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Blog do Montanha de Cartas

Segunda temporada do Baralho Pergunta estreia com bracelete: Alexandre Gomes, do truco ao campeonato mundial de poker!

Campeão da WSOP falou do começo da carreira, de dividas e até dicas de tells

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(Crédito: PokerNews)

Na primeira temporada do Baralho Pergunta, a série de entrevistas do Blog Montanha de Cartas, entrevistamos alguns craques do joguinho, mas essa nova fase do programa começa com um campeão mundial. Em 2008, Alexandre Gomes fincou de vez a bandeira brasileira na história do poker ao vencer o evento 48 da WSOP, mas o que poucos sabem é que toda essa trajetória de sucesso começou com um popular jogo de cartas.

“Eu tive uma vida super intensa no truco, tão intensa talvez quanto no poker. É claro que no truco você não tem, digamos assim, o glamour do poker, de poder viajar, torneios grandes, no truco era diversão”, contou.

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O curitibano ainda revelou que conheceu o poker através da turma de amigos com quem jogava truco. Na época eles praticavam a modalidade five card draw, também conhecido como poker fechado. Alexandre disse no primeiro momento não se interessou pela dinâmica do jogo, mas após ser eliminado precocemente de um campeonato de truco a vida dele mudou.

A convite de um amigo, debutaram em um torneio de poker realizado em um boliche na cidade de Curitiba. A inscrição para a disputa era R$ 100,00 e Alexandre lembra que esse valor foi complicado de ser pago, já que eles nem sabiam as regras direito.

“Eu falei cara, mas você tá louco, cem reais! Como é que a gente vai colocar cem reais em um jogo que a gente não sabe. Fui jogar o torneio, logicamente não ganhei nada. E eu sai dali encantado com a dinâmica do jogo, o primeiro contato tinha sido estranho, mas nesse torneio eu falei, que jogo bacana”, revelou.

Experiente e vencedor em torneios ao vivo, ele foi questionado sobre os tells no poker, padrões e trejeitos de alguns jogadores que podem revelar força ou fraqueza em determinada jogada. Para Alexandre é preciso prestar muita atenção nesse ponto quando se está na mesa.

“O tell é uma arma para o jogador, ele tem que saber usar, mas cuidar para não se confundir e fazer com que essa arma volte contra ele. A gente tem um instinto, uma vontade, de querer adivinhar um tell do cara. Eu sempre falo o seguinte: no poker não tem lugar para o eu acho. Você só vai usar um tell quanto você tiver certeza que aquilo é um tell e você só vai saber isso se jogar por muito e muito tempo com ele”, explicou o campeão.

Entre outros assuntos, ele também foi perguntado se algum dia ficou devendo para outros jogadores ou algum clube de poker, mas essa resposta o amigo leitor pode conferir assistindo o vídeo abaixo. Vale muito a pena, porque a entrevista inteira está bem legal.

E já que você vai apertar o play e conferir esse nosso trabalho, aproveita e se inscreve no canal www.youtube.com/montanhadecartas e por lá que toda semana você se atualiza e se diverte com o programa Baralho Pergunta. Já que as segundas-feiras sempre tem entrevista nova.
Esperamos que gostem!

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Baralho Pergunta: Família de Luiz Duarte tem tradição no poker e se depender dele o DNA vencedor vai continuar com os filhos

O jogador de Marília pretende iniciar os filhos no baralho

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Figura fácil de gostar, Luiz Duarte é mais um dos grandes jogadores de poker do país. O sucesso no poker bateu na porta dele durante o BSOP Millions de 2014, onde ficou em segundo lugar após um acordo e não oficialmente embolsou R$ 750.000. Só que o baralho já está nas veias desse paulista há muito tempo e se depender dele vai se perpetuar.

Entrevistado do sexto episódio do programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, ele contou que o poker já está no sangue da família, desde o tio, Duarte, passando pelo pai que também tem o mesmo nome e passou a frequentar o circuito após o destaque do filho.

“O meu tio foi um jogador de baralho em geral, era bem conhecido, se você perguntar em São Paulo sobre o Duarte, o pessoal das antigas, todo mundo conhece. O meu pai também sempre jogou, ele jogava antes de mim, só que o poker fechado”, disse.

O tio de Luiz Duarte foi um veterano do Baralho

Pai de um casal de filhos, o Theo (3 anos) e a Maitê (1 ano), Luiz garantiu que vai ser o professor das crias no mundo do poker. De acordo com ele, a esposa não gosta muito do jogo, mas não seria certo privar as crianças disso.

“É uma profissão um pouco ingrata, pode ser difícil, sofrer bastante com a variância, principalmente de torneios, mas com certeza eu vou apoiar eles. Eu vou ensinar eles na infância, adolescência, mas para jogar valendo dinheiro quando completarem 18 anos, pode ter certeza que eu vou incentivar. Minha esposa não gosta muito disso, mas não vai ter escape”, garantiu.

Luiz Duarte é casado e tem dois filhos, Theo, de 3 anos e Maitê de 1 aninho.

Luiz falou também na entrevista sobre qual seria o sonho dele. Ele tentou fugir do lugar comum de dizer que gostaria de um bracelete do main event da WSOP, chegou a afirmar que um dia já teve como desejo jogar os buy-ins mais elevados, mas quando a paternidade chegou na vida dele tudo mudou.

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“Continuar sendo um vencedor constante. Até para sempre, digamos assim, porque o poker te possibilita jogar até quando você tiver 90 anos. Meu sonho é esse, continuar tendo uma carreira constante porque querendo ou não o poker tem bastante altos e baixos”, comentou.

Também conhecido no online como “justholdplz” Luiz revelou que tem uma mão especial que costuma trincar direto, além disso contou quem é o grande ídolo no mundo esportivo e muito mais. Para saber essas e outras respostas desse craque aperte o play no vídeo abaixo e confira a entrevista todinha.

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Baralho Pergunta: Ueltom Lima constata que o poker cresceu durante o período da pandemia

Presidente da CBTH diz que o jogo não perde força, mas pode mudar a forma

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(Crédito: Carlos Monti)

Depois de entrevistar vários jogadores de destaque do cenário do poker brasileiro o programa Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, chega ao quinto episódio da segunda temporada com um homem de negócios desse esporte da mente como entrevistado.

O presidente da CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold´em), Ueltom Lima, é o convidado da Mayza Basso nesta semana e falou sobre diversos assuntos durante a entrevista. No principal deles, o dirigente abordou sobre o futuro do joguinho após a pandemia do novo coronavírus.

“Se a gente pegar os últimos meses de pandemia o crescimento do poker é exponencial. Através do google e outras plataformas, se a gente conseguir dar algumas buscas, você percebe o tamanho de procura pela prática do poker, de pessoas que tiveram um tempo livre para poder praticar”, disse.

Sucessor de Igor “Federal” Trafane no comando da entidade responsável pela legalização do poker no Brasil ele vê com bons olhos o desenvolvimento do jogo nesse período, embora não deixe de ressaltar o momento triste vivido por toda a população mundial.

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“O que eu enxergo é que as empresas estão se encontrando. Muita gente que operava poker ao vivo está operando poker online, não tem jeito, foi a forma que as pessoas enxergaram, de manter os negócios ativos, uma base de clientes que tinha, era natural que isso acontecesse”, complementou.

Ueltom falou também sobre a política do Brasil. O Baralho o colocou na berlinda com uma pergunta bem complicada: Quem deveria ser o próximo presidente do Brasil?

Além disso, ele também comentou sobre os impostos pagos pelos jogadores de poker online, a legalização dos jogos de azar no Brasil e mandou um recado para quem está começando no poker.

Olhe o poker como diversão também! A gente vem falando isso faz tempo. Olhem como um lazer, um momento de relação social mesmo, entre amigos, de convivência. É muito legal isso no poker!”

Para saber as outras respostas do Ueltom aperte o play no vídeo abaixo e confira a entrevista todinha, garantimos que não vai se arrepender.

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Ela quer um país com mais educação e preza pela igualdade até no poker. Essa é Gabi Belisario, a primeira campeã do BSOP

Psicóloga formada a jogadora participou do Baralho Pergunta

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Em 2008 o poker no Brasil ainda não era o colosso de hoje em dia. O esporte da mente engatinhava em solo tupiniquim, mas alguns nomes surgiam no cenário nacional e uma mulher despontou como campeã brasileira. Foi no BSOP Millions de Belo Horizonte que a mineirinha, Gabi Belisario venceu o torneio e cravou o nome na história do joguinho.

Em uma divertida entrevista ao quarto episódio do Baralho Pergunta, do Blog Montanha de Cartas, ela falou sobre qual o tipo de torneio prefere, os com rebuy ilimitados ou os frezeeout. Apesar de salientar que os torneios com as famosas reentradas tornam as premiações maiores, a jogadora foi bem clara na escolha.

“Frezeeout sem dúvidas. Eu vim da época do frezeeout, não existia torneios com rebuys, não existia mesmo. Tanto é que o BSOP que eu ganhei era frezeeout. Acho que dá uma condição de igualdade para todo mundo né”, disse.

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Casada com o também jogador e empresário Marcelo Lanza, Gabi afirmou que usa como referência no jogo os principais atletas brasileiros, muito por causa do estilo de vida deles, mas destacou um casal em especial.

“É o Rafa (Rafael Moraes “GM_VALTER”) e a Lali (Lauriê Tournier “LaliTournier”). Enquanto casal também, porque querendo ou não Lanza também gosta desse universo do jogo, a gente trabalha com isso, temos as empresas, os clubes, mas não somos jogadores profissionais”, explicou.

Gabi venceu em 2008 0 BSOP Belo Horizonte (Crédito: Reprodução Instagram)

O programa apresentado pela Mayza Basso é sobre poker, óbvio, mas as perguntas do baralho são imprevisíveis e uma delas pegou Gabi de surpresa. Mesmo assim, a campeã do BSOP foi brilhantemente bem na resposta quando questionada sobre qual é o principal problema do Brasil.

Segundo Gabi, muitas das mazelas do país seriam resolvidas com um aporte maior na educação, mas para ver a resposta completa dela sobre o assunto aperte o play no vídeo abaixo e confira o programa todinho.

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