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Alan Poletto acaba com a sina de vices, tem grande atuação na mesa final e é o grande campeão do Main Event do CCP
Poletto ficou com o título de maior expressão e o maior prêmio da etapa com a vitória
Durante a realização do Mystery Bounty, o gaúcho Alan Poletto cravou: “eu sou um cara que tem estrela nessas coisas”. A brincadeira se referia a possibilidade de tirar um bounty de R$ 5.000 nos envelopes misteriosos – feito que ele realmente conseguiu. Mas a frase poderia ser muito bem aplicada em outra situação, já que ele teve mesmo estrela.
Alan Poletto foi o grande campeão do Main Event da terceira etapa do CCP e levou o troféu mais cobiçado da etapa. O jogador de Lajeado-RS veio até Balneário Camboriú e concretizou o principal feito da etapa, recebendo a recompensa pela regularidade e presença em todos os dias da edição.
Regular do circuito, Alan conseguiu seu primeiro Main Event da carreira – em qualquer dos grandes circuitos – e espantou também uma sina de traves. Passando pelo ótimo field 733 entradas no torneio de R$ 400, Alan Poletto coroou sua trajetória com R$ 41.500 na conta, o maior prêmio da terceira etapa.
Por isso, ele era só alegria ao final da competição: “eu vinha com uma sequência de traves, mas que fique claro que nunca é ruim ser vice, né? Só que a gente é regular do circuito, era hora de espantar essa sina. Vem as grandes séries agora e é ótima essa sensação de vitória, pegar essa confiança a mais. É um esporte que requer confiança. É incrível. É meu primeiro Main Event”, falou o jogador, claramente empolgado.
O campeão também relembrou como foi a expectativa e o que esperava da mesa final: “Eu cheguei com 20 blinds, mas caí em uma posição favorável, na esquerda do Augusto e do Douglas, que eram os que tinham mais fichas. Isso foi bom. A estratégia era desviar dos líderes no começo, pegar os payjumps e soltar o jogo depois. As traps deram certo, pegamos um volume bom de jogo e consegui acelerar”, contou Alan.
A mesa final começou com o chip leader Augusto Beduschi ausente por alguns minutos, então Douglas Garcia tomou a ação. Logo na primeira mão, ele se aproveitou de um belo spot para ganhar um pote e assumiu a liderança em fichas, ainda que equilibrado com Augusto, que chegou após os primeiros minutos. Com stacks bastante equilibrados, as ações foram bastante estudadas e sem nenhuma ação comprometedora.

Na parte debaixo da tabela, perto da casa dos 10 blinds, nem Raphal Brito, nem Rivetriz Ferreira e nem Marcelo Chacon conseguiram mudar o ritmo do jogo, sendo os primeiros eliminados. A frente seguia com Douglas e Augusto, acompanhados por Gilberto Amaral e Alan Poletto. Ainda no 6-handed, o jogo ganhou uma nova dinâmica.
Douglas e Gilberto perderam fichas, Alexandre Goldani e Fabiano Soares conseguiram se segurar bem e Alan Poletto aproveitou um spot gigantesco para virar chip leader absoluto. Ele ganhou um AK x AQ contra Augusto Beduschi que mudou a ordem do jogo e aí foi Poletto quem passou a comandar, com uma vantagem bastante expressiva em fichas. Gilberto e Douglas não resistiram por muito mais tempo e se despediram da decisão.
Aí o 4-handed chegou e foi a parte mais duradoura da FT, mesmo que sem muitas mudanças nos stacks. Consciente, Poletto foi fazendo o serviço devagar, esperando o aumento dos blinds para deixar os rivais ainda mais pressionados. Augusto Beduschi também se saiu bem e acumulou mais fichas nesse período. O jogo foi apertando e, assim, Fabiano e Alexandre precisaram se movimentar.

Eles acabaram colidindo e Fabiano eliminou o rival, formando o 3-handed. Nessa hora, os jogadores acertaram um reajuste na premiação e o jogo ficou mais leve. Short mesmo com a dobra, Fabiano foi o próximo eliminado e a disputa ficou entre Poletto e Augusto, que já haviam tido o embate crucial da decisão anteriormente. Na disputa final, Alan tinha uma vantagem de quase quatro pra um.
Augusto chegou a dobrar uma vez, mas não foi suficiente. A “estrela” de Alan Poletto estava mesmo brilhando e o jogador pegou um bom engate para finalizar o torneio. Com KK, ele e Augusto se envolveram em uma mão que acabou em all in no flop. Augusto tinha flush draw contra o overpair de Alan, mas o board não trouxe as cartas do naipe esperado pelo vice-campeão. Se mantendo a frente, Alan Poletto correu para os braços da galera e se consagrou como o grande campeão da etapa.
Lá, na galera, além dos amigos do gaúcho também estava sua namorada, Andréia, que o acompanhou em todos os dias do evento, passando várias horas no salão. Além do beijo de comemoração, ela ganhou palavras carinhosas do campeão: “ela tá sempre comigo, em todos os eventos mesmo. Ela é um amuletinho e vamos continuar assim sempre”, fechou o mais novo campeão do CCP.

Confira a premiação da mesa final:
1º – Alan Poletto – R$ 41.500*
2º – Augusto Beduschi – R$ 30.000*
3º – Fabiano Soartes – R$ 25.000*
4º – Alexandre Goldani – R$ 15.800
5º – Douglas Garcia – R$ 11.850
6º – Gilberto Amaral – R$ 8.500
7º – Marcelo Chacon – R$ 6.500
8º – Rivetriz Ferreira – R$ 5.150
9º – Raphael Brito – R$ 4.000
*deal

Confira o MundoTV Cast #51 com Diego Meneskal:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
LEIA MAIS: Fábio Murakami cai duas vezes com KK contra sequências no river e joga a toalha: “desisto”
No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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