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VÍDEO: Com quadra no flop, Spraggy quebra AA em all in triplo no SCOOP de US$ 1.050

TeamPro do PokerStars foi bem comedido na comemoração

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O inglês Ben Spragg, mas conhecido pelo seu nick no PokerStars “Spraggy”, é um dos principais streamers da Twitch nos últimos tempos.

Jogando os torneios mais caros do site, sempre mostrando seu jogo, o apaixonado por futebol e CSGO tem reações e decisões bem polêmicas. Recentemente, ele foldou um QQ pré-flop após raise simples de um adversário.

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Nesta terça-feira (05), jogando o Dia 1 do US$ 1.050 do SCOOP, ele resolveu apostar todas as fichas com o mesmo par de damas depois de uma ação bem mais carregada.

O que mais chamou a atenção no vídeo é a naturalidade que o TeamPro narra os acontecimentos. Teria ele gelo ao invés de sangue nas veias?

Confira o vídeo retirado do seu canal do Twitch:

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Satélite por ligação, esquadrão de peso no apoio e sonho de infância: os bastidores do big hit de Renan Meneguetti na WSOP

Profissional saiu com uma belíssima premiação, capaz de mudar sua vida

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Renan Meneguetti

O período de séries acabou, mas as histórias construídas durante esses dias ficarão pra sempre. Uma dessas é a do profissional Renan Meneguetti, que conseguiu seu big hit na WSOP Online. Sua premiação estrondosa de US$ 452.229 foi, de longe, a maior de sua carreira, e ela aconteceu logo no Main Event da série mais famosa do mundo.

Pouco mais de uma semana depois, Renan Meneguetti contou todos os bastidores que o levaram até lá. “A ficha não caiu até agora”, revela, mostrando a dimensão de um enorme feito. Com um ano consistente em 2021, o jogador vinha conseguindo alcançar bons resultados, mas nada comparável ao que fez na decisão.

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Até porque o torneio não estaria na sua grade, já que o buy-in, mais elevado, tornaria isso inconcebível. Mas uma ligação de Felipe Ketzer começou a construir o sonho: “o Ketzer ligou avisando que tinham começado os satélites, e tinha um deles que faltavam dois minutos para finalizar o late register. Ele estava com overlay e um field relativamente fácil. Entrei faltando segundos por $108, com 20bbs, lutando com 30 players por uma vaga”, relembra.

Depois de garantida a vaga, era jogar. Sabendo da dimensão do torneio, Renan alterou a estratégia para o torneio: “deixei para jogar na última sexta-feira para dar tempo de muitos regulares passarem, ser um dia sem WCOOP, sem evento de bracelete e com field mais fraco. Joguei poucas telas e com foco como fosse uma FT, explica. Deu certo. Ele se classificou bem no primeiro dia, foi ainda melhor no Dia 2 e alcançou a sonhada FT.

PREPARAÇÃO

A vaga estava garantida, mas a decisão começaria quase uma semana depois. Nesse tempo, coisas cruciais aconteceram, como conta o profissional: “esse espaço me deixou ansioso, no primeiro e último dia dormi apenas três horas. Primeiramente, eu tentei relaxar e depois planejei alguns estudos com top players que me ajudaram muito, como Renan Aziz, Belarmino, Cavalito, Guilherme Brasileiro, o próprio Ketzer e Rafael Roglio”.

“Minha preocupação e leve ansiedade era não errar, dar o meu melhor. Minha preocupação e leve ansiedade era não errar, dar o meu melhor. Não senti pressão de dinheiro, busquei fazer as jogadas que trariam mais EV. Tive uma alteração no meu range padrão de ICM, cuidando mais das possíveis colisões e performance dos ranges. A mão que caí mesmo era uma das que tinha estuda bastante, e o ev do shove era muito superior ao flat”, explica.

“Estava preparado, respeitando o ICM e as dinâmicas dessa FT diferenciada. O que viesse era lucro e seria o maior hit da carreira. Eu comecei a FT bem, fui ali para quarto/quinto em fichas, ao mesmo tempo em que meus amigos na sala ao lado faziam uma baita festa e davam uma motivação extra”, relembra. A queda foi um pouco dolorida para Renan, já que ele criou alguma expectativa por conta dos payjumps elevados. Mas, como dito, era o maior hit da vida.

SENSAÇÃO E PRÓXIMOS PASSOS

“Foi uma mistura de emoções. Eu estava muito feliz, grato, mas fiquei com um gostinho que poderia ter vindo mais, principalmente por ter conseguido algumas boas fichas. Mas foi a realização de um sonho. Desde quando aprendi a jogar assistia a WSOP, o Bruno Foster no November 9, e eu me dizia que um dia estaria lá”, fala. Ele conseguiu. Renan Meneguetti ficou na sétima colocação para o prêmio superior a US$ 400 mil, o que vai alterar sua vida.

“Essa conquista vai me permitir dar passos maiores na carreira. Melhorar meu conforto, fazer investimentos voltados ao poker, jogar com mais tranquilidade, confiança e dar uma leve subida de average buy-in. Vou focar em um projeto de expandir o time Adrenalina junto com Affif Prado, Belarmino e outros envolvidos, tentando impactar e ajudar a comunidade, lapidando novos talentos para o jogo e para a vida”, diz.

Agora, depois do fim das séries, Renan Meneguetti foi comemorar – e também descansar. Nada menos do que merecido. Ele foi para Goiás com os amigos Ketzer e Belarmino, mas já sabe o que fazer quando voltar: “retornarei com minha rotina de jogos com qualidade, me dedicando aos estudos e visando os hish stakes”, define. Com o feito da vida, o profissional ainda fez questão de agradecer a todos que fizeram parte dessa conquista.

Agradecimentos

“Quero deixar o meu agradecimento a todos que torceram, por afinidade, carinho como amigos, sócios, família e aos que torceram por ser um representante do Brasil nesta honrosa FT. Voy aproveitar essa oportunidade para melhorar a qualidade de vida de meus familiares, como a minha mãe, filha, podendo dar a elas e a mim um futuro muito melhor, desde que administre tudo com inteligência”, finaliza.

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Confira o episódio #19 do Depois do River:

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Daniel Negreanu é taxativo sobre diferenças entre velha e nova geração e causa polêmica com estrelas

Embaixador do GGPoker tomou partido no debate

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Daniel Negreanu

Uma eterna discussão voltou a ganhar um capítulo no último sábado (18). O canadense Daniel Negreanu resolveu emitir sua opinião sobre a qualidade entre jogadores da nova e velha geração e acabou iniciando um longo debate, que contou com jogadores de renome dando suas opiniões, principalmente os “da velha guarda”.

Transitando entre gerações e ainda ativo em alto nível nos MTTs ao vivo e online, o embaixador do GGPoker foi bem taxativo em sua opinião, dizendo que os jogadores da atualidade possuem uma capacidade maior para acertar leituras. Ou seja, ele jogou gasolina em um incêndio:

“Existe um erro no conceito de que jogadores da “velha guarda” são melhores em perceber os tells ao vivo do que a geração atual.

Não é verdade.

Na verdade, é exatamente o oposto nos níveis mais altos.”

O americano Phil Hellmuth, maior vencedor da WSOP de todos os tempos e que superou o canadense em três confrontos heads-up, ironizou a afirmação: “você sabe que é verdade?”, postou, insinuando que Negreanu não conseguiria provar seu argumento. O canadense respondeu que joga desde os anos 90, e sua vasta experiência o faz pensar isso.

O embaixador da GGPoker ainda citou alguns jogadores que andam o deixando impressionado quando jogam: Jake Schindler e Ali Imsirovic. Daniel disse, ainda, que isso não serve para todos os nomes da velha guarda, mas também afirmou que a maioria dos jogadores da velha escola usam o argumento de “ler pessoas” como desculpa por não utilizar solvers.

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Outro grande nome que resolveu participar do debate foi Patrick Antonius. O lendário jogador de cash game high stakes emitiu seu ponto de vista:

“Declaração forte e depende do jogador, obviamente. Não vejo muitas novas estrelas fazendo muitas jogadas fortes com base em suas leituras. Quando sua mente está pensando realmente matematicamente, é difícil ignorar essa estratégia em uma mão com base em sua leitura”

Daniel argumentou que os jogadores dos buy-ins mais altos sempre unem a teoria com a leitura, mixando as estratégias a partir disso. Nesse sentido, Antonius concordou que isso é o mínimo que qualquer jogador de poker deveria fazer para se dar bem em qualquer nível.

Por fim, Daniel Negreanu falou sobre outro motivo que o leva a pensar isso: “os jogadores hoje fazem um trabalho melhor em esconder sinais do que nas décadas anteriores. Não há tantos disponíveis como costumavam ser, mas os melhores ainda encontram uma vantagem por meio de leituras ao vivo”, explica.

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Chris Brewer vence o Evento #08 de US$ 25K do Poker Masters; Stephen Chidwick conquista o #07

Ambos saíram com grandes prêmios pelas vitórias na série

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Chris Brewer e Stephen Chidwick

O Poker Maser começa a se encaminhar para a reta final, com o início dos torneios mais caros da série. Até o Evento #07, os buy-ins eram de US$ 10K, mas a partir do #08 o valor sobre para US$ 25K. O primeiro deles já aconteceu e quem se deu bem foi um velho conhecido dos torneios de alto valor.

Chris Brewer foi o grande campeão do Evento #08, de No-Limit Holdem, finalizado na noite de ontem. O buy-in de US$ 25K atraiu um field de 57 jogadores e o americano não fez distinção sobre eles para sair vencedor da competição. Na mesa final, seu maior rival foi Darren Elias, superado no heads-up.

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A vitória de Brewer rendeu o belo prêmio de US$ 427.500. De quebra, ele ainda ultrapassou o canadense Daniel Negreanu no ranking e se encontra na segunda posição. Vale lembrar que há pouco mais de um mês, o americano tinha sido campeão do High Roller de US$ 50 mil da PokerGo Tour para mais US$ 420.670.

Além dele, outro dos maiores nomes do poker mundial havia brilhado no dia anterior. O britânico Stephen Chidwick, um craque do jogo, foi o grande vencedor do Evento #07 do Poker Masters. Essa competição ainda teve o buy-in de US$ 10K e contou com 68 entradas.

Chidwick passou por uma reta final difícil, com nomes como Dan Smith e Sean Perry entre os últimos sobreviventes, até levar o troféu e garantir o prêmio de US$ 183.600 pela sua nova vitória. Diferente do esperado tradicionalmente, Stephen não está na luta pelo ranking da competição, liderado por Brock Wilson.

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