, os aplausos irromperam o salão e a emoção de Henrique Barbosa se tornou visível, com seu nome eternizado no NPS.

“A melhor parte disso tudo é que hoje é aniversário da minha esposa. Ela veio comigo pra cá dizendo que comemoraria o aniversário dela com o meu título. E eu não podia não dar esse presente pra ela. Me esforcei ainda mais e deu certo. E, por fim, quero  mandar um beijo e dizer que sou muito grato a meu pai e minha mãe, que sempre me apoiaram em tudo”, finaliza o novo campeão.

A comemoração com todos os amigos e outros jogadores foi efusiva, misturando a melhor sensação de missão cumprida, alívio, orgulho e felicidade. Nos braços da galera, Henrique não escondeu a emoção e as lágrimas descreveram da maneira mais sincera o acontecido. O jovem de Serra Talhada atingiu o sonho.

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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores

O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril

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Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.

O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.

Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.

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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.

Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.

O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!

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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”

O jogador bateu um field de 457 entradas

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Créditos: Rafael Terra/CodigoPoker

Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.

Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.

“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.

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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.

“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.

O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.

Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.

“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.

O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:

“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.

Confira a premiação completa da mesa final:

1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000

2º – Brian Ganon – R$ 130.000

3º – Helton Richard – R$ 90.000

4º – Silvio Weyne – R$ 63.000

5º – Julio Santista – R$ 46.000

6º – Marcos Sketch – R$ 36.000

7º – Diego Coutinho – R$ 27.000

8º – Munir Berno – R$ 20.650

9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard

O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão

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Hélton Richard

A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.

Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.

A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.

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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.

O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.

O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.

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