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CMP: Jaime Júnior vai de ponta a ponta, coroa atuação impecável com o título e é o grande campeão do Main Event
Regular do online, Jaime fez uma FT impecável e saiu com o prêmio de R$ 175.000
O maior torneio de poker da história de Minas Gerais tinha que ter uma história que fizesse jus a grandeza. E assim foi. Jaime Júnior, jogador profissional, teve uma atuação impecável na grande decisão do Main Event da segunda etapa do CMP e conquistou um título que vai ficar eternizado na história do poker mineiro.
Liderando de ponta a ponta a decisão, Jaime Júnior foi o protagonista absoluto da mesa final e, de forma impecável, terminou sua trajetória no lugar mais alto do pódio, assegurando o bonito troféu de campeão. Passando por um field total de 740 jogadores no torneio de R$ 1.700, o jogador do DR Poker Team, levou uma premiação excelente de R$ 175.000 para a conta.
Ainda nervoso e emocionado com o título, Jaime Júnior tentou explicar seu sentimento: “eu ainda tô meio sem palavras, mas muito feliz. Há quatro anos, quando eu tava começando a jogar poker, eu via alguns amigos ganhando o Mineiro. Naquela época eu tinha em mente: ‘eu vou batalhar pra conseguir isso um dia’. E graças a Deus eu tô aqui hoje. Então eu tô muito, muito feliz”, disse o campeão.
Para deixar a vitória ainda mais brilhante, a disputa foi de altíssimo nível. Em um fato até curioso para um torneio live, vários jogadores regulares do online estiveram presentes na FT. Vini Miranda, Fred Hoffman e Vitor Barbosa eram alguns exemplos de bons nomes que elevaram o nível do jogo. E isso também foi um ponto legal para marcar a vitória de Jaime, o “IkkiAK” do online:
“Isso foi muito bacana, me deixou feliz demais. Tava ali na mesa o Vini, já joguei muito com ele no online, mas não o conhecia pessoalmente. Excelente jogador. Tinha o Vitor Barbosa, meu amigo, estuda comigo no dia-a-dia, foi muito difícil jogar contra ele na minha canhota. Foi legal demais”, celebrou Júnior.
Um detalhe curioso da mesa final foi que, mesmo sendo o chip leader, Jaime Júnior não eliminou nenhum dos jogadores. Isso, claro, até o heads-up, onde superou Breno Ramos para faturar o título. Essa curiosidade vai de encontro à estratégia do jogador, que era jogar potes pequenos para controlar a decisão.
“Eu me senti bastante confortável ali na mesa final. Por isso mesmo, o plano era jogar potes pequenos. A mesa também tava tranquila, porque como eu tinha uma vantagem muito grande pra pressionar, os caras acabaram me respeitando bastante. Então me aproveitei disso”, explicou o profissional.
A mesa final

Depois de Raphael Ferraz cair na bolha logo no recomeço do dia, a mesa final começou com a liderança disparada de Jaime Júnior e acabou sendo bastante movimentada. A primeira eliminação aconteceu logo no segundo nível do dia. Diego Lopes tomou uma bad beat no river contra Vitor Barbosa e deixou a disputa em oitavo. Pouco tempo depois, foi a vez Tiago Mendes, o “Pirata”, se despedir.
O AJ de Tiago x não superou o JJ de Breno Ramos, deixando o “Pirata” na oitava posição. Em sétimo, foi a vez de Fred Hoffman deixar a disputa em um flip ao levar um flush runner runner novamente contra Breno Ramos. Mesmo sem se envolver nos all ins até então, Jaime Júnior ia aumentando seu stack com os potes jogados e se colocava cada vez mais como favorito. Ainda no segundo nível de blinds do dia, veio outra eliminação.
Com direito a quadra no flop de Carlos Saddi, João Torres saiu em sexto. O próximo a cair foi o craque Vini Miranda, que jogou a decisão com um chapéu em homenagem a seu avô. Mais uma vez, o carrasco foi Carlos Saddi, que tinha KK x o TT de Vini. O jogador da PokerLab deixou a disputa em quinto. Nessa hora, a vantagem de Jaime era enorme. Ele tinha mais da metade das fichas em jogo com quatro players restantes.

O regular Vitor Barbosa deixou a disputa na bolha do troféu ao shovar seu AQ e trombar contra o AA de Breno Ramos e o 3-handed também se desfez rápido após Carlos Saddi, já short stack, se despedir com a medalha de bronze. No heads-up entre Jaime e Breno, a diferença era de 3:1 a favor do futuro campeão, que só precisou manter o ritmo para chegar ao troféu.
Ali, conseguindo a sua única eliminação na mesa final – somente a necessária – Jaime coroou uma bela performance e saiu aos gritos para comemorar nos braços da torcida.
Confira a premiação da mesa final:
1º – Jaime Júnior – R$ 175.000
2º – Breno Ramos – R$ 111.000
3º – Carlos Saddi – R$ 73.600
4º – Vitor Barbosa – R$ 48.600
5º – Vini Miranda – R$ 36.000
6º – Fred Hoffman – R$ 27.000
7º – João Torres – R$ 21.200
8º – Tiago Mendes “Pirata” – R$ 17.000
9º – Diego Lopes – R$ 14.500
Confira o MundoTV Cast #40 com Bruno Foster:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
LEIA MAIS: Fábio Murakami cai duas vezes com KK contra sequências no river e joga a toalha: “desisto”
Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
LEIA MAIS: Fábio Murakami cai duas vezes com KK contra sequências no river e joga a toalha: “desisto”
No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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