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Blog do Montanha de Cartas

Sem medo de cara feia: Milena Magrini não se faz de vítima diante de preconceito com as mulheres no poker

Mãe, esposa e multicampeã ela afirma nunca ter tido problema com isso na carreira

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No ano passado Milena Magrini alcançou um grande resultado na carreira. Fez um deal em 3 jogadores no Million Aconcagua Madrid e faturou um prêmio de 135 mil Euros enfrentando um field composto predominantemente por homens. No entanto, isso não é novidade para ela, já que o poker é realmente um esporte praticado na imensa maioria por atletas do sexo masculino, e muitas jogadoras reclamam do preconceito que sofrem nas mesas, mas com ela a história é diferente.

“Eu nunca tive problema em ser mulher e as pessoas duvidarem de mim ou acharem que eu tenho menos capacidade. Eu nunca tive problema porque eu vou lá e mostro que não é dessa forma que funciona.”, disse em entrevista ao programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas.

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Casada com o também jogador Kadu Campion, vencedor da WSOP Circuit de 2019 no Rio de Janeiro, e mãe da Antonella, de dois anos, que sempre marca presença nos stories da mamãe no instagram, ela revelou ter criado essa espécie de “casca” contra as adversidades por conta de um episódio marcante na adolescência.

“Eu sempre passei muito bem por cima disso porque eu tive uma dificuldade muito grande na minha vida que foi quando a minha mãe faleceu. Eu tinha só 17 anos e ela teve uma doença durante 5 anos, então depois disso eu acho que nada para mim é muito pesado, eu vou levando de outras formas”, concluiu.

Milena quando criança com sua mãe

A jogadora foi a última entrevistada da primeira temporada do programa Baralho Pergunta e além desse assunto falou sobre alguns momentos complicados que passou durante torneios ao vivo, mas referente ao aspecto da higiene de alguns parceiros.

Outro tema abordado foi sobre as perdas em torneios. Milena contou que em grandes séries como as da WSOP, em Las Vegas, ela costuma comprar parte das cotas da grade de competições que vai disputar e vender as demais para diminuir a variância. O mesmo não ocorre no Brasil, quando vai disputar torneios como o KSOP e o BSOP, já que nesse caso ela joga por conta mesmo.

“O poker é assim né, você perde de um lado, ganha de outro, você tem que fazer um bankroll, tem que ter um controle, se não… Não dá para ser lucrativo”, comentou.

Assista o vídeo abaixo para conferir toda a entrevista da Milena Magrini. Aproveita e se inscreve no canal youtube.com.br/montanhadecartas para juntos fortalecermos cada vez mais esse espaço. A nova temporada do Baralho Pergunta estreia na semana que vem cheia de novidades. Nós contamos com a audiência de vocês!

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Baralho Pergunta: Ueltom Lima constata que o poker cresceu durante o período da pandemia

Presidente da CBTH diz que o jogo não perde força, mas pode mudar a forma

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(Crédito: Carlos Monti)

Depois de entrevistar vários jogadores de destaque do cenário do poker brasileiro o programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, chega ao quinto episódio da segunda temporada com um homem de negócios desse esporte da mente como entrevistado.

O presidente da CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold´em), Ueltom Lima, é o convidado da Mayza Basso nesta semana e falou sobre diversos assuntos durante a entrevista. No principal deles, o dirigente abordou sobre o futuro do joguinho após a pandemia do novo coronavírus.

“Se a gente pegar os últimos meses de pandemia o crescimento do poker é exponencial. Através do google e outras plataformas, se a gente conseguir dar algumas buscas, você percebe o tamanho de procura pela prática do poker, de pessoas que tiveram um tempo livre para poder praticar”, disse.

Sucessor de Igor “Federal” Trafane no comando da entidade responsável pela legalização do poker no Brasil ele vê com bons olhos o desenvolvimento do jogo nesse período, embora não deixe de ressaltar o momento triste vivido por toda a população mundial.

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“O que eu enxergo é que as empresas estão se encontrando. Muita gente que operava poker ao vivo está operando poker online, não tem jeito, foi a forma que as pessoas enxergaram, de manter os negócios ativos, uma base de clientes que tinha, era natural que isso acontecesse”, complementou.

Ueltom falou também sobre a política do Brasil. O Baralho o colocou na berlinda com uma pergunta bem complicada: Quem deveria ser o próximo presidente do Brasil?

Além disso, ele também comentou sobre os impostos pagos pelos jogadores de poker online, a legalização dos jogos de azar no Brasil e mandou um recado para quem está começando no poker.

Olhe o poker como diversão também! A gente vem falando isso faz tempo. Olhem como um lazer, um momento de relação social mesmo, entre amigos, de convivência. É muito legal isso no poker!”

Para saber as outras respostas do Ueltom aperte o play no vídeo abaixo e confira a entrevista todinha, garantimos que não vai se arrepender.

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Ela quer um país com mais educação e preza pela igualdade até no poker. Essa é Gabi Belisario, a primeira campeã do BSOP

Psicóloga formada a jogadora participou do Baralho Pergunta

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Em 2008 o poker no Brasil ainda não era o colosso de hoje em dia. O esporte da mente engatinhava em solo tupiniquim, mas alguns nomes surgiam no cenário nacional e uma mulher despontou como campeã brasileira. Foi no BSOP Millions de Belo Horizonte que a mineirinha, Gabi Belisario venceu o torneio e cravou o nome na história do joguinho.

Em uma divertida entrevista ao quarto episódio do Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, ela falou sobre qual o tipo de torneio prefere, os com rebuy ilimitados ou os frezeeout. Apesar de salientar que os torneios com as famosas reentradas tornam as premiações maiores, a jogadora foi bem clara na escolha.

“Frezeeout sem dúvidas. Eu vim da época do frezeeout, não existia torneios com rebuys, não existia mesmo. Tanto é que o BSOP que eu ganhei era frezeeout. Acho que dá uma condição de igualdade para todo mundo né”, disse.

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Casada com o também jogador e empresário Marcelo Lanza, Gabi afirmou que usa como referência no jogo os principais atletas brasileiros, muito por causa do estilo de vida deles, mas destacou um casal em especial.

“É o Rafa (Rafael Moraes “GM_VALTER”) e a Lali (Lauriê Tournier “LaliTournier”). Enquanto casal também, porque querendo ou não Lanza também gosta desse universo do jogo, a gente trabalha com isso, temos as empresas, os clubes, mas não somos jogadores profissionais”, explicou.

Gabi venceu em 2008 0 BSOP Belo Horizonte (Crédito: Reprodução Instagram)

O programa apresentado pela Mayza Basso é sobre poker, óbvio, mas as perguntas do baralho são imprevisíveis e uma delas pegou Gabi de surpresa. Mesmo assim, a campeã do BSOP foi brilhantemente bem na resposta quando questionada sobre qual é o principal problema do Brasil.

Segundo Gabi, muitas das mazelas do país seriam resolvidas com um aporte maior na educação, mas para ver a resposta completa dela sobre o assunto aperte o play no vídeo abaixo e confira o programa todinho.

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Poker Depressão: Fernando Macedo se reinventou no joguinho, mas teve que vencer um próprio preconceito com o baralho

Ele não gostava de nenhum jogo, mas virou profissional do poker e da comédia

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Fernando Macedo Poker Depressão
(Crédito: Reprodução Instagram)

“Eu nasci no ano que o meu pai ganhou na loteria”. A frase foi dita por Fernando Macedo, jogador profissional de poker por 8 anos e idealizador do humorístico Poker Depressão durante o terceiro episódio da segunda temporada do Baralho Pergunta.

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Nascido na cidade de Fartura, no interior de São Paulo, ele morou a vida toda na vizinha Taguaí e durante um bom tempo não queria nem ouvir falar de baralho ou qualquer outro tipo de jogo, justamente porque toda a forra que o pai conquistou quando ele veio ao mundo acabou escorrendo pelo ralo.

O meu pai era um jogador compulsivo que jogava todo tipo de jogo, menos poker, ele não sabia jogar poker. Ele jogava roleta, ia para as máquinas, todo tipo de aposta. O que aconteceu? Ele foi perdendo, perdendo tudo, ai eu falei um dia: eu nunca vou jogar nada”, disse.

Só que essa história começou a mudar quando Fernando conheceu o poker. Através da insistência dos amigos ele se apaixonou pelo melhor dos jogos de baralho e nunca mais parou, tendo até conquistado o terceiro lugar em janeiro de 2013 em uma das etapas do BSOP, onde recebeu um prêmio de R$ 113.600, disputando mesa final com craques como Pedro Padilha, Mateus Lessa e o campeão na oportunidade Pedro Correa.

Mesa final BSOP 2013

Fernando Macedo fez mesa final no BSOP de 2013 ao lado vários craques

Característica primordial dos grandes jogadores, Fernando Macedo se reinventou para o mundo do poker quando criou o quadro humorístico Poker Depressão, nele são encenados criativos contos desse esporte da mente, com destaque para o personagem Tonhão, um jogador bem bruto apaixonado por mãos marginais.

“Nem eu esperava que fosse conciliar uma outra paixão que tenho com o poker. Eu sempre fui uma pessoa que gostou dessa parte artística né. Sempre fui muito criativo na escola, levava a melhor redação, as vezes ganhava de melhor ator”, contou.

Ao Baralho Pergunta Fernando entrou na mente do personagem Tonhão e escolheu as cartas favoritas dele:  E como a vida imita a arte o resultado final só poderia ser o que aconteceu mesmo.

Aperta o play no vídeo abaixo para conhecer um pouco mais do Fernando, das histórias por trás desse projeto de sucesso e qual foi o resultado final que ele colheu com essa estranha mão.

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