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ELE TRAPACEOU? Stu Ungar foi um gênio do poker, mas teve suas vitórias contestadas recentemente; entenda

Ele tinha habilidades únicas e certeiras nas mesas de poker despertando dúvidas em alguns players

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(Crédito: New York Post)

Stu Ungar foi citado várias vezes nas respostas de Doyle Brunson no Twitter nesta segunda-feira (23). Para quem ficou pensando quem será esse cara, o Mundo Poker veio acabar com suas dúvidas e também refrescar a memória daqueles que sabem muito bem de quem estamos falando. 

“Folde e viva para voltar a foldar”, essa frase ficou bem conhecida na comunidade do poker e definia muito bem quem era Stu Ungar na sua essência. O americano era filho de pai judeu e tinha uma mãe apaixonada pelo poker. Desde criança, o garoto prodígio era considerado um gênio. 

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Na pré-adolescência, com 10 anos de idade, Stu ganhou seu primeiro torneio de cartas e nunca mais parou. Chegou ao ponto de chegar a sustentar a mãe e a irmã com os ganhos do baralho e logo teve que se mudar de Nova York para Las Vegas porque já não tinha de quem mais ganhar na região. 

Stu Ungar jogando na WSOP. Ele tinha que colocar algo na cadeira para alcançar a mesa devido a sua baixa estatura

Lá, em 1978, na terra do poker, Stu Ungar brilhou nas mesas especialmente por uma característica que o tornava único nos fields. O descendente de judeu tinha uma memória fotográfica impressionante e isso era fundamental para ele saber exatamente qual foi a carta embaralhada que cada jogador recebeu. Parece surreal, mas ele tinha essa incrível capacidade. 

Alinhada à isso, o player adotava uma postura bem agressiva nas mesas, blefava contra os adversários com maestria e lia os adversários de forma surpreendentemente certeira. Assim era quase impossível bater Stu nas disputas e não demorou muito para ele cravar o nome na história do poker para sempre. 

Campeão da WSOP 

Doyle Brunson e Jack Binion ao lado de Stu Ungar na primeira vez que ele foi campeão da WSOP em 1980

Aos 26 anos, embora aparentando bem menos, o nova-iorquino garantiu o primeiro título de campeão do Main Event. No ano seguinte, em 1981, realizou a proeza pela segunda vez consecutiva. Assim, Stu ficou bem rico, quer dizer, milionário. Entretanto, o dinheiro escorria pelas mãos como água. 

Ungar levava um estilo de vida bem intrigante e era considerado até um louco por algumas pessoas que conheciam o vício do jogador em apostas de corridas de cachorro e cavalo, e na cocaína. As apostas e as drogas levaram Stu para a pobreza inúmeras vezes. 

Da mesma forma que era fácil para ele ganhar dinheiro no poker, era igualmente fácil para perder dinheiro. Apesar da vida pessoal ser considerada trágica, nas mesas ele era super respeitado e admirado pelas qualidades únicas citadas acima. 

Polêmica do óculos azuis 

Stu Ungar morreu exatamente um ano depois de ganhar o terceiro bracelete da WSOP

Mike Sexton era um dos fãs do excêntrico jogador e respondeu recentemente no Twitter uma grande polêmica envolvendo o nome de Stu no mundo do esporte da mente sobre ele ter trapaceado para conquistar o 3º título do Main Event da WSOP em 1997.  

“O poker era diferente há 40-50 anos atrás @BuffaloHanks @RemkoRinkema @ Trix2xploit, os cassinos não tinham salas de poker naquela época, eles os alugavam. Então, suponho que tudo fosse possível. Eu sei que Stu disse a seus oponentes de gim que ele os pegaria 100% se tentassem trapacear”, comentou.

Se tricampeão do maior evento de poker do mundo trapaceou ou não nunca saberemos. Aqueles que acreditam na teoria defendem o argumento com base em uma coisa: no óculos azuis. Durante a competição do Main Event em 1997, Stu Ungar apareceu com um estiloso óculos-escuros redondos na cor azul. 

Segundo a teoria da conspiração, o óculos liam as cartas dos jogadores – substituindo as lentes já que, segundo os conspiradores, as drogas impediam que ele as utilizassem – e o fato de depois da vitória Stu Ungar foi jogar blackjack no cassino Lady Luck que já havia sido entregue por traficantes usando as lentes de contato “mágicas”. 

Já para aqueles que não acreditam nos comentários, tudo não passa de especulações sem cabimento. Primeiro porque nenhuma droga pode afetar a visão de uma forma que impeça o uso de lentes e como isso seria possível?

Ou seja, os defensores do tricampeão da WSOP sabem que o jogador era dono de incríveis habilidades responsáveis por fazer uma boa leitura de cada oponente de um jeito bem preciso, mas simplesmente tem gente que não consegue acreditar nisso e preferem inventar teorias esquisitas contra o falecido que se foi há 22 anos, em 1998.

Confira abaixo vídeo no qual Mike Sexton fala da genialidade do craque: “Stu Ungar era um gênio e ainda estaria ganhando hoje!”

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Joey Ingram lista alguns personagens do cinema que arrasaram no poker; confira

O Mundo Poker separou algumas cenas das produções internacionais

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(Crédito: PokerCentral)

Não dá nem para ter um número exato de quantas produções cinematográficas internacionais já tiveram cenas incríveis de poker. Personagens responsáveis por tirar o fôlego dos fãs do esporte e ainda despertar um frio na barriga daqueles que não entendem muito bem as regras do jogo.

Entre alguns filmes bem conhecidos está 007- Cassino Royale (2006), Five Card Stud Poker (1968), Maverick (1994), Rounders (1998), A Big Hand for the Little Lady (1966) entre outros. Nesse contexto de grandes obras do cinema, Joey Ingram resolveu listar os melhores jogadores de poker na ficção de acordo com ele.

“Principais jogadores de poker fictícios (sem ordem):

-Le Chiffre (Casino Royale)
-Teddy KGB (Rounders)
-Steve McQueen (Cincinnati Kid)
-James Bond (Casino Royale)
-Main personagem do ESPN show Tilt
-Eric Bana (Lucky You)
-Worm (Rounders)
-Justin Timberlake (In Time)”

Confira algumas cenas dos filmes citados pelo player:

1 – 007 – Cassino Royale 

O agente secreto James Bond vai até o Cassino Royale cumprir sua primeira missão. Lá, Bond, interpretado por Daniel Craig, precisa ganhar do empresário Le Chiffre (Mads Mikkelsen) que financia grupos terroristas numa disputa eletrizante de poker.

2 – Rounders (1998)

Mike McDermott (Matt Damon) é viciado em poker e procura Teddy KGB (John Malkovich) para uma disputa de headas-up e acaba perdendo suas economias. A partir daí, Mike para de jogar por dois anos, mas acaba voltando por causa do amigo Worm (Edward Norton) e faz de tudo para recuperar o dinheiro e vencer KGB.

3 – Five Card Stud Poker (1968)

O poker player de Nova Orleans (EUA) conhecido como ” The Cincinnati Kid” (Steve McQueen) sonha em ser o melhor jogador de todos. Para isso, ele precisa enfrentar o lendário Lancey Howard (Edward G. Robson) mas acaba descobrindo que o jogo foi armado.

4 – Tilt (2005)

Diferente das outras produções, Tilt não é um filme e sim uma série de TV da ESPN realizada em 2005. A série acompanha a saga de vários jogadores durante o torneio de World Championship of Poker, em Las Vegas.

5 – Luck You (2007)

Huck Cheever (Eric Bana) é jogador de poker bem talentoso e acaba vivendo um romance com Billie Offer (Drew Barrymore) durante a WSOP. O principal objetivo do player é chegar na final para jogar contra seu pai L.C. Cheever (Robert Duvall) considerado uma lenda do esporte.

6 – In Time (2011)

In Time, Justin Timberlake dá vida ao Will Salas que foi acusado de um assassinato e precisa correr contra o tempo para derrubar um sistema no qual os ricos vivem para sempre enquanto os pobres precisam implorar para viver.

E aí, você já assistiu algum desses filmes? Qual dos personagens joga melhor? Comente nas redes sociais do Mundo Poker e aproveite a quarentena para assistir as produções e quem sabe até aprender alguma dica.

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“VeniVidi” vence 30ª sessão do desafio contra Phil Galfond e leva € 26.992.32

Essa é a quarta vitória do grinder desde o stoploss

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(Crédito: PokerCentral)

A 30ª sessão do desafio € 100.000/200.000 PLO foi de vitória para “VeniVidi” nesta sexta-feira (27). O grinder ganhou € 26.992.32 e aumentou a vantagem contra Phil Galfond para € 260.616.44, que estava até esta quinta-feira (26) em € 233.624.12. 

Os players jogaram 777 mãos totalizando 18.970 das 25 mil mãos. Essa foi apenas a quarta conquista do misterioso grinder depois do stoploss de Phil Galfond mês passado. Enquanto isso, o especialista em Omaha venceu 11 sessões desde o retorno do desafio.

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Após completar essa competição, o dono do Run It Once Poker vai enfrentar mais cinco adversários. O próximo será Bill Perkins numa disputa de 50 mil mãos ou € 400 mil de perda. 

Confira alguns dos melhores momentos desta sexta:

A 31ª sessão acontece neste sábado (28) a partir das 13h (horário de Brasília). Para acompanhar todas as emoções ao vivo clique aqui

Confira os resultados do desafio até o momento:

Dia do Jogo Mãos Jogadas Vencedor do Dia  Ganhos
Dia 1 (22/01) 655 “VeniVidi” € 72.572.68
Dia 2 (23/01) 715 Phil Galfond € 2.615.26
Dia 3 (24/01) 557 “VeniVidi” € 84.437.52
Dia 4 (25/01) 581 “VeniVidi” € 17.544.87
Dia 5 (27/01) 726 “VeniVidi” € 155.063.52
Dia 6 (28/01) 703 “VeniVidi” € 13.31
Dia 7 (30/01) 823 “VeniVidi” € 52.057.13
Dia 8 (31/01) 940 “VeniVidi” € 60.743.37
Dia 9 (01/02) 446 “VeniVidi” € 12.706.51
Dia 10 (03/02) 696 “VeniVidi” € 100.993.30
Dia 11 (04/02) 741 “VeniVidi” € 15.647.36
Dia 12 (06/02) 622 Phil Galfond € 87.940.91
Dia 13 (07/02) 470 “VeniVidi” € 267.949.70
Dia 14 (08/02) 593 “VeniVidi” € 48.473.73
Dia 15 (09/02) 659 “VeniVidi” € 102.593.34
Dia 16 (04/03) 574 Phil Galfond € 183.481.38
Dia 17 (05/03) 582 “VeniVidi” € 21.571.51
Dia 18 (06/03) 555 Phil Galfond € 27.198.94
Dia 19 (07/03) 638 Phil Galfond € 26.018.41
Dia 20 (09/03) 566 Phil Galfond € 92.803.89
Dia 21 (10/03) 576 Phil Galfond € 3.766.94
Dia 22 (11/03) 556 “VeniVidi” € 88.465.60
Dia 23 (12/03) 598 Phil Galfond € 23.821.05
Dia 24 (13/03) 628 Phil Galfond € 19.099.65
Dia 25 (14/03) 664 Phil Galfond € 139.485.78
Dia 26 (19/03) 539 Phil Galfond € 110.752.58
Dia 27 (20/03) 645 “VeniVidi” € 76.026.05
Dia 28 (21/03) 503 Phil Galfond € 140.979.28
Dia 29 (26/03) 642 Phil Galfond € 85.271.31
Dia 30 (27/03) 777 “VeniVidi” € 26.992.32
Total 18.970 “VeniVidi” € 260.616.44

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SOLIDARIEDADE: Em tempos de quarentena, craques do poker mostram que fazem bonito também fora dos feltros

André Akkari, Felipe Mojave e Peter Patrício incentivaram mais ações solidárias

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Apesar do isolamento social, os atos de solidariedade na comunidade do poker estão mais vivos do que nunca. Sabemos que muitos que fazem doações, preferem não aparecer, mas temos notícias de vários jogadores da comunidade que seguem fazendo sua parte para aliviar os transtornos da quarentena na sociedade. 

Nesta semana, o Mundo Poker falou sobre a campanha “Adote um Dealer” na qual um grupo de profissionais do esporte da mente se juntou para arrecadar dinheiro e cestas básicas para 200 famílias de dealers freelancers que estão sendo neste momento. 

André Akkari utilizou sua influência na comunidade para pedir ajuda ao projeto além de também estar assistindo a campanha. No vídeo publicado no Instagram, ele disse o seguinte: “Eu, André Akkari, estou doando R$ 5 mil para essa campanha ‘Adote um Dealer’. Você não precisa fazer o mesmo, você pode doar 10,15, 20 reais faça o que você puder”, disse ele incentivando as doações e ressaltando a importância do dealer na carreira dos jogadores. 

Quem também andou fazendo uma boa ação foi o integrante do Samba Team Peter Patrício. Além de fazer como o colega e ajudar o “Adote um Dealer”, o grinder escolheu mais quatro instituições de diferentes lugares do país como Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais para doar R$ 1.000 a cada instituição. 

E Felipe Mojave, representante do GGPoker no Brasil, criou uma série de torneios diários gratuitos na plataforma como forma de incentivar o brasileiro a ficar em casa contribuindo contra a disseminação do COVID-19. “São mais de 10 Mil Reais apenas em premiações garantidas – do bolso – sem pedir nada em troca. É só chegar pra se divertir e levantar a sua banca!”, comentou. 

Além dos jogadores, a Kings Eventos vai distribuir R$ 90 mil para os dealers, staff, caixas, equipe de material e imprensa para aliviar a situação neste período de isolamento social. O valor corresponde ao rateio de 3% da “caixinha” da premiação garantida do KSOP Balneário Camboriú. 

Ou seja, tempo de quarentena é também tempo de ajudar o próximo mesmo de longe.

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