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TBT: Jogador de 96 anos dá slowroll e tira onda em cooler sinistro na WSOP 2009: “você está em apuros”

Jack Ury protagonizou cena memorável que levou até o oponente ao delírio

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É claro que ninguém acha bacana quando algum jogador decide fazer o famoso slowroll, isso é, demorar para decidir ou mostrar as cartas em uma decisão que deveria ser automática. Mas em 2009 um slowroll “charmoso” aconteceu no Main Event da WSOP e caiu nas graças de todos os jogadores da mesa, incluindo a vítima.

Isso porque o autor desta história foi o jogador Jack Ury, um senhor de 96 anos. Em uma ação contra Steven Friedlander, o flop mostrava 667 e o adversário colocou Jack em situação de all in. O veterano tinha simplesmente 77, com full house, e fez um pequeno drama para pagar. Ele esperou alguns segundos e falou: “você está em apuros”.

Ninguém pareceu acreditar muito porque Friedlander já tinha dado showdown de 67, também com um full house, mas menor. Após mais uma pausa dramática, Ury mostrou o 77 para o delírio da mesa e de quem estava por perto. O resto do board foi tranquilo e a jogada se eternizou na história do circuito.

Ele é até hoje o jogador mais velho a jogar o Main Event da série mundial (em 2010, com 97 anos). Jack faleceu no ano seguinte.

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Garry Gates recorda mão contra Hellmuth na WSOP 2011 com debate e “piti” do rival; confira

O quarto colocado da WSOP 2019 recordou a jogada que irritou o Poker Brat

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Uma das figuras mais simpáticas do universo do poker, Garry Gates, ex-funcionário do PokerStars que ficou em 4º lugar no Main Event da WSOP 2019, postou uma mão divertidíssima nesta semana em seu Twitter. A jogada aconteceu em 2011, na WSOP, e foi o primeiro embate entre o jogador com Phil Hellmuth.

A jogada tirou o Poker Brat do sério e os dois jogadores discutiram com um monte de falinhas. Gates contou que a mão foi filmada, mas o vídeo nunca apareceu na transmissão. Para a sorte dele, o duelo memorável foi registado pelo PokerNews. Na imagem postada por ele não tem os valores dos blinds. Confira como foi:

Garry Gates abriu raise do começo da mesa e Phil Hellmuth 3-betou do botão. Gates deu call. O dealer mostrou e ambos deram check. O turn apareceu , Garry Gates pediu mesa e Phil Hellmuth disparou uma aposta de 17.000. Gates resolveu ir all in e deixou Phil Hellmuth descontrolado. Ele pulou da cadeira e colocou as mãos na cabeça.

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“Esse cara aumentou 50 vezes”, disse o irritado Hellmuth sobre o shove do rival. O dono de 15 braceletes continuou falando impropérios até foldar a mão. Aí começou o debate.

– “Você me chamou de macaco, Phil?”, perguntou Gates.

– “Você nem fala a língua”, disparou Hellmuth.

-“Você está certo”, disse Gates sarcasticamente. “Eu não falo a língua. Eu sou um macaco”.

– “Você jogou tão mal contra mim”, adicionou Hellmuth.

– “É por isso que eu estou puxando o pote”, emendou Gates.

– “Eu gostaria de ter hoje tudo de novo. Esse cara deu raise 50 milhões de vezes” continuou o Poker Brat.

–  “Eu marcho em um ritmo de tambor diferente”, falou Gates.

Conhecendo Phil Hellmuth… esse debate deve ter sido interminável! Depois desta mão, Gates ficou com 230.000 fichas e Hellmuth 71.000. Comentando a mesa final da WSOP 2019, Phil Hellmuth detonou uma mão jogada por Garry Gates. Será que tem um rancor lá dentro até hoje?

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TBT: Saulo Sabioni foi campeão do BSOP Millions em 2017 e se firmou entre os grandes em dois anos

O craque se tornou referência e atingiu feitos históricos em pouco tempo

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(Crédito: Carlos Monti / BSOP)

Até 2017, poucas pessoas conheciam o jogador Saulo Sabioni. Então aos 28 anos, o sul-mato-grossense já era um profissional do esporte da mente, mas nem de perto tinha a fama e o reconhecimento que possui nos dias atuais. Ele precisou subir ao lugar mais alto do pódio do maior torneio do Brasil para mostrar suas credenciais.

Muito mais presente no online, Saulo chegou como um dos líderes da mesa final e soube usar o stack para sempre se manter no topo. A decisão aconteceu em ritmo acelerado até a formação do heads-up contra o jogador recreativo Francisco Neto. O fundador do Suits Poker Team teve paciência para derrotar o rival e fazer uma enorme festa de campeão.

Saulo derrubou um field de 2.807 entradas para levar a forra de R$ 1.067.150. A premiação gigantesca serviu como combustível para o profissional alçar novos voos na carreira. Também é necessário ressaltar que o craque usou, com extrema sabedoria, a exposição que ganhou com a vitória no torneio de forma extremamente eficiente.

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Logo no início de 2018, ele começou a aparecer mais vezes nos grandes torneios ao vivo, deixando claro que não iria sumir do mapa após a conquista. Nem precisava de tanto. Poucos meses depois, o craque conseguiu uma façanha absurda: Saulo foi o grande campeão do Main Event do BSOP Natal (3ª etapa do ano), no final de maio, e se tornou o primeiro bicampeão de Main Event da história do circuito. É o único até hoje que atingiu esse feito.

Uma etapa antes, ele tinha feito mesa final no Main Event do BSOP Brasília e quase antecipou o bicampeonato. Saulo coroou o impressionante ano de 2018 com o título de Campeão Brasileiro, sendo o melhor jogador do ranking do circuito.

Dois anos depois, Saulo continua em excelente forma tanto no live como no online, onde consegue resultados com constância. Um exemplo perfeito de que não basta apenas ter talento, mas sim aliar a competência com muita dedicação para se manter entre os grandes.

Com o bracelete de campeão do ranking (Crédito: Hugo Dourado / PokerStars / BSOP)

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KSOP

TBT Especial: Bruno Foster relembra momentos especiais da mesa final da WSOP 2014

No aniversário de cinco anos da data, o craque lembrou do maior momento de sua carreira

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Durante o KSOP Rio de Janeiro, uma data bastante especial passou para Bruno Foster. O grande momento da carreira do craque completou cinco anos: a mesa final do Main Event da WSOP em 2014. Primeiro e único brasileiro a ser um dos nove finalistas do torneio de poker mais importante do mundo, Foster lembrou com bastante carinho da data.

O Mundo Poker não perdeu a oportunidade de fazer um TBT especial com o craque e conversar sobre alguns momentos ímpares daquela vivência.

Assista a entrevista completa:

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