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Rafael Furlanetto é bicampeão do WCOOP no Evento #44-M após heads-up contra Gerson Braga

O jovem jogador conquistou título da série nesta edição

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(Crédito: Reprodução Instagram)

Não é só Yuri Martins que está detonando na atual edição do WCOOP. O jovem jogador Rafael Furlanetto, o “pycadasgalax”, vem mostrando que é uma das gratas revelações do país em 2020 a cada semana que passa. Neste domingo (13), ele soltou o grito de campeão na série mais importante do PokerStars pela segunda vez.

Rafael foi o grande vencedor do Evento #44-M (US$ 215 NLH) e embolsou uma belíssima forra de US$ 58.026 pela façanha. O bicampeonato veio com o jovem batendo um field largo de 1.930 entradas. Além disso, a mesa final foi invadida por jogadores brasileiros. Foram quatro representantes do país na decisão.

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O topo do torneio foi verde e amarelo. Rafael derrotou o compatriota Gerson Braga, o “Gerson’GR’” no heads-up. O jogador do Midas Team também saiu bem contente do torneio com um prêmio de US$ 41.362. Os outros jogadores que fizeram FT foram “bolonhax” (8º – US$ 5.426) e “TakeZITO1” (9º – US$ 3.868).

Rafael havia cravado o Evento #11-M do WCOOP menos de duas semanas atrás. Na ocasião, ele mostrou versatilidade para vencer um torneio de Limit Hold’em e embolsou US$ 7.539.

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Marcelo Giordano tem dia de sucesso no online e faz belo post sobre downswing: “não adianta querer buscar o ferro de uma vez”

Atualmente no NeTTeam, o craque foi sincero após vencer dois torneios

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(Crédito: Artur Oliveira)

Pra quem está começando uma carreira no poker atualmente ou tem vontade de fazer isso em algum momento, é bom saber exatamente o caminho que está tomando. Acompanhar apenas os grandes resultados dos craques pode ser uma ilusão. Não há nenhum jogador profissional que não tenha enfrentando o período de perdas chamado no meio de downswing.

É claro que o assunto sempre é comentado por todos os players, mas nunca é demais lembrar algumas lições sobre esse momento. O craque Marcelo Giordano, jogador de live, precisou se adaptar ao atípico 2020 e foi de cabeça no poker online. Para isso, entrou no NeTTeam do craque Renan Bruschi para ter todo o suporte necessário nesta nova fase.

A nova realidade não é fácil. Nesta semana, Giordano teve um ótimo dia de grind e conseguiu pela primeira vez na carreira cravar dois MTTs no mesmo dia. Ambos os torneios aconteceram no Americas Cardroom e renderam prêmios na faixa de US$ 3.000 para o paulista. Ele poderia apenas comemorar, mas fez questão de fazer um post justamente sobre downwing.

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O texto tem algumas passagens bem interessantes. “Todas essas etapas naturalmente fazem parte da vida do jogador de poker e confesso que mesmo já tendo passado por elas diversas vezes, não é, nem de perto, a situação mais confortável do mundo. No pacote vem a falta de confiança em nós mesmos e a motivação fica muito menos palpável”, escreve Marcelo.

Um trecho que chama bastante atenção é o seguinte: “Se tem uma coisa que a experiência me ensinou é que não adianta querer buscar o ferro de uma vez. Por isso eu decidi me dedicar mais nos estudos e mudar minha estratégia na grade de torneios. Diminui os meus buy-ins e selecionei torneios com fields menores”.

Essas duas dicas de Giordano deram certo pra ele. O craque conta que agora conseguiu diminuir de US$ -15K para US$ -10K a downswing. O texto e a sinceridade do profissional do NeTTeam dão um bom norte para os jogadores que não sabem lidar com a pressão das perdas.

Confira o post completo de Giordano:

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Daria certo? Jennifer Shahade comenta série mais vista da história e a possibilidade de ter uma versão sobre poker

A americana é campeã em xadrez e também costuma jogar poker

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(Crédito: PokerPhotoArchive.com)

Semana passada a gente mostrou aqui uma análise bem interessante do Spraggy comparando a série da Netlix “O Gambito da Rainha” – número 1 do stream, vista por 62.000.000 de pessoas – com futuras produções cinematográficas no poker. De modo geral, o craque considera ter no poker alguns fatores que podem dificultar esse objetivo.

Mas essa semana a jogadora americana dos dois esportes da mente Jennifer Shahade falou ao PokerNews sua opinião sobre a série. A player comentou se acredita que o poker teria chances de se popularizar muito mais seguindo os mesmos passos da produção de xadrez ou não.

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“Acho que um programa bem escrito sobre o poker seria uma ferramenta incrível para aumentar a popularidade do poker. Espero que o sucesso do Gambito da Rainha inspire os escritores a tentar trabalhar em mais conteúdos sobre os jogos”, disse na conversa.

De acordo com ela, isso seria possível se a produção investisse na colaboração de grandes nomes do poker que entendam o jogo e saibam contar boas histórias. “Esse tipo de compromisso com a excelência e de ouvir as pessoas no topo do jogo acrescentou autenticidade a um programa que precisava disso. Elogio Scott Frank, o diretor e roteirista, pela atenção aos detalhes”, comentou sobre “O Gambito da Rainha”.

Um ponto que ajuda e muito o jogo do baralho a ter uma boa história é o fato de poder ser jogado em qualquer lugar do mundo, sendo um tesouro de emoções e falinhas. No entanto, Jennifer faz um alerta em relação a parte legal do poker que não necessariamente precisa fazer parte do enredo.

“O livro de Maria Konnikova, ‘The Biggest Bluff’ é um livro de poker campeão de vendas que se concentra na descoberta intelectual, na luta e no triunfo. Acho que há muitas maneiras de criar ‘apostas’ em uma história de poker que não se concentram na legalidade”, declarou.

Para ela o que mais diferencia o poker do xadrez é o dinheiro. No xadrez, a remuneração é importante para prover aos jogadores mais conhecimento e participação nos principais torneios. Já no mundo das fichas, ele é um luxo que sustenta toda uma cadeia de status social dos participantes além da construção do bankroll.

De qualquer forma, seria muito legal ter uma nova produção artística sobre o esporte da mente e suas histórias ainda mais com as observações de Jennifer, não acha?

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Vice no Sunday Million, Mário Junior revela premonição e planos para 2021: “gerar muito conteúdo”

O craque também falou sobre amizade com Gustavo Mastelotto

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Há dez dias Mário Junior sabe o que é chegar no pódio de um dos torneios mais tradicionais e competitivos do PokerStars. O jogador do Full Poker Team teve a honra de conquistar o vice no US$ 109 Sunday Million, faturando US$ 81.858, seu maior big hit da carreira até o momento.

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Em entrevista exclusiva ao Mundo Poker o player conversou sobre o significado de carregar esse feito no currículo, como sua jornada no poker começou, sua experiência no time e no Reg Life, além de revelar o que pretende fazer ano que vem. Confira abaixo:

MP: Mário, como começou sua história com o poker?

MJ: Minha história no poker começou muito antes de eu conhecer o poker. Desde pequeno jogava baralho com a minha família e quando fiquei maior, conheci um grupo de amigos que jogavam semanalmente na minha cidade e comecei a jogar com eles aqueles cashs baratinhos, apenas para dar risada. Mas ali vi que o poker era diferente dos outros jogos de baralho, vi que poderia ter uma certa vantagem. No mesmo ano, comecei a participar de campeonatos da cidade e assinei o extinto CT Super poker onde tinham aulas com Akkari, Gremistinha, Grigoletti e vários outros.

Fui aprendendo até que chegou o tempo onde meu olho não brilhava mais no meu trabalho e eu já estava colocando muita energia em estudar e jogar poker. Aí em 2014 teve o Vestibular do Akkari que, obviamente, não passei. Nem sabia para onde corria o baralho. Quando voltei de SP, vim com a semente plantada e fui buscar meu próprio caminho! Iniciei então num time de SNG que se tornou o FLOW do Fellipe Nunes, na sequência tive uma passagem rápida pelo Copo de Neve do Sydens e do Hélio Neves. E finalmente vim parar no FULL Poker Team onde conheci o Capotinha, Geraldo César, RodrigoRPV, e o meu amigo e mentor Gustavo Mastelotto.

MP: O que significa ser vice do Sunday Million para você e conta para gente como foi aquele dia, e a comemoração!

MJ: Fazer HU no Sunday Million foi a concretização de um trabalho de muito tempo, muitas traves, muitas horas de trabalho e muito “acreditar”. Ao longo dos últimos anos venho me desenvolvendo como jogador, mas principalmente como pessoa. Para mim, o poker é uma das maiores ferramentas para te ajudar nisso! Sempre fui um cara positivo, que sempre trabalhou duro tanto no poker como em projetos paralelos e ser coroado com essa premiação é apenas para reforçar o quanto vale a pena tudo o que fazemos aqui nos bastidores. Além disso, quem me conhece de perto sabe o quanto quero deixar essa mensagem do acreditar. As pessoas têm que ter um sonho, colocar as horas e seguir acreditando.

MP: Depois da conquista, você fez um relato no seu Instagram contando uma passagem com o Gustavo Mastelotto. Pode compartilhar a história com a gente?

MJ: Cerca de um ano atrás estava em Vegas com o Gustavo onde fui para fazer vídeos documentando a jornada dele por lá e em uma conversa que tivemos, acabei chorando por não ter dinheiro nem para comprar os equipamentos de trabalho que eu tinha. Naquele dia senti uma dor imensa! E ele me disse: “Tem que doer Mário, através da dor é que buscamos a mudança de verdade.” A partir dali parei de apenas trabalhar duro e comecei a trabalhar “smart”. Comecei a ler livros e me desbloquear em vários aspectos da vida, especialmente o financeiro. No meio disso, buscando ter uma vida melhor e principalmente contribuir para a comunidade de poker, comecei uma série de projetos, um deles foi a Reg Life junto com o próprio Gustavo “22ehnutzz” e Yuri “theNERDguy”. Uma comunidade de pessoas que querem se desenvolver no jogo e na vida!

E foi um sucesso muito grande! Vejo lá dentro mais de mil pessoas que têm a vontade de crescer e de contribuir! É lindo! E dentro da própria comunidade, comecei um projeto junto ao coach Marcelo Muller. Começamos a fazer um trabalho ainda mais intenso em desbloquear algumas crenças limitantes que ainda eu tinha. Junto a isso continuei meu trabalho na comunidade e como jogador, tendo o apoio financeiro e de ensino do Full Poker Team. Ou seja, estava participando ativamente de duas grandes comunidades, o Full e a Reg Life! Estudando, trabalhando duro, era visto que, hora ou outra, algo grande aconteceria, mas nem me passou pela cabeça que seria no tão cobiçado Sunday Million. Na segunda, lá estava eu, com 10bb. Comecei o dia fazendo um warm up, assistindo uma mesa final do Yuri no Youtube e na sequência respondi a pergunta no meu “Cinco minutos por dia”: O que me faria feliz hoje? Foi uma luta acreditar que eu poderia, mas escrevi assim: HOJE VOU CRAVAR O SUNDAY MILLION! E o resto é história.

MP: Atualmente você participa do Full Poker Team e também faz parte do Reg Life, como é estar envolvido com esses projetos e como isso tem contribuído para sua carreira?

MJ: Todo perrengue que eu passei, toda a ajuda da comunidade, todo o embasamento técnico que peguei com o time e as várias pessoas boas que tenho na minha vida foram essenciais para chegar tranquilo na mesa final e dar o meu melhor! Quero deixar esse agradecimento e principalmente a mensagem: ACREDITA!

MP: Para encerrar, como você analisa seu ano no poker e quais são os planos para 2021?

MJ: Para quem acompanha a série House Of Cards já está sabendo o que vou fazer em 2021, mas vou deixar uns spoilers aqui para vocês. Acredito que ainda temos muito o que trabalhar nesse mercado, especialmente para fora da nossa bolha. Quero fazer a comunidade Reg Life crescer, quero fazer documentários e gerar muito conteúdo FODA para comunidade do poker. Quero focar em ser um comunicador entusiasta do poker e em paralelo a isso construir uma carreira como jogador.

Ficou curioso para conhecer melhor o craque e detalhes de como foi a conquista do vice no Sunday Million? É só clicar no Fullcast.

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