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Séries apenas de Progressivo KO: há um exagero dos sites no formato? Jogadores reclamam no Twitter; confira

Tem gente que não está contente com o boom dos torneios PKO

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As diferentes estruturas de torneios e a tentativa ferrenha dos sites de poker de criar novas modalidades fazem parte do processo da concorrência no mercado. Uma coisa comum entre todas as plataformas é ter percebido que grande parte dos jogadores são fãs do formato Progressivo KO, onde arrecadam dinheiro por eliminações.

O formato virou tão queridinho que no mesmo dia, no último domingo (11), o GGPoker e PokerStars começaram séries que possuem apenas torneios de Progressivo KO: a Bounty Hunter Series e a Bounty Builder Series. Ou seja, até o dia 25 de outubro serão centenas de eventos de Progressivo KO para a turma competir. Alegria geral? Nem para todos.

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O craque Jordan Cristos não perdeu tempo em reclamar do exagero no formato. “A comunidade do poker pode por favor banir essas coisas de PKO e colocar todo o dinheiro no topo novamente”, escreveu o jogador americano, dono de mais de US$ 2,8 milhões em ganhos no live. O post dele recebeu 57 curtidas até o momento.

Quem também está cansado do formato Progressivo KO é o craque Kevin MacPhee. Ele comentou que “sim, eu estava falando a mesma coisa”. Mas tem gente que discorda deles.

“Eu estava meio duvidoso no começo, mas depois de jogar vários deles, eles são meio divertidos, especialmente os turbos na minha opinião. Menor variância e os recreativos parecem amar”, comentou o jogador Stephen Hesse. Outra pessoa já foi mais dura com Cristos. “Se você não gosta de PKOs… não jogue eles”, sintetizou.

Afinal, você acha que os sites estão exagerando no número de torneios Progressivo KO ou quem está reclamando foi desnecessário?

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É call ou fold? Artur Martirosyan atola segundo maior stack no 5-handed do Super MILLION$ em spot complicado; confira

O russo não conseguiu foldar top pair com um bom blocker

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A mesa final do Super MILLION$ High Rollers do GGPoker foi um grande show ontem (27). Vários craques desfilaram seu talento e muitas mãos interessantes foram transmitidas na Twitch do MundoTV. Um dos paradões que chamou muita atenção aconteceu entre o sueco Niklas Astedt e o russo Artur Martirosian. A jogada terminou com a queda do “mararthur1”.

Tudo começou nos blinds 25.000 / 50.000. A mesa final estava 5-handed e Artur, com o segundo maior stack, abriu raise de 110.000 fichas do botão. Niklas Astedt, disparado na liderança, colocou pressão e 3-betou do small blind para 420.000. O russo deu o call e eles viram o flop .

O “Lena900” efetuou a c-bet e fez 303.630 fichas, cerca de um terço do pote. Martirosian deu o call e o turn mostrou , deixando o board ainda mais arisco. O sueco veio para o segundo barril e apostou 653.976 fichas, agora menos da metade do pote. Artur pensou por alguns segundos e pagou novamente. O river mostrou e não completou os flush draws abertos.

LEIA MAIS: Niklas Astedt pega blefe insano de Michael Addamo com raise river e derruba o craque no 3-handed do Super MILLION$

Niklas Astedt completou o serviço e anunciou all in cobrindo o stack do russo que tinha 1.644.901 fichas para trás (32 big blinds). Martirosian pensou por cerca de dois minutos e deu o call. Ele tinha , com top pair e o T que servia de blocker para sequências, e se deu mal, pois Astedt tinha e encontrou uma broca perfeita para levar o potaço.

Eliminado em 5º, Artur levou o prêmio de US$ 117.266 e deu adeus à chance de ganhar os US$ 324.053. No início da jogada, ele tinha stack de 60 big blinds.

Confira o desfecho:

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A anatomia de um fold: Dan Almeida explica minuciosamente decisão com TT na mesa final do Global MILLION$

O craque do Midas Poker Team detalhou conceitos do jogo

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O profissional Daniel Almeida é reconhecido pelos jogadores do país como um dos principais conhecedores teóricos do poker. No último domingo, o craque alcançou a mesa final do torneio Global MILLION$ do GGPoker, com US$ 100 de buy-in, e disputou uma forra gigante de mais de US$ 130.000 para o campeão.

Dan acabou eliminado na 8ª colocação do torneio e ficou longe dos grandes prêmios. Durante sua trajetória na mesa final, uma mão chamou muita atenção: ele foldou um TT pré-flop depois de abrir mini raise com 27 big blinds e ver o jogador Patrick Tardiff, o “Egption”, ir all in com mais fichas.

LEIA MAIS: Streamer Egption pensa por cinco minutos, folda trinca para Juan Pardo e recebe showdown horrível

Acha que a decisão é simples? Dan explicou exclusivamente o raciocínio por trás da jogada durante a mesa final e também o que avaliou depois numa aula para o time.

Ficou imperdível! Confira na íntegra:

A Twitch de Egption revelou que ele tinha AKo

“Na hora que a mão ocorreu, eu era 6 de 9. A diferença de payout do 9º para o 1º era muito grande, muito maior do que é normalmente nas mesas finais, era cerca de 20 a 22 vezes mais.

O que acontece naquele spot, basicamente, é o seguinte: como o Egption no button tem 42 blinds, se é uma situação que eu tenho 25 a 27 que é o que eu tinha no cutoff, e ele tem 42 e os blinds tem basicamente o meu stack (25 e 27), é muito fácil ele shovar um pouco mais loose, colocar todo mundo em all in e ter um range um pouco mais pra frente.

Mas, naquele caso, tinha o big blind com 58 blinds e ele tem 42. Então, o big blind cobria ele. Nesse caso, ele vai ter que shovar um pouco mais tight. Provavelmente o range dele de shove tem que estar mais orientado para blockers do que pra necessariamente pares. Eu acredito que ele não mandaria 99, por exemplo. Se mandasse, mandaria numa frequência muito baixa. Claro, tô plenamente consciente que ele também não tem AA e KK no range. Ele pode ter eventualmente um JJ perdido lá, mas no geral o range dele, o grosso vai ser AK. Um pouquinho de JJ, TT perdido ali. Improvável QQ e quase impossível KK e AA.

O resumo é que o grosso do range dele vai ser AK e um pouquinho de JJ. Contra AK e um pouquinho de JJ, ou estou flipando ou com 18% de chance. Se fosse pensar numa perspectiva de chip EV, seria sempre call, porque tem quatro ou cinco blinds de dinheiro morto no pote, mas por causa do ICM e do Risk Premium a gente tem que ser um pouco mais tight em relação a isso porque nossas fichas valem dinheiro naquele momento. É um spot que eu pensei na hora que o meu range de call deveria girar em torno de JJ+ e AKs. O AK off eu acho que tem que ser fold também e eventualmente, não sei, o JJ.

Esses foram meus pensamentos na hora, sem estudar a mão. Hoje eu estudei a mão durante a aula do time. Quando eu coloco o range dele shovando só AK e mais nada, eu devo ganhar próximo de US$ 380 com esse call, quase quatro buy-ins. É um valor meio que pequeno perto dos valores envolvidos na mesa final.

Eu acho que o fato de ser pequeno não é um problema, contanto que eu tenha certeza do range dele que shova. E eu não tinha certeza que era só AK. Hora que eu coloco um pouquinho de JJ, esse call vai para US$ -600, seis buy-ins negativos, aí complica a situação um pouquinho mais. O meu EV daquele call ia girar nisso, dependendo do quão bem ajustado eu coloquei os ranges do cara. Então, é bem close. Se eu tivesse certeza absoluta que era só AK, era call, mas seria call para ganhar uma miséria.

“Ah, vale a pena perseguir um EV muito baixo, de três buy-ins, dois buy-ins?” Eu acho que depende de dois casos principais: o primeiro caso é o nível de dificuldade dessa mesa final. Quando você pega uma mesa final de nível técnico muito baixo, os stacks vão colidir numa frequência e velocidade maior do que deveriam e as pessoas serão eliminadas mais rápidas do que deveriam. Isso faz com que a gente consiga ganhar dinheiro sentado.

Quando você pega uma mesa final de um nível um pouco mais alto, isso já não acontece. As pessoas vão ter um nível razoável de ICM e não vão atolar tanto de forma que eu consiga ganhar dinheiro dormindo. Isso faz com que eu tenha que pegar spots com EV mais close por causa disso.

Essa mesa final tinha eu e mais quatro ou cinco regulares e três recreativos. Tinha um jogador bem fraco, mas não era uma mesa final 100% fácil. Eu até poderia correr atrás de EVs um pouco marginais em virtude disso, mas eu acho que três buy-ins talvez ainda seja pouco.

Outro fato que é relevante, é quando você tem certeza absoluta do range de shove do cara, você pode pegar um EV marginal, porque ele vai sempre existir. Mas quando você tem um EV marginal e não tem certeza do range do cara, como era o caso, se eu errasse um pouquinho e ele tiver um pouquinho de JJ, já cai para -6 buy-ins. Dificulta o meu call.

Quando fala de EVs marginais tem que pensar nessas duas coisas: o quão rápido os stacks vão colidir, se o nível técnico é fraco ou alto, e a gente tem que pensar o quão preciso eu estou na estimativa do range do cara e levar essas duas coisas em consideração. Vendo aqui agora e vendo na hora, eu não me arrependi, porque deve ser 90 ou 80% AK. Mesmo sabendo que ele tem AK e eu tenho lá 52, 53% de equity, chip EV seria call, mas o ICM não me permite pagar”.

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Caio Pessagno é campeão no Hot US$ 109 e vice no Bounty Builder US$ 215 do PokerStars

“rmpkrbr” foi vice no US$ 109 Daily Cooldown

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(Crédito: PokerNews)

Os jogadores do Brasil fizeram bonito no PokerStars nesta terça-feira (27). Caio Pessagno, comandando a conta “Pessagno”, garantiu o pódio em dois torneios, faturando US$ 6.817.

O player foi vice no Bounty Builder US$ 215, que registrou 106 competidores, puxando US$ 3.646. Em seguida, no Hot US$ 109, Caio se consagrou campeão, puxando o prêmio de US$ 3.171.

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Já no US$ 109 Daily Cooldown [8-Max,Turbo, KO Progressivo], “rmpkrbr” garantiu da medalha de prata entre os 734 concorrentes, ganhando US$ 5.745. No US$ 109 Mini Super Tuesday, Christian Almeida, pilotando a conta “ChristianBR4”, terminou na 4ª colocação do field de 639 participantes.

Pela performance, o grinder levou para casa US$ 4.237. Além disso,  no Big US$ 33, Matheus “mendamaster9” Oliveira deixou os 793 competidores para trás, recebendo US$ 3.702.

Confira os resultados de terça:

Evento Jogador Colocação Prêmio
Hot US$ 33 “Bandini 1930” US$ 3.624
US$ 55 Daily Marathon “EngDentix” US$ 3.378
Hot US$ 162 [KO Progressivo] “callDarkness” US$ 3.239
Bounty Builder US$ 55 “Pegalll” US$ 3.113

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