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Rei dos High Rollers? Renan Bruschi é vice no UPoker e soma terceiro big hit em menos de um mês

O gaúcho vive fase incrível e mostra que é nome a ser batido em torneios mais caros

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Menos de um mês um atrás, Renan Bruschi completava o KSOP Rio de Janeiro com chave de ouro: sendo campeão do High Roller da etapa e levando um prêmio de R$ 200.000. Mesmo sabendo que esse não é o maior hit da carreira dele, o torneio teve um gosto especial. Renan estava com vários dos jogadores de seu time e, pela primeira vez, na companhia dos pais em um torneio ao vivo.

O que já era bom ficou ainda melhor logo na sequência. Renan mostrou que os torneios High Rollers são sua especialidade. No 5K PKO do UPoker, no Clube das Estrelas, o “Internett93o” não deu chance para a concorrência e faturou o título do torneio, levando mais uma forra absurda, agora de R$ 147.455.

Pra completar o mês de grandes hits em torneios High Rollers, o último ato aconteceu ontem (09). Novamente no UPoker, agora no torneio Super High Roller, Renan bateu na trave do terceiro título, mas ficou com um belíssimo vice-campeonato e embolsou mais R$ 78.546 para o seu recheado bankroll.

LEIA MAIS: MundoPoker Review: Nando Olimpio estreia quadro de análise técnica com mão jogada por Renan Bruschi no KSOP RJ

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Sensibilizada com o momento, Kings Eventos vai distribuir valor da “caixinha” de quase R$ 100.000 do KSOP BC para os colaboradores; entenda

Empresa anunciou a medida em comunicado oficial nesta quarta-feira (25)

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O adiamento do KSOP Balneário Camboriú e com todos os clubes de poker fechados ao redor do país por conta da pandemia do Coronavírus pegou muitas pessoas ligadas ao poker desprevenidas. Sensibilizada com a situação, a Kings Eventos teve uma ideia para ajudar seus colaboradores que estavam confirmados na segunda etapa de 2020.

Os dealers, equipe de material, caixas, staff e imprensa que participam do rateio de 3% da famosa “caixinha”, irão receber o valor correspondente da premiação garantida de R$ 3.000.000 anunciada para a etapa de Balneário. Assim, R$ 90.000 serão distribuídos para a equipe com o intuito de amenizar o momento ruim.

Confira a nota oficial da Kings Eventos:

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URGENTE: KSOP Balneário Camboriú é adiado em decorrência do Coronavírus

A decisão foi tomada na tarde desta sexta-feira (13)

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Assim como já havia ocorrido em diversos lugares do mundo, a pandemia do Coronavírus chegou com força no Brasil. E isso afetou o poker nacional. Em um comunicado oficial, a Kings Eventos decretou o adiamento da segunda etapa do KSOP em 2020, que seria na cidade de Balneário Camboriú entre os dias 25 a 31 de março.

Ainda não há data para a realização da nova etapa. Confira o comunicado completo:

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Ligação inesperada e quarto lugar no Main Event: conheça a saga de Richardson Cau para jogar o KSOP Rio de Janeiro

O jogador capixaba abraçou uma oportunidade ímpar de um dia para outro

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Histórias são contadas e eternizadas em todos os eventos de poker. Existem incontáveis exemplos de pessoas que mudaram suas vidas no esporte da mente. Premonições, participações surpresas, vencedores de satélites, enfim, são muitas formas que surpreendem a comunidade do poker constantemente.

O KSOP Rio de Janeiro foi recheado de histórias assim. Uma delas é de emocionar. O nome de Richardson Cau, até a mesa final do Main Event, poderia passar despercebido pelos amantes de poker. Mas poucos imaginam o quanto o capixaba de 27 anos se esforçou para estar presente naquele momento. Naquele torneio longe de sua casa.

Amante do poker há sete anos, Richardson vem batalhando para poder se estabilizar como um jogador profissional. Por enquanto, é metalúrgico e trabalha numa empresa que fabrica aço. Foi assim, de repente, que uma ligação inesperada de fora do país mudou o rumo do simpático regular. Do outro lado da linha estava a jogadora Ana Freitas.

“Ela disse, ‘estou indo para o Rio de Janeiro daqui dois dias e quero você lá’. Aí eu falei, ‘como assim?’ Ela disse ‘quero você lá pra jogar o KSOP comigo’. Eu falei que tinha meu trabalho, minhas coisas, como vou largar tudo e ir pro Rio de Janeiro assim, num dia de semana, sem dinheiro, sem nada?”, ficou em dúvida.

O capixaba preferiu não esperar o trem passar pela segunda vez em sua porta. Encarou uma longa viagem de ônibus para o Rio e realizou o sonho de jogar o Main Event da etapa. A história de sonho foi concluída com um brilhante quarto lugar e uma forra de R$ 96.000. O Mundo Poker conversou com Richardson sobre essa incrível saga. Confira:

Richardson abraça os amigos após dobrar na FT

LEIA MAIS: Conheça os 36 jogadores que vão disputar um carro 0km no KSOP Balneário Camboriú

MP: Desde quando você joga poker e quando decidiu tentar uma carreira profissional?

RC: Então, brinco de poker há uns sete anos com meus primos e amigos. Sempre foi por diversão, passar tempo na roça, etc, e meu gosto pelo esporte foi aumentando absurdamente, onde comecei a me aprofundar mais, pesquisar, assistir, sentar pra entender melhor e estudar. Nunca fiz nenhum tipo de coach, sempre foi por conta própria e foi onde conheci o pivô disso tudo, Ana Freitas, onde veio todo o meu incentivo, onde várias vezes passou pela minha cabeça em desistir, mas ela disse que nunca deixaria. Foi indo, até chegar um momento onde conheci outros jogadores profissionais e disse para mim mesmo, é isso que eu quero pra minha vida no futuro. Decidi de vez há dois anos me dedicar cada vez mais ao poker para um dia eu ser um grande profissional.

MP: Como que foi essa saga para participar do KSOP Rio de Janeiro?

RC: Então, tudo começou quando a Ana Freitas me ligou de Las Vegas, onde ela mora, e disse, ‘estou indo para o Rio de Janeiro daqui dois dias e quero você lá’. Aí eu falei, ‘como assim?’ Ela disse quero você lá pra jogar o KSOP comigo. Eu falei que tinha meu trabalho, minhas coisas, como vou largar tudo e ir pro Rio de Janeiro assim num dia de semana, sem dinheiro, sem nada? Não, não tem como, sem condições, durante esses dois dias não consegui mais dormir, nem pensar em nada, pois era uma chance única de realizar um sonho de jogar um mega evento. Comecei a mexer os pauzinhos, arrumar gente pra trabalhar pra mim, enfim, foi dois dias em uma mega correria, como não tinha dinheiro pra pagar passagem de avião, comprei passagem de ônibus, dividi em três vezes, arrumei uma mala com três mudas de roupas e fui. Liguei pra ela e falei: ‘me espera que estou chegando’. Também quero agradecer o William e o Rodney da R.R.D pela oportunidade.

MP: Como foi a experiência de fazer mesa final de um evento gigante que nem o KSOP?

RC: Inesquecível, realizei três sonhos em um único evento. Primeiro era jogar um Main Event de um evento tão grande e renomeado igual o KSOP, segundo era sentar e poder jogar na mesa da TV e terceiro era fazer uma mesa final. Ou seja, a primeira vez que tive a oportunidade de jogar um evento desse e terminar em quarto lugar, vou levar pro resto da vida esse momento.

MP: Como tá a ansiedade pra jogar o evento dos 36 melhores da etapa?

RC: Olha, a ficha ainda não caiu, vai cair mesmo só quando eu entrar no avião e chegar em Balneário Camboriú. Sei que vai ser um grande desafio, pois vou jogar com os melhores da primeira etapa e tem muito jogador profissional que já sabe lidar com essa ansiedade.

MP: Quem são suas grandes referências no jogo?

RC: Primeiramente sempre vai ser a Ana Freitas, vindo seguido do Brunno Botteon (Botteonpoker), Fernando Araújo (VC VEM) e Gustavo Braz (Tavimwin). Tirando a Ana Freitas, todos são da minha cidade e que recentemente viraram grandes amigos!

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