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Depois de traves, chinês “judd trump” conquista prêmio da carreira com título no Super MILLION$ Anniversary

O nick é em homenagem a um famoso jogador inglês de sinuca

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Quando um jogador atinge muitas traves em sequência é sinal de que vem coisa boa por aí. O detalhe que faltava para um regular que joga com a bandeirinha chinesa no Natural8 foi ajustado ontem (15) na mesa final do Super MILLION$ High Rollers Anniversary, edição especial para comemorar um ano de existência do evento.

O grande campeão foi “judd trump”. Ainda de identidade desconhecida, ele conseguiu ótimos resultados neste ano nos feltros do Natural8 jogando justamente o torneio mais cobiçado semanalmente. Agora veio a glória. Depois de superar o field de 567 entradas para levar o prêmio espetacular de US$ 976.379.

Só neste ano, “judd trump”, nick que é uma homenagem a um profissional de sinuca da Inglaterra que leva o mesmo nome, já tinha ficado duas vezes seguidas na 9ª colocação do Super MILLION$, além de um 11º lugar que foi bem amargo. Enfrentando uma mesa final de altíssimo nível, finalmente chegou o dia dele.

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Demorou para rolar as primeiras quedas, mas depois que se despediram Thomas Muehlocker, Enrico Camosci e Wiktor Malinowski, o jogo ficou mais solto e muitas mudanças nos stacks aconteceram. “judd trump” se aproveitou de um cooler com QQ contra AA do “limitless” para ficar gigante. Ele acertou uma Q no flop e só precisou pagar até o river para dobrar.

A boa sequência não teve fim. Ele foi acumulando fichas e derrubou Adrian Mateos em quarto de AQ contra A7 para disparar de vez. Só que Joakim Andersson, buscando o tricampeonato, não deixou ser tão fácil. Ele derrubou Carlos Villamarin em terceiro e foi para o heads-up com uma ligeira vantagem. Só que o chinês não se intimidou.

A virada veio num pote gigantesco quando o chinês conseguiu uma sequência maior que a do sueco e o golpe de misericórdia foi em all in pré-flop de K8 contra 96. O board não trouxe nada e o dia de glória de “judd trump” veio com K high mesmo.

Confira a premiação final:

1º – “judd trump” (China) – US$ 976.379

2º – Joakim Andersson (Suécia) – US$ 752.891

3º – Carlos Villamarin (EUA) – US$ 580.558

4º – Adrian Mateos (Espanha) – US$ 447.662

5º – Christopher Frank (Alemanha) – US$ 345.202

6º – Chris Puetz (Áustria) – US$ 266.187

7º – Wiktor Malinowski (Polônia) – US$ 205.258

8º – Enrico Camosci (Itália) – US$ 158.275

9º – Thomas Muehlocker (Áustria) – US$ 122.047

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Confira o episódio do Depois do River #07:

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Renan Bruschi elimina Daniel Negreanu na reta final do Evento #3 da WSOP e tira onda com vídeo na mesa; assista

O canadense estava ao vivo na Twitch durante o torneio todo

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Depois de ser coroado o vencedor do ranking de julho do PocketFives, o craque Renan Bruschi está agora em busca do primeiro bracelete da WSOP na carreira. O gaúcho engatou no torneio de Limit Hold’em, com buy-in de US$ 2.500, e terá uma boa história para contar. Ele foi o algoz do canadense Daniel Negreanu.

Os dois dividiram a mesma mesa por um longo tempo e Renan, super adepto da ferramenta SnapCam, não perdeu a oportunidade de mandar diversos vídeos para a lenda canadense. O “Kid Poker” também entrou na brincadeira, gravou alguns e conversou com outros jogadores no chat de forma bastante descontraída.

LEIA MAIS: João Simão agradece ajuda de amigo após a conquista do bracelete: “Nunca consegui perceber que eu amava o poker”

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Enquanto o gaúcho usava e abusava da SnapCam, Negreanu também estava transmitindo ao vivo no seu canal na Twitch. Quis o destino que o brasileiro, agora um dos nove finalistas do torneio, fosse o responsável pela eliminação da lenda. Com tudo documentado e com direito a reação do hexacampeão mundial.

Foi um all in triplo pré-flop. Todos tinham stacks curtos, pois logo antes foi o estouro da bolha, e Renan tinha um pouquinho mais de fichas. Nos blinds 12.500 / 25.000, Negreanu tinha 54.400, o brasileiro 61.600, e o russo Konstatin Maslak 44.750. No showdown, Bruschi tinha QQ flipava contra os dois rivais que apresentaram AK.

O flop foi bastante assustador, pois ambos ficaram na broca da Q e Negreanu ainda flush draw, mas turn e river correram tranquilo e Renan despachou os dois. Claro, não podia faltar um vídeo final para tirar uma onda: “One time Daniel, one time”, gritava o sócio do NeTTeam, enquanto o canadense lamentava a queda.

Confira como foi:

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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Na busca por um bracelete, seis brasileiros avançam no Dia 1B do Millionaire Maker da WSOP Online

Agora são 14 brasileiros classificados no importante torneio da série

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Rodrigo Seiji, Pedro Padilha e Felipe Mojave

Os jogadores brasileiros seguem na busca pelos braceletes da WSOP. E um dos principais focos dos nossos representantes é o Evento #07 Millionaire Maker de US$ 1.500, que pagará uma bagatela de US$ 1.000.000 para o campeão.

Com vários dias classificatórios durante a semana, muitos jogadores estão aproveitando para conseguir um lugar no segundo dia de disputa. Nessa terça-feira (03), o Dia 1B da disputa, que contou com 288 entradas e classificou 45 jogadores, entre eles seis brasileiros.

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Quem acumulou o melhor stack entre os canarinhos foi de Rodrigo Seiji, que conseguiu 487.704 fichas, após acertar duas quadras ao longo da disputa. Quem está louco por um bracelete é Renan Bruschi. Já garantido na mesa final do Evento #03, o gaúcho também se classificou ao garantir um stack de 367.689 fichas.

O Brasil também teve grandes nomes classificados. Pedro Padilha, do Samba Poker Team, ensacou um montante de 307.904, Dante Goya com 286.627 fichas também se garantiu. Completaram a lista, Paulo Brombim “Agorist” avançou com 232.320 e, por fim, Felipe Mojave terá 228.023 fichas no Dia 2.

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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João Simão agradece ajuda de amigo após a conquista do bracelete: “Nunca consegui perceber que eu amava o poker”

O mineiro participou da transmissão da MundoTV logo após o título na WSOP  

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João Simão (Crédito: Carlos Monti)

O dia 02 de agosto de 2021 foi mais uma da histórica para o poker brasileiro. João Simão, um dos melhores jogadores do país, conseguiu o tão sonhado bracelete da WSOP para coroar uma carreira brilhante que já completou 15 anos. A glória veio no Evento #2 da versão online no GGPoker acompanhado de uma forra de US$ 206.074.

Simão já tinha atingido muitos objetivos da vida nas mesas. Extremamente vencedor tanto online como ao vivo, além de ser um embaixador do partypoker, o mineiro até disse em 2019 para o Mundo Poker que diminuiria o ritmo de jogo no futuro. Aquela gana pela disputa foi se apagando com o tempo, mas João voltou a encontrar o amor pelo jogo depois de uma ajudinha.

Assim que ganhou o bracelete, Simão entrou ao vivo na MundoTV para conversar com Ytarõ Segabinazzi e agradecer a torcida de mais de 1.000 pessoas que acompanharam e torceram por ele. Ele fez questão de agradecer a dois amigos: Raffael Caiaffa e Matheuzinho. “Mudaram a minha forma de enxegar o poker de novo, transformaram a minha carreira”.

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“Principalmente o Matheuzinho. Ele vem trabalhando comigo praticamente esse ano inteiro, faz uns seis meses. O que esse cara tá fazendo pra minha carreira é uma coisa surreal, eu tenho uma gratidão gigante. Lógico que quero dedicar o bracelete à minha família, mas se eu tivesse que dedicar a uma pessoa seria o Matheuzinho, porque ele conseguiu buscar em mim uma coisa que eu nunca tive na minha carreira”, explica João.

“Eu sempre joguei poker, pra ser sincero, por dinheiro. Desde a primeira vez que eu vi o poker na minha vida foi pra querer ganhar dinheiro. Eu nunca gostei de jogar poker, sempre tive muito o poker como uma obrigação, como um trabalho. Claro, muito melhor do que qualquer outro trabalho, mas eu nunca consegui perceber que eu amava o poker. Passei 15 anos com esse relacionamento exclusivamente financeiro, maçante, aquela coisa de obrigação, e aí depois que o dinheiro já não tinha mais o mesmo peso, eu vi minha carreira ficar completamente abandonada, sem menor energia”, continua o craque.

“Nesses oito meses que eu fiz essa mudança, muito mais de cabeça do que qualquer coisa, tá sendo absurdo os resultados que eu estou tendo e o prazer de sentar para jogar, curtir o momento, o baralho, independente do dinheiro. Foi surreal o que esse cara fez pra mim. Única e exclusivamente pela amizade. Não foi um bate papo de boteco. Foi um trabalho longo, onde ele dedicou bastante energia e tempo dele, simplesmente para me ver bem e me ver feliz. Isso aí é muito gratificante”, agradeceu.

“Eu cheguei muito feliz pra jogar hoje. Pra ser sincero, eu tinha certeza absoluta que eu ia ganhar. Eu tava numa energia muito boa, muito confiante, e graças a Deus deu certo”.

Ytarõ perguntou para Simão sobre o sentimento da vitória, se era a conquista do bracelete era o momento mais especial da carreira. Ele até pensou alguns segundos, mas confirmou que era. Ao mesmo tempo, lembrou de uma memória de outro torneio que foi importante e refletiu sobre a trajetória da carreira.

“Com certeza, com certeza. Um dos prêmios mais felizes da minha vida foi o Powerfest do partypoker online e ao vivo, porque o primeiro que eu ganhei foi no meu início de relacionamento com o partypoker. Eu tinha uma pressão minha mesmo, interna, de querer mostrar que eles estavam fazendo uma boa escolha em me patrocinar. Era uma coisa que sempre esperei na minha carreira”.

“Hoje, inclusive, na minha preparação para esse Dia Final, foi única e exclusivamente relembrar os grandes momentos da minha carreira e perceber que o legal foi se preparar e não simplesmente ganhar. Ganhar, lógico, é sensacional. Mas foi muito legal perceber que os melhores momentos não foi a vitória em si, mas sim a jornada. Eu nunca consegui enxergar tão bem o valor da jornada em si. Tá sendo bem gratificante”.

Simão se tornou apenas o 10º jogador brasileiro a conquistar o bracelete da WSOP. Foi a 11ª conquista brasileira (Yuri Martins tem 2). Conhecimento e experiência não faltam para o mineiro buscar mais glórias como essa!

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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