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Saiba como organizar os estudos de poker com o craque Yuri Martins

Algumas das estratégias é estudar diariamente o esporte da mente

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(Crédito: Joe Giron)

Sempre bom escutar a voz da experiência para quem deseja aprimorar suas habilidades no esporte da mente. Por isso, anote aí mais alguns conselhos do campeão do Evento #51 da WSOP de 2019, Yuri Martins, sobre como organizar seus estudos. 

Para o craque, estudar poker é o mesmo que ir à academia porque é muito mais efetivo para a pessoa praticar um pouco todos os dias da semana do que simplesmente separar um dia e ficar horas se exercitando. 

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“Isso fará uma diferença gigantesca no seu jogo, muito mais do que chegar um dia da semana e estudar durante 8 horas”, disse o poker player no post compartilhado no Instagram.

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Eu sempre comparo estudar poker com ir à academia. Se você faz exercícios durante meia hora todos os dias, é muito mais efetivo do que fazer um dia na semana por 3 horas seguidas. No poker é igual. Se você quer estudar o jogo, precisa entender que é mais efetivo ter organização para estudar um pouco TODOS os dias. Isso fará uma diferença gigantesca no seu jogo, muito mais do que chegar um dia da semana e estudar durante 8 horas. Além disso, sempre separe o tema do seu estudo antes. Deve fazer uns 2 ou 3 anos que meus estudos são organizados basicamente da mesma forma. Para cada dia da semana eu tenho um tema e me comprometo a sentar e focar somente na minha evolução durante esse período. Como você organiza seus estudos? Comenta aqui que talvez eu possa ajudar com algumas dicas.

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Yuri Martins também comentou uma outra estratégia para deixar os estudos ainda mais interessantes. “Para cada dia da semana eu tenho um tema e me comprometo a sentar e focar somente na minha evolução durante esse período”, contou ele revelando que adota essa prática há anos. 

Isso também se relaciona a outro conselho do catarinense de sempre tentar aprender com cada situação. “Acredito que 95% dos jogadores têm esse perfil. Essa curiosidade, essa sede por solucionar lacunas de conhecimento em todas as áreas da vida”, comentou na rede social. 

Entretanto, o jogador deixa claro que se você não tiver essa característica tão presente, não é um problema. “Você pode desenvolver esse aspecto ou compensar com organização e poder de realização. Basta querer”, afirmou.

E aí, você gostou das dicas? Comente nas redes sociais do Mundo Poker quais são as estratégias de estudo que você adota e acredita que ajudará os colegas.

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QUE SONHO! Douglas Lopes acorda com KK no big blind e tem que apenas dar call em dois all ins no Bounty Builder US$ 530

Pernambucano levou um bounty e ficou grande no torneio

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Já falamos aqui como a ressaca pós séries tem feito muitos jogadores tiraram um tempo off do poker online. O craque Patrick Leonard inclusive deu oito dicas de como passar por esse momento.

Se alguns prorrogam o tempo off poker, outros se agarram no grind, principalmente por que os grandes nomes do poker mundial estão de folga.

Um dos que não perdeu tempo e voltou à atíva foi Douglas Lopes. O pernambucano aproveitou a sexta-feira (5) a noite para engatar no BOutny Builder US$ 530 e se deu bem em uma mão onde não teve muito trabalho.

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Com duas mesas apenas no torneio, a primeira mão na volta de um break foi um sonho para o jogador. Após all in de dois jogadores, ele acordou no big blind com KK e teve só o trabalho de dar call. O baralho foi responsável pelo resto do serviço.

Confira a mão vencida por Douglas em all in triplo:

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Virou moda? Olivier Busquet acusa rival de heads-up de “ghosting” e deixa recado no Twitter

O craque americano não poupou palavras para o adversário

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Na semana passada, o caso de “ghosting” (quando um jogador auxilia ou se passa por outro no online) deixou a comunidade high stakes do exterior em polvorosa. A denúncia de Bill Perkins caiu como uma bomba e o excêntrico milionário Dan Bilzerian não poupou palavras acusando o craque Dan Cates como pivô do caso.

A novela mexicana que ganhou destaque parece ter esfriado bastante nos últimos dias, mas as polêmicas envolvendo a prática de “ghosting” estão longe de terminar. Nesta sexta-feira (05), foi a vez do craque Olivier Busquet descer a letra nas redes sociais. Ele acusou um jogador que está acostumado a jogar de estar fazendo exatamente a mesma coisa.

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“Eu venho jogando com o mesmo jogador heads-up online por anos e é óbvio para mim que alguém esteve jogando em sua conta recentemente. Ao invés de choramingar como um bebê sobre isso, eu vou f**** esse fantasma”, escreveu Busquet. “Na mesa, não uma ameaça de violência”, reiterou.

Em resposta para um dos comentários, ele acrescentou. “Esses dois “regulares” vão se arrepender de me motivar desta maneira”.

Também teve piadinha com Dantes Cates… “cuidado!”

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Comentarista do Mundo Poker, Fernando Olímpio condena call de Sam Greenwood no SHRB: “dessa vez ele errou”

 A jogada do canadense rendeu vários debates nos últimos dias

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A mesa final do Super High Roller Bowl com buy-in de US$ 102.000 foi um prato cheio para os amantes de poker. Com grandes nomes envolvidos na ação e diversas jogadas interessantes, ainda teve a transmissão do partypoker com cartas reveladas que possibilitam ver como pensam os maiores jogadores do mundo num torneio como esse.

O heads-up entre Justin Bonomo e Michael Addamo foi bonito de se ver e gerou diversos potes interessantes para análise. Mas, talvez, a jogada mais comentada da FT foi o call de Sam Greenwood quando o torneio estava 7-handed, pouco tempo depois de estourar a bolha do dinheiro. O craque foi de chip leader para eliminado na 7ª colocação.

LEIA MAIS: Justin Bonomo vence batalha no heads-up contra Michael Addamo e é campeão do Super High Roller Bowl Online

Mesmo logo após tomar grande fatiada de Justin Bonomo, Greenwood ainda estava tranquilo com o quarto maior stack e 26 big blinds na jogada, não muito longe dos três jogadores com mais fichas. Na mão da queda, Bonomo dá mini raise do cutoff e Dan Shak, com 30 blinds, vai all in com AK do small blind.

O canadense está no big blind com 77. Ele pensa por quase dois minutos até decidir dar call. Os comentaristas do partypoker Jeff Platt e Brent Hanks ficaram incrédulos com o call. Ele acabou perdendo o coin flip e se despediu do torneio com um prêmio de US$ 212.500, dando adeus a chance da forra de US$ 1.775.000.

Confira a jogada:

Fernando Olímpio, narrador do Mundo Poker, opina sobre ela:

“Esse call do Sam Greenwood não tem como ser bom, em uma situação normal de torneio (early game) já seria uma mão close (tendo um EV baixo para 30 blinds) por chip EV. Quando falamos num cenário de FT com um ICM agressivo esse call torna-se horrível! Mesmo você achando que seu adversário faça com pares piores que o seu, o fold é obrigatório”, disse Fernando.

O comentarista também fez questão de lembrar que grandes jogadores podem cometer erros. “Realmente Sam foi infeliz na sua decisão, ele é um gênio do poker, mas dessa vez ele errou”, concluiu.

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