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CMP: Lucas Nangino protagoniza mesa final do início ao fim e é o grande campeão do Main Event
Jogando em casa, o jogador de Belo Horizonte saiu com um prêmio de seis dígitos na conta
A maior competição da grade da primeira etapa do Campeonato Mineiro conheceu seu dono. Com um desempenho exemplar na decisão, o regular Lucas Nangino se consagrou campeão do Main Event do CMP e anotou seu nome para a história do circuito com a conquista na gigantesca competição, que reuniu grandes nomes do poker do estado.
O Main Event, que tinha o buy-in de R$ 1.000 e R$ 500K garantidos, foi um sucesso absoluto e arrecadou incríveis R$ 820.000. Campeão, Nangino levou a maior fatia de todas e garantiu excelentes R$ 102.000, valor acertado após um acordo no 3-handed. Lucas fez uma mesa final de alto nível, ditando o ritmo em grande parte do tempo.
Ao final, ele tinha o sentimento de dever cumprido: “é um prazer poder falar aqui, esse é um torneio que todo mundo quer cravar, principalmente na primeira etapa. É um evento novo que a turma tá trazendo, tem todo o prestígio de ser o Campeonato Mineiro e é o que todo mineiro quer cravar. Então é ótimo levar esse troféu”, começa o jogador, que também revela que o título tem um significado maior.
“Essa vitória representa toda a dedicação que eu venho tendo com o jogo. Faz três anos e meio que jogo como profissional e 2022 foi um ano bem difícil, acabei pegando um make up alto. Mas teve uma virada de chave no meio do ano, uma mudança de mentalidade. Me dediquei mais nos estudos, na leitura, voltei a fazer atividade física. E agora eu busquei esse make up antes do evento e aqui serviu pra coroar toda essa mudança e esse trabalho. Nada supera o trabalho”, completa.
A mesa final teve uma dinâmica relativamente rápida. Shorts, os irmãos Amadeus e Geninho foram os primeiros a cair. No meio das eliminações, ocorreu talvez a principal mão do início da mesa final, com Lucas Nangino ganhando um potaço em colisão com André Moraes para se tornar o líder da disputa e passar a dar trabalho para os rivais. Ele relembrou o caminho até aí:
“Eu acho que o dia ontem foi bem bom, principalmente nos últimos níveis. Fui CL boa parte do tempo e as coisas foram acontecendo. Com relação a hoje, eu caí numa posição ruim com os dois líderes na minha esquerda, mas logo no primeiro nível eu dobrei contra o CL e depois foi mais administrar e colocar em prática o que tenho estudado e aprendido”, explica.
Pouco tempo depois de Nangino virar líder, Alberto Oliveira viveu uma má sequência e caiu em sétimo. Ele foi seguido por Alan Davdson e a partir daí o ritmo mudou. Com stacks mais parelhos, o jogo travou por um tempo e as fichas começaram a trocar de mãos. O short Luis Felipe virou CL, Lucas Nangino perdeu a frente e Anderson Miranda também apareceu entre os líderes.
Mesmo nessa hora que perdeu a liderança, Nangino seguiu sereno: “eu tava bem confiante. Não por me achar melhor que os outros, mas por saber que tinha vindo sabendo o que precisava ser feito. Quando eu fiquei mais short, eu tive que mudar a percepção do range dos adversários. Mas fui abrindo quando achei certo, o torneio foi ficando mais apertado no final e acabou que tudo foi fluindo”, detalha o campeão.

A trocação só veio a mudar quando o francês Arié Amar caiu em quinto. O jogo continuou parelho até a queda de André Moraes, o chip leader do dia final, e quando o 3-handed foi formado, a diferença não era tão grande. Por isso, os jogadores decidiram realizar um acordo por ICM, melhorando suas premiações. Pouco tempo depois, Anderson caiu e o heads-up foi formado com ampla vantagem de Lucas.
Ainda assim, não foi fácil a vitória. Luís Felipe fez jogo duro e chegou até a virar a competição após alguns bons minutos de jogo. No entanto, pouco após passar a frente, um flip que poderia decretar sua vitória de virada foi favorável para Nangino, que recuperou a liderança e não saiu mais. Já nas próximas mãos, o jogador de Belo Horizonte superou o rival e confirmou a bela vitória na competição.
Confira a premiação da mesa final:
1º – Lucas Nangino – R$ 102.000*
2º – Luís Felipe – R$ 73.000*
3º – Anderson Miranda – R$ 66.000*
4º – André Moraes – R$ 32.000
5º – Arié Amar – R$ 23.000
6º – Alan Davdson – R$ 17.550
7º – Alberto Oliveira – R$ 13.700
8º – Geninho Doria – R$ 11.000
9º – Amadeus Doria – R$ 9.000
*deal

Confira o MundoTV Cast #23 com Rafael Moraes:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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