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TBT: Há três anos, John Hesp fazia história como finalista do Main Event da WSOP com excêntrico paletó colorido

Em entrevista recente, o inglês revelou estar com o prêmio praticamente intacto

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(Crédito: Reprodução Twitter)

Definitivamente 2017 foi um grande ano para o inglês John Hesp. Para quem não se lembra, ele foi um dos finalistas do Main Event da WSOP daquela época e sua excentricidade conquistou o coração de todos. O paletó colorido, sorriso largo e a simpatia o ajudaram a fazer história na maior série de poker do mundo.

Até então o locador de vans nunca havia participado da WSOP e não tinha tantos ganhos em torneios ao vivo de acordo com o The Hendon Mob List. Mas tudo mudou ao terminar no 4º lugar da dificílima competição, faturando a forra milionária de US$ 2.600.000 e uma legião de fãs que chegou a criar uma fanpage sobre Hesp no Twitter.

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Ao ser eliminado, o finalista de 64 anos de idade estava em busca dos US$ 8.150.000 ao lado de Benjamin Pollack, Daniel Ott e Scott Blumstein, que acabou se consagrando como o grande campeão do torneio. Com o incrível resultado, o John mais uma vez surpreendeu a todos ao dizer que continuaria levando a sua vida como sempre.

Será que ele levou mesmo? A resposta é sim. Três anos depois da disputa milionária, o inglês revelou que a maior parte da fortuna continua intacta em entrevista ao jornal Hull Daily Mail. “Nós cuidamos da família, esse tipo de coisa, então eles ganharam algumas libras, mas fora isso, nós realmente não gastamos nada conosco”, contou ele que já se sentia um vencedor por chegar entre os mil classificados do ME, sendo todo o resto um grande bônus.

Mas apesar dos milhões conquistados, o que mais valeu a pena na realização do sonho de participar da WSOP foi estar lado a lado de grandes jogadores mundiais. “Todos esses profissionais de primeira linha que eu sempre sonhei que conheceria, estavam realmente querendo esfregar ombros comigo e tirar fotos comigo … Tire o dinheiro e só essa experiência valeu $ 10.000”, disse.

Será que ainda vamos ver John Hesp mais uma vez no field dos próximos Main Events? Provavelmente não, mas seria incrível assistir a figuraça dando mais um show de simpatia e de conhecimento no esporte da mente entre os melhores do mundo.

Geral

Marcelo Giordano tem dia de sucesso no online e faz belo post sobre downswing: “não adianta querer buscar o ferro de uma vez”

Atualmente no NeTTeam, o craque foi sincero após vencer dois torneios

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(Crédito: Artur Oliveira)

Pra quem está começando uma carreira no poker atualmente ou tem vontade de fazer isso em algum momento, é bom saber exatamente o caminho que está tomando. Acompanhar apenas os grandes resultados dos craques pode ser uma ilusão. Não há nenhum jogador profissional que não tenha enfrentando o período de perdas chamado no meio de downswing.

É claro que o assunto sempre é comentado por todos os players, mas nunca é demais lembrar algumas lições sobre esse momento. O craque Marcelo Giordano, jogador de live, precisou se adaptar ao atípico 2020 e foi de cabeça no poker online. Para isso, entrou no NeTTeam do craque Renan Bruschi para ter todo o suporte necessário nesta nova fase.

A nova realidade não é fácil. Nesta semana, Giordano teve um ótimo dia de grind e conseguiu pela primeira vez na carreira cravar dois MTTs no mesmo dia. Ambos os torneios aconteceram no Americas Cardroom e renderam prêmios na faixa de US$ 3.000 para o paulista. Ele poderia apenas comemorar, mas fez questão de fazer um post justamente sobre downwing.

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O texto tem algumas passagens bem interessantes. “Todas essas etapas naturalmente fazem parte da vida do jogador de poker e confesso que mesmo já tendo passado por elas diversas vezes, não é, nem de perto, a situação mais confortável do mundo. No pacote vem a falta de confiança em nós mesmos e a motivação fica muito menos palpável”, escreve Marcelo.

Um trecho que chama bastante atenção é o seguinte: “Se tem uma coisa que a experiência me ensinou é que não adianta querer buscar o ferro de uma vez. Por isso eu decidi me dedicar mais nos estudos e mudar minha estratégia na grade de torneios. Diminui os meus buy-ins e selecionei torneios com fields menores”.

Essas duas dicas de Giordano deram certo pra ele. O craque conta que agora conseguiu diminuir de US$ -15K para US$ -10K a downswing. O texto e a sinceridade do profissional do NeTTeam dão um bom norte para os jogadores que não sabem lidar com a pressão das perdas.

Confira o post completo de Giordano:

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Geral

Daria certo? Jennifer Shahade comenta série mais vista da história e a possibilidade de ter uma versão sobre poker

A americana é campeã em xadrez e também costuma jogar poker

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(Crédito: PokerPhotoArchive.com)

Semana passada a gente mostrou aqui uma análise bem interessante do Spraggy comparando a série da Netlix “O Gambito da Rainha” – número 1 do stream, vista por 62.000.000 de pessoas – com futuras produções cinematográficas no poker. De modo geral, o craque considera ter no poker alguns fatores que podem dificultar esse objetivo.

Mas essa semana a jogadora americana dos dois esportes da mente Jennifer Shahade falou ao PokerNews sua opinião sobre a série. A player comentou se acredita que o poker teria chances de se popularizar muito mais seguindo os mesmos passos da produção de xadrez ou não.

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“Acho que um programa bem escrito sobre o poker seria uma ferramenta incrível para aumentar a popularidade do poker. Espero que o sucesso do Gambito da Rainha inspire os escritores a tentar trabalhar em mais conteúdos sobre os jogos”, disse na conversa.

De acordo com ela, isso seria possível se a produção investisse na colaboração de grandes nomes do poker que entendam o jogo e saibam contar boas histórias. “Esse tipo de compromisso com a excelência e de ouvir as pessoas no topo do jogo acrescentou autenticidade a um programa que precisava disso. Elogio Scott Frank, o diretor e roteirista, pela atenção aos detalhes”, comentou sobre “O Gambito da Rainha”.

Um ponto que ajuda e muito o jogo do baralho a ter uma boa história é o fato de poder ser jogado em qualquer lugar do mundo, sendo um tesouro de emoções e falinhas. No entanto, Jennifer faz um alerta em relação a parte legal do poker que não necessariamente precisa fazer parte do enredo.

“O livro de Maria Konnikova, ‘The Biggest Bluff’ é um livro de poker campeão de vendas que se concentra na descoberta intelectual, na luta e no triunfo. Acho que há muitas maneiras de criar ‘apostas’ em uma história de poker que não se concentram na legalidade”, declarou.

Para ela o que mais diferencia o poker do xadrez é o dinheiro. No xadrez, a remuneração é importante para prover aos jogadores mais conhecimento e participação nos principais torneios. Já no mundo das fichas, ele é um luxo que sustenta toda uma cadeia de status social dos participantes além da construção do bankroll.

De qualquer forma, seria muito legal ter uma nova produção artística sobre o esporte da mente e suas histórias ainda mais com as observações de Jennifer, não acha?

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ONLINE

Depois de novo big hit, Fabiano Kovalski revela ajuste durante a pandemia pra voar no 2º semestre: “os resultados apareceram”

O craque do Samba Team somou um hit importante nesta semana

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Um dos craques da elite do poker brasileiro, o catarinense Fabiano Kovalski está de bem com a vida para o fim de 2020. Depois de suar a camisa num ano tão intenso no poker online, o jogador do Samba Team foi recompensado com mais um big hit nesta semana. Kovalski foi vice-campeão do Mini Main Event do Caribbean Poker Party.

O torneio do partypoker com buy-in de US$ 530 teve um field de 1.487 entradas e o brasileiro levou uma forra de US$ 87.970 pelo brilhante desempenho. “Foi irado, muito legal chegar na final de um evento desses que era pra ser live, tem um sentimento diferente”, comentou Fabiano para o Mundo Poker. Ele também fez um balanço sobre o ano que está chegando ao fim.

“Cometi alguns erros no início da pandemia como grindar muitos dias seguidos. Já que eu estava de quarentena e os torneios estavam sensacionais, acabei saindo da rotina balanceada e isso afetou bastante meu game. Na metade do ano tirei umas três semanas pra repensar essas rotinas com a nova realidade que vivemos, estudei bastante e meio que me “reencontrei”. Desde então os resultados apareceram e o segundo semestre está lindo”, revelou.

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O craque também mostrou seu lado divertido na mesa final do Mini Main Event e trocou diversos “emojis” do software com o americano Grayson Ramage. Inclusive, os dois proporcionam uma cena hilária, com o rival zoando o brasileiro na hora errada. Ele minimizou as falinhas e disse que “só zoeira”, mas elogiou a transmissão do Mundo Poker na Twitch.

“Eu vi quando vocês me marcaram que ia ter transmissão na Twitch. Mandei no grupo da família e todo mundo assistiu, eles não entendem poker direito, mas falaram que tava muito legal de acompanhar por lá, bem melhor do que no software, a galera do Samba também curtiu muito” falou o catarinense.

Kovalski também disse o que pretende fazer nesses últimos dias de 2020. “O plano pro último mês do ano é aproveitar os melhores eventos e seguir estudando muito com a galera do Samba pra entrar em 2021 voando”. Um dos eventos que está no cronograma do craque é o novo Main Event da WSOP no GGPoker com formato inovador. O Dia 1A já é no domingo (29).

“Eu nunca vou achar ruim poder jogar um Main Event de casa. Tomara que a ideia pegue e daqui pra frente sempre tenha um Main Event em Vegas e outro online, era uma boa hein?”, finalizou.

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