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Grupo de amigos usa SnapCam em mesa do Natural8 para zuar Luiz Torres cantando famosa falinha no Palmeiras

O streamer não gostou nem um pouco da brincadeira feita

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Luiz Torres

Luiz Torres começou a grindar ontem (15) certamente não muito contente com a derrota do Palmeiras nos pênaltis para o Defensa y Justicia, da Argentina, na final da Recopa Sul-Americana. Apesar de trabalhar sozinho dentro de seu escritório, o palmeirense fanático não escapou das falinhas nem nas mesas do poker online.

Ele transmitia ao vivo na stream alguns torneios e um deles era o Bounty King Jr, de US$ 31,50, do Natural8. O Raiz estava numa mesa totalmente dominada pelo Brasil com outros cinco brasileiros. De repente, o jogador à sua esquerda, com o nick “Forgeeet”, gravou um vídeo usando a ferramenta SnapCam com outros três amigos para tirar onda Luiz.

LEIA MAIS: Em mesa final cheia de emoções, João Simão fica em terceiro no Evento #58-H da GGSF e embolsa seis dígitos

Eles cantavam a famosa paródia “O Palmeiras não tem mundial, não tem Copinha, não tem Mundial”, uma das músicas que viralizou nos últimos anos para brincar com a ausência de títulos do clube alviverde nestes dois torneios. O curioso é que eles tentaram gravar uma vez antes, mas tinha saído sem som.

Então, Luiz ficou esperando eles mandarem de novo sem nem imaginar que não ia gostar em nada! Bom, confira o que os moleques aprontaram com o Raiz:

Confira a ação:

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Gabriel Schroeder e Patrick Ulysséa são eliminados na mesa final do Evento #8 da WSOP Circuit Online

A dupla somou belos prêmios, mas o primeiro anel na série não veio

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Não foi dessa vez que o primeiro anel do Brasil nesta edição da WSOP Circuit Online do Natural8 aconteceu. No Evento #8, com buy-in de US$ 800, dois jogadores brasileiros bem conhecidos do público, ambos do 4bet Team, marcaram presença na mesa final, mas não teve jeito. Apesar do título não ter vindo, eles levaram belíssimo prêmios.

A terça-feira de Gabriel Schroeder e Patrick Ulysséa merece ser comemorada por conta de brilhantes desempenhos. O primeiro terminou com um honroso quinto lugar e embolsou a bagatela de US$ 51.667, enquanto o famoso streamer parou um pouco antes no sexto lugar e adicionou US$ 38.745 para o bankroll.

A dupla enfrentou o field grande de 1.545 entradas do torneio batizado como Deepstack No Limit Hold’em Championship. A reta final ainda contou com outros craques do país envolvidos e por pouco não teve Eder Campana “Blue Moon” (10º – US$ 11.877), Lucio Lima “WizardOfAz” (13º – US$ 8.760) e Tauan Naves (16º – US$ 7.523) na mesa final.

LEIA MAIS: KK quebrado: a bad beat gigante que tirou Douglas Lopes na semi FT de evento valendo anel da WSOPC

O cenário principal da decisão tinha Gabriel com stack mais confortável e Patrick, o Nelepo10, mais curto. A situação se manteve assim até a queda do jogador paulista. O streamer lutou bastante short stack, mas depois de defender um big blind com 78 e acertar par e broca no flop 76T, se envolveu em all in contra o 99 do “ProbierEs” e não encontrou solução no turn 3 e river 4.

Na queda de Patrick, o torneio ficou bem equilibrado entre Gabriel e três jogadores com um outro short. Os deuses do baralho capricharam para quem precisava dobrar. Muitas situações aconteceram com sobrevivência de quem estava curto e o catarinense deve ter lamentado várias vezes com os pay jumps que não vieram.

Acabou que o quinto lugar sobre para o brasileiro. Com seis blinds, ele foi all in do botão com 44 e levou call do big blind “CheckYoMama” com 88. O board 6T5Q7 tratou de encerrar a trajetória de Schroeder.

Como sempre, a MundoTV trouxe a emoção da mão final:

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Confira o episódio do Depois do River #003:

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Thiago Crema coloca o Brasil na mesa final do The Venom PKO e vai disputar premiação absurda nesta quarta

O jogador do 4bet Poker Team tem o quarto maior stack da decisão

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Não é brincadeira: o The Venom do Americas Cardroom e o Brasil tem uma ligação especial. O torneio que já resultou em três brasileiros milionários e distribuiu outros grandes prêmios para jogadores daqui vai contar mais uma vez com um nome dos mais fortes na mesa final. Quem escreve a nova história agora é Thiago Crema.

O paranaense que é sócio do 4bet Team brilhou no Dia 3 do torneio para assegurar um lugar entre os oito jogadores que vão disputar o título. Pilotando sua conta “eeeoooshhh” no Americas Cardrom, Crema chegou na mesa final com um belo stack de 118.232.080 fichas, o equivalente ao quarto maior da FT e 39 big blinds.

O chip leader do torneio é o jogador “TIKITAKA11” com 174.474.944 fichas. Durante o Dia 3, quatro jogadores do país ficaram pelo caminho no torneio: Davi Cola “dontbelieveme” (24º – US$ 22.237), Gabriel Tavares “kingqueensuited” (33º – US$ 23.083), Jeff Dosso “ArlindoOrlando” (39º – US$ 13.898) e Eder Campana “campana17” (42º – US$ 15.382).

LEIA MAIS: The Venom: Thiago Crema se envolve em all in triplo maluco, passa sufoco no turn contra mão igual, mas segue no jogo

Crema garantiu por enquanto US$ 8.359 em bounties (o segundo menor valor entre os finalistas) e mais US$ 59.070 da premiação regular. Com muito dinheiro em jogo na cabeça dos adversários, o profissional ainda vai em busca da forra gloriosa de US$ 501.916 que está no topo tanto para o campeão como para o vice.

A grande decisão do The Venom PKO será disputada nesta quarta-feira às 18 horas. O torneio recomeça com os blinds em 1.500.000 / 3.000.000. Nós temos um encontro marcado na MundoTV para acompanhar e torcer por Thiago Crema nesse evento especial.

Confira o chip count dos finalistas:

“TIKITAKA11” (México) – 174.474.944
Matt Davis “The_Founder” (EUA) – 148.617.257
“BuddhasAces” (EUA) – 132.719.664
Thiago Crema “eeeoooshhh” (Brasil) – 118.232.080
“jeromewinnd” (EUA) – 108.755.311
“Rydo” (EUA) – 78.889.004
“Nippler3” (Austria) – 67.772.472
“WildCard23” (EUA) – 28.945.812

Confira a premiação regular:

1º e 2º – US$ 501.915

3º – US$ 317.188

4º – US$ 225.540

5º – US$ 157.520

6º – US$ 123.510

7º – US$ 87.710

8º – US$ 59.070

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Confira o episódio do Depois do River #003:

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Vitor Dzivielevski explica misclick em torneio de US$ 1.050 que valeu forra no Natural8: “foi muito bizarro”

O profissional paranaense ainda transmitiu as emoções em seu canal da Twitch

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Quem nunca foi registrar em um torneio e acabou dando o buy-in em outro sem querer? Vira e mexe essa situação acontece e às vezes algumas histórias sensacionais a partir desse erro são conhecidas pelo público. No último domingo, foi a vez de Vitor Dzivielevski construir uma dessas que terminou com final feliz.

Na tarefa de efetuar os buy-ins do sempre trabalhoso grind de domingo, Vitor só percebeu um tempo depois que estava jogando um torneio de US$ 1.050 da WSOPC do Natural8. “Eu também não sei (risos), não faço ideia como foi. Eu nem vi a hora que eu registrei, foi muito bizarro. Eu acho que tinha um torneio de US$ 105, o Bounty Hunter, tava em baixo ou em cima, mas eu não lembro de ter clicado no torneio. Essa é a parte que eu acho mais bizarra”, conta o craque.

Pior que o valor do buy-in está bem acima do limite que o paranaense vem jogando no online. “Eu tenho dado alguns tiros no máximo no US$ 365 do GG. Esse US$ 1K tava perdido ali, não era pra estar ali, era para o filtro ter tirado. Eu acho que rolou por causa da WSOP, talvez eu daria um tiro, por isso acho que estavam ali”.

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Era pra acontecer. Vitor encarou o field de 163 entradas e terminou como vice-campeão com um belo prêmio de US$ 21.949. “Logo na primeira mão eu dobrei. Recebi um AJ com uns 12 blinds que eu tinha e dobrei. Era um torneio bounty e caro, cada bounty ali era alguns buy-ins dos torneios que eu joguei. Foi sensacional, um presente de Deus”, comemora o profissional.

Vitor ainda começou a transmitir as emoções ao vivo na Twitch a partir do ITM. “Eu sou meio novo na Twitch, comecei agora no SCOOP. É um negócio que eu tava demorando muito tempo para começar, todos os times agora tem Twitch, podia ser uma boa oportunidade pra jogar nos meus dois times, o Aldeia Poker Team e o VHD poker”, disse.

“A Twitch tira um pouco da tua tensão, mas como eu tava com poucas mesas, foi de boa. É legal até um certo ponto, já vi o Daniel (Almeida) falar sobre isso, você fica meio obrigado a jogar “mais correto”, sabe? Você deixa de fazer algumas cagadas. Eu tento não me privar de fazer tudo o que eu gosto de fazer, de criatividade, que eu acho muito importante no poker, mas é legal”, resume o forrado por acaso.

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Confira o episódio do Depois do River #003:

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